Marvel anuncia evento estrelado por versões de Venom

A Marvel anunciou Venomverse, um sucessor espiritual do saga Aranhaverso (Spiderverse) de 2014, e promete ser a maior história do Venom de todos os tempos. Como o Aranhaverso fez com o Homem-Aranha, Venomverse unirá uma multidão de simbiontes Venom fundidos a outros personagens do multiverso Marvel.

A editora recentemete devolveu o simbionte alienígena ao hospedeiro original do Venom, Eddie Brock. O escritor da saga, Cullen Bunn, e o editor Devin Lewis, estão determinados a mostrar o lugar ao qual Venom pertence. “Se o Spiderverse foi O Resgate do Soldado Ryan, o Venomverse será como Duro de Matar”, disse Lewis ao Nerdist.

Por vários anos, o simbionte do Venom esteve unido ao herói de guerra Flash Tompson. Flash ensinou ao simbionte senciente a ser um herói, se aliando aos Vingadores e aos Guardiões da Galáxia. Quando os Guardiões caíram na Terra durante os eventos de Guerra Civil II [ainda inédita no Brasil], a equipe criativa por trás de Venomverse viu uma oportunidade de seguir em frente com uma nova e ainda familiar direção. “Esta foi uma oportunidade que vimos, não apenas em colocar Venom de volta à Terra, mas também para recentralizá-lo como vilão do Homem-Aranha”, explica Lewis.

O artista Clayton Crain criou várias imagens com versões Venom de alguns dos mais populares personagens Marvel. O painel fará parte das capas de cinco edições de Venomverse e podem ser vistas abaixo. Estas versões Venom não estarão apenas nas capas, como terão um importante papel na história da saga, tais como Pantera Negra, Mary Jane e Velho Logan.

Os antagonistas da série serão chamados Poisons (“Peçonhas”?), e eles tomarão controle de outros personagens Marvel também. Lewis diz que “os Poisons estarão presentes como único desafio para estes Venoms, que são alguns dos mais poderosos personagens no Universo Marvel. Eles são a resposta natural aos simbiontes.”

Nas artes conceituais, podemos ver um Poison Hulk e versões Venom de Pantera Negra, Velho Logan e Gwenpool. Outros personagens incluem Pork Grind (o Venom do universo do Porco-Aranha) e VenomPool (a versão Venom do Deadpool de um universo alternativo anteriormente explorado). A minissérie “Edge of Venomverse”, o prelúdio para a saga, terá histórias das versões Venom de Wolverine, Gwenpool, Motoqueiro Fantasma, Velho Logan e Deadpool.

Venomverse #1 chega às bancas americanas em setembro.

Fonte: Comicbook.com

Anúncios

[Primeiras Impressões] Força-V

Publicadas desde dezembro de 2016 na revista mensal “Avante, Vingadores!” da Editora Panini, as histórias da Força-V (A-Force), o supergrupo Marvel só com mulheres, estão muito boas, bem acima da média da Casa das Ideias (outra série que estou gostando bastante é de Fabulosos Inumanos).

O grupo surgiu em um dos especiais da famigerada saga “Guerras Secretas” (2015), com origem e situações diferentes, mas lá vimos a 1ª aparição da personagem que é a “força motriz” da Força-V, a Singularidade, que, até então, não tem origem explicada e é superpoderosa, porém ingênua feito uma criança. Quando ela chega em nossa realidade, é acompanhada de um também poderoso vilão chamado aqui chamado de Antimatéria, que tenta de tudo para destruí-la, pois ela é o único ser capaz de feri-lo, e a “jovenzinha azul” é ajudada por super-heroínas que provavelmente nunca iriam se juntar para montar um time: Mulher-Hulk (Jennifer Walters, prima de Bruce Banner, o Hulk original, e ex-vingadora e ex-Quarteto Fantástico), Capitã Marvel (Carol Danvers, membro dos Supremos e líder da Tropa Alfa), Medusa (Medusalith Amaquelin-Boltagon, rainha dos Inumanos), Cristal (Alison Blaire, mutante, cantora pop e ex-x-man) e Nico Minoru (portadora do poderoso Cajado do Absoluto e ex-Fugitivos).

Capas de 1 a 6 de A-Force.

