Top 10 Final Fantasy (v. 2017-1) #FF30th

Aproveitando o mês de 30 anos da maior franquia de RPG de todos os tempos (minha homenagem aqui), fiz meu top 10 com os meus capítulos favoritos de Final Fantasy. Minha lista considerou apenas os games que joguei (todos, exceto os capítulos XI, XIII e XIV), e apenas da franquia principal (sem os spin-offs), e o sistema de notas é a média dos quesitos diversão, sistema, história e gráficos. Segue lista em ordem decrescente:

[10] Final Fantasy III (1990) – Famicon, Nintendo DS, PSP
Nota: 7
Primeiro game a explorar mais as jobs fornecidas pelos Crystals. O remake para NDS é uma fofura;

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[9] Final Fantasy VI
(1992) – SNES, GameBoy Advance
Nota: 7
Um dos preferidos da galera, meu problema com este capítulo é que ele é um pouco depressivo e se leva muito a sério;

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[8] Final Fantasy VIII
(1999) – PlayStation e PC
Nota: 7
O primeiro FF com caracter design realista e o primeiro a trazer um tema principal cantado, “Eyes On Me”;

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[7] Final Fantasy X
(2001) – PlayStation 2, PlayStation 3 e PS Vita
Nota: 7,25
O sistema e um pouco dos gráficos puxam mais do que a história deste FF;

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[6] Final Fantasy XII
(2006) – PS2 e PS4
Nota: 7,25
O primeiro da saga que, apesar de ter turnos, tinha um sistema de batalha com um pezinho na ação. Foi revolucionário;

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[5] Final Fantasy IV
(1991) – SNES, PS, GBA, NDS, PSP
Nota: 7,5
Personagens cativantes e trama mirabolante;

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[4] Final Fantasy XV
(2016) – PS4
Nota: 7,75
Trilha sonora e gráficos chupetinhas. O sistema é quase perfeito, porém fica devendo no quesito história;

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[3] Final Fantasy V
(1992) – Super Famicon, PS, GBA
Nota: 7,75
Um dos mais nostálgicos e um dos meus mais queridos. O sistema de jobs e a história são muito divertidos;

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[2] Final Fantasy IX
(2000) – PS e PC
Nota: 8,5
O retorno da franquia ao medieval, e uma grande homenagem aos seus antecessores;

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[1] Final Fantasy VII
(1997) – PS e PC
Nota: 8,5
O marco nos games de RPG. Apesar de seu caracter design meio tosquera, FFVII tem sistema, história e trilha sonora fantásticos.

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[Reprise URUK] Os 20 anos de Final Fantasy Tactics

Lançado no Japão em 20 de junho de 1997 para PlayStation, Final Fantasy Tactics comemora hoje 20 aninhos e, para homenagear um dos melhores games de SRPG (RPG de estratégia) e da Square-Enix de todos os tempos, trago hoje a 1ª Reprise URUK, com um post que fiz para o finado blog Green Dimension no meu 2º Game Retrô.

[Game Retrô] Final Fantasy Tactics

Depois de um longo hiato, cá estou eu com um joguinho antigo porém sensacional. Hoje vou falar de um dos melhores jogos de estratégia de todos os tempos: “Final Fantasy Tactics”.
Lançado para PlayStation em 1997, o Tactics é um RPG em que a batalha é feita numa espécie de tabuleiro, geralmente com 140 casas (panels), e nele tanto seus personagens como os monstros e chefes se locomovem e se posicionam estrategicamente para desferir ataques e lançar magias. Segue sua cena de abertura:

A história conta a saga do jovem Ramza Beoulve, irmão mais novo dos fidalgos Beoulve que secretamente disputam o poder pelo reino fictício de Ivalice (e o mais recorrente entre a saga Final Fantasy). Aliás, a trama é bem elaborada e complexa, cheia de plot twists e digna de um “Game of Thrones”, repleta de conspirações, traições, mortes, um clássico rapto de princesa que depois descobre que não é princesa… Vários babados e confusões. Dentre os outros personagens da história, os mais legais são Mustadio Bunanza (que é um Enginer/Machinist), Agrias Oaks (Holy Knight), Beowulf Cadmus (Temple Knight) e o “roubado” Orlandu (Holy Swordsman), que é tão forte que geralmente mata um inimigo com um golpe só.

Ramza jovem e com 23 anos.

Ramza jovem e com 23 anos.

