Novo trailer de Dragon Ball Super: Broly

Assista abaixo o novo trailer de Dragon Ball Super: Broly, o próximo filme dos saiyajins:


Vemos partes do passado do Planeta Vegeta, lar original dos saiyajins, e o destino entrelaçado de três bebês que nasceram na mesma época: Kakaroto (“Oi, eu sou o Goku!”), o príncipe Vegeta, e Broly. Também vemos a chegada do malvado Freeza, e como o alienígena chifrudo destruiu o planeta governado pelo Rei Vegeta.

Dragon Ball Super: Broly estreia em 14 de dezembro no Japão e em 19 de janeiro na América do Norte.

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[Atualizado] Mega Evolutions e Team Rocket em novo trailer de Pokémon Let’s Go

Liberado hoje novo trailer dos games Pokémon Let’s Go: Pikachu & Eevee, confirmando rumores dos últimos dia da presença das Mega Evolutions. Assista:

Além da aparição das Mega Evoluções de Venusaur, Charizard (X & Y) e Blastoise, temos a presença do líder de ginásio Lt. Surge, e os Team Rocket Jesse e James com seus respectivos pokémon, Ekans e Koffing, respectivamente.

[Atualizado] Segue trailer japonês que contém mais cenas inéditas:

Pokémon Let’s Go serão lançados para Nintendo Switch em 16 de novembro.

Os Leais Companheiros em novo trailer de Dragon Quest XI

A Square-Enix liberou um novo trailer de Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age introduzindo os personagens do game que têm o character design de Akira Toriyama:

Cada personagem tem sua própria personalidade e uma profunda história de origem. Do “confiável parceiro de crime” Erik à “jovem e destemida maga” Veronica, além da “descontraída curandeira” Serena, o “extraordinário apresentador” Sylvando, a “nobre artista marcial” Jade e o “misterioso velhote” Rab – juntos, eles se unem ao Herói numa aventura no mundo de Erdrea.

Dragon Quest XI, que há mais de um ano foi lançado no Japão, chegará no Ocidente em 4 de setembro para PS4 e PC. A versão para 3DS não será lançada por aqui (*shuif*), mas ganhará uma para Nintendo Switch, que ainda não tem data de lançamento.

Fonte: Gematsu.

30 anos da saga Street Fighter

Hoje a saga Street Fighter, da Capcom, completa 30 anos, desde o lançamento do seu primeiro capítulo, lançado para arcade. O 1º SF é pouco conhecido (eu não vi em nenhum fliperama à época do lançamento, e não conheço ninguém que o tenha jogado), e o jogador poderia escolher apenas dois personagens: Ryu e Ken. O jogador enfrentava vários oponentes (imagem abaixo) até chegar ao chefe final que, adivinhem só, era o Sagat! E alguns desses oponentes só retornariam alguns anos depois, como são os casos de Birdie, Gen e Adon.

A saga só fez sucesso mesmo a partir de Street Fighter II (1991), com 8 personagens selecionáveis, além dos veteranos Ryu e Ken: Chun Li, E. Honda, Blanka, Zangief, Dhalsim e Guile. SF2 foi um marco e redefiniu os games de luta para sempre. Um ano depois chegou a versão Champion Edition, onde era possível escolher 12 personagens, que incluíam os vilões Balrog, Vega, Sagat e M.Bison, e, em 1993, a versão The New Challengers, com a adição dos novatos Cammy, Fei Long, Dee Jay e T. Hawk.

Em 1995, tivemos Street Fighter Zero (Alpha no ocidente), com Ryu, Ken, Chun Li, Nash (Charlie no ocidente), Guy, Sodom (ambos do beat ‘em up Final Fight), Birdie, Adon, Sagat, M. Bison, Gouki (Akuma no ocidente), Rose e Dan. Esse “spin-off”, que se passa alguns anos antes do início da série e que trazia novas mecânicas para o sistema, teve duas continuações, em 1996 e 1998. Em 96 também tivemos a 1º versão 3D, o Street Fighter EX, com 10 personagens e 4 ocultos (disponíveis após o término do jogo).

