[Atualizado] 1º trailer de “Homem-Aranha – De Volta ao Lar”!

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Está no ar o 1º trailer legendado de “Homem-Aranha – De Volta ao Lar”:

Achei inusitado eles já saírem mostrando várias cenas de ação já com o Aranha e quase nada com o Peter Parker (Tom Holland) na escola com o elenco adolescente de apoio. Tem Tony Stark (Robert Downey Jr.) com suas piadinhas roubando a cena (espero que não passem disso e deixem o garoto brilhar sozinho), tem o visual completo do vilão Abutre (interpretado por Michael Keaton) que eu achei a melhor coisa do trailer, tem o Aranha planando com suas asinhas de teias e mostrando ser mais forte que o Aranha do Tobey Maguire, não parando um trem ou segurando um bondinho teleférico, mas sim segurando duas metades de um TRANSATLÂNTICO (exagerado). O filme parece que vai ser bem aventuresco e adolescente “rootzera” (era uma música da Selena Gomez tocando?), e não aquele engano hipster que foram os anteriores com o Andrew Garfield.

“De Volta ao Lar” estreia em  6 de julho de 2017 no Brasil.

[Atualizado às 13h44] Existe a versão internacional do trailer com cenas diferentes, inclusive com os personagens da escola e até Tia May (Marisa Tomei) aparece rapidamente:

Quando este ganhar legendas, atualizo aqui.

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[Game Retrô] Pokémon Diamond

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Em 2007 era lançado, para Nintendo DS, a 4ª geração de “monstrinhos de bolso” com os games Pokémon Diamond/Pokémon Pearl. Depois de começar e não terminar outros jogos da franquia (Pokémon Gold, Pokémon Emerald, Pokémon Black), finalmente peguei o Diamond e zerei. Foram mais de 50 horas jogadas, e foi tão divertido que nem senti essas horas passarem.

Piplup, Chimchar e Turtwig, os iniciais da 4ª Geração.

Piplup, Chimchar e Turtwig, os iniciais da 4ª Geração.

A história de Diamond/Pearl se passa em Sinnoh, e a escolha do pokémon inicial é diferente das versões anteriores: ao invés de seu personagem ir ao laboratório do Professor Pokémon (a cidade inicial é Sandgem) e escolher uma das 3 poké bolas, você e seu rival encontram uma maleta do Professor Rowan que sua assistente acidentalmente deixou cair na grama alta, e eles acabam tendo de pegar um dos iniciais para poderem se defender de um Starly que os ataca. Após isso, Rowan acha o ato deles heroico e deixa os pokémon com eles, além de presenteá-los com um Pokédex para que eles possam registrar todos os 150 monstrinhos de Sinnoh para ajudá-lo em suas pesquisas.

A dinâmica do game é igual às dos outros, conseguir as 8 insígnias (badges) derrotando os Líderes de Ginásio (Gym Leaders) para, assim, ingressar (enfrentar) na Elite dos Quatro (Elite Four) e se tornar o grande Campeão do jogo.

Roark, Gardenia, Fantina, Maylene, Crasher Wake, Byron, Candice e Volkner.

Roark, Gardenia, Fantina, Maylene, Crasher Wake,
Byron, Candice e Volkner.

Os Gym Leaders são:
Roark (Oreburgh City): Especializado em pokémon do tipo Pedra (Rock Type);
Gardenia (Eterna City): Especializada em pokémon do tipo Planta (Grass Type);
Maylene (Veilstone City): Especializada em pokémon do tipo Lutador (Fighting Type);
Crasher Wake (Pastoria City): Especializado em pokémon do tipo Água (Water Type);
Fantina (Hearthome City): Especializada em pokémon do tipo Fantasma (Ghost Type);
Byron (Canalave City): Especializado em pokémon do tipo Metal (Steel Type);
Candice (Snowpoint City): Especializada em pokémon do tipo Gelo (Ice Type);
Volkner (Sunyshore City): Especializado em pokémon do tipo Elétrico (Eletric Type).

Uma coisa que eu adoro na franquia é nos puzzles (ou “quebra-cabeças”, pros leigos) que é necessário passar para poder enfrentar o Líder de Ginásio, um mais bem bolado do que o outro, sem contar os vários Treinadores (que possuem pokémon do mesmo tipo usado pelo Líder) que é preciso batalhar no caminho, não é aquele melzinho com sopa do Ash no anime.

Bom, outro elemento clássico de Pokémon é a equipe criminosa, e a daqui é o Team Galactic. Seus comandantes têm nomes de planetas, e o líder deles, Cyrus, tem um plano que envolve energias alteranativas e pokémon lendários para criar um outro Universo, num dos planos mais mirabolantes e ~sci fi~ até então.