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FFT resgata um dos lances mais legais dos Final Fantasy clássicos que é o sistema de classes (Jobs), cada uma com sua peculiaridade, sendo física, mágica ou mista. As iniciais são Squire (“escudeiro”, uma espécie de “aprendiz” com ataques físicos) e Chemist, única job que pode usar itens. Abaixo, fiz uma rápida tabelinha de como habilitar todas do jogo:

classes
O jogo, além das batalhas que você é obrigado a lutar na história (e, dependendo do level que seus personagens estão, são bem difíceis), têm as aleatórias no mapa, além das quests (missions), que você envia os personagens secundários em aventuras que te fornecem JPs (Job Points, o que faz o personagem aprendar as skills das Jobs) e Gil (grana), além de poder desbloquear personagens secretos, como o anteriormente citado Beowulf e sua amada Reis Dular, Worker 8, Byblos e até Cloud Strife (de Final Fantasy VII), as técnicas secretas Ultima (que você aprende com a job Squire de Ramza) e o summon Zodiac, equipamentos escondidos nos cenários (que podem ser encontrados com a ability passiva “Move Find-Item”) e ao matar monstros, se o personagem estiver usando a skill passiva “Secret Hunt”, disponibiliza itens bem raros na Fur Shop, e além disso tudo você pode tornar um monstro seu aliado com as skills da job Mediator e, por fim, o jogo ainda tem uma dungeon opcional, a “Deep Dungeon”, que têm 10 andares e cada andar é uma batalha (a última, com um poderoso chefe, o mago Elidibus), com alguns dos inimigos mais poderosos e itens mais raros do jogo. Dá pra “perder” umas boas 50 horas para fazer todas as side quests.

Outro ponto alto do jogo – como de praxe nos FFs – são os efeitos sonoros e as trilhas, uma mais emocionante que a outra. Uma das minhas preferidas é essa abaixo, que toca nas batalhas aleatórias e que é um misto de tensão com épico de aventura:

A única coisa que o jogo peca é nas traduções mal feitas em alguns nomes de monstros clássicos e em algumas skills, e até as classes aqui receberam outros nomes (como o White Mage que virou “Priest”) etc, mas fora isso, FFT é um clássico que merece sempre ser revisitado (tanto que ganhou um remake para PSP, o “The War of the Lions”, em 2007) e até hoje é muito lembrado pelos fãs de estratégia/RPG, PS e da Square-Enix.

Fonte: Final Fantasy Wikia.

[Game Retrô] Kingdom Hearts: Dream Drop Distance

Tive a oportunidade de adquirir uma cópia de Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance, jogo lançado em 2012 para Nintendo 3DS, e aqui está minha resenha em mais um Game Retrô.

Parte de uma franquia confusa pra caralho, KH:DDD se passa entre Kingdom Hearts: Coded (2008, para celulares) e o vindouro KH3 (só Arceus sabe quando vai ser lançado para PS4…) (timeline completa aqui) e, apesar de ter uma premissa inicial bem bobinha (Yen Sid propõe um desafio a Sora e Riku: destravar as Keyholes de sete mundos adormecidos, e quem tiver êxito, será considerado um Keyblade Master), acontecem várias tretas com a Organization XIII e muitas pontas soltas na franquia são resolvidas.

Os 7 mundos do jogo são: Traverse Town, mundo neutro e inicial recorrente da série, que aqui ganha mais áreas para explorar; La Cité des Cloches (“a cidade dos sinos”), cenário do filme “O Corcunda de Notre Damme”Prankster’s Paradise, mundo extraído de “Pinocchio”The Grid, saído de “Tron: O Legado”Country of the Musketeers, de “Os Três Mosqueteiros” (o filme com Mickey, Donald e Pateta); Symphony of Sorcery, oriundo de “Fantasia”; e The World That Never Was, o mundo da Organization XIII.

Neste game você joga ou com Sora ou Riku, mas não ao mesmo tempo. Quando eles saem para visitar o primeiro mundo adormecido, algo acontece e eles se separam, e cada um visita uma versão diferente de cada um dos sete mundos (o que tornam as coisas legais, pois cada cenário tem suas particularidades jogando com um ou com outro). Para revezar entre Sora e Riku, é usado o Drop, sistema para alternar os personagens, pode ser tanto manual (no menu, basta apertar o botão Drop na touch screen) ou automático, quando termina o tempo, que também pode ser adiado utilizando itens como Drop-Me-Not ou Drop-Me-Never.

Shadowbreaker de Sora.

 

Dark Aura de Riku.

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Os mundos de KH:DDD não têm Heartless, Nobodies ou Unverseds, mas sim os Dream Eaters, monstros que possuem duas versões: os Nightmares, que vão te atacar durante sua jornada nos sete mundos, e os Spirits, que podemos chamar carinhosamente de “os Pokémon de Kingdom Hearts”. Você encontra itens no jogo chamados Recipes, que são “receitas” com as quais você pode criar um Spirit após conseguir os itens nelas listados. Você pode ter na sua “equipe” até 3 spirits, mas somente 2 podem te ajudar nas batalhas, enquanto o terceiro fica na reserva, apenas ganhando LPs (Link Points) junto aos outros. Este sistema de pontuação que é responsável em ensinar tanto a Sora quanto a Riku Abilities e Commands do jogo, importantíssimas para turbinar os personagens principais. Os Spirits ainda podem obter LPs sendo acariciados na touch screen (pelo menos isso veio antes de Pokémon rs), ou treinando com os itens Baloons e Water Barrels. Ainda com os Spirits é possível jogar um dos minigames de KH:DDD, o Flick Rush, que consiste numa battle card game, onde cada Spirit possui um deck com diferentes cartas de comandos. Ao vencer as batalhas no Flick Rush (você pode desafiar tanto a máquina como outro jogador via wireless), é possível conseguir diversos itens e comandos diferentes para seu personagem.

