[Resenha] The Fate of Atlantis (DLC de Assassin’s Creed Odyssey)

Nove meses depois (mas parecem anos) e eu ainda estou jogando Assassin’s Creed: Odyssey para PS4 (mozão já chama carinhosamente de “crackinho” rs). Além de ser um game viciante, Odyssey tem conteúdo novo constante, com quests diárias e semanais, mais as chamadas Lost Tales of Greece (“Contos Perdidos da Grécia”), que são lançadas a cada três semanas (se não me engano), e mais as DLCs (pra quem comprou a season pass), que foram seis, sendo duas histórias divididas em três partes: a primeira, The Legacy of First Blade (“O Legado da Primeira Lâmina”), a qual eu não resenhei mas achei boa (spoiler: tirando esta controvérsia), pois aprofunda na história do personagem principal; e a segunda, The Fate of Atlantis (“O Destino de Atlântida”), cuja última parte foi lançada no último dia 16.

Começou um pouco frustrante porque a história não começa em Atlantis/Atlântida propriamente dita, e a premissa é meio bobinha. “Alexsandra” (vou chamar o protagonista assim, misturando os nomes de Alexios e Kassandra rs) precisa acessar simulações (olá, Matrix!) de mundos criados pelos Isu (ou Os Precursores) para aumentar o poder do artefato que ela herdou do pai. O primeiro desses mundos é Elísio, o paraíso da mitologia grega. É um mundo lindíssimo, todo florido e sempre ensolarado. Lá você encontrará personagens Isu com nomes de divindades gregas, como Perséfone (a regente de lá), Hermes e Hécate, e se envolverá numa intrigante história de resistência, romance e traições, e onde acontece um encontro inusitado e emocionante para Alexsandra;

O segundo mundo é o Submundo, o pior dos além-vida dos gregos, mundo enevoado, sinistro e com um por do sol constante. Lá, Alexsandra irá interagir com figuras como Hades, Caronte e basicamente todos os bandidos que ela matou, fora algumas figurinhas da Grécia (mais) Antiga (ainda) e mitologia, o que, de cara, eu já achei bem empolgante. A primeira batalha é contra um chefe fodido que penei pra vencer. E aqui também tem muita emoção com outro reencontro aí que não vou falar qual é;

E, por fim, o terceiro mundo, Atlântida propriamente dita, mundo este regido por Posseidon. A cidade é lindíssima (acho que o cenário mais estonteante e bem elaborado que já vi num game), com um visual que mistura Antiguidade com alguns conceitos que nem consigo descrever, mas é aquilo que parece magia mas é só tecnologia além da nossa compreensão. Neste mundo, Alexsandra experimenta o outro lado do poder, mas se envolve em muitas confusões, como sempre. O chefão final é visualmente muito bem bolado, sinistrão e difícil pacas. E o destino de Atlântida… Bom, aí você vai ter que jogar pra saber. Mas no meu ver, não foi lá grandes coisas, achei um pouco anticlimático. Mas fora isso, a DLC toda (as três partes) trazem MUITO conteúdo e é bem divertida, aprimorando a experiência com Odyssey, trazendo equipamentos e entalhes mais poderosos para Alexsandra, e enriquecendo a mitologia da saga Assassin’s Creed ao mostrar mais dos Isu.

Ubisoft tá de parabéns pela criatividade desse conteúdo, de um modo geral, e com o todo o jogo em si. Vou ali jogar mais 200 horas.

Jogo: Assassin’s Creed Odyssey (resenha aqui).
DLC: The Fate of Atlantis (3 partes).
Lançamento: 16 de julho (parte final).
Plataforma: PlayStation 4.
Nota do Gilga: 8,5.

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Nintendo anuncia Switch Lite, portátil menor, mais leve e mais barato

A Nintendo anunciou hoje o Switch Lite, nova versão de seu consoles focada na jogabilidade portátil. Assista ao trailer:

Além de mais leve e compacto, o console conta com uma série de mudanças quando comparado ao Switch tradicional. Veja as principais diferenças entre ambos abaixo:

  • Controles integrados: Diferente dos Joy-Cons destacáveis do Switch tradicional, o Lite vem com seus controles integrados ao corpo do console. Ainda é possível usar o console com Joy-Cons tradicionais, mas o jogador precisará de um par de controles avulsos para isso.
  • Menor e mais leve: Com foco no portátil, o Switch Lite é menor que o console tradicional, e conta com um display HD de 5,5 polegadas – contra as 6,2 polegadas do Switch.
  • Hardware: Apesar das mudanças do corpo, muito do que o Switch Lite traz em termos de hardware continua igual: 32 GB de armazenamento interno, entrada para cartão microSD, entrada para fones de ouvido e cabo USB-C. Por conta de seu foco em portabilidade, no entanto, a Nintendo deu uma caprichada na bateria – segundo o CNet, ela deve durar entre 20 a 30% mais, dependendo do jogo. O processador também recebeu um upgrade para ser mais eficiente e exigir saídas de resfriamento menores.
  • D-Pad: Na parte esquerda do console, os botões direcionais do Switch tradicional também foi substituído por um D-pad em formato de +, uma mudança bastante requisitada por jogadores.
  • Sem HD Rumble e câmera IR: Sem os Joy-Cons destacáveis, o Switch Lite também perde algumas funções que estavam nos controles tradicionais do Switch: o motor de vibração HD Rumble e a câmera infravermelha na parte inferior dos Joy-Con não estão presentes aqui.
  • Sem Nintendo Labo: Sem o HD Rumble, câmera infravermelha e Joy-Cons destacáveis, o Lite também não suportará os kits do Nintendo Labo.
  • Só jogos portáteis (em teste): O Switch Lite suportará nativamente apenas jogos considerados portáteis, o que inclui títulos como The Legend of Zelda: Breath of the Wild, Super Mario Odyssey, Super Smash Bros. Ultimate e Mario Kart 8 Deluxe. Para jogos que exigem Joy-Cons destacados, como Mario Tennis Aces ou Snipperclips, o jogador terá que ter um par de controles extras. Também será necessário outro dispositivo para carregar os Joy-Con, já que o Lite não suporta a recarga de controles. Consumidores poderão olhar na parte de trás da embalagem de jogos para conferir se eles são considerados portáteis ou não.
  • Multiplayer: O Switch Lite pode ser conectado normalmente com outros Switchs tradicionais para multiplayer local ou online. Até oito consoles Switch e Switch Lite podem ser conectados localmente para jogos cooperativos ou competitivos. Assim como no Switch, multiplayer online no Lite exigirá uma assinatura do Nintendo Switch Online.
  • Três cores: O Switch Lite estará disponível em três cores: cinza, amarelo e turquesa. O console será lançado em 20 de setembro por US$ 199 – o equivalente a R$ 750, em conversão direta.

Fonte: The Enemy.

Novo filme de Mortal Kombat escala seu Sub-Zero

O primeiro ator do novo filme live-action de Mortal Kombat foi revelado. De acordo com o The Hollywood Reporter, o ator e artista marcial de 38 anos Joe Taslim (Star Trek: Sem Fronteiras e Velozes e Furiosos 6) será Sub-Zero na produção.

Por enquanto, nenhuma outra informação sobre o elenco da adaptação cinematográfica do game de luta foi divulgada. Não há detalhes sobre história ou sobre quais outros personagens estarão no filme.

Com direção de Simon McQuoid, o filme será produzido por James Wan (Invocação do Mal e Aquaman). A pré-produção já começou e as filmagens serão realizadas em Adelaide, no sul da Austrália.

Nos EUA, o filme de Mortal Kombat estreia em 5 de março de 2021. Ainda não há confirmação da data de estreia no Brasil.

Fonte: IGN Br.

Cuphead vai virar série animada na Netflix

Os fãs de Cuphead terão mais uma novidade logo! Segundo o Studio MDHR, o jogo vai virar uma série animada na Netflix.

The Cuphead Show! terá o mesmo visual baseado nos cartoons dos anos 30 usado no jogo. Nela conheceremos mais dos personagens e do mundo do game.

C.J. Kettler será produtora executiva da King Features e os irmãos Chad e Jared Moldenhauer trabalharão como produtores executivos pelo Studio MDHR.

The Cuphead Show! é a primeira produção de série animada da King Features depois do anúncio da sua estratégia para construir franquias de personagens em múltiplas plataformas feito em fevereiro.

Fonte: Cria Bits.

[Atualizado] Mais novidades em novo trailer de Pokémon Sword/Shield

Liberado hoje novo trailer de Pokémon Sword/Pokémon Shield. Assista:

No vídeo vemos os novos pokémon Alcremie (tipo Fada), Yamper (tipo Elétrico), Rolycoly (tipo Pedra) e Duraludon (tipos Metal/Dragão); os novos líderes de ginásio Bea, especialista em pokémon dos tipo Lutador, e Allister, especialista no tipo Fantasma, e a nova função Gigantamax, que parece ser uma variação do Dynamax, mas ao invés de só deixar seu pokémon gigante, ele também muda de aparência.

Aguardamos maiores detalhes sobre os jogos que serão lançados em 15 de novembro para Nintendo Switch.

[Atualizado] Segue o trailer japonês, que tem mais gameplay e cenas diferentes:

Trailer animado e novidades sobre o game mobile Pokémon Masters

Foi divulgado hoje trailer animado de Pokémon Masters, novo game mobile da franquia Pokémon, e mais algumas novidades sobre o jogo. Assista abaixo:

Diferente dos títulos tradicionais da série, as batalhas de Pokémon Masters não serão em turnos, mas em tempo real e com o uso de uma espécie de barra de energia que é utilizada durante o combate.

