[Resenha] Doom Patrol – 1ª temporada

Enquanto a Warner vai indo mal nas adaptações ao universo da DC nos cinemas (principalmente se comparado à sua maior concorrente, a Marvel), as séries de TV baseadas nos super-heróis da editora do Superman vão indo bem, obrigado, principalmente se nos referirmos à mais recente leva.

Depois de uma inovação e um relativo sucesso com Titans (resenha aqui), a mais recente série baseada na pouco conhecida superequipe Patrulha do Destino, Doom Patrol estreou em fevereiro no canal de streaming DC Universe. O programa, que tem um apelo muito semelhante aos quadrinhos da Era de Ouro, mostra o grupo montado pelo cientista Niles “Chefe” Caulder (Timothy Dalton): Larry “Homem-Negativo” Trainor (Matt Bomer na voz e forma humana, e Matthew Zuk como Homem-Negativo sob as bandagens) um piloto de testes gay que ficou desfigurado após um acidente e foi “possuído” por um ser feito de energia pura; Rita “Mulher-Elástica” Farr (April Bowlby), uma ex-atriz dos anos 1950 que se transforma numa meleca quando sente emoções negativas; Crazy Jane (Diane Guerrero), uma mulher com transtorno dissociativo de identidade e que possui 64 (!!!) personalidades diferentes e cada uma com um poder (olá, Legião); Cliff “Homem-Robô” Steele (Brendan Fraser na voz e forma humana, e Riley Shanahan como o Homem-Robô propriamente dito), um ex-piloto de Nascar que sofreu um acidente e teve seu cérebro transplantado num corpo robótico; e, por fim, Ciborgue (Joivan Wade), que eu não sei porque não foi usado em Titans e tá nessa equipe, mas beleza.

Vamos aos pormenores:

O que eu gostei:
– A série é diferente de tudo o que já vimos até então nas baseadas em quadrinhos: instigante, divertida, malucaça, nonsense, adulta (com violência explícita e sexo) e com apelo LGBT;
– Bom ver Brendan Fraser de volta depois de tanto tempo sumido. Acho que foi um bom retorno aos holofotes pra ele;
– Como os heróis são atormentados por seus passados trágicos (como eles são FODIDOS, mds!) e como eles conseguem cativar o público (pois carismáticos) por serem tão humanos. Eles não tem nada de super-heróis e nem estão sequer preparados, mas o destino os une como uma família doida para fazerem o que é certo;
– A boa surpresa foi a Diane Guerrero (de Orange is the New Black) interpretando uma personagem com múltiplas personalidades e trocando a atuação em questão de segundos. Crazy Jane é um espetáculo à parte;
– Como falei ali em cima, da boa representatividade LGBT da série. Que bom que temos o Matt Bomer (que é gay) interpretando um personagem gay (a sexualidade foi trocada na transição dos quadrinhos para a série) – mesmo este tendo uma manjada história triste – e o produtor Greg Berlanti, também gay e responsável por todo o Arrowverse e que sempre dá um jeito de encaixar um personagem LGBT nas séries para nos representar;
– O Ciborgue do Joidan Wade tem muito mais profundidade e carisma do que o do Ray Fisher no filme da Liga da Justiça (resenha aqui);
– O vilão “engraçadinho” que abusa de metalinguagem e referências à quarta parede;
– Aliás, o visual do Sr. Ninguém (Alan Tudyk) é muito foda;
– Os plot twists;
– Os efeitos especiais (alguns, pois a maioria eram toscos como o padrão de sempre da Warner) e práticos (próteses do Ciborgue e corpo do Homem-Robô) estão muito bons;
– A abertura é show!

– Trilha sonora foda e inesquecível;
– Os episódios da Rua Danny (com Matt Bomer cantando uma música a la Born This Way no karaokê) e do flashback do Niles Caulder perdido no Canadá são os meu preferidos;
Flex Mentallo (Devan Chandler Long) e seus poderes esquisitos (e o que foi aquela cena no episódio 13?? kkkkk).