Alguns dos inúmeros Spirits disponíveis no jogo.

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Outra novidade do game é Flowmotion, um comando que faz com que você se locomova mais rápido pelo cenário, pode ser tanto manual (você pode ricochetear nas paredes e sair voando, ou ainda usar postes e outros objetos para se balançar) como automático (deslizar por um corrimão no melhor estilo Tony Hawk rs). O Flowmotion também pode ser usado nas batalhas, e alguns inimigos permitem que você faça um movimento especial de Flowmotion para causar-lhe dano.

O jogo ainda possui diversas peculiaridades no sistema, como os Link Portals (desafios pela fase), o Dive (uma espécie de “fase bônus” que você precisa passar para ir de um mundo a outro), Reality Shift (comandos que permitem que você controle a realidade e destrua objetos e seus inimigos com maior facilidade), Link (seu personagem se une a um ou dois Spirits para ganhar mais velocidade e poder de fogo), além de um sistema de troféus, ao completar determinadas tarefas durante a campanha (zerar o jogo em diferentes dificuldades são algumas delas).

KH:DDD é um jogo divertidíssimo, os Spirits deram uma boa incrementada no já complexo sistema de KH, e a história é indispensável para os fãs da saga, mesmo ele parecendo ser só mais um “spin off”.

P.S.: Impossível não se emocionar com esse momento:

“Eu não preciso de arma. Meus amigos são minha força!”

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Leia também os outros Game Retrô:

• [Game Retrô] Super Mario World 2 – Yoshi’s Island
• [Game Retrô] Final Fantasy Tactics
• [Game Retrô] Final Fantasy Tactics A2
• [Game Retrô] Kingdom Hearts: Birth by Sleep – Final Mix
• [Game Retrô] Dragon Quest IX
• [Game Retrô] Pokémon Diamond

As 10 melhores músicas de games

Muitos games, além de serem obras de arte por si só, ainda carregam consigo mais uma arte que os tornam ainda mais especiais: a música. Muitos trilhas de jogos dão um banho de talento de seus criadores, enriquecem a experiência e encanta quem joga ou quem só gosta de música boa (como pode ainda existir gente que diz que videogame não é cultura??).

Dito isso, como gamer e apaixonado por música e por trilhas dos games que eu sou, trago a vocês as minhas 10 músicas de games favoritas (não estão em ordem de importância), e linkei aqui as versões originais, portanto nada de remixes, versões estendidas ou de orquestras, e escolhi apenas uma música por franquia (consciente de que muitas outras excelentes músicas ficaram de fora):

“Frog Theme” – Chrono Trigger:
(Square – Super Nintendo – 1995)

“Willy Stage” – Megaman 7:
(Capcom – Super Nintendo – 1995)

“Hunt or Be Hunted” – The Witcher 3: Wild Hunt:
(CD Projekt RED – PS4 e Xbox – 2015)

“Earth” – Assassin’s Creed II:
(Ubisoft – PS3, PS4, Xbox – 2010)

“Ken’s Theme” – Street Fighter II:
(Capcom – Super Nintendo, Mega Drive etc – 1992)

“Las Vegas Theme” – Top Gear:
(Kemco – Super Nintendo – 1992)

“One Winged Angel” – Final Fantasy VII:
(Square – PlayStation – 1997)

“The Silence of The Daylight” – Castlevania II: Simon’s Quest:
(Konami – NES – 1987)

“Battle! Team Galactic” – Pokemon Diamond/Pearl/Platinum:
(Game Freak – Nintendo DS – 2006)

“Athletic Theme” – Super Mario World:
(Nintendo – Super Nintendo – 1990)

E pra você, quais melhores músicas de games? Podem sugerir porque vou fazer uma 2ª parte dessa lista.

[Game Retrô] Pokémon Diamond

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Em 2007 era lançado, para Nintendo DS, a 4ª geração de “monstrinhos de bolso” com os games Pokémon Diamond/Pokémon Pearl. Depois de começar e não terminar outros jogos da franquia (Pokémon Gold, Pokémon Emerald, Pokémon Black), finalmente peguei o Diamond e zerei. Foram mais de 50 horas jogadas, e foi tão divertido que nem senti essas horas passarem.