.
Elas se unem de forma emergencial enquanto tentam deter Antimatéria, e Singularidade tenta desesperadamente fazê-las se lembrar de que são amigas desde o Mundo Bélico de Guerras Secretas, mas as heroínas não lembram de suas vidas em Arcádia (nome da nação onde viviam no Mundo Bélico), mas mesmo assim decidem ajudá-la e permanecerem unidas para deter as ameças que estão vindo para nosso planeta vindos da mesma dimensão de Singularidade. Duas das “coisas” que surgem na Terra e que a Força-V acabam encontrando foram um dragão chamado de Baronesa e de uma Thor Cristal. A “Alison do Trovão” acaba entrando para a equipe após ajudá-las a deter a Baronesa.

O mais legal desse time é que a Mulher-Hulk, que organicamente tornou-se a líder, sempre acaba batendo de frente com a Medusa, que frequentemente contesta as ordens da Jen, talvez pelo fato de ela ser uma rainha e teimosa, mas Jen, com seu gênio forte, nunca se deixa ser peitada pela inumana.

Estou adorando a série, e só li os seis primeiros números. Adoraria que a roteirista G. Willow Wilson (que também é responsável pela elogiada série Ms. Marvel) e o ótimo desenhista Jorge Molina (Homem-Aranha, X-Men) fizessem com que a série durasse mais, mas a princípio, foi descontinuada na 10ª edição. Espero que a Marvel retome a superequipe feminina com novos criadores e, quem sabe, novas integrantes.

Pílula X #15

Para ajudar na divulgação do canal Pílula X, segue vídeo da semana onde falo sobre os filmes Uncharted, Dark Universe (universo compartilhado de monstros da Universal), Silver & Black, Novos Mutantes e da série animada Castlevania! Curta o vídeo e assine o canal!

Conto com o apoio de vocês na expansão do canal, curtindo o vídeo, divulgando-o e assinando o canal.
Obrigado e abraços!

Comercial nostálgico de Dragon Quest XI celebra os 31 anos da saga

Nesta madrugada, a Square-Enix transmitiu um gameplay de Dragon Quest XI, e também exibiu um nostálgico comercial do game, onde um garotinho joga todos os capítulos da saga através dos anos, até virar adulto e finalmente jogar DQXI. Hoje completam-se 31 anos da saga, pois o primeiro capítulo de Dragon Quest foi lançado neste dia em 1986, para Famicon (o Nintendinho japonês). Assista:

Assista abaixo o livestream de 25 minutos com gameplay do novo Dragon Quest nas plataformas Playstation 4 (a partir de 30:53) e Nintendo 3DS (a partir de 46:16):

O lançamento oficial para PS4 e 3DS está previsto para 29 de Julho no Japão. O lançamento para Nintendo Switch ainda não possui data confirmada. Sem previsão para lançamento do game no Ocidente neste ano.

Fonte: Omelete.

[Resenha] El Dorado

Lançado hoje “El Dorado”, o 11º álbum de estúdio da cantora colombiana Shakira (inclusive já está no Spotify), 4 anos depois de seu álbum anterior, autointitulado. Bom, dois dos meus grandes apelos sempre quando ela lança álbum novo são: 1) que ela cante mais em espanhol; 2) que ela volte às suas origens. Meu apelo número 1 foi atendido: 9 das 13 canções do álbum são em sua língua pátria, já o apelo número 2, ela bem que tentou, mas fez um disco bem genérico, criando algo bem parecido com o estilo dos cantores com os quais ela fez dueto neste álbum (aliás, quanta participação tem El Dorado, hein! 7 ao total), podendo bem ser algo do Maluma ou do Prince Joyce (reggaeton ou alguma coisa caribenha). Estou decepcionado e chego à conclusão de que a Shakira roqueira dos anos 1990 não volta mais. Essa sim foi morta e substituída.

São poucas, mas têm algumas músicas que se salvam: “Me Enamoré”, que é a mais dançante delas e é uma declaração de amor ao Piqué, marido da cantora; as românticas (meu ponto fraco) “Nada”, “Toneladas” e “Coconut Tree“; “Chantaje” (uma das DUAS com o Maluma) até que é boazinha também (pra dançar).

Como ela colocou no álbum os duetos que ela fez durante o último ano, então já são alguns clipes lançados até agora. São eles:

Título: El Dorado
Lançamento: 26 de maio de 2017
Duração: 43:57
Gravadora(s): Sony Latin
Produção: Shakira, Supa Dups, Cashmere Cat, Luis Fernando Ochoa e Rude Boyz.
Nota do Gilga: 6,5.