Outra coisa que gosto bastante em Pokémon são as inúmeras áreas no mapa que vão sendo liberadas após você ensinar aos seus pokémon as HM (Hidden Machines), movimentos (ou “golpes” ou “ataques” ou “skills” etc) como “Cut” para cortar os arbustos que bloqueiam o caminho, “Rock Smash”, para esmagar rochas, “Strength” para empurrar rochas redondas, “Rock Climb”, para escalar e acessar itens e outros caminhos, “Surf” para acessar outros lugares através da água, e “Fly” para voar para as cidades que você já visitou. Aqui, não basta ensinar a um pokémon e sair usando a HM, é necessário, antes, ter uma espécie de “permissão” ao derrotar um Líder de Ginásio (geralmente o seguinte a encontrar o item) para poder usar o movimento no mapa (nas batalhas, é permitido desde o começo).

Outra coisa que me cativou em Diamond foram as trilhas, caras, principalmente as de batalhas. Vou deixar aqui minhas preferidas:

Eu poderia ficar aqui esplanando sobre mais detalhes, como aprender novos movimentos para os pokémon, evolui-los, os Pokémon Contest (concurso de beleza, que inclusive venci), dos itens (de loja ou de tesouros), dos tipo de pokémon (água, fogo, planta etc), dos tipos de batalhas etc, mas daí seria me alongar muito, mas sim, a franquia Pokémon tem coisa pra caralho pra fazer, não é só batalha e batalha em si.

Segue print dos meus pokemão no hall da fama.

Meu time final: Lucario, Luxray, Dialga, Gyarados, Infernape e Roserade. Não tinha nem um diretor de fotografia pra dizer que o Gyarados tampou a cara do Infernape e este, por sua vez, encobriu a cara da Roserade, poderiam ter colocado os maiores para trás, mas enfim.

Meu time final: Lucario, Luxray, Dialga, Gyarados, Infernape e Roserade. Não tinha nem um diretor de fotografia pra dizer que o Gyarados tampou a cara do Infernape e este, por sua vez, encobriu a cara da Roserade, poderiam ter colocado os maiores para trás, mas enfim.

Depois de zerar o jogo (derrotar a Elite Four e a Champion), ainda tem uma área que se torna acessível, a Fight Area, onde tem uma Battle Tower (com diferentes formas de batalhas), a Survival Area, Stark Mountain e a Resort Area, então nada de parar de jogar depois de ler “Fin” na tela, hein. Mais um incentivo para continuar jogando (inclusive ainda estou).
Enfim, este game é recomendadíssimo!

P.S.: Em breve terei em mãos um exemplar de Nintendo 3DS e um de Pokémon Moon (lançado há poucos dias) em mãos, portanto, aguardem resenha desse maravilhoso jogo em breve.

Leia também os outros Game Retrô:

• [Game Retrô] Super Mario World 2 – Yoshi’s Island
• [Game Retrô] Final Fantasy Tactics
• [Game Retrô] Final Fantasy Tactics A2
• [Game Retrô] Kingdom Hearts: Birth by Sleep – Final Mix
• [Game Retrô] Dragon Quest IX

[Resenha] Westworld – 1ª temporada

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Foi ao ar no último domingo (04) o 10º e último episódio da 1ª temporada de “Westworld”, série da HBO que vem causando um certo sucesso e “alvoroço” por seus mistérios e trama complexa e instigante. Baseada no filme homônimo de 1973, “Westworld” trata de um parque, num futuro distante (ou não, já que não sabemos em que ano a história se passa), onde as pessoas podem visitá-lo e, a caráter, viver no Velho Oeste, onde “não há limites”, como diz o próprio slogan da atração, pois você pode transar com e até matar quem você quiser lá, pois todos os “personagens” – os “anfitriões” (hosts) – são androides feitos à imagem e semelhança dos humanos. Mas aí é que está: os anfitriões foram construídos tão perfeitamente que eles quase possuem consciência. Possuem todos os nossos sentimentos e ainda sentem dor. Cada anfitrião possui uma “história”, que ele vive até completar um ciclo (ou um dia, ou até ser morto ou completar uma “narrativa” com os visitantes), e após isso, ele tem a memória apagada para viver tudo de novo ou até viver novos personagens. Só que alguma coisa aparentemente sai errada e alguns anfitriões estão “perdendo a linha”, diriam alguns funkeiros…