Piplup, Chimchar e Turtwig, os iniciais da 4ª Geração.

Piplup, Chimchar e Turtwig, os iniciais da 4ª Geração.

A história de Diamond/Pearl se passa em Sinnoh, e a escolha do pokémon inicial é diferente das versões anteriores: ao invés de seu personagem ir ao laboratório do Professor Pokémon (a cidade inicial é Sandgem) e escolher uma das 3 poké bolas, você e seu rival encontram uma maleta do Professor Rowan que sua assistente acidentalmente deixou cair na grama alta, e eles acabam tendo de pegar um dos iniciais para poderem se defender de um Starly que os ataca. Após isso, Rowan acha o ato deles heroico e deixa os pokémon com eles, além de presenteá-los com um Pokédex para que eles possam registrar todos os 150 monstrinhos de Sinnoh para ajudá-lo em suas pesquisas.

A dinâmica do game é igual às dos outros, conseguir as 8 insígnias (badges) derrotando os Líderes de Ginásio (Gym Leaders) para, assim, ingressar (enfrentar) na Elite dos Quatro (Elite Four) e se tornar o grande Campeão do jogo.

Roark, Gardenia, Fantina, Maylene, Crasher Wake, Byron, Candice e Volkner.

Roark, Gardenia, Fantina, Maylene, Crasher Wake,
Byron, Candice e Volkner.

Os Gym Leaders são:
Roark (Oreburgh City): Especializado em pokémon do tipo Pedra (Rock Type);
Gardenia (Eterna City): Especializada em pokémon do tipo Planta (Grass Type);
Maylene (Veilstone City): Especializada em pokémon do tipo Lutador (Fighting Type);
Crasher Wake (Pastoria City): Especializado em pokémon do tipo Água (Water Type);
Fantina (Hearthome City): Especializada em pokémon do tipo Fantasma (Ghost Type);
Byron (Canalave City): Especializado em pokémon do tipo Metal (Steel Type);
Candice (Snowpoint City): Especializada em pokémon do tipo Gelo (Ice Type);
Volkner (Sunyshore City): Especializado em pokémon do tipo Elétrico (Eletric Type).

Uma coisa que eu adoro na franquia é nos puzzles (ou “quebra-cabeças”, pros leigos) que é necessário passar para poder enfrentar o Líder de Ginásio, um mais bem bolado do que o outro, sem contar os vários Treinadores (que possuem pokémon do mesmo tipo usado pelo Líder) que é preciso batalhar no caminho, não é aquele melzinho com sopa do Ash no anime.

Bom, outro elemento clássico de Pokémon é a equipe criminosa, e a daqui é o Team Galactic. Seus comandantes têm nomes de planetas, e o líder deles, Cyrus, tem um plano que envolve energias alteranativas e pokémon lendários para criar um outro Universo, num dos planos mais mirabolantes e ~sci fi~ até então.

Outra coisa que gosto bastante em Pokémon são as inúmeras áreas no mapa que vão sendo liberadas após você ensinar aos seus pokémon as HM (Hidden Machines), movimentos (ou “golpes” ou “ataques” ou “skills” etc) como “Cut” para cortar os arbustos que bloqueiam o caminho, “Rock Smash”, para esmagar rochas, “Strength” para empurrar rochas redondas, “Rock Climb”, para escalar e acessar itens e outros caminhos, “Surf” para acessar outros lugares através da água, e “Fly” para voar para as cidades que você já visitou. Aqui, não basta ensinar a um pokémon e sair usando a HM, é necessário, antes, ter uma espécie de “permissão” ao derrotar um Líder de Ginásio (geralmente o seguinte a encontrar o item) para poder usar o movimento no mapa (nas batalhas, é permitido desde o começo).

Outra coisa que me cativou em Diamond foram as trilhas, caras, principalmente as de batalhas. Vou deixar aqui minhas preferidas:

Eu poderia ficar aqui esplanando sobre mais detalhes, como aprender novos movimentos para os pokémon, evolui-los, os Pokémon Contest (concurso de beleza, que inclusive venci), dos itens (de loja ou de tesouros), dos tipo de pokémon (água, fogo, planta etc), dos tipos de batalhas etc, mas daí seria me alongar muito, mas sim, a franquia Pokémon tem coisa pra caralho pra fazer, não é só batalha e batalha em si.

Segue print dos meus pokemão no hall da fama.

Meu time final: Lucario, Luxray, Dialga, Gyarados, Infernape e Roserade. Não tinha nem um diretor de fotografia pra dizer que o Gyarados tampou a cara do Infernape e este, por sua vez, encobriu a cara da Roserade, poderiam ter colocado os maiores para trás, mas enfim.