O que eu não gostei:
– O último episódio foi doido demais e exigiu muita suspensão de descrença de mim e não rolou;
– Alguns clichês da Era de Ouro dos quadrinhos – vilões estereotipados, ficção científica mirabolante, planos sem sentido etc -, que foram usados propositadamente e em excesso, chega uma hora que cansa;
– Quinze episódios até que é um número ok porém ficou meio extensa a trama. Acho que tudo poderia ter se resolvido em menos episódios.

Resumindo, a Patrulha do Destino é muito divertida e recomendadíssima, e mesmo quem não conhece o quadrinho – praticamente o meu caso também, que mal e mal sabia uma coisa ou outra – vai se entreter muito, apesar de uma certa e estranha familiaridade (“Acho que eu já vi essa série antes”) pelo material ser parecido com os X-Men originais dos quadrinhos e The Umbrella Academy (resenhas da HQ e da série), porém a Patrulha foi lançada antes nos quadrinhos.

Título original: “Doom Patrol”.
Ano de estreia: 2019.
Criado e produzido por: Jeremy Carver, Geoff Johns, Greg Berlanti e Sarah Schechter .
Duração: 15 episódios de 45 a 60 minutos cada.
Nota do Gilga: 9.

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[Atualizado] Novidades Marvel e Disney+ na SDCC 2019

Muitas novidades para o MCU na San Diego Comic-Con 2019. A começar pela agenda de filmes. Serão 8 ao total, ainda não confirmados, entre 2020 e 2021:

Confirmado o elenco parcial do filme Os Eternos. Vai ser lindo, hein! Angelina Jolie, Richard Madden, Kumail Nanjiani, Lauren Ridloff, Brian Tyree Henry, Salma Hayek, Lia McHugh e Don Lee. Direção: Chloé Zhao. Chega nos cinemas gringos em 6 de novembro de 2020. A logo abaixo:

O filme do Shang Chi se chamará Shang Chi and the Legend of the Ten Rings, e vai contar com o vilão Mandarim (de verdade dessa vez!). O elenco conta com Simu Liu como o personagem-título, Awkwafina e Tony Leung. Direção: Destin Daniel Cretton. Nos cinemas em 12 de fevereiro de 2021. Logo também confirmada abaixo:

A série do Falcão e Soldado Invernal vai se chamar The Falcon & The Winter Soldier mesmo (??). Chega no Disney+ no outono americano de 2020. Logo abaixo:

WandaVision também ganhou logo. Chega na primavera americana de 2021 no Disney+ e vai ter participação da Monica Rambeau adulta, interpretada por Teyonah Parris.

Essa é a mesma data da série do Loki. Olha a logo, que doida:

O título da sequência de Doutor Estranho ficou Doctor Strange in the Multiverse of Madness. Ousados!! A Wanda (Elisabeth Olsen) vai ter participação. Nos cinemas em 7 de maio de 2021. A logo:

Já a série animada What If..? com contos narrados pelo Vigia (Jeffrey Wright) de universos paralelos da Marvel chega ao Disney+ no verão americano de 2021.

Tanto pediram, e taí: série com o Gavião Arqueiro! Jeremy Renner retorna para Hawkeye e introduzirá Kate Bishop. Outono americano de 2021 no Disney+.

O quarto filme do Thor também ganhou logo e título: Thor: Love and Thunder (que piegas! rs), com Taika Waititi de novo na direção, e com Chris Hemsworth, Tessa Thompson e até a Natalie Portman como a nova Thor (aí sim, hein!!)! Em novembro de 2021.

A logo e a data do filme solo da Viúva-Negra também. Black Widow chega aos cinemas em 1º de maio de 2020.

[Atualizado] E de surpresa, Kevin Feige anuncia um novo filme do Blade! Com Mahershala Ali no papel-título. Sem data.

