Novo trailer de Capitã Marvel

Lançado nessa madrugada o segunda trailer de Capitã Marvel. Assista legendado:

O novo vídeo traz a continuação da cena em que Carol Danvers (Brie Larson) soca uma “velhinha” no metrô, temos alguns skrulls (vilões do filme) de relance, mais diálogo entre Carol e Nick Fury (Samuel L. Jackson) e as cenas finais da Capitã Marvel no espaço usando seus poderes são o máximo! ♥

Também tivemos a revelação de um novo e lindo pôster:

Capitã Marvel, dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, chega aos cinemas tupiniquins em 7 de marco de 2019.

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Teaser trailer e pôster do remake de O Rei Leão

Pra quem não estava ligado, saiu hoje um teaser trailer de O Rei Leão, remake todo em CGI de um clássico Disney. Assista legendado:


A qualidade da animação está estonteante e a nostalgia está no ar. Mais uma releitura para a atual geração usando novas tecnologias.

O elenco de dublagem conta com feras como Donald Glover, Beyoncé, James Earl Jones, Chiwetel Ejiofor, Billy Eichner e Seth Rogen.

Também foi mostrado um teaser pôster, com o Simba novinho:


O filme, dirigido por Jon Favreau (Mogli: O Menino Lobo), chega aos cinemas em 18 de julho de 2019.

[Resenha] She-Ra and the Princesses of Power

Estreou no último dia 13 (que, por coincidência, é meu aniversário) na Netflix a série animada She-Ra and the Princesses of Power, reboot do desenhos dos anos 1980. Mas calma lá, esse é um desenho BEM diferente do original… A nova She-Ra é uma releitura para o público jovem e feminino, para trazer representatividade e empoderamento para as garotinhas (e também, porque não, para os garotinhos), então nada de mulheres coxudas e com pouca roupa. Aliás, o redesign dos personagens está demais e, apesar das reclamações de muitos adultos punheteiros, a versão para o novo desenho incluiu pessoas de diferentes etnias, biotipos e sexualidades. Por exemplo, o Arqueiro é negro, a Cintilante é gordinha, as princesas Netossa e Spinnerella são lésbicas etc. Fora que muitos dos redesigns são mais interessantes e deram uma merecida individualidade para os personagens (muitas das personagens femininas no original eram bem semelhantes, só mudando a cor da roupa ou do cabelo).

Adorei o visual de Adora ♥


O novo desenho tratou de aprofundar as relações entre os personagens. Simplesmente me encantou a história entre Adora (a versão humana de She-Ra) e Felina, ambas órfãs que foram adotadas e criadas por Hordak e sua segunda em comando, Sombria, a serviço da Horda. A vida de Adora, que sempre pensou estar do lado do “bem”, mudou depois de receber um chamado e encontrar a Espada da Proteção, que a transforma na poderosa loira de 2,50m (como é dito na série) She-Ra, a campeã dos Primeiros (os colonizadores milenares de Etéria, o reino onde se passa a história). Ela conhece a vida fora da Zona do Medo, base da Horda (ela foi criada pela SOMBRIA e morava na ZONA DO MEDO, mas mesmo assim ela achava que trabalhava pros mocinhos kkkk) e descobre as atrocidades causada pelas forças para as quais trabalha e, ao encontrar acidentalmente a Princesa Cintilante, do reino da Lua Clara, e seu divertido amigo Arqueiro, Adora acaba entendendo o lado dos Rebeldes. Assim começa a aventura de She-Ra and the Princesses of Power, que, diferente do desenho dos anos 1980, que era She-Ra: Princess of Power (se referindo apenas à She-Ra como a Princesa do Poder), a She-Ra da Netflix dá muito mais importância às outras princesas, quase como se fossem as Princesas Disney com poderes e que não precisam de homens para defendê-las, afinal, são elas que, unidas, são o equilíbrio do poder mágico de Etéria.

Adora e Felina: amigas, rivais, irmãs.


Quanto ao visual da She-Ra, não curti muito. Ela é meio… estranha. E também quando ela aparece, é muito apelona. Eu prefiro quando Adora – que tem treinamento militar – e seus amigos, resolvem as tretas sem apelar pra She-Ra. Eu vejo a She-Ra aqui como Lois & Clark, aquela série do Superman dos anos 1990, focada mais na relação entre o alter-ego humano do Super com a repórter Lois. O Superman só aparecia no final pra salvar o dia, mas não era o personagem principal. A nova She-Ra até que é assim e precisa ser assim mais, dar mais espaço aos personagens secundários e sem (muitos) poderes.

Outra coisa que me chama a atenção é que até alguns dos vilões são carismáticos, com ênfase na Felina (que é legal exceto quando ela faz maldade só por fazer), Scorpia (uma gigante de coração inocente) e os cadetes secundários da Horda. A dubladora da Sombria (Lorraine Toussaint, a Vee de Orange is the New Black) é muito boa e a personagem tem uma presença imponente e ameaçadora, e o design do Pingo, aquele mascote do Hordak, é muito fofinho! ♥

Tirando algumas princesas que acho chatas/inúteis – como Perfuma, Entrapta etc – She-Ra é um desenho divertido, importante e uma ótima e bem construída história de fantasia.