Meu time final: Lucario, Luxray, Dialga, Gyarados, Infernape e Roserade. Não tinha nem um diretor de fotografia pra dizer que o Gyarados tampou a cara do Infernape e este, por sua vez, encobriu a cara da Roserade, poderiam ter colocado os maiores para trás, mas enfim.

Depois de zerar o jogo (derrotar a Elite Four e a Champion), ainda tem uma área que se torna acessível, a Fight Area, onde tem uma Battle Tower (com diferentes formas de batalhas), a Survival Area, Stark Mountain e a Resort Area, então nada de parar de jogar depois de ler “Fin” na tela, hein. Mais um incentivo para continuar jogando (inclusive ainda estou).
Enfim, este game é recomendadíssimo!

P.S.: Em breve terei em mãos um exemplar de Nintendo 3DS e um de Pokémon Moon (lançado há poucos dias) em mãos, portanto, aguardem resenha desse maravilhoso jogo em breve.

Leia também os outros Game Retrô:

• [Game Retrô] Super Mario World 2 – Yoshi’s Island
• [Game Retrô] Final Fantasy Tactics
• [Game Retrô] Final Fantasy Tactics A2
• [Game Retrô] Kingdom Hearts: Birth by Sleep – Final Mix
• [Game Retrô] Dragon Quest IX

[Game Retrô] Dragon Quest IX

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Lançado em 2010 pela Square-Enix para Nintendo DS, o RPG Dragon Quest IX: Sentinels of the Starry Skies é um jogo Divertido (com D maiúsculo sim). Para quem não sabe, Dragon Quest é a segunda série mais longeva da Square, com 10 capítulos lançados até o momento (fora spin-offs, e o capítulo XI chega aos consoles em 2017), e ficando atrás apenas de Final Fantasy (cujo 15º capítulo chega em dezembro). Outra curiosidade bem marcante nesta saga é que o character design (o cara que desenha os personagens, tá ligado?) é o Akira Toriyama. Sim, o pai de Dragon Ball Z! Portanto, não se assuste ao ver personagens que lembram Chi Chi, Trunks, Bulma, Tenshinhan e outros.

DQIX é um pouco diferente de seus antecessores, pois aqui os personagens são personalizáveis e não possuem background (o que pode ser decepcionante sob certos pontos de vista), exceto o personagem principal que, apesar de que sexo e aparência é você quem decide, a história dele(a) trata de um anjo – no game, conhecidos como Celestrians – que é guardião de um vilarejo (no caso, Angel Falls). O herói (no meu caso, eu nomeei-o como “Zyrgus”), bem como seu mestre, Aquila, e todos os outros Celestrians, vivem num lugar acima das nuvens chamado The Observatory (lembra o Templo do Sr. Kaioh só que maior e mais complexo). O lugar só pode ser acessado pelo Starflight Express (sim, um trem celestial!), e em seu topo reside a Yggdrasil, a árvore da vida de cuja qual nascerão as Fyggs, as frutas do poder. O lugar é comandado pelo velho e bondoso Apus Major, que tem como missão fazer com que os Celestrians consigam Benevolessence – quando as pessoas ficam gratas com as boas ações dos anjos – o suficiente para levá-los ao Realm of the Almighty, o paraíso e onde mora o Todo-Poderoso (equivalente ao Deus do Cristianismo). Tudo ia bem até que um dia o Observatory é atacado por uma fonte desconhecida, e Zyrgus acaba caindo em Protectorate (o “Protetorado”, o mundo do jogo), sem asas e sem halo, apenas com o dom de ver e falar com os espíritos dos mortos, dom este que rende fortes emoções na história (se prepare para chorar em Coffinwell). A trama de DQIX é bem mais do que “Um Anjo Caiu do Céu”, pois envolve a busca pelas sete Fyggs caídas e por Zenus – o próprio Todo-Poderoso, a guerra contra um terrível império do mal que retorna aos dias atuais e, por fim, enfrentar o grande vilão por trás de todos os males do enredo, no melhor estilo Deus versus Lúcifer.

As classes iniciais.

As classes iniciais.

Quanto ao sistema, o jogo é bem legal também. Você tem à disposição 6 classes iniciais – Warrior, Priest, Mage, Martial Artist, Thief e Minstrel, a classe com que Zyrgus começa – e, depois, mais 6 classes que são desbloqueadas por meio de quests – Gladiator, Sage, Paladin, Ranger, Armamentalist e Luminary, cada uma com suas peculiaridades e com suas já consagradas magias de nomes onomatopaicos e habilidades. As classes podem ser trocadas apenas na cidade Alltrades Abbey ou com a magia Jack’s Nack do Sage.