[Resenha] Supergirl – 2ª temporada

Concluída nesta semana a 2ª temporada da série Supergirl, que, neste ano, passou da CBS para CW, e que pode-se dizer, com certeza, de que foi uma temporada onde aconteceu MUITA coisa na vida da prima do Superman. A começar pela maior delas, a chegada na Terra de Mon-El de Daxam (Chris Wood), superalien que ela se encarregou de treinar e, após muitos episódios de implicância um com o outro, acabaram se apaixonando (clássico), e até engataram um namoro. Também tivemos as sensacionais participações de Superman/Clark Kent (Tyler Hoechlin) em 3 episódios (nos dois primeiros e na season finale), além das aguardadas e também maravilhosas participações dos atores Kevin Sorbo (Hercules) e Teri Hatcher (a Lois de Lois & Clark), que interpretaram os pais de Mon-El e regentes de Daxam, além de Lynda Carter (a eterna Mulher-Maravilha do seriado dos anos 1970), que aqui interpreta a Presidente dos EUA (fuckYEAH) Olivia Marsdin.
Foi um ano importante também para Alex (Chyler Leigh), irmã de Kara/Supergirl e melhor agente da DOE. Ela se descobriu homossexual e se apaixonou pela policial de National City Maggie Sawyer (Floriana Lima); depois da saída de Cat Grant (Calista Flockhart), James Olsen (Mehcad Brooks) passa a ser o editor-chefe da Cat Media, e ainda assim encontra tempo para combater o crime nas ruas de National City usando o codinome Guardião, com a ajudinha do amigo Winn (Jeremy Jordan); Hank/J’onn J’onnz (David Harewood) também ganhou, por um tempo, um parzinho romântico para chamar de seu ao conhecer a bartender Megan (Sharon Leal), que também veio de Marte e se chama M’gann M’orzz (ou Miss Marte) etc.
Tivemos a aparição de menos vilões diferentes nesta temporada. Foram eles Metallo, Roleta, Mxyzptlk e os Marcianos Brancos.

Nesta temporada, tiveram vários momentos em que praticamente uma versão alternativa da Liga da Justiça apareceu na tela, com Supergirl, Superman, Caçador de Marte, Guardião e Mon-El entrando em ação.

.
O que eu gostei:
* A série Supergirl é, pelo menos das que eu assisto, a mais importante e dura criticadora do governo Trump, ao abordar a questão dos imigrantes alienígenas em National City e como isso afeta os dois lados, e sobre como as personagens Supergirl e a Presidente Marsdin tentam defender aqueles que estão procurando na Terra asilo de todas agruras e sofrimentos que passaram em seus planetas-natais, dando-lhes solidariedade ao invés de uma ignorante xenofobia;
* Outra questão importantíssima foi a maneira empática e sensível em abordar a homossexualidade da personagem Alex, e em como a representatividade sim importa nas séries de TV, mostrando que ela ajudou os telespectadores gays que tinham dificuldades de aceitarem sua própria sexualidade, gerando lindos relatos como este;
* Gostei como James Olsen ganhou mais destaque nesta temporada, depois de passar a primeira sem quase fazer nada e só se humilhar pela Kara (pra depois eles ainda acabarem de uma vez por todas as chances de terem um relacionamento no final da temporada), aqui ele virou chefe e ainda um super-herói mascarado, dando ao personagem mais cenas de ação;
* Gostei também de Alex e J’onn J’onnz ganharem mais destaque;
* Do Superman (já falei isso aqui). Ponto;
* Por mais que as pessoas torçam o nariz para musicais, o episódio musical e também crossover com Flash (Grant Gustin), que aconteceu na série do Barry Allen, foi divertido pra caralho;
* Parece que a troca de emissora veio para o bem da série. As lutas e os efeitos estão melhores, de uma maneira geral;
* Das participações especiais, principalmente das atrizes com algum histórico em seriados de personagens da DC Comics.

