O fantástico novo trailer de Final Fantasy XV!

FFXV

Ontem, no evento “Uncovered: Final Fantasy XV”, a Square Enix lançou novo trailer do vindouro Final Fantasy XV. Assista (com closed captions):

No vídeo vemos as paradisíacas paisagens do mundo aberto de Duscae enquanto os quatro personagens principais viajam de carro (inclusive este quebra e é rebocado), além de alguns relances de um chocobo e de uma criatura que lembra o summon Leviathan, e ainda um chefe gigantesco (gigantesco mesmo!), parecendo um monstro de Attack on Titan. Uma das maiores emoções para mim neste trailer é que Florence + The Machine (que eu amo) estará na trilha sonora com a regravação da música “Stand By Me”.

No evento foi revelado que o lançamento do game será em 30 de setembro, para PS4 e XBox One, e mais um vídeo, com Noctis numa floresta acompanhado pelo summon Carbuncle, foi mostrado, mas será disponibilizado online ainda hoje.

Além do game, FFXV vai ganhar um anime, disponível a partir desta quinta (31), e um filme, com as vozes de Sean Bean, Lena Headey e Aaron Paul, a ser lançado até o fim do ano.

Fontes: Verge e Omelete.

[Atualizado] Saiu um clipe com algumas cenas novas do game enquanto Florence canta “Stand By Me”. Olha esse final, bicho!!!

[Atualização 2] Está no ar também o trailer do Platinum Demo, onde mostra o sonho do jovem Noctis acompanhado pelo Carbuncle. Muito interessante, hein!

[Atualização 3] Segue trailer do filme “Kingslaive – Final Fantasy XV”, todo feito em CGI, a ser lançado num dia aí em 2016:

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[Resenha] The Umbrella Academy – volume 1

TUA

Finalmente chegou em terras brasileiras, trazido pela Editora Devir, o 1º volume de “The Umbrella Academy”, criado pelo norte-americano Gerard Way – o cara que costumava ser o vocalista da extinta banda My Chemical Romance – e o brasileiro Gabriel Bá, sob o selo da Dark Horse. Além dessa mistura inusitada de criadores, o que mais me levava a querer ler essa obra é o fato de “The Umbrella Academy” ter ganho um Prêmio Eisner (que pra quem não manja, é o ~Oscar dos quadrinhos~) em 2008 como Melhor Série Limitada.

Vanya, Número Cinco, Séance, Rumor, Kraken e Sapceboy.
Vanya, Número Cinco, Séance, Rumor, Kraken e Sapceboy.

 

O primeiro volume, intitulado “Suíte do Apocalipse”, contém 6 histórias e conta a história da academia do título criada pelo cientista Sir Reginald Hargreeves, o Monóculo, que escolheu sete crianças ao redor do mundo dotadas de superpoderes e as adotou, treinando-as como super-heróis. São elas: Spaceboy, que teve sua cabeça implantada no corpo de um gorila gigante; Kraken, um cara arrogante especialista em facas; a Rumor, que tem o poder de alterar a realidade ao contar uma mentira; Séance, um levitador, telecinético e que pode contatar os mortos; Número Cinco, que pode viajar no tempo e, apesar de ter ficado preso num futuro pós-apocalíptico por 50 anos, está preso em seu corpo de quando tinha 10 anos de idade; Horror, que possui monstros de outra dimensão debaixo de sua pele; e Vanya, que a princípio não possuía poderes.

A trama principal de “Suíte do Apocalipse” começa com a morte do Monóculo, o que faz os 6 irmãos (Horror já estava morto) a se reunirem para o funeral do cientista depois de 10 anos separados. A vida de equipe de super-heróis parece não ter dado muito certo, talvez mais pelos gênios conflitantes de seus membros (Spaceboy e Kraken, por exemplo, se odeiam). Após enterrarem seu “pai”, Número Cinco, que acaba de voltar a essa era, revela aos irmãos que estão há 3 dias do dia do apocalipse – o mesmo que transformou o futuro onde ele ficou meio século preso – e que eles precisam descobrir o que causará a destruição da humanidade e impedi-la.