Título original: “She-Ra and the Princesses of Power”.
Ano: 2018.
Criado e produzido por: Noelle Stevenson e Chuck Austen.
Elenco (voz): Aimee Carrero, Karen Fukuhara, AJ Michalka, Marcus Scribner, Reshma Shetty, Lorraine Toussaint e Keston John.
Duração: 13 episódios de +/- 25 minutos cada.
Nota: 8.

RIP Stan Lee

Faleceu hoje Stan Lee, aos 95 anos, o criador dos primeiros e principais personagens da Editora Marvel, que hoje são sucesso tanto nos cinemas – nos filmes em que sempre apareceu em rápidas aparições especiais desde “X-Men” (2000) – quanto fora deles.

Amanhã – ou depois, dependendo do meu tempo disponível – publicarei aqui um post especial sobre a carreira e vida dele e também uma tirinha em sua homenagem no Little Cops (Facebook e Twitter). Fiquem ligadinhos.

Que descanse em paz o homem e a lenda!

Primeiro trailer de Pokémon: Detective Pikachu

Taí um trailer que eu não estava esperando hoje e que foi surpreendentemente positivo. Habemus primeiro vídeo de Pokémon: Detective Pikachu:

O vídeo é tudo o que os fãs – principalmente do anime – sonham há 20 anos, e se baseia no game Detective Pikachu, lançado recentemente para 3DS.

No elenco temos Ryan Reynolds dando voz ao Pikachu (sim, porquê não? rs) e Justice Smith como Tim Goodman.

Dirigido por Rob Letterman, o longa, que mistura live-action com animação CGI estreia no Brasil em 9 de maio de 2019.

Teaser trailer e teaser pôster de Toy Story 4

Hoje a Disney-Pixar liberou o primeiro trailer – um teaser – do vindouro Toy Story 4. Assista:


O vídeo não mostra muito, a única coisa diferente é o personagem Forky, que não se considera um brinquedo (e quase não parece mesmo).

Além do trailer, também temos um teaser pôster:


Toy Story 4 estreia nos cinemas brasileiros em 20 de junho de 2019.

Disney anuncia série de personagem de Star Wars: Rogue One

Com a Disney já produzindo uma série de Star Wars com The Mandalorian, capitaneada por Jon Favreau, mais um projeto acaba de ser anunciado pela LucasFilm.

A empresa anunciou nesta quinta-feira (8) que uma série baseada no personagem de Diego Luna em Rogue One: Uma História Star Wars está em desenvolvimento para o Disney+, nome do serviço de streaming da Disney.

Luna interpretou o espião rebelde Cassian Andor no filme de Gareth Edwards, e a nova série será um prelúdio do filme de 2016, considerando o destino do personagem no longa.

“Voltar ao universo de Star Wars é muito especial para mim. Eu tenho muitas memórias do grande trabalho que fizemos e das relações que eu fiz através da jornada. Temos uma aventura fantástica à frente, e esse empolgante novo formato vai nos dar uma chance de explorar esse personagem de forma mais profunda”, comentou Luna.

Bob Iger, presidente da Disney, confirmou que o projeto entra em produção no próximo ano.

Ainda sem título ou desenvolvedor, a série não tem previsão de estreia.

Fonte: Observatório de Cinema.

Disney anuncia série de TV de Loki

O CEO da Disney Bob Iger confirmou que o Marvel Studios está desenvolvendo uma série de TV sobre Loki, o deus da trapaça, para o serviço de streaming Disney+Tom Hiddleston retornará ao papel. No entanto, o anúncio não revelou nenhum nome para a direção e o roteiro, nem quantos episódios o seriado terá.

Rumores sobre a produção já circulavam desde setembro. Segundo a Variety, Kevin Feige fará a produção da série, que deve ter entre seis e oito episódios.

Além do seriado com Hiddleston, fontes do site ainda sugerem que a Disney trabalha em uma série sobre a Feiticeira Escarlate – que ainda poderia ter a participação do Visão – e outra sobre a dupla Soldado Invernal e Falcão. A ideia seria desenvolver histórias para personagens que não tiveram um filme-solo, o que abre a possibilidade mais personagens migrarem dos cinemas para as telinhas.

Fonte: Omelete.

[Primeiras Impressões] Titans

Para inaugurar o DC Universe, o canal de streaming da Warner/DC, em 12/10 estreou a série live-action Titans, baseada na superequipe Novos Titãs.