As batalhas funcionarão em um sistema de três contra três, o que significa que o jogador controlará três Pokémon e três treinadores ao mesmo tempo – cada treinador e seu Pokémon é considerado um “sync pair”. Entre os pares já revelados estão Red & CharizardBrock & Onix, Misty & StarmieKorrina & Lucario, Brendan & Treecko e Clair & Kingdra.

Ao longo da história, o jogador encontrará outros pares e poderá recrutá-los para lutar no torneio Pokemon Masters League. Cada sync pair tem características próprias e também complementam uns aos outros em batalhas.

Outra novidades será que os treinadores também terão movimentos, que podem curar ou aumentar os atributos de seus monstrinhos durante a batalha.

Desenvolvido pela DeNA, o título será ambientado na ilha de Pasio, uma nova localização no universo Pokémon.

O jogo será lançado para Android e iOS no verão do Hemisfério Norte, entre julho e setembro de 2019.

Fonte: The Enemy.

Game de One Punch Man é anunciado

A Bandai Namco anunciou hoje One Punch Man: A Hero Nobody Knows, primeiro jogo para consoles inspirado no popular mangá e na série animada One Punch Man.

O jogo de ação e luta terá batalhas entre dois times de três personagens e inclui nomes como Saitama, Genos, Hellish Blizzard, Speed-o’-Sound Sonic e Cavaleiro sem Licença.

Nas cenas reveladas no trailer, é possível ver uma jogabilidade semelhante a de Jump Force. Veja o trailer:

Detalhes sobre como Saitama, personagem capaz de aniquilar qualquer adversário com um único soco, será integrado ao jogo não foram revelados.

Desenvolvido pela Spike Chunsoft, One Punch Man: A Hero Nobody Knows será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PC. Uma data específica de lançamento não foi anunciada.

Fonte: The Enemy.

[Atualizado] Precisamos falar sobre a toxicidade dos gamers

A polêmica no Twitter BR entre ontem e hoje foi sobre a treta com a Gabriela Cattuzzo – que até então eu não conhecia -, uma streamer que, após sofrer discriminação num game online de um homem, desabafou, putaça e com razão, no Twitter, afirmando que homens são lixo, sofreu uma avalanche de ataques, de homens que vieram com o famigerado “nem todo homem”, insultos e ameaças de morte – caralho, os caras pegam pesado – e, ao descobrirem que ela é patrocinada pela Razer, empresa brasileira de periféricos de PC, os babaquinhas encheram o saco da mesma no Twitter até que a empresa soltou essa nota vexaminosa:

Ou seja, ao invés dos caras aproveitarem a polêmica para tentar tornar o universo gamer um pouco menos tóxico, eles optaram pelo caminho mais “fácil” (e mais rentável) e defenderam os agressores da Gabi, prometendo não renovar o contrato com a streamer alegando que ELA é quem praticou discriminação. “Totalmente contrária a qualquer tipo de discriminação” uma ova! As minas sofrem todo o tipo de assédio, discriminação e ódio TODOS OS DIAS (e isso é uma realidade das gamers, só perguntar) e daí quando são os hominhos que não sabem receber uma crítica e fazer uma inflexão sobre o comportamento masculino (online e offline), a Razer preferiu defender os homens machistas, que infelizmente são a maioria de seus clientes.

Link para matéria da notícia: Gamer perde contrato com marca após acusação de ‘preconceito contra homens’.

Separei alguns tweets que expressam bem o que eu penso sobre o caso da Gabi:

“O pau dele caiu porque uma mulher escreveu palavras na internet”.
Total! Ah, se eu fosse concorrente da Razer…

Lembro de uma certa feita em que a Bruna Penilhas, da IGN Brasil, sofreu ataques após escrever um artigo de um jogo, onde os caras chegaram até a pedir o “currículo gamer” dela – no caso, a conta do PSN, só pra verificarem se ela era “gamer” mesmo, se jogava de fato ou só fingia pra falar “mal” dos games no portal. Obviamente ela não deu – e com razão – para evitar que a procurassem online nos games e assediassem ela, mas isso é uma coisa que acontece direto com mulheres gamers.

E não são só as mulheres que sofrem com a toxicidade dos gamers, crianças também, independente do sexo. Coincidentemente na semana passada, nos EUA, rolou o caso do Jake McDermott, um garoto que deve ter uns 10 anos (não consegui confirmar a idade dele) – e que também é um ator-, e que sofreu ataques de haters (maioria de gamers) em sua conta de Instagram após ele criticar, em vídeo, o hype em cima de Keanu Reeves e de Minecraft. As pessoas são obrigadas a gostar do que vocês gostam? E nem uma criança os caras perdoam, e o Jake sofreu tanto ódio – inclusive ameaças de morte – que teve que se desculpar publicamente, mas olha só esse exagero. A que ponto chegamos, minha gente. O respeito online é ZERO.