Pra finalizar os anúncios, Kevin Feige confirmou outros filmes do MCU: Guardiões da Galáxia 3, Pantera Negra 2, Capitã Marvel 2… e QUARTETO FANTÁSTICO.

[Resenha] The Fate of Atlantis (DLC de Assassin’s Creed Odyssey)

Nove meses depois (mas parecem anos) e eu ainda estou jogando Assassin’s Creed: Odyssey para PS4 (mozão já chama carinhosamente de “crackinho” rs). Além de ser um game viciante, Odyssey tem conteúdo novo constante, com quests diárias e semanais, mais as chamadas Lost Tales of Greece (“Contos Perdidos da Grécia”), que são lançadas a cada três semanas (se não me engano), e mais as DLCs (pra quem comprou a season pass), que foram seis, sendo duas histórias divididas em três partes: a primeira, The Legacy of First Blade (“O Legado da Primeira Lâmina”), a qual eu não resenhei mas achei boa (spoiler: tirando esta controvérsia), pois aprofunda na história do personagem principal; e a segunda, The Fate of Atlantis (“O Destino de Atlântida”), cuja última parte foi lançada no último dia 16.

Começou um pouco frustrante porque a história não começa em Atlantis/Atlântida propriamente dita, e a premissa é meio bobinha. “Alexsandra” (vou chamar o protagonista assim, misturando os nomes de Alexios e Kassandra rs) precisa acessar simulações (olá, Matrix!) de mundos criados pelos Isu (ou Os Precursores) para aumentar o poder do artefato que ela herdou do pai. O primeiro desses mundos é Elísio, o paraíso da mitologia grega. É um mundo lindíssimo, todo florido e sempre ensolarado. Lá você encontrará personagens Isu com nomes de divindades gregas, como Perséfone (a regente de lá), Hermes e Hécate, e se envolverá numa intrigante história de resistência, romance e traições, e onde acontece um encontro inusitado e emocionante para Alexsandra;

O segundo mundo é o Submundo, o pior dos além-vida dos gregos, mundo enevoado, sinistro e com um por do sol constante. Lá, Alexsandra irá interagir com figuras como Hades, Caronte e basicamente todos os bandidos que ela matou, fora algumas figurinhas da Grécia (mais) Antiga (ainda) e mitologia, o que, de cara, eu já achei bem empolgante. A primeira batalha é contra um chefe fodido que penei pra vencer. E aqui também tem muita emoção com outro reencontro aí que não vou falar qual é;

E, por fim, o terceiro mundo, Atlântida propriamente dita, mundo este regido por Posseidon. A cidade é lindíssima (acho que o cenário mais estonteante e bem elaborado que já vi num game), com um visual que mistura Antiguidade com alguns conceitos que nem consigo descrever, mas é aquilo que parece magia mas é só tecnologia além da nossa compreensão. Neste mundo, Alexsandra experimenta o outro lado do poder, mas se envolve em muitas confusões, como sempre. O chefão final é visualmente muito bem bolado, sinistrão e difícil pacas. E o destino de Atlântida… Bom, aí você vai ter que jogar pra saber. Mas no meu ver, não foi lá grandes coisas, achei um pouco anticlimático. Mas fora isso, a DLC toda (as três partes) trazem MUITO conteúdo e é bem divertida, aprimorando a experiência com Odyssey, trazendo equipamentos e entalhes mais poderosos para Alexsandra, e enriquecendo a mitologia da saga Assassin’s Creed ao mostrar mais dos Isu.

Ubisoft tá de parabéns pela criatividade desse conteúdo, de um modo geral, e com o todo o jogo em si. Vou ali jogar mais 200 horas.

Jogo: Assassin’s Creed Odyssey (resenha aqui).
DLC: The Fate of Atlantis (3 partes).
Lançamento: 16 de julho (parte final).
Plataforma: PlayStation 4.
Nota do Gilga: 8,5.

