Primeiro trailer de “Homem-Formiga e a Vespa”!

“Homem-Formiga e a Vespa”, continuação do filme do Homem-Formiga de 2015, ganhou seu primeiro trailer. Assista abaixo (quando tivermos uma versão legendando, eu atualizo aqui):

No vídeo vemos Hank Pym (Michael Douglas) encolhendo um prédio (!!), a Vespa (Evangeline Lilly) pela 1ª vez em ação, um rápido vislumbre da vilã Fantasma (Hannah John-Kamen) e vários momentos de adrenalina.

“Homem-Formiga e a Vespa” estreia nos cinemas do Brasil em 5 de julho.

Fonte: Omelete.

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[Resenha] The Gifted – 1ª temporada

Encerrada nesta semana a 1ª temporada de The Gifted, a série da Fox baseada no universo dos X-Men. E não é que é uma série boa pra caralho!?
A série utiliza de uma trama inédita centrada na família Strucker: Reed (Stephen Moyer), Caitlin (Amy Acker), e seus filhos adolescentes Lauren (Natalie Alyn Lind) e Andy (Percy Hynes White). Reed trabalhava caçando mutantes até descobrir que seus filhos possui poderes de Homo superior, e então decide fugir com toda a família para não deixar que eles fossem pegos pelo Serviços Sentinelas (Sentinel Services). É a partir daí que eles entram para a Resistência Mutante, que é liderada por Marcos Dias, o mutante Eclipse (personagem criado pela série e interpretado por Sean Teale), que possui poderes luminosos. Ele namora ninguém menos que Lorna Dane (Emma Dumont), a mutante conhecida nos quadrinhos como Polaris (e que é filha de um certo vilão com poderes nível ômega), dotada de poderes magnéticos. Na Resistência ainda temos John Proudstar, o Pássaro Trovejante (Blair Redford), que possui superforça, super-resistência e supersentidos; Clarice Fong, a teleportadora Blink (Jamie Chung); Sonya Simonson, a manipuladora de memórias Sonhadora/Belos Sonhos (Elena Satine), dentre outros.

O poder fodônico de Andy e Lauren ♥

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O legal é que a série mergulha fundo nos mais de 50 anos de mitologia dos X-Men nos quadrinhos e usa vários elementos conhecidos pelos fãs das HQs e pouco ou nunca usados pelos filmes, como Irmandade de Mutantes, Clube do Inferno, Sentinelas, Irmãos Fenri, Irmãs Cuco etc. Por falar nos Fenri, ficou muito MASSA o lance dos poderes dos irmãos Lauren e Andy serem similares aos gêmeos dos quadrinhos (que também estão na série, de certa forma). Como eles são poderosos!!! Me arrepiei todo em todas as cenas em que eles usaram esse poder.

A temporada foi recheada de ação e surpresas, onde um grupo (Resistência e Sentinelas) bolava o plano mais mirabolante para emboscar o outro, e a maioria desses planos deu errado (risos). The Gifted também está de parabéns pelos satisfatórios efeitos especiais, ao contrário de certas séries de super-heróis por aí.
Resumindo, ~Os Dotados~ é um HINO de série, e a season finale só nos deixa com mais vontade de saber como continua essa história.

Marcos e Lorna: melhor casal mutante que você respeita ♥

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Título original: “The Gifted”.
Ano de estreia: 2017.
Criado e produzido por: Matt Nix, Lauren Shuler Donner, Bryan Singer, Alan Fine, Simon Kinberg, Karim Zreik, Joe Quesada, Jim Chory, Jeph Loeb, Len Wiseman e Stan Lee
Elenco: Stephen Moyer, Amy Acker, Sean Teale, Jamie Chung, Coby Bell, Emma Dumont, Blair Redford, Natalie Alyn Lind, Percy Hynes White.
Duração: 13 episódios de +/- 40 minutos cada.
Nota do Gilga: 9,5.

[Resenha] Fugitivos – 1ª temporada

Foi ao ar nesta semana (08) a season finale da primeira temporada de Runaways (os Fugitivos da Marvel), série do canal de streaming Hulu. A série conta a trajetória dos seis adolescentes Alex Wilder (Rhenzy Feliz), Karolina Dean (Virigina Gardner), Nico Minoru (Lyricia Okano), Chase Stein (Gregg Sulkin), Gert Yorker (Ariela Barer) e Molly Hernandez (Allegra Acosta), que precisam lidar com a informação de que seus pais, membros de uma organização chamada Orgulho (PRIDE) estão fazendo coisas ruins – como, por exemplo, sacrificando jovens sem família – e, no processo, lidar com suas próprias descobertas da adolescência e da vida adulta ao qual forçosamente estão sendo lançados.