A série, apesar de mostrar adolescentes (nem todos), é mais adulta e bem violenta, se comparada com suas “primas” do Arrowverse (CW). Já no primeiro episódio, o Robin (Brenton Thwaites) não só espanca como ARREGAÇA uns bandidos e ainda manda o famigerado “Fuck Batman!” (aliás, bem bolado todo o contexto).

Além do ex-parceiro-mirim do Homem-Morcego, a série mostrou, nos primeiros três episódios, a Rachel “Ravena” Roth (Teagan Croft), personagem chatíssima (pelo menos aqui) e que parece ser o elemento central desta temporada, visto que inúmeros personagens querem matá-la, sequestrá-la ou protegê-la; uma desmemoriada Kory/Estelar (Anna Diop), que eu ainda não saquei qual é a dela, só que é bem poderosa; um Gar/Mutano (Ryan Potter) de relance e um pouco descaracterizado; Rapina (Alan Ritchson) e Columba (Minka Kelly), os heróis humanos com uniformes ridículos que tiveram suas origens ligadas à de Robin.

Tá. Pegando. Fogo. Bicho.


Eu sinceramente odiei as perucas/tingimentos dos personagens que são devidamente coloridos no original – Ravena, Estelar e Mutano -, acho que a escolha criativa não teve boa transposição de uma mídia pra outra. O único que teve uma boa caracterização é o Robin, por enquanto.

Quanto à trama, nestes primeiros episódios ainda tá tudo meio bolado, não deu pra sacar o que a origem da Ravena tem a ver com a porra toda, e porque a Kory perdeu a memória, mas estou dando o benefício da dúvida, visto que esta temporada terá 12 episódios. E espero muito que a série mostre logo a que veio. Estou ansioso pelo que ainda está por vir, como a Patrulha do Destino (com Brendan Fraser interpretando o Homem-Robô) e a Moça-Maravilha (Conor Leslie).

Com a segunda temporada já encomendada e com a exibição prometida também na Netflix (ainda sem data), Titans é a oitava série de TV em exibição baseada em personagens da DC Comics.

[Resenha] Castlevania – 2ª temporada

Também no dia 26 estreou a segunda temporada da série animada Castlevania, baseada na saga de games da Konami. E Castlevania voltou BEM diferente neste ano. Conto mais nos pontos positivos e negativos da 2ª temporada:

O que eu gostei:
– Pra começar, uma série TOTALMENTE NOVA. Parece que tentaram apagar os deslizes cometidos na temporada anterior (resenha aqui) e reescreveram a série com outro clima, outra pegada, e tá muito melhor, viu;
– A trama desse ano introduz vários personagens, os generais do Drácula – vampiros e humanos – que parecem ser de diferentes partes do mundo: Godbrand, que é um viking sanguinário e está sempre questionando as decisões de seu líder e seus companheiros; Isaac e Hector são humanos e os mestres da forja do Drácula. Isaac cria o Exército da Noite (criaturas demoníacas) enquanto Hector tem o poder de ressuscitar os mortes com seu martelo mágico; Carmilla, uma poderosa vampira que se alia a Drácula, mas suas intenções são outras, e ela se mostra uma perigosa estrategista;
– A dinâmica entre o trio de heróis Trevor Belmont, Alucard e Sypha é muito boa, com o filho do Drácula e Trevor se provocando o tempo todo e Sypha sendo a adulta tentando pôr razão na cabeça da dupla;
– A maior parte das cenas de luta são épicas, principalmente as que envolve o Alucard, que tem os poderes mais fodas da série;
– O estupendo castelo móvel do Drácula;
– A Estrela da Manhã (Morning Star);
– A batalha final contra o Drácula ♥

Trevor encontra uma nova arma.


O que eu não gostei:
– O traço do desenho e a animação estão com a qualidade inferior em relação ao ano anterior (DBZ, é você? rs), apesar de ainda ser bom e não comprometer muito a trama.

Apesar desta temporada focar mais no vilão do que no mocinho principal (Trevor), a trama é interessante e tem um excelente ritmo, onde vê-se o empenho dos roteiristas de trazer o lado “humano” de Drácula à tona e em como ele abandonou tudo após à morte de sua esposa Lisa (na 1ª temporada, tem um rápido flashback no episódio 2×01 que mostra outro ponto de vista sobre a morte dela), além de explorar um pouco o relacionamento do vampirão bigodudo com seu filho e jogar luz no passado (e antepassados) de Trevor.

A temível Carmilla, e Hector ao fundo.


Castlevania se mostrou um dos desenhos originais Netflix mais sensacionais até agora. Recomendadíssimo!

Título original: “Castlevania”.
Ano: 2018.
Criado e produzido por: Adi Shankar, Fred Seibert, Kevin Kolde, Warren Ellis, Larry Tanz, Toshiyuki Hiruma.
Elenco (voz): Graham McTavish, Richard Armitage, James Callis, Alejandra Reynoso, Emily Swallow, Matt Frewer, Tony Amendola.
Duração: 8 episódios de +/- 25 minutos cada.
Nota: 9,5.