Novo trailer e data de estreia da série Watchmen

A série de Watchmen pela HBO teve seu primeiro trailer completo divulgado. Veja abaixo:

Polícia com identidade secreta, surto de mascarados, Ozymandias aprontando, Dr. Manhattan retornando à Terra… Olha, eu estou com expectativas baixas nessa série, que é uma continuação nos dias atuais da trama de Watchmen original, mas confesso que o Jeremy Irons de vilão chamou minha atenção.

Situada em uma realidade alternativa onde super-heróis são tratados como bandidos, Watchmen abraça a nostalgia da graphic novel original inovadora e segue em busca de abrir novos caminhos próprios. 

Damon Lindelof (The LeftoversLost) será o showrunner. Já o elenco conta com Regina King, Jeremy IronsDon JohnsonNelson Tim Blake, Louis Gossett Jr.Yahya Abdul-Mateen IIAdelaide ClemensAndrew HowardTom MisonFrances Fisher, Jacob Ming-TrentSara VickersDylan SchombingLily Rose Smith, James Wolk e Adelynn Spoon.

Watchmen estreia em outubro, sem data definida.

Fonte: Omelete.

Primeiro trailer da série The Witcher

Sem mais delongas, primeiro trailer da série de TV The Witcher:

Tem tudo pra ser o “Game of Thrones da Netflix“, hein.

O elenco conta com Henry Cavill como Geralt de Rivia, Freya Allan será Ciri; Anya Chalotra será Yennifer; Jodhi May será a Rainha Calanthe; Bjorn Hlynur Haraldsson viverá Eist; Adam Levy interpretará o druida Mousesack; MyAnna Buring dará vida a Tissaya e Millie Brady será a princesa Renfri

Adaptação dos livros de fantasia de Andrzej Sapkowski, The Witcher terá oito episódios em sua primeira temporada. A estreia da série está prevista para acontece entre setembro e dezembro deste ano.

Novos trailer e fotos de His Dark Materials

Direto da San Diego Comic-Con que está acontecendo nesta semana, temos o novo trailer de His Dark Materials, adaptação para a TV da saga literária Fronteiras do Universo (da qual “A Bússola Dourada” faz parte). Assista:

Tivemos o primeiro vislumbre de Iorek Byrnison, o urso de armadura, e muitas cenas de ação.

Abaixo, algumas imagens reveladas durante a SDCC mais cedo:

“Fronteiras do Universo” segue as aventuras de Lyra Belacqua (Dafne Keen) e Will Parry enquanto eles exploram universos paralelos habitados por bruxas, ursos de armadura e daemons. A série começou com “A Bússola Dourada” em 1995, e teve grande aprovação de crítica em cada continuação. Um filme baseado no primeiro romance foi lançado em 2007, mas recebeu resenhas mornas e negativas à época.

O elenco ainda conta com James McAvoy, Ruth Wilson e Lin-Manuel Miranda. His Dark Materials estreia no outono do Hemisfério norte (setembro a dezembro) deste ano, sem data confirmada.

Nintendo anuncia Switch Lite, portátil menor, mais leve e mais barato

A Nintendo anunciou hoje o Switch Lite, nova versão de seu consoles focada na jogabilidade portátil. Assista ao trailer:

Além de mais leve e compacto, o console conta com uma série de mudanças quando comparado ao Switch tradicional. Veja as principais diferenças entre ambos abaixo:

  • Controles integrados: Diferente dos Joy-Cons destacáveis do Switch tradicional, o Lite vem com seus controles integrados ao corpo do console. Ainda é possível usar o console com Joy-Cons tradicionais, mas o jogador precisará de um par de controles avulsos para isso.
  • Menor e mais leve: Com foco no portátil, o Switch Lite é menor que o console tradicional, e conta com um display HD de 5,5 polegadas – contra as 6,2 polegadas do Switch.
  • Hardware: Apesar das mudanças do corpo, muito do que o Switch Lite traz em termos de hardware continua igual: 32 GB de armazenamento interno, entrada para cartão microSD, entrada para fones de ouvido e cabo USB-C. Por conta de seu foco em portabilidade, no entanto, a Nintendo deu uma caprichada na bateria – segundo o CNet, ela deve durar entre 20 a 30% mais, dependendo do jogo. O processador também recebeu um upgrade para ser mais eficiente e exigir saídas de resfriamento menores.
  • D-Pad: Na parte esquerda do console, os botões direcionais do Switch tradicional também foi substituído por um D-pad em formato de +, uma mudança bastante requisitada por jogadores.
  • Sem HD Rumble e câmera IR: Sem os Joy-Cons destacáveis, o Switch Lite também perde algumas funções que estavam nos controles tradicionais do Switch: o motor de vibração HD Rumble e a câmera infravermelha na parte inferior dos Joy-Con não estão presentes aqui.
  • Sem Nintendo Labo: Sem o HD Rumble, câmera infravermelha e Joy-Cons destacáveis, o Lite também não suportará os kits do Nintendo Labo.
  • Só jogos portáteis (em teste): O Switch Lite suportará nativamente apenas jogos considerados portáteis, o que inclui títulos como The Legend of Zelda: Breath of the Wild, Super Mario Odyssey, Super Smash Bros. Ultimate e Mario Kart 8 Deluxe. Para jogos que exigem Joy-Cons destacados, como Mario Tennis Aces ou Snipperclips, o jogador terá que ter um par de controles extras. Também será necessário outro dispositivo para carregar os Joy-Con, já que o Lite não suporta a recarga de controles. Consumidores poderão olhar na parte de trás da embalagem de jogos para conferir se eles são considerados portáteis ou não.
  • Multiplayer: O Switch Lite pode ser conectado normalmente com outros Switchs tradicionais para multiplayer local ou online. Até oito consoles Switch e Switch Lite podem ser conectados localmente para jogos cooperativos ou competitivos. Assim como no Switch, multiplayer online no Lite exigirá uma assinatura do Nintendo Switch Online.
  • Três cores: O Switch Lite estará disponível em três cores: cinza, amarelo e turquesa. O console será lançado em 20 de setembro por US$ 199 – o equivalente a R$ 750, em conversão direta.

Fonte: The Enemy.

Novo filme de Mortal Kombat escala seu Sub-Zero

O primeiro ator do novo filme live-action de Mortal Kombat foi revelado. De acordo com o The Hollywood Reporter, o ator e artista marcial de 38 anos Joe Taslim (Star Trek: Sem Fronteiras e Velozes e Furiosos 6) será Sub-Zero na produção.

Por enquanto, nenhuma outra informação sobre o elenco da adaptação cinematográfica do game de luta foi divulgada. Não há detalhes sobre história ou sobre quais outros personagens estarão no filme.

Com direção de Simon McQuoid, o filme será produzido por James Wan (Invocação do Mal e Aquaman). A pré-produção já começou e as filmagens serão realizadas em Adelaide, no sul da Austrália.

Nos EUA, o filme de Mortal Kombat estreia em 5 de março de 2021. Ainda não há confirmação da data de estreia no Brasil.

Fonte: IGN Br.

Cuphead vai virar série animada na Netflix

Os fãs de Cuphead terão mais uma novidade logo! Segundo o Studio MDHR, o jogo vai virar uma série animada na Netflix.

The Cuphead Show! terá o mesmo visual baseado nos cartoons dos anos 30 usado no jogo. Nela conheceremos mais dos personagens e do mundo do game.

C.J. Kettler será produtora executiva da King Features e os irmãos Chad e Jared Moldenhauer trabalharão como produtores executivos pelo Studio MDHR.

The Cuphead Show! é a primeira produção de série animada da King Features depois do anúncio da sua estratégia para construir franquias de personagens em múltiplas plataformas feito em fevereiro.

Fonte: Cria Bits.