Alex é um hacker e não possui poderes; Carolina pode gerar uma energia multicolorida de seu corpo, e ainda lançar rajadas; Nico usa o Cajado do Absoluto, um artefato místico que pertence à sua mãe; Chase é um inventor mirim que criou os Fistigons, luvas que lançam chamas e eletricidade; Gert possui um elo psíquico com Alfazema (Old Lace), uma deinonico geneticamente criada por seus pais; e Molly possui superforça. As origens dos poderes deles ainda não foram plenamente reveladas, ficando, possivelmente, para a segunda temporada (já confirmada).

Alfazema bichaninha ♥

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O foco desta temporada ficou mesmo mais nos pais dos heróis do que nos adolescentes em si, o que é uma faca de dois gumes: é bom porque assim dá-se maior profundidade para as tramas e motivações dos vilões, e ruim porque tira um pouco o foco dos protagonistas da série. Os membros do Orgulho são Victor (James Marsters) e Janet Stein (Ever Carradine), pais de Chase; Leslie (Annie Wersching) e Frank Dean (Kip Pardue), pais de Karolina; Geoffrey (Ryan Sands) e Catherine Wilder (Angel Parker), pais de Alex; Tina (Brittany Ishibashi) e Robert Minoru (James Yaegashi), pais de Nico; e Stacey (Brigid Brannagh) e Dale Yorker (Kevin Weisman), pais biológicos de Gert e adotivos de Molly. O misterioso personagem Jonah (Julian McMahon, que já esteve no universo Marvel da Fox como sendo o Doutor Destino nos filmes do Quarteto Fantástico de 2005 e 2007), que entra na metade da temporada, é inédito nos quadrinhos, mas pode ter relação com a trama da mídia original. Jonah está por trás de todos os segredos do Orgulho, e na season finale revela ligação direta com um dos Fugitivos.

Stacey, Dale, Victor, Geoffrey, Janet, Catherine, Leslie, Robert e Tina.

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Gostei dos dramas de todos os personagens, de como a trama se desenrolou (apesar de achar um pouco arrastada para estes 10 episódios iniciais), de como os poderes/artefatos foram apresentados (o CGI da Alfazema não é lá um filme do Spielberg, mas tá ótimo pro nível da TV em geral), da maioria das atuações do elenco e acho que a série tem um futuro promissor nas adaptações de quadrinhos, superando muita coisa que temos atualmente. Aliás, é a primeira com adolescentes, né? Muito interessante mesmo. Ansioso para a 2ª temporada!

Título original: “Runaways”.
Ano de estreia: 2017.
Criado e produzido por: Josh Schwartz, Stephanie Savage, Lis Rowinski, Jeph Loeb e Jim Chory.
Elenco: Rhenzy Feliz, Virigina Gardner, Lyricia Okano, Gregg Sulkin, Ariela Barer, Allegra Acosta, James Marters e Julian McMahon.
Duração: 10 episódios de +/- 50 minutos cada.
Nota do Gilga: 8,5.

[Resenha] Future Man – 1ª temporada

O canal de streaming Hulu vem surpreendendo com boas produções atualmente (já resenhei Handmaid’s Tale aqui e minhas primeiras impressões de Runaways estão aqui), e assisti a estreia mais recente no canal (em novembro), Future Man, um ótima comédia de ficção científica. A série mostra a enfadonha vida de Josh Futturman (Josh Hutcherson), um faxineiro numa empresa de pesquisas científicas que não tem vida social e passa suas horas de descanso jogando um game de FPS chamado Biotic Wars, que é tão difícil que ele acaba sendo a primeira pessoa a zerá-lo, porém ele descobre que o jogo era um teste enviado do futuro para recrutar o “salvador” da humanidade, e recebe a visita dos viajantes do tempo e guerreiros Tiger (Eliza Coupe) e Wolf (Derek Wilson). Josh fica a par que, no futuro que os dois vivem, os humanos normais são caçados por humanos geneticamente “perfeitos” chamado Biotics e que foram desenvolvidos a partir das pesquisas do Dr. Elias Kronish (Keith David), chefe de Josh na Kronish Labs. A missão de Tiger e Wolf, que têm como intuito usar da ajuda do “salvador” Josh, é matar Dr. Kronish e assim impedir que os Biotics sejam criados, evitando, assim, o futuro distópico onde nasceram. Só que as coisas não saem como esperado por inúmeros motivos, a começar pelo fato de Josh não ser um guerreiro a altura deles, afinal, ele é só um faxineiro bundão cujo único talento é ter terminado o game Biotic Wars; e então temos o choque cultural de Tiger e Wolf com os dias atuais, pois eles desconhecem o que são talheres ou etiqueta social, e a única língua que eles falam é a violência, o que rende muitas situações engraçadas.

