[Resenha] Kingdom Hearts III

Parece um sonho, mas depois de longos 13 anos de espera – já considero como o “Chinese Democracy dos games” -, finalmente foi lançado, em 29 de janeiro, Kingdom Hearts III, da Square-Enix em conjunto com a Disney Interactive.

Depois de 10 jogos lançados (excetuando as versões Final Mix, remasters e coletâneas), a trilogia – chamada de saga “Dark Seeker” – se encerra neste episódio, e conclui de forma nostálgica e satisfatória os arcos dos personagens principais – Sora, Riku, Kairi, Aqua, Ventus e Terra – e o vilão principal, Xehanort. Finalmente amarrou as pontas soltas e explicou muita coisa. Claro que a trama da saga é complexa pra caralho, mas o próprio KH3 te explica tudinho. Alguns fatos que aconteceram sem a presença de Sora foram finalmente revelados a ele – e, parte, também porque ele teve que reaprender algumas coisas, pois suas memórias foram apagadas, bem como seus poderes, que ele teve que começar do zero. Fora que também, na tela principal, tem a opção Memory Archive, onde você pode rever o resumo de toda a história até o início de KH3, divididos em 5 volumes com os títulos Departures, Memories, Twillight, Dawn e Darkness.

Quanto ao sistema, foram usados grande parte dos elementos dos principais jogos da franquia, como Commandos especiais – aqui você pode invocar alguns brinquedos da Disney, como montanha-russa, xícara de chá, carrossel e navio pirata – para causar dano a todos os inimigos na tela, além de ataques combinados com seus companheiros Donald e Goofy, além dos personagens convidados dos mundos, e ainda habilidades que cada Keyblade do Sora também fornece. Além disso, tem os Links que são os “Summons” dos jogos anteriores – Meow Wow (de Kingdom Hearts: Dream Drop Distance, que resenhei aqui), Simba (de O Rei Leão), Ralph (de Detona Ralph), Ariel (de A Pequena Sereia) e Stitch (de Lilo & Stitch). O Flowmotion, para se mover mais rápido pelo cenário e ajudar na batalha (mas ainda prefiro o de KH3D que é bem mais funcional) e Shotlock, que aqui deixou de ser um dano numa espécie de tiro em 1ª pessoa (de Kingdom Hearts: Birth by Sleep, que resenhei aqui) – que era chatíssimo – para ser uma espécie de teleporte para locais distantes. Aliás, a mobilidade do Sora pelos cenários está MUITO FODA, ele pode, inclusive, correr na vertical por paredes especiais (beijos, Homem-Aranha!), e a coisa só vai melhorando conforme ele vai aprendendo novas Abilities de movimentação ao subir de níveis.

Ataque combinado entre Sora e Goofy.


Tem uma série de novidades também, como o Gummiphone (sim!), permitindo ao Sora, além de se comunicar com seus amigos em outros mundos, tirar fotos – inclusive, rendeu lindas selfies -, que ainda conta, usando essa funcionalidade, a missão dos Lucky Emblems, símbolos do Mickey espelhados pelos mundos, e que fornece prêmios conforme a quantidade de fotos; Classic Kingdom, uns minigames retrô que você obtém também visitando os mundos do jogo e pode jogá-los a qualquer momento a partir do Menu; Cuisine, onde você pode – tanto do Menu como no restaurante Le Grand Bistro em Twillight Town – fazer sofisticadíssimos pratos com a ajuda do ratinho Remy (de Rattatouille), aqui chamado apenas de Little Chief, e, consumindo-as, fornece bônus exclusivos e limitados a Sora.

Me esqueci de falar dos mundos, então aqui vão: Olympus, de Hércules (esse parece que não pode faltar nunca né rs); Twillight Town; Toy Box, de Toy Story; Kingdom of Corona, de Enrolados; Monstropolis, de Monstros S.A.; Arendelle, de Frozen; 100 Acre Wood, de Ursinho Puff; San Fransokyo, de Operação Big Hero 6; The Caribbean, de Piratas do Caribe (sou contra o Johnny Depp, mas o mundo ficou legal). E os mundos finais não vou citar por motivos de spoilers. Mas que legal que usaram mundos da Pixar né? Adorei.

Vamos então ao que interessa:

O que eu gostei:
– O sistema tá muito show, e como já falei ali em cima, a movimentação de Sora pelo cenário está muito divertida, fora os recursos de causar dano nas batalhas que são muitos e quase sempre necessários devido ou ao grande número de oponentes ou ao alto HP deles, o que ajuda muito;
– As abillities estão bem bacanas, fornecendo múltiplos e interessantes recursos aos personagens nas batalhas;
– O sistema de equipamentos também está mais redondinho, e você consegue equipar inclusive duas ou mais armaduras ao mesmo tempo (eles vestem uma armadura em cima da outra? bom, não interessa, pois ficou ótimo), o que já acontecia com acessórios e itens, conforme vão subindo de nível, os personagens ganham mais slots para equipá-los;
– As batalhas estão muito divertidas e criativas. Tudo o que você precisa fazer e botões para apertar, e não só dar porrada para baixar o HP do chefão, foi pensado para diversificar o game, tornando KH3 diferente de qualquer Action RPG por aí. Meus chefes preferidos estão em Olympus, Toy Box e The Caribbean (se virem aí para saber de quais estou falando);
– Os Mogs, os carinhas que vendem itens pelos diferentes mundos, além da loja também são responsáveis pelas sínteses, usando itens que você coleta nas batalhas e baús, e assim adquire novos e exclusivos equipamentos, inclusive a Ultimate Key, a keyblade mais forte de Sora. O sistema de síntese está muito bacana, e os mogs ainda fornecem quests com o Gummiphone, onde você precisa fotografar o que ele pede para ele ter novas “ideias” e assim disponibilizar novos itens para “craftar”;
– A Gummiship está muito incrível neste jogo! Ficar personalizando ela com itens que você compra ou coleta, para aumentar seus atributos, deixando-a mais poderosa para exterminar seus adversários com maior facilidade, que estão no espaço entre os mundos, é muito divertido. Se lançassem um jogo “Kingdom Hearts: Gummiship“, só com esse minigame de KH3, eu compraria, sem pestanejar!
– Os cenários estão lindos e feitos com muito esmero! A parte do reino dos deuses em Olympus – com todas aquela arquitetura sofisticada com detalhes dourados -; os brinquedos daquela loja em Toy Box (inclusive tem easter eggs aqui, reparem bem); o gráfico cinematográfico usado em The Caribbean (“peraí, eu tô jogando um filme??”), além daquele mapa gigante e navio com melhorias por nível, está tudo muito show! Obrigada, Unreal, por existir!
– A trilha está linda (deixo abaixo algumas das minhas favoritas) e o sistema de efeitos de som também, utilizando o recurso, em alguns momentos, de áudio no próprio controle do PS4, o que ainda não tinha visto em outros games;


– Algumas partes são emocionantes. Duas das que mais mexeram comigo foi a parte do “Let it Go” da Elsa em Arendelle (que, dizem, tá fidedigna ao filme) e o desenrolar e desfecho da trama em San Fransokyo, que foi diferente da do filme;
– A trama, como já falei anteriormente, terminou de maneira satisfatória, e ela própria explica/relembra todos os acontecimentos desta complicada história com múltiplos recursos;
– O Donald falando “This might be a good spot to find some ingredients” (“Este deve ser um bom lugar para encontrar alguns ingredientes”) 😂😂😂
– A batalha dos um milhão de Heartless/Nobodies em certa altura do jogo. Eu não sei quantos inimigos são, um milhão é só um chute, mas supera, com certeza os mil heartless de Kingdom Hearts II.

O Pateta pistola é a coisa mais engraçada que você vai ver no jogo.

O que eu não gostei:
– Johnny Depp. Já não bastou a J.K. Rowling passar o pano pra ele ao confirmá-lo para o segundo filme de Animais Fantásticos, a Disney, que é toda conservadora e ligada nas polêmicas de seus artistas empregados (tanto que demitiram James Gunn da direção da Os Guardiões da Galáxia por tweets antigos dele), quando chegou a oportunidade para trocar a figura desse agressor de mulher, deixaram ele no jogo. AINDA BEM que o mundo de Piratas do Caribe ficou bem feito, o que me fez relevar o cara lá em alguns momentos;
– Eu sei que elogiei o sistema de KH3 antes, mas acho que o excesso de recursos dele tornam algumas coisas inúteis e desnecessárias, como invocar os Links, por exemplo, que não são mais fortes do que os comandos especiais e ainda precisam de MP para usá-los; o Flow, como também já falei antes, que ficou ruim em comparação aos games anteriores etc;
– É muito difícil platinar esse jogo. Exigem troféus muito difíceis, e por isso nem vou tentar;
– A maioria das animações, movimentações e física do jogo estão fantásticas, mas parece que não se empenharam muito em alguns casos, como uma ability do Hércules em que ele gira com uma rocha antes de arremessá-la nos inimigos (parece que foi feito com poucos frames), bem como a animação dos um milhão de Heartless/Nobodies, onde eles parecem estar em um desenho desanimado rs

Tirando isso, valeu a pena esperar o jogo por 13 longos anos. KH3 está fantástico, perfeito para fãs e marinheiros de primeira viagem. Um jogo necessário, divertido, importante e criativo. Estamos em fevereiro e, pra mim, ele já é GOTY (Game of the Year).

Minha tela de conclusão:


Título original: Kingdom Hearts III.
Ano de lançamento: 2019.
Empresa: Square-Enix.
Diretores: Tetsuya Nomura e Tai Yasue.
Escritores: Tetsuya Nomura e Masaru Oka.
Compositores: Yoko Shimomura, Takeharu Ishimoto e Tsuyoshi Sekito.
Nota do Gilga: 10.