Por falar em Quests, no game há um total de 184 e isso pode render muitas horas de jogo. Muitas consistem em derrotar determinados monstros ou usar determinadas spells ou skills, e as recompensas variam em itens de alquimia, de consumo, equipamentos e as já citadas classes. Outra coisa que consome – e muito, no meu caso – horas de jogo é o Krak Pot, um carinha que surge à certa altura na trama, e com ele você pode fazer as famigeradas alquimias que rendem os melhores itens no jogos. Sério, isso é muito bom, pois o melhor equipamento com que zerei o jogo, a maioria dele veio de alquimia. Você consegue desbloquear esses itens exclusivos com as Alchemy Recipes, receitas que você encontra em livros nas prateleiras e bibliotecas ao redor do mundo. Conseguir todas e depois, realizar todas as receitas parece uma tarefa quase impossível. Terminei o jogo com o meu Alchemicon (dicionário de alquimia) em 41%. O jogo ainda possui os Accolades, uma espécie de troféus por destravar certas habilidades e atingir determinadas metas no game. Bom, em DQIX há uma infinidade de side quests e recursos de campo e batalha – como os “limit breaks” Coup de Grâce, únicos para cada classe.

A trilha é um show à parte. Segue abaixo algumas delas em versão sinfônica:

E aqui, prints com meus personagens e tela de progresso após zerar o jogo:

dq9-zyrgus

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Resumindo, Dragon Quest IX é um RPG bem completo e divertido.

Leia também os outros Game Retrô:

• [Game Retrô] Super Mario World 2 – Yoshi’s Island
• [Game Retrô] Final Fantasy Tactics
• [Game Retrô] Final Fantasy Tactics A2
• [Game Retrô] Kingdom Hearts: Birth by Sleep – Final Mix

[Game Retrô] Kingdom Hearts: Birth by Sleep – Final Mix

KHBBS

Depois de um tempão, mais um Game Retrô (tô muito lento pra um gamer rs).
Enfim pude baixar um emulador de PSP e jogar esse spin-off de Kingdom Hearts que, pra mim, é um dos mais importantes e mais divertidos da série: Kindgom Hearts: Birth by Sleep, a versão Final Mix.
Lançado pela Square-Enix em 2010 para o portátil, da Sony, KH:BbS é o sexto da franquia mas o 2º da cronologia (o 1º é o mobile Kingdom Hearts: Unchained χ), e se passa alguns anos antes do 1º KH, e conta a história dos três amigos e usuários de Keyblade: Terra, Aqua e Ven (Ventus). Em Land of Departure, eles são treinados por Eraqus, e Terra e Aqua participam do Mark of Mastery, um teste julgado por Eraqus e Xehanort (o vilão da saga que aqui ainda era só um Keyblade Master e foi mestre de Eraqus) para se tornarem Keyblade Master, mas só Aqua passa, e Terra é reprovado por ter uma escuridão em seu interior muito forte. Depois disso, Eraqus recebe uma chamado de Yen Sid (o Keyblade Master do King Mickey) de que os mundos foram invadidos por monstros conhecidos como Unversed (ainda não existiam os Heartless) e de que Xehanort havia desaparecido, e incumbe Terra de ir investigar. Terra então parte de Land of Departure e Ven, que tem Terra (rs) como ícone, e contrariando a todos, o segue, o que leva Eraqus a pedir para Aqua seguir o jovem para fazê-lo voltar para casa, e assim começa a jornada dos heróis nos 11 mundos (e uma rápida passagem em Destiny Islands para complementar a história), que incluem, entre outros, Dwarf Woodlands (“Branca de Neve e os Sete Anões”), Enchanted Dominion (“A Bela Adormecida”), Deep Space (“Lilo & Stitch”) e Neverland (“Peter Pan”), do lado da Disney, e Radiant Garden e Keyblade Greaveyard, mundos próprios do jogo.

Terra, Ven e Aqua.

Terra, Ven e Aqua em Land of Departure.

O sistema do jogo é bem divertido e possui vários recursos e minigames: no menu existe o Command Board, uma espécie de jogo de tabuleiro onde você disputa com os outros dois personagens principais do jogo jogando um dado e caminhando por casinhas, onde você pode obter diversos prêmios, e a cada mundo visitado, é disponibilizado um novo tabuleiro temático. Confesso que não tive muita paciência para jogar isso, e acabei jogando umas duas vezes só. Já os outros minigames – muitos deles disponíveis em Disney Town -, estão no mundo Mirage Arena, que você joga online no PSP com outros jogadores e por isso não pude jogar nada no emulador.
Os Deck Commands, que são ataques tanto físicos (Attack Commands) quanto mágicos (Magic Commands), podem ser conseguidos tanto em baús quanto caídos pelos monstros derrotados, bem como os itens (Item Commands). O deck (menu onde você equipa os comandos) vai aumentando o nº de espaços conforme o nível do personagem progride. Além destes, ainda temos os Friendship Commands, os Movement Commands (que altera a movimentação do personagem, como pulo mais alto, ou contra-ataque após bloquear etc), os Defense Commands, os Reprisal Commands, os Finish Commands (ataques especiais usados quando Command na batalha estiver cheia), e por fim, os Shotlock Commands, habilidades usadas segurando L1 + R1.
Ainda temos as Abilits, que dão suporte para o personagem, aumentando ataques físico e mágico, o nº de combos (no chão e aéreo), aumento de HP, de tesouros obtidos, defesas elementais etc, que podem ser obtidos na opção Meld Commands, onde podem ser criados novos comandos combinando dois diferentes adicionados a um item de síntese, os Crystals.
Os D-Links podem ser usados na batalha invocando outros personagens do jogo – como Branca de Neve, Stitch, Zack (FF VII), Malévola, e os próprios Terra, Aqua e Ven, o que altera seus comandos no deck e ao final, o personagem invocado usa um superataque.