[Resenha] Stranger Things – 3ª temporada

Nascida em 4 de julho, a 3ª temporada de Stranger Things chegou com tudo. Novos personagens, novas tretas, monstros maiores e muita confusão com a molecada da pequena cidade fictícia de Hawkins. E caraio, como essas crianças CRESCERAM! OK, que a gente até entende como funciona a adolescência, mas alguns deles ali tomaram fermento!

Vamos ao que interessa:

O que eu gostei:
– Um ano pra lá de movimentado. No quarto episódio, as crianças já ficam cara a cara com uma das ameaças da série no maior clima tenso e emocionante. E graças à Deus Netflix que as temporadas de Stranger FINGS têm só 8 episódios, pois assim a trama “corre” sem necessidade de “fillers” e enrolações em geral;
– Gostei dos novos personagens, principalmente Erica (Priah Ferguson), a irmã do Lucas (Caleb McLaughlin) – ok, ela tá na série desde o começo, mas só agora ela participou DE VERDADE – e Robin (Maya Hawke), colega do Steve (Joe Keery) na sorveteria. As frases da Erica vão entrar pra história dos memes;
– A amizade de Eleven (Millie Bobby Brown) e Max (Sadie Sink). Meninas, contem comigo pra tudo!
– Eleven usando seus poderes. Impetuosa, visceral, avassaladora. Uma Jean Grey que, ao invés de ser treinada pelo Professor X, foi pelo Magneto;
Dustin (Gaten Matarazzo) e [SPOILER] e, posteriormente, Lucas e Max – para debochar do primeiro casal – cantando o tema de História Sem Fim (que aliás, é uma música incrível, na minha opinião). Ri horrores Hahahaha!
– Ainda bem 🙌 que não foderam com a vida do Will (Noah Schnapp) de novo! Eu não ia aguentar mais uma temporada com ele sofrendo outra vez;
– Em como a cidade virou uma loucura por causa daquele shopping. Coisas boas e (muito) ruins vieram dali. Me lembrou um pouco Torre de Babel (risos);
– O Exterminador do Futuro 👍 (entendedores entenderão);
– Excelentes efeitos especiais (valeu a pena cancelar Sense8, assim sobrou mais dinheiro pra Netflix caprichar em ST rs).

Não consigo mais tirar da cabeça que disseram no Twitter sobre o Billy (Dacre Montgomery) parecer o filho do Zac Efron com o Jared Leto que nunca tomou banho desde que nasceu (risos).

O que eu não gostei:
– O namoro de Mike (Finn Wolfhard) e Eleven. PLMDDSSSSSSSSSSS que coisa chata e grudenta! Vão jogar RPG e larguem mão disso, pois vocês são bebês ainda! Hehe;
Hopper (David Harbour) macho tóxico, escroto e fedido a cigarro do caralho!
– Eu tava esperando a Oito (Linnea Berthelsen) aparecer. Não foi dessa vez 😢
– Essa temporada tá bem nojenta (ajudado pelos ótimos efeitos especiais). Cuidado, estômagos fracos.

Apesar de já cansado um pouco da fórmula da série – a ameaça vinda do Mundo Invertido que deixou algo pra trás e virou a ameaça na 2ª temporada que deixou algo pra trás de novo etc – foi um bom ano. O final – excetuando a cena pós-créditos (sim) – deu um bom desfecho na série, amarrando a maioria das pontas soltas e dando destinos “satisfatórios” a todos os personagens. Eu, por mim, encerrava aí, numa trilogia mesmo. Mas vai saber, né. A Netflix não larga assim tão fácil suas galinhas dos ovos de ouro…

Título original: “Stranger Things”.
Ano de estreia: 2019.
Criado e produzido por: Irmãos Duffer.
Elenco: Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Noah Schnapp, Sadie Sink, Joe Keery, Dacre Montgomery e Maya Hawke.
Duração: 8 episódios de +/- 55 minutos cada.
Nota do Gilga: 8,5.