Em 1997 é lançado Street Fighter III, que não fez muito sucesso, e só 11 depois, em 2008, que tivemos uma nova continuação, Street Fighter IV, todo modelado em 3D (mas a mecânica permanece em 2D), que trouxe um novo fôlego para o jogo, colocando a saga de volta aos holofotes e nos eSports. O 5º game da série foi lançado no ano passado e, apesar de ter decepcionado muitos fãs, ainda continua firme e forte tanto nos eSports quanto com constantes atualizações (a nova personagem Menat foi lançada ontem).

Também tivemos inúmeros crossovers de sucesso, como X-Men vs. Street Fighter, Marvel vs. Capcom e tantos outros.

Claro que o sucesso de Street Fighter não ficou só nos games. O jogo ganhou mangás, animes, filmes e webséries etc,. “Street Fighter – A Batalha Final”, de 1994, com Jean-Claude Van Damme e Raul Julia, foi um fracasso de crítica, mas é atualmente considerado um cult. Em 2009 tivemos “Street Fighter – A Lenda de Chun-Li” que, além da protagonista ter sofrido whitewashing (a personagem Chun Li, que é asiática, foi interpretada pela atriz canadense Kristin Kreuk), não agradou os fãs. Porém a websérie live-action Street Fighter: Assassin’s Fist (2014), foi muito bem recebido, bem como o anime Street Fighter II V (1995).

Segue vídeo feito pelo Luciano Amaral com um breve resumo da saga:

Inclusive tanto com este vídeo quanto com este artigo do Horokeu publicado no Jovem Nerd, aprendi que os criadores da saga Takashi Nishiyama Hiroshi Matsumoto deixaram a Capcom após criarem o 1º jogo e foram para a rival SNK, onde ajudaram a criar os concorrentes Fatal Fury, Art of Fighting e The King of Fighters, e retornaram para antiga empresa quando foram cruciais na criação do SFIV.

Parabéns a esta importante saga dos games e um dos principais carros chefe da Capcom! Que venham mais 30 anos.

Veja também este artigo bacana do The Enemy com a evolução dos personagens em gifs animados.

Assista ao 1º trailer de “Vigilante do Amanhã” (Ghost in the Shell)

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Liberado hoje o 1o trailer de “Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” (sim, este é o título em português). Assista legendado abaixo:

No maior climão de “Matrix” e “Blade Runner”, o vídeo é recheado de ação e violência, mostrando um pouco da crise de identidade da androide Major (a personagem de Scarlet Johansson que, além de sofrer o famigerado whitwashing, ainda não usa o nome japonês), que vai acabar se envolvendo numa trama política enquanto investiga um crime.

Baseado no mangá “Ghost in the Shell”, de 1989 e criado por Masamune Shirow, o filme é dirigido por Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) e estreia nos cinemas brasileiros em 30 de março de 2017.

[Atualizado] Lançado também o pôster do filme:

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Muitas fusões em Dragon Ball Fusions!

KAROLY

O novo game da saga Dragon Ball que está sendo desenvolvido pela Bandai Namco e Ganbarion para o Nintendo 3DS, “Dragon Ball Fusions”, ganha novo trailer. Assista (Todo em japonês, se virem aí)!

A proposta do jogo é disponibilizar praticamente todas as fusões possíveis entre os personagens – inclusive as combinações mais improváveis -, além daquelas mostradas nos mangás/animes. Confesso que RI BASTANTE com alguns nomes dessas fusões. Seguem algumas que me chamaram atenção:

Goku + Broly = Karoly
Kuririn + Gohan = Kurigohan (além do nome zuado, o design também é uma bosta, parabéns aos envolvidos haha)
Goku + Trunks = Gohanks
Piccolo + Kuririn = Piririn (HAHAHAHAHAHAHAHAH)
Vegeta + Trunks = Vegenks
Towa + Towale = Towale (colocaram até a ARALE no meio)
Cell + Freeza = Cellza (fiquei decepcionado que não ficou FreeCell hahaha)
Goku + Kuririn = Gorilin