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Na opção Reports do menu é apresentado informações sobre os personagens, mundos e monstros encontrados, além de indicar quantos baús (Treasures) em cada mundo e também os adesivos (Stickers), que você pode colar num “pôster”, e isso pode conceder alguns prêmios.

Resumindo, Kindgom Hearts: Birth by Sleep, pra mim, é um dos melhores games da saga, tanto em gráficos, músicas (abaixo, segue uma das minhas preferidas) e história, e tão importante quanto KH 1 e 2, que joga luz sobre os passados de Sora, Rikku, Xehanort e a Organization XIII, sem contar esses personagens tão carismáticos que são Terra, Aqua e Ven. Uma pena que o final do jogo foi muito triste para os três (que conto, com SPOILERS, mais abaixo).

SPOILERS: No final de KH:BbS, Ventus, após enfrentar Vanitas, que é seu lado negro trazido à vida por Xehanort, é transformado na χ-Blade (lê-se como se lê “keyblade”), que é a Keyblade definitiva e que permite abrir o Kingdom Hearts, um portal para todos os mundos; Aqua fica perdida para sempre em Realm of Darkness na tentativa de salvar Ven; e Terra tem seu corpo possuído por Xehanort (o que explica o visual do vilão em KH 1 e 2, uma versão platinada do Terra). O destino dos três permanece nas mãos de Sora na cronologia principal da série, e teremos o retorno de Aqua em Kingdom Hearts 2.8, a ser lançado ainda este ano em 2016.

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[Atualizado em 02/08] Esqueci de comentar que você pode escolher um dos três personagens principais (Terra, Ventus e Aqua) para zerar a história somente com ele. Abaixo, segue a tela com todos os dados da campanha de cada um deles nos tweets a seguir.

Meu preferido é o Ventus, pois ele é o mais rápido dos três tanto na movimentação e esquiva quanto nos ataques. [fim da atualização]

Leia também os outros Game Retrô:

• [Game Retrô] Super Mario World 2 – Yoshi’s Island
• [Game Retrô] Final Fantasy Tactics
• [Game Retrô] Final Fantasy Tactics A2

Nintendo 8-bits será relançado em versão miniatura

Nintendinho mini

A Nintendo anunciou nesta quinta-feira (14) que vai relançar o Nintendo Entertainment System (NES), icônico console da empresa lançado originalmente no Japão em 1983. O Nintendinho, como é popularmente conhecido no Brasil, vai retornar em uma versão mini intitulada NES Classic Edition, que acompanhará uma lista de 30 jogos originais como Super Mario Bros., The Legend of Zelda, Metroid e Donkey Kong.

Nos Estados Unidos, o console custará US$ 60 e contará com cabos HDMI e de energia. O clássico controle do NES também está incluso no pacote — com suporte para o Wiimote –, mas poderá ser comprado separadamente por US$ 10. Segundo a Nintendo, os jogadores que possuírem os joysticks originais também poderão usá-los.

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O NES Classic Edition será lançado em 11 de novembro de 2016. Confira a lista completa dos jogos que vão estar disponíveis no lançamento:

  • Balloon Fight
  • Bubble Bobble
  • Castlevania
  • Castlevania II: Simon’s Quest
  • Donkey Kong
  • Donkey Kong Jr.
  • Double Dragon II: The Revenge
  • Dr. Mario
  • Excitebike
  • Final Fantasy
  • Galaga
  • Ghosts N’ Goblins
  • Gradius
  • Ice Climber
  • Kid Icarus
  • Kirby’s Adventure
  • Mario Bros.
  • Mega Man 2
  • Metroid
  • Ninja Gaiden
  • Pac-Man
  • Punch-Out!! Featuring Mr. Dream
  • StarTropics
  • Super C
  • Super Mario Bros.
  • Super Mario Bros. 2
  • Super Mario Bros. 3
  • Tecmo Bowl
  • The Legend of Zelda
  • Zelda II: The Adventure of Link

Fonte: IGN Brasil.