O que eu não gostei:
* Apesar de ser claramente superior à temporada anterior, a 2ª ainda teve muitos episódios para encher linguiça (os famigerados “fillers“);
* Muito drama romântico, que me perdoe Mon-El. Quanto sofrimento desnecessário;
* Por que toda série da Warner os mocinhos todos têm que ter, necessariamente, pares românticos/interesses amorosos? Ser solteiro não é crime;
* O namoro do Winn com a alienígena Lyra (Tamzin Merchant). Não curto relacionamento abusivos, mesmo quando o homem é a vítima;
* A saída da Cat do elenco. Ela era a mais engraçada da série. Uma pena;
* 23 episódios e nada do Mon-El usar um uniforme. Que mancada, hein, CW..;
* A season finale foi um pouco decepcionante.

O que vem por aí:
* Com aquele flashback na season finale, podemos esperar muitas encrencas causadas por um kryptoniano do mal (não se sabe quem pode ser, mas tem algumas hipóteses aqui, em inglês);
* Também está sendo esperado a aparição da Legião dos Super-Heróis na 3ª temporada. Pra isso, estou ansioso;
* Espero também mais participações tanto do Superman quanto dos outros heróis Warner, ou algum dos quadrinhos que ainda não deu as caras na TV.

Que sogra a Kara foi arranjar, hein. Misericórdia…

.
Muito drama, ação, comédia e ficção científica nessa divertida série da CW, que está menos paradinha em relação à 1ª temporada e com efeitos especiais melhores (ficam devendo mesmo assim em algumas cenas, mas de uma forma geral, melhores), a 2ª temporada da Garota de Aço está supimpa!

Título original: “Supergirl”.
Ano de estreia: 2016 (2ª temporada).
Criado e produzido por: Greg Berlanti, Alli Adler e Andrew Kreisberg.
Elenco: Melissa Benoist, Mehcad Brooks, Calista Flockhart, Chyler Leigh, Jeremy Jordan e Chris Wood.
Duração: 22 episódios de +/- 45 minutos cada.
Nota: 8,5.

Surge trailer de Castlevania, série animada da Netflix

Primeiros vislumbres da série animada de Castlevania, da Netflix. Assista abaixo:

Com um lindíssimo visual de animes (me lembra um pouco Thundercats), vemos um castelo megalomaníaco e esqueletos empalados, e a narração dizendo que precisamos de um “salvador”. Nisso, aparece Belmont e seu chicote, “o homem que matará Drácula“, enquanto o vampiroso sai do caixão flutuando e lança raios pelas mãos.

A animação, que foi anunciada em fevereiro, é baseada na franquia de games da Konami, Castlevania será lançado em 7 de julho, daqui há duas semanas.

Último trailer de “Valerian”

Também liberado nesta quarta o 3º (e último?) trailer de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”. Assista legendado:

O vídeo serviu mais para mostrar a ação (adorei a cena em que Valerian atravessa paredes e vários cenários) e o belíssimo visual (com um orçamento de US$ 220 milhões também…) do filme que é dirigido por Luc Besson.

Estão no elenco Dane Dehaan, Cara Delevingne, Clive Owen, Ethan Hawke e Rihanna. O filme estreia em 10 de agosto no Brasil.

Veja imagens de Star Wars VIII

Nesta semana é comemorado o 40º aniversário do lançamento de “Star Wars – Uma Nova Esperança”, e a revista Vanity Fair celebra nos dando um olhar no novo filme da saga, “Star Wars – Os Últimos Jedi”.
Uma galeria de imagens com o elenco e personagens foi criada pela talentosa fotógrafa Annie Leibovitz. As novas fotos incluem Rey (Daisy Ridley), Luke (Mark Hamill) e Kylo Ren (Adam Driver), junto de outros grandes personagens. Entretanto, há algumas fotos que se destacaram do resto. A primeira foto com a saudosa Carrie Fisher, caracterizada como Leia Organa, beijando sua filha Billie Lourd. Há duas fotos mostrando novos personagens, Amilyn Holdo (Laura Dern) e DJ (Benicio Del Toro).

Star Wars VIII estreia nos cinemas brasileiros em 14 de dezembro.

Fonte: Comicbook.

Novo trailer de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”

Liberado o 3º trailer (e, acredito, o último) de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Assista legendado:

O vídeo tem muitas cenas de ação, mostra conexões com o “Capitão América: Guerra Civil” onde o novo Homem-Aranha (Tom Holland) e a motivação do vilão Abutre (Michael Keaton).

Homem-Aranha: De Volta ao Lar estreia em 6 de julho.