Pelo amor de Arceus, como eu amo esta abertura! ♥

Aqui vamos ao principais personagens da série:
Dr. Robert Ford (Anthony Hopkins): Um dos criadores de Westworld. Atualmente é responsável por criar as narrativas do parque. É um personagem imponente e misterioso, e parte de seu mistério envolve os acontecimentos que se seguiram antes da abertura do parque, há 35 anos;
Bernard Lowe (Jeffrey Wright): Principal responsável pelo setor de Comportamento do parque, que cuida de problemas comportamentais dos anfitriões. Seu passado, desconhecido até por ele, está ligado com a criação do parque;
Dolores Abernathy (Evan Rachel Wood): A principal anfitriã que recebe o foco na série, sua narrativa atual é bem enfadonha: todo dia ela acorda, se arruma, dá bom dia pro seu pai, vai de cavalo até o centro da cidade, compra alguns itens no mercado, deixa cair uma lata enquanto coloca as compras na bolsa de seu cavalo até que um visitante – ou não – apanha a lata e devolve à ela. A história de Dolores é bem mais complicada do que parece, pois ela começa a ter flashbacks de vidas passadas, e pra entender tudo isso, só assistindo à temporada inteira;
“Homem de Preto” (Ed Harris): O personagem que eu mais odiei no começo, ele chega no parque tocando o terror e matando vários anfitriões com requintes de crueldade na tentativa de encontrar um tal “labirinto”, um nível mais interessante do parque, visto que ele já se cansou das atrações normais depois de 30 anos de visitas;
William (Jimmi Simpson) e Logan (Ben Barnes): A chegada dos dois, há 30 anos, acabou mudando os rumos de Westworld e de uma anfitriã em específico. Logan é dono de uma empresa interessada em investir no parque e é um homem cruel e mau caráter, enquanto William, seu cunhado, é um cara gentil e acaba se apaixonando por Dolores;
Maeve (Thandie Newton): A anfitriã que é cafetina da cidade, sua rotina também é enfadonha até que ela começa a ter flashes de uma vida passada, onde ela tinha uma filha. Ela tenta entender o que está acontecendo com ela e passa por muitos conflitos. É a personagem que mais sofre mudanças durante a temporada e não tem como não torcer por ela quando ela passa a ter as rédeas de seu destino.

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Ford (Hopkins) e Bernard (Wright) nos bastidores de Westworld (no caso, do parque, e não da série).

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Dolores (Wood) encontra o Homem de Preto (Harris) pela primeira vez.

Confesso que achei a série MUITO CHATA nos primeiros episódios, e quase pensei em desistir dela, mas daí lembrei que foi assim também com “Game of Thrones” (o maior sucesso do mesmo canal), e resolvi dar uma chance. As coisas começam a ficar MUITO INTERESSANTES mesmo a partir do 6º episódio.

O grande lance de não se perder tentando acompanhar a trama de “Westworld” é ter em mente que ela se passa em três linhas temporais distintas: uma no presente (Homem de Preto procurando o labirinto), uma há 35 anos (antes da abertura do parque, nas conversas de Dolores e Bernard – essa linha temporal aparece mais pros últimos episódios) e há 30 anos (a primeira visita de William, acompanhado de Logan), porque a série não explica isso e passa os três momentos todos misturados, e o telespectador fica muito bem sem saber que época está assistindo, só prestando muita atenção.

Passados os entraves iniciais, “Westworld” é uma série visualmente bonita (com suas paisagens e fotografia), com ótimas atuações (Anthony Hopkins monstro como sempre, sem contar os outros atores que também arrebentam), e deveras intrigante e divertida, ainda mais com os acontecimentos dos dois últimos episódios, que laçou a todos que a acompanharam, nos deixando ávidos pelo que virá na 2ª temporada, e pelos mistérios ainda a serem desvendados. “Westworld” tem tudo para ser uma nova “Lost” no quesito série de mistérios, mas tomara que tenha uma final melhor e mais amarrado, né, gente. Eu aposto que sim. Ah, e sabe quem pirou com “Westworld” também? Hideo Kojima, o criador da série de games “Metal Gear”, pelo fato do personagem Dr. Ford dizer que o que importa na narrativa não é a tecnologia e a história em si, e sim os detalhes, as sutilezas etc. Leia tudo aqui.