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Meu episódio favorito é o 7º (“Pandora’s Mailbox”), quando eles invadem a residência futurista do diretor “pica das galáxias” James Cameron (as gostosas risadas estão, em sua maior parte, com os trocadilhos com os filmes dele haha), e o que eu achei mais chatinho e desnecessário foi o 11º (“Beyond the TruffleDome”). A série ainda tem muito humor negro, violência gráfica, nudez frontal do Hutcherson (ainda em dúvida se aquilo era verdadeiro ou “maquiagem” rs) e muitas viagens no tempo, tornando Future Man, série produzida pelos bróders Seth Rogen e Evan Goldberg (responsáveis por “Segurando as Pontas”, “Superbad” e tantos outros) e o próprio Josh Hutcherson, divertídissima e recomendada.

Título original: “Future Man”.
Ano de estreia: 2017.
Criado e produzido por: Seth Rogen, Evan Goldberg, Ariel Shaffir e Josh Hutcherson.
Elenco: Josh Hutcherson, Eliza Coupe, Derek Wilson, Ed Begley Jr., Glenne Headly, Haley Joel Osment.
Duração: 13 episódios de +/- 30 minutos cada.
Nota: 8.

Os filmes de super-heróis estão arruinando o cinema?

Circulando desde o dia 29/12 a notícia em que Jodie Foster, numa entrevista à revista Radio Times, disse que os filmes de super-heróis estão arruinando o cinema, mas somente hoje o assunto tomou conta das discussões nas redes sociais. Na entrevista, Jodie afirmou:

“Ir ao cinema atualmente se tornou uma experiência como ir a um parque de diversões. Estúdios produzem conteúdos ruins para apelar para as massas e investidores, e é como extrair petróleo. Você ganha muito dinheiro agora, mas você destrói a terra.
Isto está arruinando com o hábito de consumo de filmes do público americano e, no fim das contas, do resto do mundo. Eu não quero fazer um filme de US$ 200 milhões sobre super-heróis.”

Bom, ela não está errada, mas há um exagero aí.

Em algumas das discussões, li que, em algumas cidades do Brasil, onde há poucas salas de cinema, e quando algum filme de super-heróis está em cartaz, a maioria dessas salas exibe este tipo de blockbuster em detrimento de outros tipos de filmes, como drama, por exemplo, tornando escassas as opções para quem não gosta de filmes de heróis.
Bom, até concordo que, se eu não curtisse esse tipo de filme, ficaria chateado com a falta de opções, mas temos que ver que isso acontece nos cinemas do Brasil e do mundo DESDE SEMPRE, quando filmes independentes ou até os minimamente relevantes não são exibidos no lugar de blockbusters. Isso é normal e sempre vai acontecer, pois pensa comigo: se você é dono de uma franquia de cinemas e tem duas salas de exibição, e tem a opção de exibir um filme que vai render uma bilheteria 100, e outro – um blockbuster – que com certeza vai render uma bilheteria 500, qual você exibiria? Vivemos no capitalismo e, é óbvio que, se você não for um tonto, vai querer exibir o que render mais dinheiro pra você, não é mesmo? Então a culpa não é exatamente dos filmes de heróis, ou dos estúdios que os produzem, e sim porque há DEMANDA para esse tipo de filme. Não é como se o filme que não entrou em cartaz na sua cidade não pudesse ser visto em lugar nenhum, né. A internet está aí pra isso.