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[Resenha] Assassin’s Creed Odyssey

Lançado em 5 de outubro de 2018, somente em dezembro consegui por as mãos nessa belezinha, e não é exagero quando dizem que Assassin’s Creed Odyssey é o melhor jogo da franquia, hein.

Confesso que eu tava com a expectativa um tanto quanto baixa, pois os vídeos de gameplay que vi – eu tava ansioso pelo lançamento do jogo – não fizeram jus ao game. Tinha cores berrantes demais (apesar de que sim, o Odyssey é muito mais colorido do que o Origins), o acabamento gráfico dos personagens humanos não estava tão realista, a animação também parecia deixar a desejar, mas jogando o jogo propriamente dito, era exatamente o contrário. Na verdade, a experiência com os gráficos de Odyssey, para mim, foi um pouco diferente, pois parece que eu via o acabamento gráfico conforme a impressão que eu fiquei dos gameplays pré-lançamento – meio esquisitão – e, conforme fui jogando, fui me acostumando (talvez?) ou quiçá passei a ENTENDER a escolha artística do jogo. Sim, Odyssey é MUITO parecido com seu antecessor (que resenhei aqui), mas ao mesmo tempo, tem muitas diferenças artísticas, o que o torna único.

Neste capítulo de “O Credo dos Assassinos”, você é descendente do lendário Leônidas (sim, o personagem de Gerard Butler em 300, filme que é notadamente uma das inspirações para o jogo), e dele você só tem uma lembrança, a lança quebrada do antigo rei de Esparta, que você pode usar como uma lâmina dos assassinos, durante suas aventuras por terras gregas realizando seus serviços de misthios (mercenário), enquanto se envolve nas reviravoltas da Guerra do Peloponeso, em 431 aC.. Desta vez, você pode escolher o sexo do protagonista: ou Alexios ou Kassandra, ambos são irmãos separados na infância. Menino, a história de vida deles tem taaanta treta! Fiquei até meio “perplécto” com tanto plot twist. Eu escolhi Alexios por motivos de, como o jogo deixa você escolher os rumos da trama – inclusive com quem você pode transar/se relacionar – que eu queria fazer um personagem como eu, homem cis gay, porém eu mais recusei mulheres do que transei com homens rs (inclusive rolou uma treta nessa semana por causa dessas escolhas). Mas meu próximo save vai ser com a Kassandra sapatona! 👍


Vamos ao que interessa:

O que eu gostei:
– Antes de mais nada, não quero apenas elogiar os gráficos – os cenários, principalmente, estão estonteantes! – mas sou fãzaço das animações dos personagens. A preocupação do pessoal da Ubisoft com os gestos e trejeitos durante as animações e diálogos foi grande e bem orquestrada;
– Falando em orquestra, a trilha sonora de Odyssey tá show e é mais memorável do que a de Origins. E o que são aqueles cânticos náuticos enquanto você navega com o Adrasteia? Fantásticos. Parabéns ao pessoal por essa pesquisa também. Seguem algumas trilhas que mais gostei:

-.A trilha que toca quando você sobe de nível ♥♥♥
– A trama é envolvente, divertida e emocionante (quase chorei num reencontro aí), cheia de reviravoltas e muito bem amarrada com eventos, locais e personagens históricos. Não sei de exatamente tudo o que se passou na Grécia Antiga naquela época, mas achei muito foda a pesquisa dos caras pra escrever e bolar o design da porra toda. Que fantástico é ter Sócrates (um personagem engraçado e que sempre consegue irritar Alexios/Kassandra com sua verborragia) e Heródoto (o primeiro historiador, por assim dizer) em seu navio, e cruzar com outros personagens da Guerra do Peloponeso, como Péricles, o Pai da Democracia, Alcibíades (ícone!), Lisandro, o general espartano etc, e vivendo na Grécia durante o auge do culto aos seus fabulosos mitos – e que templos e estátuas lindas! Tudo bem que tem alguns exageros – aquelas estátuas gigantescas maiores do que as “Maravilhas do Mundo Antigo” (dica: você encontra uma delas em Olímpia) – e também algumas licenças poéticas, como a cor da Liga de Delos (Atenas) ser azul pra ser um oposto ideal ao vermelho espartano (as cores dos dois exércitos eram até meio parecidas), mas foi pra visualmente facilitar a vida do jogador no meio da guerra, pra poder ver de longe um navio e saber de que lado ele está só pela cor das velas, mas enfim, tirando isso, muito bem bolado;
– O jogo tem muuuuuita coisa fazer. Além das diversas tarefas para completar em cada uma das inúmeras localizações, e das missões espalhadas por toda a Grécia – as normais, as diárias e as semanais, vejam só! – muito lugar pra explorar, tirar foto, participar de batalhas navais (que ficaram divertidas, nada comparado àquelas travadas de Origins que eu odiava fazer), skills pra destravar (aliás, tá muito “roubado” o assassino desse jogo, praticamente um semideus entre os mortais de tanta coisinha que ele é capaz de fazer), tanto do personagem quanto as dos equipamentos, tesouros para encontrar (ostrakas), arena (em Pefka), mercenários (lembram dos philakes em Origins?) literalmente infinitos pra caçar e assim subir no ranking dos mercenários e ganhar vantagens nas lojas, fora as DLCs, que são duas histórias: O Legado da Primeira Lâmina e O Destino de Atlântida, cada uma dividida em três partes;
– O lance dos líderes de nação e das batalhas de conquista de territórios foi uma boa sacada. Me lembra War;
– Cuidar do navio. Mudar aparência, adicionar o acrostólio (eu nem sabia que porra era isso, mas aprendi no jogo – viu como videogame é cultura? 😉), os tenentes (Bayek e Aya no seu navio é muito massa!), skins da tripulação, melhorar armas, casco, remadores etc, tudo isso é muito bom e dá um orgulhinho quando você tem o navio mais fodão dos mares da Grécia Antiga ♥
– As criaturas míticas e os animais lendários ♥
– O fundo do mar é estonteante de tão lindo! Além dos perigosíssimos tubarões, também podemos nadar com golfinhos e baleias (quando elas saltam ao lado do seu navio então é lindo), a flora e principalmente a fauna marinha está muito diversa, com águas-vivas fluorescentes, arraias, tartarugas, peixes coloridos, corais. A fauna terrestre também é show;
– Excelente nível de desafio: nem muito fácil e nem muito impossível;
– Só posso falar pelo Alexios, mas as falas dele são memoráveis, e a entonação do dublador (Michael Antonakos) é bem divertida, entre outros personagens. Dublagem aqui é 10/10;
– Aliás, tiveram a preocupação de escolher atores gregos para dublar os principais personagens e cantar alguns temas, a Ubisoft sempre se empenhando pra ser inclusiva. Tem diversas etnias, gêneros e sexualidades dentro do universo de Odyssey, acertando em cheio na representatividade.

THIS. IS. ODYSSEY!!


O que eu não gostei:
– Reclamações antigas, mas vamos lá: loadings demoradíssimos, inclusive entre in game e animação e vice-versa, e bugs pra dar com pau (inclusive o jogo TRAVA em vários momentos, forçando o jogador a fechar e abrir o aplicativo ou dá um erro e o jogo fecha sozinho). Dessa vez a Bugsoft caprichou, hein;
– Uma coisa que não atrapalha tanto o andamento do jogo mas que me irritou em alguns momentos: você tá falando com um NPC enquanto ele te dá uma quest, ou você já fez e tá recebendo a recompensa, então quando troca da animação para o in game, o NPC “esquece” que você tava falando com ele e se assusta ao te ver na frente dele, daí ele se afasta e, em alguns casos, até sai correndo de medo. Isso aí o pessoal esqueceu de colocar o código correto e ninguém percebeu antes de lançar o jogo rs
– Na água parada não tem o reflexo dos personagens, apenas a sombra 👎
– Em algumas partes do mapa, parece que o cenário foi feito às pressas e algumas árvores foram inseridas dentro de rochas e montanhas (???). Isso sem contar os recursos coletáveis (madeira, minérios, pedras etc) que “respawnam” dentro de paredes e abaixo do nível chão (sim), tornando impossível de pegá-los;
– As (NPCs) crianças não estão tão divertidas como nos jogos anteriores ): Poucas animações e scripts e nada de falas fofinhas. Aliás, tem pouca conversa entre NPCs nas cidades, sem aquelas frases memoráveis (e repetitivas rs) do Origins, por exemplo. Uma pena;
– O termo amplamente usado nos diálogos “Mundo grego” (ou “Greek world”) eu acho impreciso. Os gregos não se referiam a si mesmos por esse nome, e sim, como hélidas (“Grécia” em grego é “Hélade”). Quem os chamou de “gregos” pela primeira vez foram os Latinos, então não tinha como eles se referirem às suas terras por esse termo. Esse erro histórico eu não perdoo rs
– O jogo não tem uma “zerada” oficial. Quando você termina as missões da história principal, acabou, você continua jogando, e se quiser mais quests, só fazer as dos mapas, ou comprar as DLCs. Eu tenho a impressão que a história vai terminar mesmo na última parte da segunda DLC. Interessante, mas uma tremenda sacanagem com quem não tem grana sobrando pra comprar conteúdo extra.

Resumindo: um jogaço! O melhor RPG de ação de 2018! Recomendadíssimo, tanto pelo show nos gráficos, jogabilidade, sistema, visual, na pesquisa histórica. Os caras estão de parabéns! Estou no nível 70 (máximo), 200h de jogo, já terminei as duas DLCs lançadas até agora e ainda acho um jogo interessante. Viciante!