Capa de James Jean.
Capa de James Jean.

 

Bom, falando assim, a premissa parece ser boa, mas o desenrolar da história não é muito boa, e “Suíte do Apocalipse” deixa muito a desejar. Achei que não compensa a grana que investi no livro (a 2ª edição lançada pela Devir custa R$ 50,00!). As únicas coisas que realmente valem a pena são as capas originais do artista James Jean que são LINDAS. O acabamento da edição também está bom, bem como os extras (três histórias curtas, rascunhos e textos dos autores). O traço do Bá não é lá essas coisas, mas o cara tem talento, é o que importa. “The Umbrella Academy” vale mais como leitura trivial. Talvez se o próximo volume, “Dallas”, for bom, eu dê mais uma chance à série. Ah! E os 3º e 4º volumes já estão a caminho e parece que uma série de TV está para acontecer em breve.

Título original: “The Umbrella Academy: Apocalypse”.
Ano: 2008.
Autores: Gerard Way, Gabriel Bá, Dave Stewart, James Jean.
Editora: Devir.
Lançamento: Setembro/2015.
192 páginas
Nota do Gilga: 7.

[Resenha] 2ª temporada de Daredevil

Capturar

Estreou na Netflix na última sexta-feira (18) a 2ª temporada da aclamada série “Daredevil”, que conta com as aventuras do herói e advogado cego da Marvel, interpretado pelo ator Chris Cox. Ao ver notícias e trailers desta nova temporada, meu maior receio é de que as presenças dos anti-heróis Justiceiro (Joe Bernthal) e Elektra (Élodie Yung) poderiam tirar o protagonismo do herói-título, e meio que isso aconteceu, mas ao mesmo tempo percebi que tanto Matt Murdock quanto outros personagens secundários – como Foggy, Karen e os já citados Justiceiro e Elektra – ganharam tempos iguais na tela, o que merece nossa admiração.

Com menos rodeios do que a 1ª temporada mas com mais flashbacks – afinal, novos personagens estavam sendo apresentados -, esta segunda temporada transformou, aos poucos, o Demolidor um pouco mais parecido com o personagem da mídia original, e fez um fan service bonitinho, fora alguns easter eggs (dos que consegui perceber sozinho) e o crossover com a série da Jessica Jones (uma pena que a própria não apareceu!).

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Tentando dar um segurada nos spoilers, o que achei rapidamente sobre alguns personagens:
– Matt Murdock/Demolidor: aqui o personagem se encontra praticamente num beco sem saída de seu código moral com a chegada do “dedo nervoso no gatilho” do Justiceiro;
– Karen Page: fiquei muito satisfeito com a importância que a personagem recebeu nesta temporada. Ela esteve em todos os lugares com quase todos os personagens importantes da trama, no estilo Lois Lane curiosa/investigativa, e com o destino que ela teve ao final desta temporada;
– Frank Castle/Justiceiro: Jor Bernthal é o cara durão que parece ser o mais qualificado para dar vida a um personagem tão violento como o Justiceiro. Parabenizo aqui sua atuação fria e psicopata;
– Elektra: achei a personagem bem inconveniente e a atriz bem fraquinha. Elektra só serviu pra trazer os ninjas pra trama e só. Até o romance entre ela e Matt achei forçado e desnecessário.
Aconteceram tantas reviravoltas na trama que eu achei que a 3ª temporada se encaminharia para adaptar a saga “Terra das Sombras” das HQs, mas creio que isso não venha a acontecer.

A minha única reclamação com o pessoal da Netflix foi com a falta de tradução de alguns nomes. O Demolidor foi chamado de “o Daredevil” ou “o DEVIL de Hell’s Kitchen” o tempo todo, fora “o Punisher”. Poxa, esses personagens ganharam nomes adaptados/traduzidos no Brasil pra nada então, galera? Só no último episódio que parece que trocaram o pessoal das legendas, e traduziram Daredevil para Demolidor, como teria que ser desde o começo.

