Assista ao 4º episódio de Brotherhood Final Fantasy XV

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Pouco mais de um mês depois, foi publicado no Youtube o 4º episódio do anime “Brotherhood Final Fantasy XV”. Assista “Bittersweet Memories”:

Esse episódio foi o mais chatinho (sem ação) de todos até então, mas serviu para mostrar o passado da relação entre Ignis e o príncipe Noctis.

Assista aos 3 primeiros episódios do anime aqui.

O game Final Fantasy XV, que seria lançado em 30 de setembro, e foi adiado para 29 de novembro, tem, além do anime, teremos um filme em CGI chamado “Kingsglaive – Final Fantasy XV”, e será lançado dia 19 de agosto nos EUA, e conta com um elenco fantástico na versão em inglês, como Paul Aaron (Breaking Bad), Lena Headey e Sean Bean (Game of Thrones). A trama do filme gira em torno do passado de Lucis, o atual rei e pai de Noctis.

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[Resenha] Esquadrão Suicida

MAGIA-ES

Pois bem, taí um filme “polêmico”. “Esquadrão Suicida” era esperado por muitos, achincalhado por muitos outros pela escolha de Jared Leto como Coringa, e que, depois da estreia no Brasil no último dia 5, recebeu inúmeras críticas negativas. Assisti ontem e até que não achei o filme tão ruim assim como estão pregando. Claro que poderia ser mais interessante, claro que a história ficou devendo, mas eu acho que tá bem bom para os padrões Warner/DC.
Pra quem não sabe, “Esquadrão Suicida” conta a história de um grupo só com “meta-humanos” perigosos do Universo DC reunidos por Amanda Waller (a estonteante Viola Davis), a serviço do governo norte-americano, para deter ameaças mortais. Enquanto somos apresentados aos personagens principais da equipe de criminosos insanos da Penitenciária Belle Reve (“belo sonho” em francês), uma ameça mística relacionada com Magia (Cara Delevingne) e Rick Flag (Joel Kinnaman) surge nos metrôs da fictícia Midway City (base da Patrulha do Destino e de Gavião Negro e Mulher-Gavião nos quadrinhos, e curiosamente nenhum deles apareceu nas telonas ainda).

Pistoleiro e Arlequina.
Pistoleiro e Arlequina.

Os personagens são:
Pistoleiro (Will Smith): O cara que nunca erra um tiro da DC. Foi preso pelo Batman (Ben Affleck) e tem uma filha, que é o motivo de ele aceitar a missão do Esquadrão Suicida. E também ficou claro porque o Will aceitou fazer parte de filme de superequipe onde cada um teve +/- o mesmo tempo de tela, logo o cara que só aceita papeis onde ele que mata o vilão final (por isso que ele recusou o papel título de “Django Livre”) na cena da luta final;
Arlequina (Margot Robbie): A psicóloga que se apaixonou pelo Coringa e acabou virando uma doida varrida como ele (o “Pudinzinho”). Não possui nenhum poder, só um taco e sua loucura, e nem imagino o que ela faz numa equipe de meta-humanos que, em tese, teria que enfrentar ameças “super”, mas ok;
Capitão Bumerangue (Jai Courtney), El Diablo (Jay Hernandez) e Crocodilo (Adweale Akinnuoye-Agbaje) totalmente dispensáveis e sem carisma algum. Meus personagens favoritos são todas mulheres: Magia (a versão suja e fumegante, e não a limpinha que aparece da metade pro final), Katana (Karen Fukuhura) – a “guarda-costas” do Rick Flag – e Arlequina, que apesar de forçadinha até que serviu de alívio cômico. Bônus: Scott Eastwood de barba (que homem!).

Arlequina, Katana e Bumerangue.
Arlequina, Katana e Bumerangue.

E sim, gente, o Coringa ficou uma bosta. Nada contra o Jared, inclusive amo/sou, mas creio que ele usou o tom errado para o personagem (tipo o Jesse Eisenberg com o Lex Luthor) e ficou muito forçado, dentre outras coisas desnecessárias no filme, como o vilão Amarra (Adam Beach), que não teve musiquinha com perfil na tela, apareceu por 5 minutos na tela e morreu no começo da missão.
Resumindo: apesar de eu preferir “Esquadrão Suicida” a “Batman vs. Superman”, o filme ficou aquém do que poderia ter sido com tantos personagens e atores interessantes e vale só como diversão passageira. Esperamos ele logo na “Sessão da Tarde”.