Título original: Assassin’s Creed: Odyssey.
Ano de lançamento: 2018.
Empresa: Ubisoft.
Diretores: Jonathan Dumont e Scott Phillips.
Escritores: Jonathan Dumont, Melissa MacCoubrey e Hugo Giard.
Compositores: The Flight (Joe Henson e Alexis Smith).
Nota do Gilga: 9,5.

P.S.: Rio muito toda vez que lembro que um dos caras da PC Gamer avaliou todos os pintos das estátuas em AC Odyssey: https://www.pcgamer.com/every-penis-in-assassins-creed-odyssey-rated/

Os melhores e piores de 2018

Já na reta final de 2018 venho aqui fazer a retrospectiva do ano no mundo pop. O ano foi péssimo no Brasil, porém ainda aconteceram coisas boas nos universos do cinema, música, games e séries de TV, e aqui vai uma lista dos melhores e piores de 2018, na minha humilde opinião.

Cinema:

[MELHOR] Vingadores – Guerra Infinita (resenha aqui): Foi o filme mais bombástico e comentado do ano. Também, com um final daqueles… Mal posso esperar por sua continuação, que sai ano que vem.


[PIOR] Jurassic World: O Reino Ameaçado:
A decepção do ano. Depois de um excelente primeiro filme, a expectativa desta sequência estava lá em cima, e o trailer acabou enganando, pois a trama fica só 5 minutos na ilha e a grande parte do filme é com um dinossauro assassino à solta numa mansão.


Música:

[MELHOR] “This Is America” – Childish Gambino: Não só a melhor música como também o melhor clipe. Um tapa na cara do racismo e uma dura crítica ao tratamento aos negros nos EUA (e no mundo).


[PIOR] “Quero Que Tu Vá” – Ananda: A música é basicamente xingamentos. Não tem nenhum conteúdo e é ofensiva para os ouvintes incautos (sem falso moralismo).


Séries – Estreantes:

[MELHOR] Star Trek – Discovery (CBS) (resenha aqui): A melhor estreia do ano, essa série, que é uma prequência da série clássica cinquentenária, é muito bem escrita, com ótimas atuações e efeitos especiais.


[PIOR] Black Lightning (resenha aqui): Tinha tudo para ser um marco nas séries baseadas em personagens da DC Comics, com um elenco majoritariamente negro e que retrata a dura realidade da comunidade, mas só foi uma primeira temporada cheia de lambanças.


Séries – Não estreantes:

[MELHOR] Demolidor – 3ª temporada (Netflix) (resenha aqui): A melhor temporada de todas as séries Marvel/Netflix. Uma pena que Demolidor – juntamente com Luke Cage e Punho de Ferro – foi cancelada.


[PIOR] Supergirl – 3ª temporada (CW): Apesar de ter se iniciado em 2017, esta temporada teve sua maior parcela neste ano. Uma temporada tão fraca, com histórias tão ruins que me fez desistir da série.


Games:

[MELHOR] Assassin’s Creed Odyssey (PS4, Xbox One e PC): Eu poderia ter facilmente colocado Dragon Quest XI (resenha aqui) aqui, mas como ele foi um game lançado em 2017 somente no Japão, então vou de AC Odyssey que é 100% deste ano, um game divertidíssimo e excelente que ainda não zerei, mas já gastei mais de 100h com ele. Em breve, resenho no blog.


[PIOR] Fallout 76 (PS4, Xbox One e PC): Neste ano enfrentei o mesmo problema do ano passado ao escolher o pior game, pois não pude jogar muitos games neste ano ao ponto de ter um pior (os que comprei, são jogos que achei, no mínimo, regular), então escolhi Fallout 76 pelo que o público em geral achou. O game foi uma decepção pois veio com muitos bugs, praticamente um redownload do jogo inteiro nos patchs, problemas na edição de colecionador, vazamento de dados e um mundo , com atividades nada divertidas, história sem graça e gráficos ultrapassados, o que lhe rendeu notas baixíssimas no Metacritic.


E que venha 2019!

Primeiro trailer de Pokémon: Detective Pikachu

Taí um trailer que eu não estava esperando hoje e que foi surpreendentemente positivo. Habemus primeiro vídeo de Pokémon: Detective Pikachu:

O vídeo é tudo o que os fãs – principalmente do anime – sonham há 20 anos, e se baseia no game Detective Pikachu, lançado recentemente para 3DS.

No elenco temos Ryan Reynolds dando voz ao Pikachu (sim, porquê não? rs) e Justice Smith como Tim Goodman.

Dirigido por Rob Letterman, o longa, que mistura live-action com animação CGI estreia no Brasil em 9 de maio de 2019.