Enfim, a 2ª temporada de “Daredevil” foi boa, cheia de acontecimentos surpreendentes e emocionantes, mas, ao final destes 13 episódios, ainda senti que faltava alguma coisa, não sei bem o que, talvez maior participação do Rei do Crime de Vincent D’Onofrio, que é um puta atorzão (que apareceu rapidamente), ou de um maior desdobramento da trama do Justiceiro (se fizerem mesmo uma série do Caveirão, não vou achar de todo mal) etc.

Título original: “Daredevil”.
Ano de estreia: 2016.
Criado por: Drew Goddard.
Elenco: Charlie Cox, Deborah Ann Woll, Elden Henson e Rosario Dawson.
Duração: 13 episódios de +/- 52 minutos cada.
Nota: 8.

[Resenha] Ms. Marvel – Nada Normal

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Aterrissou só recentemente nas bancas daqui o encadernado Ms. Marvel – Nada Normal, que a Panini Comics teve a cara de pau de lançar só agora, pois o título deveria ter saído junto com o começo da fase “All-New Marvel” (chamada no Brasil de “Totalmente Nova Marvel”), que começou por aqui em julho do ano passado. Mas enfim, eles devem ter seus motivos editorais.

Antes de começar a falar das histórias deste encadernado, que contém os 5 primeiros títulos de “Ms. Marvel” mais uma curta história publicada originalmente em All-New Marvel Point One, preciso dar um resumão do que aconteceu antes no Universo Marvel, que trouxe consequências diretas para a vida de nossa nova heroína Kamala Khan:

Durante a saga crossover “Infinito”, o vilão Thanos e seu exército tenta invadir Attilan, a cidade dos Inumanos, com o intuito de matar seu filho Thane, e, como medida desesperada, Raio Negro, o rei dos Inumanos, detona a Bomba Terrígena – com um gás que altera o DNA de sua raça, concedendo-lhes incríveis poderes – e o gás transformador da bomba se espalha pelo mundo, transformando milhões de pessoas por onde passa. Daí então que foi revelado que Inumanos dissidentes, há milhares de anos vem se infiltrando e misturando seu DNA com os humanos normais, e as pessoas que ganharam poderes com a Névoa Terrígena são descendentes destes Inumanos.
Essa foi uma manobra da Editora Marvel para fazer seus próprios “mutantes”, pois os verdadeiros –  todos os X-Men e personagens relacionados – fora dos quadrinhos pertencem à 20th Century Fox. E os Inumanos já estão sendo inseridos lentamente no Universo Cinematográfico Marvel – eles já podem ser vistos na atual 3ª temporada de “Agents of Shield”, do canal ABC, e ganharão um filme próprio estrelado pela Família Real de Attilan (Raio Negro, Medusa, Gorgon, Karnak etc) em 2019 pelo Marvel Studios.

Bom, caralho, e o que tudo isso tem a ver com a nova Miss Marvel? Ora bolas, tudo!
Kamala Khan é uma adolescente de 16 anos que mora em New Jesey, EUA, meio excluidona na escola por ser filha de muçulmanos vindos do Paquistão, cuja cultura ela não curte muito respeitar por ser notadamente conservadora, e ela é só uma garota doida pelos Vingadores e que gosta de sair com os amigos e se divertir. Na fatídica noite da Bomba Terrígena, Kamala sai de casa escondida dos pais para ir numa festa e, ao voltar pra casa tarde da noite, é surpreendida pela Névoa Terrígena, fazendo-a se transformar dentro de um casulo na super-heroína que ela mais admira, Carol Danvers, atual Capitã Marvel e ex-Miss Marvel, e é na antiga alcunha de Danvers que Kamala se inspira na sua primeira transformação – ela é uma transmorfa – e seu uniforme. Além de pode se transformar em quem quiser, Kamala ainda pode esticar seu corpo, aumentar ou diminuir de tamanho, além de possuir um fator de cura moderado (nada como um do Wolverine, mas esse poder ainda não foi bem explicado nas primeiras 5 edições da série). A princípio, ela fica confusa, achando se tratar de uma alucinação, mas depois ela vai treinando e se acostumando com seus dons, isso tudo escondido dos pais e colegas – exceto Bruno, o carinha cujo qual a ama, e que a ajuda no começo de carreira super-heroica dela – e assim ela começa a fazer resgates e combater o crime sob a alcunha de Miss Marvel.