P.S.: Tem cena pós-créditos (na verdade, no meio dos créditos). Vale a pena porque parece importante.

Título original: “Suicide Squad”.
Ano: 2016.
Diretor: David Ayer.
Elenco: Will Smith, Jared Leto, Viola Davis, Margot Robbie.
Duração: 123 minutos.
Nota do Gilgamesh: 6,5.

[Resenha] Preacher – 1ª temporada

PREACHER

Baseado no quadrinho homônimo do selo Vertigo (DC Comics) criado por Garth Ennis e Steve Dillon, estreou em 22 de maio no canal americano AMC a série “Preacher”. A trama do seriado acompanha a vida de Jesse Custer (Dominic Cooper), o pastor com passado sombrio da cidadezinha de Annville, que um dia recebe de uma entidade celestial o dom de controlar os outros com um comando de voz. No decorrer dos 10 episódios da 1ª temporada de “Preacher” (encerrada no domingo último, dia 31), vimos como esse grande poder corrompe os “princípios cristãos” de Jesse, até o momento em que ele põe a mão na consciência e para pra pensar no que ele está se tornando e o que ele poderia fazer com esse poder. No “núcleo” de Jesse, ainda temos a fodona Tulip O’Hare (Ruth Negga), sua ex-namorada, e o vampiro Cassidy (Joseph Gilgun), que cai de sem paraquedas em Annville. Os outros personagens curiosos da história são Eugene “Cara de Cu” Root (Ian Colletti) – pela característica óbvia dá origem ao seu apelido – e o Santo dos Assassinos (Graham McTavish) – que teve sua história de origem, no século XIX, arrastada por mais ou menos três episódios, e finalmente concluída praticamente no fim da 1ª temporada, e que terá bastante importância na próxima.

Xerife Root (W. Earl Brown), Eugene "Cara de Cu", Emily (Lucy Griffiths), Tulip, Jesse, Cassidy, Donny Schenck (Derek Wilson), LeBlanc e Fiore.
Xerife Root (W. Earl Brown), Eugene “Cara de Cu”, Emily (Lucy Griffiths), Tulip, Jesse, Cassidy, Donny Schenck (Derek Wilson), LeBlanc e Fiore.

Confesso que “Preacher” começou meio devagar. Me irritei que no 1º episódio a série nem deu pistas de a que veio. Mas a partir do 3º em diante, com a chegada dos anjos desgarrados DeBlanc (Anatol Yusef) e Fiore (Tom Broke), é que temos maiores informações sobre a origem da entidade que está em Jesse: trate-se de Genesis, filho de um anjo com um demônio, que escapou de uma lata de café (!!) onde era mantida aprisionada, e que é muito perigosa para andar à solta, e logo depois a série engata a 5ª marcha e só vai, com muitos acontecimentos malucos, sangue, porradaria, tiro e muita confusão. Fica registrada aqui minha admiração por Odin Quincannon (Jackie Earle Haley, o Rorscharch de “Watchmen” e o Freddy Krueger de 2010), o “vilão” da temporada e dono de uma empresa que é, ao mesmo tempo, abatedouro e companhia de energia, e que é ensandecido, alucinado, viciado em ouvir gritos de dor dos bois quando são abatidos, ateu quase iconoclasta e principal antagonista de Jesse.
Resumindo, “Preacher” tomou de assalto meu coração e me conquistou em sua 1ª temporada curtinha, e quero ver agora como vai ser a jornada de Jesse, Tulip e Cassidy durante a 2ª temporada.

A 2ª temporada da série já está garantida e terá 13 episódios, a estrear ano que vem.

poster preacher
Simplesmente amo/sou esse pôster da série.

Título original: “Preacher”.
Ano de estreia: 2016.
Criado e produzido por: Evan Goldberg, Seth Rogen e Sam Catlin.
Elenco: Dominic Cooper, Joe Gilgun, Ruth Negga, Lucy Griffiths e W. Earl Brown.
Duração: 20 episódios de +/- 55 minutos cada.
Nota: 8,5.