Queria deixar mais duas ressalvas quanto à polêmica:
1) Alguém chegou a dizer hoje algo que achei interessante, que as artes em geral sempre quando sofrem mudanças, as pessoas acabam achando que o novo vai acabar com toda a arte em si. Imagina no renascentismo o que as pessoas diziam “Nossa, esses artistas de hoje estão arruinando a pintura/a arquitetura etc”, ou até mesmo o fenômeno parecido com os meios de comunicação. Lembra quando disseram que a TV iria acabar com o cinema ou que o cinema iria acabar com o teatro? Todos eles estão aí até hoje – claro, com suas devidas forças – mas há público para cada um deles.
2) Também li que os filmes de super-heróis não estão exatamente “”arruinando”” (e coloco em duplas aspas porque acho exagerado) o cinema, e sim ditando novas regras para os blockbusters.

Enfim, não acho que os filmes dos estúdios Warner, Fox, Sony e Marvel Studios (inclusive 3 destes produzem outros gêneros além dos de super-heróis, não vivem apenas disso) irão arruinar a indústria cinematográfica em si. Creio que há espaço para todos os gêneros. Se cineastas e estúdios acham que estamos precisando de mais filmes de ação, aventura, comédia, terror, drama ou suspense para compensar a falta deles em comparação com os de heróis, que se façam bons filmes, com bons histórias, efeitos e atuações, para que eles façam boas bilheterias e mostrem que nem só de histórias baseadas em quadrinhos se vive Hollywood, se bem que eu já acho que não, há bons filmes de vários gêneros por aí para agradar todos os gostos, é só procurar melhor que você acha.

Top 10 Filmes de Super-Heróis (v. 2018-1)

Primeiramente, FELIZ 2018 a todos os meus leitores!
No 1º post do ano segue Top 10 atualizados com os melhores filmes de super-heróis na minha humilde opinião.
Minha lista considerou todos os filmes baseados em super-heróis dos quadrinhos desde “Superman – O Filme”, o primeiro estrelado por Christopher Reeve em 1977, até “Thor: Ragnarok“, que estreou nos cinemas brasileiros em outubro.
Usei como critério de pontuação os quesitos roteiro, elenco, efeitos especiais e diversão, e a nota final que aparece na lista é a média desses pontos. Quando houve empate entre os 10 primeiros colocados, usei como critério minha preferência para ser o voto de Minerva.
Em ordem decrescente, eis:

[10] Logan (2017):
Nota: 7,75
Um filme diferentão do Wolverine na última atuação de Hugh Jackman. Finalmente a Fox acertou a mão com o mutante das garras de adamantium;

[9] Guardiões da Galáxia – Volume 2 (2017):
Nota: 8
A segunda aparição do supergrupo espacial com James Gunn novamente a frente do projeto não foi tão genial quanto o primeiro filme, mas tem seus méritos;

[8] Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017):
Nota: 8
Num acordo inédito, a Sony coproduziu junto à Marvel o primeiro filme solo do novo Homem-Aranha, Tom Holland, que já havia aparecido em Capitão América: Guerra Civil;

[7] Homem-Formiga (2015):
Nota: 8
Um filme divertido pra cacete, não só por ser uma comédia, mas também pela ação e o plano de “assalto” são eletrizantes, fora os efeitos especiais e grandes presenças na tela de Michael Douglas e Paul Rudd;

[6] Capitão América: O Soldado Invernal (2015):
Nota: 8
A introdução do personagem de Sebastian Stan numa trama de espionagem e conspiração política é um dos melhores filmes da Marvel Studios;

[5] Homem de Ferro (2008):
Nota: 8,25
Lá se vão 10 anos quando tudo começou para o Marvel Studios no cinema, trama que vai culminar na primeira parte de Vingadores: Guerra Infinita neste ano, com a chegada do supervilão Thanos (Josh Brolin);

[4] X-Men 2 (2003):
Nota: 8,25
Como o primeiro filme – dirigido por Brian Synger – é meio pobrão, o 2º conseguiu ser o melhor da trilogia inicial;

[3] Guardiões da Galáxia (2014):
Nota: 8,25
Um dos mais divertidos filmes da Marvel;

[2] Capitão América: Guerra Civil (2015):
Nota: 8,5
Grande encontro e batalha entre os super-heróis do estúdio e a apresentação dos novos Homem-Aranha (Tom Holland) e Pantera Negra (Chedwick Boseman);

[1] Watchmen – O Filme (2009):
Nota: 8,5
Quase dez anos depois e ainda não teve um filme baseado em quadrinhos que supere essa obra-prima de Zack Snyder, adaptada do sucesso criado por Alan Moore e Dave Gibbons.

E a lista de vocês, como seria?