A série foi bem recepcionada pela crítica e pelos leitores, e muito aclamada por ser feminista e tal, mas eu achei Ms. Marvel bem comum, como qualquer outra história de herói adolescente que ganha poderes e tenta equilibrar sua vida entre escola, família e combate ao crime. Creio já ter visto isso pelo menos uma vez, lá em 1962 com um certo herói escalador de paredes, mas enfim, vou dar uma chance às próximas edições para ver se a série é isso tudo de que estão falando.

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Título original: “Ms. Marvel 1-5″ e “All-New Marvel Point One”.
Ano: 2014.
Autores: G. Willow Wilson, Adrian Alphona e Ian Herring.
Editora: Panini Comics.
Lançamento: Janeiro/2016.
132 páginas
Nota do Gilga: 8.

Trailer final de “Capitão América – Guerra Civil” legendado

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Caras, tô morrendo aqui! Assistam aí, respirem e continuamos:

Bom, ficou um pouco mais claro a decisão que vai rachar os Vingadores no 3º filme do Capitão Bandeiroso. Depois das destruições de Nova York (em “Os Vingadores”), Washington D.C. (em “Capitão América – O Soldado Invernal”) e Sokovia (em “Os Vingadores –  A Era de Ultron”), o governo dos EUA decide que vai controlar todos os heróis, e essa decisão apoiada veementemente por Tony Stark (Robert Downey Jr.), que se sente culpado pela criação do Ultron no 2º filme dos Vingadores, e claro que o Capitão América (Chris Evans), que vai contar com o apoio do Soldado Invernal (Sebastian Stan), Homem-Formiga (Paul Rudd), Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), Falcão (Anthony Mackie) e Agente 13 (Emily VanCamp), que vai entrar em rota de colisão com a equipe do Homem de Ferro, que conta com Viúva Negra (Scarlet Johansson), Visão (Paul Bettany), Máquina de Combate (Don Cheadle), aparentemente também o Pantera Negra (Chadwick Boseman) e mais um que até então não havia aparecido nos trailers ou qualquer outro material de divulgação. Cara, o Homem-Aranha! O HOMEM-ARANHA!!! Ainda embasbacado aqui. Interpretado pelo jovem Tom Holland, ele só aparece no finalzinho pra dar aquela provocadinha. Fora isso, o tom do trailer é bem pesadão, pois parece que vai rolar uma morte mesmo.
Bom, ansioso para a estreia do filme e ver se o final vai ser como nos quadrinhos que foi bem chocante.

“Capitão América – Guerra Civil”, dirigido pelos irmãos Russo, estreia dia 28 de abril nos cinemas brasileiros!

CAGC

[Game Retrô] Final Fantasy Tactics A2

FFTA2

Bem-vindos ao primeiro Game Retrô no Blog Uruk!
Somente recentemente tive “condiçãs” de ter um computador minimamente bom o suficiente para ter um emulador de Nintendo DS rodando decentemente, então o primeiro jogo que comecei a jogar – coisa que eu queria há tempos – e zerar foi “Final Fantasy Tactics A2: Grimoire of the Rift”. Lançado pela Square-Enix em 2007 no Japão e, no ano seguinte, na América do Norte, o jogo é meio que uma continuação do também formidável “Final Fantasy Tactics Advance” (2003), do GBA. A história principal de FFTA2 é bem simples: Luso Clemens, um garoto de mais ou menos 12 anos, fica de castigo na biblioteca da escola e encontra um misterioso livro de fantasia que tem algumas páginas em branco, e então ele decide escrever seu nome numa delas e acaba sendo transportado para outro mundo – no caso, Ivalice, o reino recorrente nos games Final Fantasy. Lá, Luso cai no meio de uma batalha em que Cid e seus colegas estão enfrentando um monstro, e o guerreiro acaba convidando o garoto para participar de seu clã, e assim começa o jogo.