[Resenha] Castlevania – 2ª temporada

Também no dia 26 estreou a segunda temporada da série animada Castlevania, baseada na saga de games da Konami. E Castlevania voltou BEM diferente neste ano. Conto mais nos pontos positivos e negativos da 2ª temporada:

O que eu gostei:
– Pra começar, uma série TOTALMENTE NOVA. Parece que tentaram apagar os deslizes cometidos na temporada anterior (resenha aqui) e reescreveram a série com outro clima, outra pegada, e tá muito melhor, viu;
– A trama desse ano introduz vários personagens, os generais do Drácula – vampiros e humanos – que parecem ser de diferentes partes do mundo: Godbrand, que é um viking sanguinário e está sempre questionando as decisões de seu líder e seus companheiros; Isaac e Hector são humanos e os mestres da forja do Drácula. Isaac cria o Exército da Noite (criaturas demoníacas) enquanto Hector tem o poder de ressuscitar os mortes com seu martelo mágico; Carmilla, uma poderosa vampira que se alia a Drácula, mas suas intenções são outras, e ela se mostra uma perigosa estrategista;
– A dinâmica entre o trio de heróis Trevor Belmont, Alucard e Sypha é muito boa, com o filho do Drácula e Trevor se provocando o tempo todo e Sypha sendo a adulta tentando pôr razão na cabeça da dupla;
– A maior parte das cenas de luta são épicas, principalmente as que envolve o Alucard, que tem os poderes mais fodas da série;
– O estupendo castelo móvel do Drácula;
– A Estrela da Manhã (Morning Star);
– A batalha final contra o Drácula ♥

Trevor encontra uma nova arma.


O que eu não gostei:
– O traço do desenho e a animação estão com a qualidade inferior em relação ao ano anterior (DBZ, é você? rs), apesar de ainda ser bom e não comprometer muito a trama.

Apesar desta temporada focar mais no vilão do que no mocinho principal (Trevor), a trama é interessante e tem um excelente ritmo, onde vê-se o empenho dos roteiristas de trazer o lado “humano” de Drácula à tona e em como ele abandonou tudo após à morte de sua esposa Lisa (na 1ª temporada, tem um rápido flashback no episódio 2×01 que mostra outro ponto de vista sobre a morte dela), além de explorar um pouco o relacionamento do vampirão bigodudo com seu filho e jogar luz no passado (e antepassados) de Trevor.

A temível Carmilla, e Hector ao fundo.


Castlevania se mostrou um dos desenhos originais Netflix mais sensacionais até agora. Recomendadíssimo!

Título original: “Castlevania”.
Ano: 2018.
Criado e produzido por: Adi Shankar, Fred Seibert, Kevin Kolde, Warren Ellis, Larry Tanz, Toshiyuki Hiruma.
Elenco (voz): Graham McTavish, Richard Armitage, James Callis, Alejandra Reynoso, Emily Swallow, Matt Frewer, Tony Amendola.
Duração: 8 episódios de +/- 25 minutos cada.
Nota: 9,5.

[Resenha] Dragon Quest XI

Um pouco mais de 13 meses depois de lançado no Japão para PS4 e 3DS, o Ocidente finalmente recebeu a versão em inglês de Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age para PS4 e PC (a versão para Switch chegará, em versão Special, ainda sem data) e eu pude zerar essa belezinha no PS4.

Dragon Quest é uma saga de JRPG que eu possuo grande carinho que, ao lado de Final Fantasy, é uma das maiores e mais importantes do gênero. No Japão mesmo faz um grande sucesso. Pude jogar os capítulos III, IV, V, VI, VII, VIII e IX (em versões originais, ports ou remakes).

Eu tenho tanto a elogiar esta OBRA-PRIMA que já vou começar com o que eu gostei:

– Os gráficos são ESTONTEANTES. Os produtores arregaçaram nos recursos da Unreal e utilizaram quase que toda a capacidade da engine pra produzir os cenários; a luz e a sombra, os flares dos objetos brilhantes, a água (quase todas), o fogo e a lava, a vegetação e as rochas, a luz refletindo nas poças d’água entre as pedras da rua (a cidade de Gondolia é um bom exemplo), o gelo e o dourado, tudo quase perfeito, beirando ao realismo;
– Por falar no level design, vou citar aqui os cenários favoritos: Heliodor, Gallopolis, Gondolia, Costa ValorDundrasil, First Forest, Snærfelt, o interior do Mount Huji… E quando pensei que já havia visto todos cenários mais bonitos do jogo, cheguei em Nautica, um reino debaixo d’água habitado por humanoides anfíbios, peixes e cuja rainha é uma sereia chamada Marina. Pqp que cenário LINDO! Dá vontade de largar a história e as quests e só ficar passeando pela cidade admirando a riqueza de detalhes. Aliás, como tem detalhes! Ao entrar nas casas das pessoas (RPG é de boa que você pode invadir sem protestos a residência de estranhos, vasculhar tudo e ainda levar o conteúdo dos baús, né), pare e olhe as prateleiras da cozinha e se encante com todos os detalhes que encontrar, os temperos, os vidrinhos, nas estantes da sala, as estátuas, os enfeites… Dá pra perceber que o jogo foi feito com muito esmero;
– Já no character design, temos um dos grandes atrativos da saga: desde o 1º capítulo, tudo tudo – personagens, NPCs e até os monstros – é imaginado por Akira Toriyama, criador de Dragon Ball. Então não se assuste ao controlar ou ver personagens que se parecem com Goku, Gohan, Trunks e Bulma. Já os monstros têm dos estilos mais variados, desde os fofinhos – o carro-chefe são os Slimes, aquelas gotinhas azuis com cara de bobo – aos bizarros e assustadores, sem contar que seus nomes geralmente são trocadilhos bem bolados em inglês;
– A batalha é bem divertida mas não mudou muito desde os DQ anteriores. Aliás, se tem uma coisa que fizeram no capítulo XI foi manter a tradição da série. RPG de turnos como todo bom e velho JRPG. Inovação mesmo só os Pep Powers, uma espécie de Limit Break em dupla ou mais ao combinar golpes dos personagens em combos poderosos (e com um belíssimo CG de animação);
– Ainda sobre o sistema, as Skills agora são aprendidas num tipo de “árvore”, onde cada personagem tem um desenho de árvore diferente, e ali você vai escolhendo o que aprender ou que atributos aumentar primeiro, focando nas habilidades, armas e atributos que mais lhe agradar, usando as Skill Points recebidas ao subir de nível;
– Alguns equipamentos, geralmente necessitando equipar dois juntos, muda a “skin” do personagem, assim alterando o visual dos mesmos. Uns são maneiros enquanto outros são só de zuera hehe (como não amar o Cat Suit da Veronica?);
– Forjar equipamentos na Fun-Size Forge é bom demais (ainda mais divertido que em DQIX);
– Outra coisa bacana é montar em alguns monstros especiais que você tem que derrotar e assim acessar locais que normalmente não consegue, para pegar baús, itens (brilliant spots) ou continuar o trajeto. São eles: abelha, esqueleto de seis patas, cavalo espectral, robozinho etc. Isso garante gostosas risadas;
– O jogo está recheado de minigames devido aos cassinos (outro clássico de DQ): tem poker, caça-níqueis e roleta. E além disso, tem corrida de cavalos em Gallopolis;
– A trilha sonora é do cacete. Sempre foi, mas desta vez não é diferente, e tudo executado pela Tokyo Metropolitan Symphony Orchestra. Meus temas preferidos seguem abaixo, após o pulo;
– A história não é muito lá original (lembro um pouco a Trilogia Zenithia dos capítulos IV-VI) mas é bem interessante, com ótimos plot twists. E prepara-se para chorar, viu. ~Teje avisado;
– Ainda sobre a trama, quando você recomeça/dá reset no jogo, aparece um resumo (The story so far), explicando os últimos acontecimentos, pra não deixar ninguém boiando na história. E outro recurso é sempre que algo acontece e quando você precisa encontrar algo/alguém ou ir para outro lugar, terá um personagem com um balão rosa que te diz o que você deve fazer a seguir. E qualquer coisa, também tem a opção Party Talk, onde membros do grupo conversam com você e dão dicas do que fazer a seguir. “Ah, mas assim tira o desafio”. É só não ler, pô!
– A Square-Enix viajou o mundo e usou referências de diversos povos e culturas na construção do visual/design de algumas cidades: Tem Itália, Espanha, Havaí, Vietnã, Japão etc;
Sylvando, melhor personagem! Rindo até hoje da “parada gay” que ele promove em certa altura da trama. E parabéns ao dublador Shai Matheson por dar tanta personalidade ao personagem. Aliás, o elenco de dublagem tá todo de parabéns também. As frases ditas ao final das batalhas e quando os personagens sobrem de nível são um show à parte!
– Tem muito conteúdo pós-jogo. A história rende depois do “The End” e parece a parte 2, com uma trama mirabolante e novas quests.

O que eu não gostei:
– Agora problematizando um pouco… Não existem negros no mundo de Dragon Quest. Essa era a chance da Square de usar pessoas não-brancas tanto para personagens jogáveis como para não jogáveis, e eles até usaram inspiração em outras culturas para a construção dos cenários, mas todas as pessoas de Erdrea são brancas. E isso desde sempre em toda a saga. Em Final Fantasy até que rolou um ou outro personagem, mas em DQ isso não acontece. Será que é o Toriyama que não gosta de desenhar pessoas de cor? Ou é a Square que nunca pede pra ele?? Fica aí o questionamento;
– Outro problema recorrente e gravíssimo: a maioria das personagens femininas são símbolos sexuais. Entendo que o Puff-Puff é a piada sexual recorrente do jogo, mas mesmo assim a Jade, personagem fortíssima que, mesmo sendo uma princesa, é uma guerreira poderosa e destemida, tem uma skill que simula essa “piadinha”, e outra que ela dá uma bundada no inimigo. Por que uma guerreira que é boa com os pés e com os punhos e que usa lanças e garras iria usar a BUNDA se não pra agradar japonês punheteiro, não é mesmo?
– Quanto ao jogo em si, a maioria dos chefões são fáceis e não apresentaram desafio;
– Tudo bem que também faz parte da saga, mas o personagem principal não ter nome e nem falar irrita às vezes. Estão lá os personagens conversando e nome do Herói nunca é citado, e quando perguntam algo pra ele, ele só responde com sim ou não (por texto). Isso faz com ele não tenha personalidade;
– Uma coisa no level design que me irritou um pouco às vezes: muitas das árvores do cenário são bem baixinhas e bloqueiam a visão do jogador, o que dificultou um pouco a exploração;
– Infelizmente ainda não vi finalidade daqueles fantasminhas que se encontram no cenário. Algo que se perdeu na localização ocidental ou era coisa exclusiva só pra 3DS? Ainda não descobri;
– P.S.: Queria ter podido jogar a versão do 3DS também…