Resumindo o post: dizem que mulher é o “sexo frágil”, que é sensível e chiliquenta, mas homens vivem tornando a vida delas nos games (e fora deles também) um inferno, daí quando uma mina não aguenta mais e explode dizendo que homem é lixo (não tá errada), pensa num bicho frágil e chiliquento. No fim, os homens provaram que Gabi estava certa: são lixo mesmo. Preconceito contra homem cis é o mesmo que racismo reverso e “cristofobia”: não existe.

Por favor, homens: façam terapia e aprendam a tratar de forma minimamente decente as mulheres, pois do jeito que tá, a comunidade gamer só tem a perder com tanto ódio. Vamos criar um ambiente saudável para todos, incluindo crianças, mulheres, negros e LGBTs, para aproveitarmos os joguinhos que deveriam nos divertir, entretanto a experiência infelizmente passa a ser estressante e, muitas vezes, traumática, e depois, quando os conservadores disserem que games são os culpados pela violência – eu nunca esqueço do caso dos atiradores de Suzano/SP, inclusive bem recente – a gente ter algum argumento sólido para defender nossa comunidade, beleza?

Pra ter um pouco de paz, Gabi foi obrigado a fazer isso, fora que ela perdeu o patrocínio dos arrombados da Razer, né.

[Atualizado] Segue vídeo postado em janeiro deste do Pipocando Games jogando CS:GO com uma menina e pegando as reações dos meninos online. Uma experiência social bem interessante:

[Atualização 2] Apareceu na minha timeline esta arte da Maryne Lahaye, que eu acho que traduz bem o argumento contra a frase “Nem todos os homens”:
“Nós sabemos que não são TODOS os homens, héteros, brancos etc, mas são MUITOS. É o BASTANTE. E você se ofendendo mais com a sugestão que MUITOS dos seus iguais podem ser maus do que pelo dano que eles causam DE VERDADE… Faz você parte do problema.”

Diretor de Final Fantasy VIII fala sobre a versão remasterizada

Na edição dessa semana da revista japonesa Famitsu, o diretor original de Final Fantasy VIII, Yoshinori Kitase, deu alguns pequenos detalhes interessantes sobre o recentemente anunciado remaster de FFVIII, que está programado para lançamento neste ano em todos os consoles da atual geração, incluindo PC.

Traduções fornecidas por bk2128 no Twitter e Siliconera:

  • Hiroshi Harada (o programador de batalhas original), Tomohiro Kayano (character designer) e Tetsuya Nomura estão envolvidos no projeto remasterizado;
  • “A qualidade do refinamento de personagens é o resultado de ter a equipe original trabalhando nisso”;
  • Será adicionado o Battle Assistance;
  • Chocobo World não será incluso [infelizmente]. Ao invés disso, os itens que se conseguiria lá serão disponibilizados através de uma habilidade especial de Rinoa;
  • “FFVIII foi o primeiro trabalho que utilizamos a captura de movimentos. Na época nós não sabíamos como as coisas funcionavam, então nós fizemos o ator usar uma arma pesada. Olhando pra trás, tenho calafrios em pensar sobre alguns acidentes ruins que poderiam ter acontecido”;
  • FFVIII teve sua parcela de influência em entretenimento hollywoodiana, seja uma tela do jogo mostrado em um filme de Hollywood ou uma oferta que tivemos ano passado de um grande filme de videogame que queria usar uma Gunblade“;
  • Velocidade triplicada;
  • O combate foi melhorado (HP máximo e Active Time Bar, sempre poder usar ataques especiais);
  • Sem encontros de batalhas;
  • Funcionalidades apenas para PC: possibilidade para conseguir todos os itens, habilidades, ataques especiais e cartas [para o Triple Triad card game]; Nível máximo para GFs, gil e magias; Customização detalhada nas configurações do sistema.

Sem data anunciada, Final Fantasy VIII Remastered será lançado ainda em 2019 para PlayStation 4, Nintendo Switch, Xbox One e Steam (PC).

Fonte: Nova Crystallis.

Novo trailer de Dragon Quest: Your Story

A Toei divulgou o segundo trailer oficial Dragon Quest: Your Story, o vindouro filme em CGI baseado no game Dragon Quest V: Hand of the Heavenly Bride. Assista abaixo (por enquanto, sem legendas):

O vídeo mostrou alguns pontos chaves (e tristes) da trama. Tô vendo que vou chorar tudo de novo…

O filme de Dragon Quest estreia nos cinemas japoneses em 2 de agosto.

Fonte: Gematsu.