clique para ampliar.
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O game tem 400 quests (sim!!) e 19 territórios para explorar, e o ápice da diversão de FFTA2, para mim, é conhecer e desbloquear 55 Jobs (algumas só são liberadas após completar determinadas quests) entre as 6 raças diferentes de Ivalice: Humes (humanos), Moogles (as criaturas fofinhas clássicas de FF), Vieras (as guerreiras com orelhas de coelho), Bangaas (uns lagartões alaranjados), Nu Mou (equivalentes dos elfos) e as novas Grias (mulheres com chifres, asas e rabinho de demônio) e Seeqs (uns “orcs” com cara de tubarão).

Além de Luso e Cid, outros personagens importantes para a trama são recrutáveis: Adelle, uma ladra que tem um enorme poder adormecido; Hurdy, o moogle bardo que é um dos irmãos de Montblanc (FFTA e FFXII); Frimelda, uma paladina tida como a maior espadachim de Ivalice, que foi amaldiçoada e transformada numa zumbi (entra para o clã após 5 quests cansativas serem completadas); Vaan e Penelo, de Final Fantasy XII, também dão as caras aqui, bem como Al-Cid, um mulherengo que foi NPC do mesmo game; e por fim, o próprio Montblanc, um moogle Black Mage (estes dois últimos ficam disponíveis apenas após o jogo ser completado).

Cid, Hurdy, Luso e Adelle.
Cid, Hurdy, Luso e Adelle.

O grande lance de FFTA2 ainda é aprender as Abilities – dos tipos Action, Command, Reaction e Support – dos equipamentos, que aqui têm um diferencial de seu antecessor FFTA: não aparecem normalmente nas lojas para serem comprados. Primeiro, você tem que colecionar os Loots, itens de síntese que você ganha nas batalhas ou roubando dos oponentes, e ir até o Bazaar (uma opção das lojas) para ir desbloqueando as armas, armaduras, acessórios etc. Quanto mais raros os Loots, melhores os equipamentos liberados. E alguns são prêmios das quests também, como de hábito.

FFTA2 é pura diversão, mesmo quando você gasta horas e horas só fazendo questzinhas aleatórias e que não interferem na história do game. Eu, por exemplo, gastei mais de 100 horas para zerar só fazendo isso. Uma das minhas insatisfações é referente à dificuldade de recrutar novos membros para o clã. Têm certas raças que aparecem em certos meses e em certos territórios (sim, é assim bem difícil), e muito aleatoriamente, o que obriga o jogador a ficar andando pelo mapa na esperança de que algum novo membro para o grupo apareça, e às vezes nem vem com a classe ou com os atributos desejados, o que nesse caso eu recomendo salvar o jogo antes de ir no balãozinho com um ponto de interrogação, e resetar o jogo caso não venha aquilo que o seu clã esteja precisando no momento. E parece que as novas raças são as mais difíceis de conseguir; um Seeq e uma Gria só apareceram para mim depois de umas 40 horas jogadas, o que atrapalhou um pouco o andamento das quests, que dependiam dessas raças para serem concluídas. A outra insatisfação é a falta de originalidade na trilha sonora, que em sua maioria – principalmente as das batalhas aleatórias e quests que não têm importância ao enredo – são reaproveitadas do FFTA.

Fiquem agora com um dos poucos temas originais do game, “Luso’s Theme”:

Fora isso, “Final Fantasy Tacticts A2” é um jogo lindo, divertido, cheio de eventos e sidequests que entretem, a trama tem humor, tem drama, tem terror, é um “joguinho de bolso” completo!