Cellza

As fusões podem ser feitas através de três maneiras: as já conhecidas Fusion Dance (Dança da Fusão) e Potara, e a do game EX Fusion, além de existir uma que é a Five Way Fusion, com CINCO PERSONAGENS: Tekka (um dos personagens apresentados no jogo) + Kid Goku + GT Pan + Trunks + Goten = Maxi Fusion (visualmente, ele é uma salada de frutas.

O lançamento no Japão de Dragon Ball Fusions é em 4 de agosto de 2016, sem previsão pros lados de cá.

[Resenha] One Punch Man (anime)

One Punch Man

Parece que One Punch Man é o manga/anime do momento, e não é para menos. De tanto eu ouvir falar/ler “One Punch Man” pra lá, “One Punch Man” pra cá, resolvi conferir e fui assistir ao primeiro episódio do anime. Resultado: não consegui parar de assistir. Vi todos os episódios disponíveis até o momento no mesmo dia (a (des)vantagem de um anime ter episódios com apenas 20 minutos de duração). One Punch Man tem um total de 12 episódios, e o último vai ser veiculado no Japão no domingo (20), e ainda terá um total de 6 OVAs. Até agora foi lançado apenas um, que é um flashback lá sem muita importância, então acho que todos serão assim.

Então porque decidi fazer uma resenha faltando um episódio? Por dois motivos: 1) Porque vou viajar no domingo e ficar uma semana fora da internet, então estou resenhando antes que todos resenhem (risos) e 2) Só ansiedade mesmo.

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Daí vocês me perguntam: “Ai, Gilga, mas que personagem é esse com cara de boboca?”. Hahahaha! Exatamente! “One Punch Man” é uma série de comédia principalmente, mas tem muita pancadaria (pra quem tá acostumado com Dragon Ball Z, Naruto e afins shonen) e muita emoção. Saitama é o nosso personagem principal, que um dia decide treinar duro para se tornar o homem mais forte do mundo. Ele se esforça tanto que chega a ficar completamente careca (sim HAHAHA) e em apenas 3 anos ele consegue mesmo. Com apenas um soco ele derrota/mata/trucida/explode QUALQUER adversário. E a partir de então, ele passa a ser um “herói por passatempo” (como ele gosta de deixar claro) para poder encontrar algum adversário a sua altura, o que torna sua vida monótoma por nunca conseguir isso.
Segue abertura com a sensacional canção-tema “THE HERO!!”:

Mas Saitama é um cara normal (como mostra o último frame da abertura), desempregado e que não consegue nem pagar o aluguel e as contas do mês, e quando surge algum perigo na Cidade Z (onde ele mora, e as cidades todas do anime são letras do alfabeto), ele veste seu uniforme ridículo amarelo com luvas e capa vermelhas e enfrenta o que vier, desde monstros incontroláveis criados por cientistas malucos, um gigante (a la “Attack on Titan”), terroristas e até alienígenas. Numa dessas, ele conhece Genos – que é o meu personagem favorito da série -, que diz ser um ciborgue (porém ainda acho que ele seja um androide com comportamento humano, mas enfim), que deseja com afinco ser discípulo de Saitama para se tornar tão forte quanto ele, e durante a série, ele vai recebendo uns upgrades de seu criador até ficar bem foderoso para acompanhar as enrascadas de Saitama.

“One Punch Man” é diversão garantida, engraçada, emocionante e que, com um roteiro quase linear consegue nos surpreender em cada episódio. Mal posso esperar para ver o desfecho da série!

Título original: ワンパンマン (Wanpanman).
Ano de estreia: 2015.
Criado por: ONE e estúdios Madhouse.
Duração: 12 episódios de 20 minutos cada.
Nota: 9.