Título original: “Westworld”.
Ano de estreia: 2016.
Criado e produzido por: Jonathan Nolan, Lisa Joy, Athena Wickham, Bryan Burk,
Jerry Weintraub e J. J. Abrams.
Elenco: Evan Rachel Wood, Anthony Hopkins, Angela Sarafyan, Ed Harris, Ingrid Bolsø Berdal, James Marsden, Jeffrey Wright, Luke Hemsworth, Rodrigo Santoro, Shannon Woodward, Sidse Babett Knudsen, Simon Quarterman e Thandie Newton.
Duração: 10 episódios de +/- 60 minutos cada.
Nota: 8,5.

Novo trailer da série “Legion”

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“Legion”, a série FX em parceria com a Marvel e baseado em um personagem da franquia X-Men, ganha novo trailer. Assista abaixo:

No vídeo, vemos David Haller (Dan Stevens) sendo perseguido por ser mutante e encontrando refúgio e ajuda entre outros mutantes (ou estaria isso tudo acontecendo em sua mente esquizofrênica?).

Nos quadrinhos, Legião é o codinome de David Haller, o jovem filho bastardo de Charles Xavier que tem problemas de múltiplas personalidades, e que cada personalidade tem um poder. David apareceu pela 1ª vez nas HQs em New Mutants #25 (1985) e é um mutante nível ômega.

“Legion” estreia simultaneamente nos EUA e no Brasil em 8 de fevereiro de 2017.

P.S.: Quando surgir trailer legendado, atualizo o post.

Primeiro trailer do reboot de A Múmia (sim)

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Para quem não estava sabendo (inclusive eu, até essa semana), vai rolar um reboot de “A Múmia” com Tom Cruise e Russell Crowe no elenco, e a Universal Pictures liberou o primeiro trailer completo filme. Assista abaixo, legendado:

Um vacilo dos caras liberarem esse trailer com um avião caindo a tão poucos dias do acidente com o Chapecoense, mas tirando essa falta de insensibilidade deles, o filme parece que vai ser bom.

Abaixo, o pôster do longa:

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O novo “A Múmia” estreia nos cinemas brasileiros em 8 de junho de 2017.

 

1º trailer completo de Guardiões da Galáxia vol. 2!

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Durante a CCXP, que ocorre em São Paulo entre os dias 1 a 4 de dezembro, o diretor James Gunn apresentou o primeiro trailer completo de “Guardiões da Galáxia vol. 2”. Assista abaixo:

O trailer dá ênfase ao Baby Groot (Vin Diesel) e está muito engraçado! Além de Rocky (Bradley Cooper), Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Gamora (Zoe Saldana) e Drax (Dave Bautista), temos o primeiro vislumbre de Mantis (Pom Klementieff), que eventualmente entrará para os Guardiões, e sua cena também é muito divertida.

Se o trailer tá engraçado assim, imagina o filme todo então, que estreia no Brasil em 27 de abril de 2017.

[Atualizado] Teaser trailer do novo capítulo de Marvel vs. Capcom!

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Durante o evento Plasystation Experience de hoje, foi revelado o primeiro teaser trailer de “Marvel vs. Capcom Infinite”. Assista:

No vídeo, vemos o retorno do robozinho Mega Man (que não tinha dado as caras em MvC3, de 2011), que luta ao lado de Ryu contra os personagens Marvel Homem de Ferro e Capitã Marvel (sim!!!). Vai ser a primeira vez que Carol Danvers aparece em um game de luta.

O jogo vai, de fato, focar no Universo Cinematográfico da Marvel, trazendo personagens dos filmes dublados pelos próprios atores que os interpretam no cinema. Como consequência desta escolha, heróis de X-Men e Quarteto Fantástico não estarão no elenco do jogo.

O jogo estreia em 2017, sem data definida.

Fonte: Omelete.

[Atualizado] O evento da Sony ocorre entre os dias 3 e 4 e promete muitas novidades (aguarde aqui no blog). Ainda hoje tivemos novidades de Crash, Streeet Fighter V, Ni No Kuni II e Last of US 2, entre outros.

[Atualizado em 05/12] Segue primeiro gameplay do jogo, confirmando a presença das Joias do Infinito (Infinty Gems):

E, segundo o site Comicbook.com, mais 2 personagens foram confirmados: Capitão América e Morrigan.

[Atualizado novamente em 05/12] Agora está disponível um gameplay estendido com a aparição dos personagens supracitados:

[Resenha] Invasão!

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O tão esperando crossover entre as séries Arrow, Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow, do CW, aconteceu nesta semana. Dividida em 3 partes entre os episódios S03E08 de Flash, S04E08 de Arrow e S02E07 de Legends (uma pena que em Supergirl o crossover não aconteceu como nas outras séries, apenas uma rápida aparição de Barry (Grant Gustin) e Cisco (Carlos Valdés) no final do S02E08), a saga “Invasion!” mostrou todos os heróis do CW da atualidade (ou “Arrowverse”, se preferir) se unindo contra a invasão dos alienígenas Domínions (“Dominators”, no original), que são feios pra dedéu e estão preocupados com o que as ações dos meta-humanos terráqueos podem causar ao resto do Universo.