Resumindo, DQXI é SENSACIONAL, divertido, nostálgico para os fãs, cumpre o que promete e ainda surpreende entregando mais, emocionante e um JRPG porreta que proporciona uma experiência completa tanto pra quem tá chegando agora quanto para os veteranos. Mal posso esperar pelo XII.

Aqui alguns prints e vídeos que compartilhei no Twitter: https://twitter.com/search?q=from%3Areigilgamesh%20dq11&src=typd

Jade porradeira plmdds ♥

Título original: Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age.
Ano de lançamento: 2017 (Japão) e 2018 (ocidente).
Empresa: Square-Enix.
Diretor: Takeshi Uchikawa.
Produtores: Yosuke Saito e Hokuto Okamoto.
Artistas: Akira Toriyama e Eiichiro Nakatsu.
Roteiristas: Yuji Horii.
Compositor: Koichi Sugiyama.
Nota: 9,5.

[Atualizado] Muitos Final Fantasy para Switch, Xbox e PS4

Durante a Nintendo Direct de hoje, a empresa revelou que Final Fantasy VII e Final Fantasy IX serão lançados para Nintendo Switch em 2019. Além disso, Final Fantasy X e Final Fantasy X-2 serão remasterizados para o console híbrido, e saem no mesmo ano.

Por enquanto, nenhum dos games tem uma data de lançamento definida. Além destes, a Nintendo também anunciou Final Fantasy XII: The Zodiac Age, Final Fantasy XV Pocket Editon HD, World of Final Fantasy Maxima (com anúncio dos personagens Zack Fair e Noctis) e Chocobo Mistery Dungeon Everybuddy para Switch, além de Final Fantasy Crystal Chronicles Remastered Edition.

Fonte: IGN Brasil.

[Atualizado] FFXV Pocket Edition HD, WoFF Maxima, FFVII, FFIX, FFX/X-2 e FFXII também foram anunciados para Xbox One.

Já FF Crystal Chronicles Remastered Edition, Chocobo’s Mystery Dungeon Every Buddy!, FFXV Pocket Edition HD e WoFF Maxima também sairão par PS4.

Fontes: Twitter da Xbox e Canal Tech.

Trailer de revelação de Streets of Rage 4

Depois de 24 anos e do nada, a publisher DotEmu e as produtoras Guard Crush Games e Lizardcube anunciaram oficialmente hoje Streets of Rage 4, novo título da icônica série de jogos beat ‘em up. Assista:

O título promete trazer a jogabilidade clássica da série, mas com gráficos atuais, novas mecânicas e uma nova história.

Streets of Rage 4 não teve detalhes sobre sua data de lançamento ou plataformas anunciados.

Fonte: The Enemy.

[Atualizado] Mega Evolutions e Team Rocket em novo trailer de Pokémon Let’s Go

Liberado hoje novo trailer dos games Pokémon Let’s Go: Pikachu & Eevee, confirmando rumores dos últimos dia da presença das Mega Evolutions. Assista:

Além da aparição das Mega Evoluções de Venusaur, Charizard (X & Y) e Blastoise, temos a presença do líder de ginásio Lt. Surge, e os Team Rocket Jesse e James com seus respectivos pokémon, Ekans e Koffing, respectivamente.

[Atualizado] Segue trailer japonês que contém mais cenas inéditas:

Pokémon Let’s Go serão lançados para Nintendo Switch em 16 de novembro.

Os Leais Companheiros em novo trailer de Dragon Quest XI

A Square-Enix liberou um novo trailer de Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age introduzindo os personagens do game que têm o character design de Akira Toriyama:

Cada personagem tem sua própria personalidade e uma profunda história de origem. Do “confiável parceiro de crime” Erik à “jovem e destemida maga” Veronica, além da “descontraída curandeira” Serena, o “extraordinário apresentador” Sylvando, a “nobre artista marcial” Jade e o “misterioso velhote” Rab – juntos, eles se unem ao Herói numa aventura no mundo de Erdrea.

Dragon Quest XI, que há mais de um ano foi lançado no Japão, chegará no Ocidente em 4 de setembro para PS4 e PC. A versão para 3DS não será lançada por aqui (*shuif*), mas ganhará uma para Nintendo Switch, que ainda não tem data de lançamento.

Fonte: Gematsu.