[Game Retrô] Final Fantasy Tactics A2

FFTA2

Bem-vindos ao primeiro Game Retrô no Blog Uruk!
Somente recentemente tive “condiçãs” de ter um computador minimamente bom o suficiente para ter um emulador de Nintendo DS rodando decentemente, então o primeiro jogo que comecei a jogar – coisa que eu queria há tempos – e zerar foi “Final Fantasy Tactics A2: Grimoire of the Rift”. Lançado pela Square-Enix em 2007 no Japão e, no ano seguinte, na América do Norte, o jogo é meio que uma continuação do também formidável “Final Fantasy Tactics Advance” (2003), do GBA. A história principal de FFTA2 é bem simples: Luso Clemens, um garoto de mais ou menos 12 anos, fica de castigo na biblioteca da escola e encontra um misterioso livro de fantasia que tem algumas páginas em branco, e então ele decide escrever seu nome numa delas e acaba sendo transportado para outro mundo – no caso, Ivalice, o reino recorrente nos games Final Fantasy. Lá, Luso cai no meio de uma batalha em que Cid e seus colegas estão enfrentando um monstro, e o guerreiro acaba convidando o garoto para participar de seu clã, e assim começa o jogo.

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O game tem 400 quests (sim!!) e 19 territórios para explorar, e o ápice da diversão de FFTA2, para mim, é conhecer e desbloquear 55 Jobs (algumas só são liberadas após completar determinadas quests) entre as 6 raças diferentes de Ivalice: Humes (humanos), Moogles (as criaturas fofinhas clássicas de FF), Vieras (as guerreiras com orelhas de coelho), Bangaas (uns lagartões alaranjados), Nu Mou (equivalentes dos elfos) e as novas Grias (mulheres com chifres, asas e rabinho de demônio) e Seeqs (uns “orcs” com cara de tubarão).

Além de Luso e Cid, outros personagens importantes para a trama são recrutáveis: Adelle, uma ladra que tem um enorme poder adormecido; Hurdy, o moogle bardo que é um dos irmãos de Montblanc (FFTA e FFXII); Frimelda, uma paladina tida como a maior espadachim de Ivalice, que foi amaldiçoada e transformada numa zumbi (entra para o clã após 5 quests cansativas serem completadas); Vaan e Penelo, de Final Fantasy XII, também dão as caras aqui, bem como Al-Cid, um mulherengo que foi NPC do mesmo game; e por fim, o próprio Montblanc, um moogle Black Mage (estes dois últimos ficam disponíveis apenas após o jogo ser completado).

Cid, Hurdy, Luso e Adelle.

Cid, Hurdy, Luso e Adelle.

O grande lance de FFTA2 ainda é aprender as Abilities – dos tipos Action, Command, Reaction e Support – dos equipamentos, que aqui têm um diferencial de seu antecessor FFTA: não aparecem normalmente nas lojas para serem comprados. Primeiro, você tem que colecionar os Loots, itens de síntese que você ganha nas batalhas ou roubando dos oponentes, e ir até o Bazaar (uma opção das lojas) para ir desbloqueando as armas, armaduras, acessórios etc. Quanto mais raros os Loots, melhores os equipamentos liberados. E alguns são prêmios das quests também, como de hábito.

FFTA2 é pura diversão, mesmo quando você gasta horas e horas só fazendo questzinhas aleatórias e que não interferem na história do game. Eu, por exemplo, gastei mais de 100 horas para zerar só fazendo isso. Uma das minhas insatisfações é referente à dificuldade de recrutar novos membros para o clã. Têm certas raças que aparecem em certos meses e em certos territórios (sim, é assim bem difícil), e muito aleatoriamente, o que obriga o jogador a ficar andando pelo mapa na esperança de que algum novo membro para o grupo apareça, e às vezes nem vem com a classe ou com os atributos desejados, o que nesse caso eu recomendo salvar o jogo antes de ir no balãozinho com um ponto de interrogação, e resetar o jogo caso não venha aquilo que o seu clã esteja precisando no momento. E parece que as novas raças são as mais difíceis de conseguir; um Seeq e uma Gria só apareceram para mim depois de umas 40 horas jogadas, o que atrapalhou um pouco o andamento das quests, que dependiam dessas raças para serem concluídas. A outra insatisfação é a falta de originalidade na trilha sonora, que em sua maioria – principalmente as das batalhas aleatórias e quests que não têm importância ao enredo – são reaproveitadas do FFTA.

Fiquem agora com um dos poucos temas originais do game, “Luso’s Theme”:

Fora isso, “Final Fantasy Tacticts A2” é um jogo lindo, divertido, cheio de eventos e sidequests que entretem, a trama tem humor, tem drama, tem terror, é um “joguinho de bolso” completo!

Leia também os outros Game Retrô que escrevi no Green Dimension:

• [Game Retrô] Super Mario World 2 – Yoshi’s Island
• [Game Retrô] Final Fantasy Tactics