Tudo começa com Flash, quando uma nave dos Domínions cai em Central City feito um meteoro, e Flash encontra alienígenas pela 1ª vez (ele falando “Aliens!” desesperado foi engraçado), o que o força a reunir os outros heróis contra uma ameaça em que ele não poderia lidar sozinho: primeiro o Time Arrow, depois os Lendas e, por fim, Supergirl (Melissa Benoist), e, os apresentam e os informa da situação, isso tudo num hangar dos Laboratórios S.T.A.R. (que eles tiraram do cu, já que nunca foi antes mostrado) que é IDÊNTICO à Sala de Justiça do desenho “Super Amigos” (aliás, fan service foi o que não faltou neste crossover). Barry ainda lida com a reação agressiva de algumas pessoas depois que eles foram avisados que suas vidas foram alteradas com as tentativas de Flash em alterar a linha do tempo no começo de sua 2ª temporada (“Ponto de Ignição” ou “Flashpoint”).
Ainda no mesmo episódio tivemos o clássico de crossovers que é heróis versus heróis, quando uma tecnologia de controle mental dos alienígenas fez com que Supergirl, Canário Branco (Caity Lotz), Átomo (Brandon Routh), Nuclear (Franz Drameh), Onda Térmica (Dominic Purcell), Speedy* (Willa Holand) e Espartano (David Ramsey) atacassem seus aliados.

Em Arrow, Oliver (Steve Armell), Canário, Átomo, Speedy e Espartano são abduzidos (com direito a raio trator que nem nos filmes de terror B), e suas mentes se vêem presas numa realidade onde todas as desgraças de suas vidas nunca aconteceram, mas depois, acabam descobrindo que estão vivendo numa projeção de suas lembranças enquanto os Domínions extraem informações de seus cérebros, e conseguem escapar da nave dos alienígenas com a ajudinha de Vixen (Maisie Richardson-Sellers) e Gládio (Nick Zano) a bordo da Cavaleiro do Tempo (Waverider), a nave dos Lendas que viaja no tempo. Esse episódio foi bem chatinho e desnecessário, me deixando com a certeza de porque Arrow é a única série dessas quatro que eu não assisto (elenco que atua mal, principalmente o Steve Armell).

Em Legends, as coisas voltam a ficarem legais quando parte dos Lendas – Gládio, Vixen e Onda Térmica -, com Cisco e Felicity (Emily Bett Rickards) de tira colo, decidem voltar no tempo indo a 1951 durante a primeira invasão dos Domínions ao nosso planeta para capturar um deles e descobrir algo sobre os planos dos caras. Muita coisa dá errado, mas os plot twists são bonitos. De volta a 2016, todos os heróis se reúnem novamente e surge um plano mirabolante dos mocinhos para lidar de vez com a invasão. Quer saber como termina? Assiste aí porque eu já dei spoilers demais.

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Foi lindo demais ver esse crossover, divertido e maneiro do começo ao fim e, apesar da trama não ter se aprofundado o bastante e dos vilões não terem tido um história de origem ou motivações mais detalhados, e dos personagens nerds dessas séries – que me incomodam sempre – por SEMPRE arrumarem uma solução do nada e construírem aparelhos complexos com pouco tempo e material impossível, “Invasion!” foi um prato cheio para os fãs de heróis DC/Warner, principalmente para um leitor de quadrinhos como eu. Que fique de lição para a Marvel e a Disney com suas séries de TV dos personagens Marvel, em como, primeiramente, se deve fazer séries de super-heróis, usando vários heróis, vilões e mitologias de uma editora e, depois, como reuni-los num crossover fantástico e sem ter medo de um ficar citando o outro (OK, as da Netflix quase chegam nesse ponto, mas nem tão perto).

Parafraseando o Érico Borgo, “que época para ser nerd!”.

*Speedy é conhecido nos quadrinhos brasileiros como Ricardito/Ricardita. Uma pena que os “legendeiros” não usem esse nome, pois é assim que eu chamo os Speedy, beijos.

Título original: “Invasion!”.
Ano de estreia: 2016.
Criado e produzido por: vários, encabeçado por Marc Guggenheim.
Elenco: vários.
Duração: 3 episódios de +/- 45 minutos cada.
Nota: 8,5.