Leia também os outros Game Retrô que escrevi no Green Dimension:

• [Game Retrô] Super Mario World 2 – Yoshi’s Island
• [Game Retrô] Final Fantasy Tactics

Artista do Mês: Leonardo DiCaprio

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Ressuscitei um post do finado Green Dimension que era originalmente semanal e depois passou a ser mensal, mas aqui vai ser especial por enquanto, que é Artista do Mês, para falar dele, sim, o ator de Hollywood que ganhou o Oscar no último domingo (28) e que foi o mais comemorado de todos os tempos: Leonardo DiCaprio.
O DiCaprio já era, por anos, motivo de chacota e de memes devido a suas indicações como Melhor Ator na premiação anual e que, até 2016, nunca havia ganhado nenhum (a maioria das vezes, injustamente, claro). Vou falar de cada indicação dele, mas após falar sobre seus filmes.

Leonardo Willhelm DiCaprio, hoje com 41 anos, começou nas telonas aos 16 em “Criaturas 3” (que eram uma espécie de Gremlins do Paraguai só que mais violentos), em 1991, e desde então não parou mais, mas só ganhou fama mundial após ao estrondoso sucesso do diretor James Cameron “Titanic” (1997), e desde então DiCaprio tem estrelado muitos sucessos.


Meus filmes favoritos com ele são “Gilbert Grape – O Aprendiz de Sonhador” (1993), no qual atuou com Johnny Depp e interpretou um deficiente mental que lhe rendeu sua 1ª indicação ao Oscar como Melhor Ator Coadjuvante; por motivos óbvios “Titanic”, onde ele interpretou um imigrante que pegou a garota rica no maior transatlântico de sua época e que morreu no final (todos chora); no ano seguinte, “O Homem da Máscara de Ferro”, no papel título baseado na obra de Alexandre Dumas; em “A Praia” (1998), onde ele contracena com a linda da Tilda Swinton ♥; no belo “Foi Apenas Um Sonho” (2008), onde ele e Kate Winslet voltam a trabalhar juntos; “A Ilha do Medo” (2010) eu acho meio perturbado, e “A Origem”, no mesmo ano, é massa pra caralho (Christopher Nolan \o/); em “Django Livre” ele tá foda como vilão (o cara deu sangue pelo filme, literalmente, na cena onde ele corta a mão de verdade quando ele tá um murro na mesa); e, por fim, “O Grande Gatsby” pelo conjunto da obra, desde a trilha sonora, até a produção etc.

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Filmes dele que não vi mas quero muito ver: “O Diário de um Adolescente” (1995), “As Filhas de Marvin” (1996), “O Aviador” (2004) “Os Infiltrados” (2006) e “O Regresso” (2015) (sim, infelizmente ainda não pude assistir ao filme que deu o Oscar ao Leozinho).

Filmes dele que achei chatos: “Romeu + Julieta” (1996): superestimado; “Prenda-me se For Capaz” (2002): nossa, foi o Spielberg quem fez isso??; “Gangues de Nova York” (2002): muito zzzzz; “J. Edgar” (2012): parado demais; “O Lobo de Wall Street” (2013): não consegui assistir todo, pois longo e chato demais.

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Agora, o que importa na vida de um(a) ator/atriz: as indicações ao Oscar: a 1ª, por “Gilbert Grape”, muito injusto ele não ter vencido, pois já aos 16 anos ele arrasou e mostrou a que veio; a 2ª indicação, quase 10 anos depois, foi para Melhor Ator (em papel principal) e perdeu para o James Foxx no seu papel em “Ray” (não vi nenhum dos dois filmes então não saberia opinar hehe); em 2007 veio a 3ª indicação por seu papel em “Diamante de Sangue”, e perdeu para o Forest Whitaker por “O Último Rei da Escócia” (ok, aí eu entendo que não tava favorável pro Leo); na 4ª indicação, em 2014, DiCaprio, por seu papel em “O Lobo de Wall Street” perdeu (meio que merecidamente) para o Matthew McConaughey, pelo sensacional “Clube de Compra Dallas”; mas na 5ª vez, acho que os velhotes da Academia se renderam ao talento do Leozinho e, também para pagar essa dívida para com este excelente ator, finalmente concederam a ele o tão desejado Oscar.

Vai que é tua Leo!

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Espero que venham mais estatuetas por aí pra você pois tu é o cara, tu merece!

P.S.: Vê se da próxima vez, não esquece a estatueta num restaurante de novo também, viu? Hahahaha