O primeiro trailer de Shadow and Bone mostra o próximo grande sucesso da Netflix

A Netflix está constantemente procurando por seu próximo grande sucesso de franquia – um novo Stranger Things ou The Witcher. E o trailer de Shadow and Bone provoca que a próxima série de fantasia pode ser a próxima.

O primeiro trailer da adaptação da série pela Netflix mostra a protagonista principal da série, Alina, uma cartógrafa que descobre que possui um poder especial que pode impedir que o mundo seja engolido pela escuridão, ameaçado por uma terrível invasão de coisas chamadas de Dobras.

Shadow and Bone é a série de fantasia de Leigh Bardugo que arrebatou os leitores. O livro, que apresenta aos leitores o universo Grisha – um mundo habitado por pessoas especiais que praticam uma forma de feitiço conhecida como pequenas ciências – tornou-se imensamente popular em sites como Tumblr e TikTok.

Fantasia, especialmente séries que enfocam personagens adolescentes e jovens adultos, é um gênero que todas as redes e streamings estão tentando dominar. Seja uma série de Percy Jackson na Disney Plus ou His Dark Materials na HBO, descobrir qual é a próxima grande obsessão de fantasia em um mundo pós-Game of Thrones se tornou uma corrida. Faz sentido; programas como The Witcher e Stranger Things são imensamente populares, e mundos de fantasia permitem que estúdios e redes criem franquias completas.

Por exemplo, o universo Grisha foi originalmente composta de uma trilogia — Sombra e OssosSol e Tormenta, e Ruina e Ascenção — mas foi seguido pela série Crooked Kingdom, que incluiu popular o Sangue e Mentiras. Se Shadow and Bone decolar na Netflix, há vários outros livros para o canal de streaming explorar e descobrir seus próprios spinoffs.

Por enquanto, os fãs poderão pelo menos sintonizar Shadow and Bone para assistir as aventuras de Alina, Mal e o Darkling. Shadow and Bone vai estrear em 23 de abril.

Fonte: The Verge.

Tudo o que rolou na Pokémon Presents de hoje

Pokémon Brilliant Diamond & Shining Pearl

A Pokémon Company anunciou nesta sexta (26), durante o evento Pokémon PresentsPokémon Brilliant Diamond & Shining Pearl, nova versão dos clássicos jogos de Nintendo DS.

Lançado originalmente em 2006, Pokémon Diamond & Pearl se passam na região de Sinnoh, que revelou a quarta geração de monstrinhos de bolso.

O jogo será desenvolvido pelo estúdio ILCA Inc., responsável por Pokémon Home, e terá como codiretores Yuichi Ueda e Junichi Masuda, o último que dirigiu (e compôs a trilha sonora) do jogo original.

O lançamento de Brilliant Diamond & Shining Pearl está previsto para o fim de 2021 no Nintendo Switch.

Fonte: The Enemy.

Pokémon Legends Arceus

Pokémon Legends Arceus vai ser um jogo de mundo aberto que irá passar em uma Sinnoh feudal com CyndaquilOshawott e Rowlet como opções iniciais. O jogo será lançado no mundo todo no começo de 2022.

A missão principal de Legends Arceus será criar a primeira pokédex de Sinnoh, uma vez que o jogo se passa no passado da região, e as batalhas acontecerão no próprio cenário do jogo.

Pokémon Legends Arceus ainda terá uma ligação ainda não revelada com Brilliant Diamond e Shining Pearl, novos jogos da quarta geração, que serão lançados no fim deste ano. 

Fonte: The Enemy.

New Pokémon Snap

A editora Nintendo e a desenvolvedora Bandai Namco divulgaram hoje um novo trailer para New Pokémon Snap em que demonstra uma visão geral do jogo, seus recursos e alguns dos objetivos.

Confira mais informações sobre o jogo, via The Pokémon Company International:

New Pokémon Snap é um jogo de videogame que foi anunciado anteriormente em que os jogadores assumirão o papel de um fotógrafo de Pokémon em ascensão na região do Lental. Lá, eles trabalharão com o Professor Mirror, o especialista da região, realizando uma pesquisa ecológica para fotografar Pokémon vivendo na natureza. O jogo estará disponível em 30 de abril de 2021 para os sistemas Nintendo Switch.

Os Pokémon selvagens vivem nas ilhas da região de Lental, onde os ecossistemas podem variar bastante. Uma diversidade de habitats permite que expressões e comportamentos diferentes dos Pokémon possam ser observados. Os jogadores poderão chamar a atenção deles tocando uma música ou jogando fluffruit. Eles também poderão usar uma Illumina orb (uma invenção do Professor Mirror) em Pokémon para testemunhar algo incrível. Eles poderão até usar a sua câmera para escanear locais, o que poderá ajudá-los a encontrar Pokémon escondidos ou inspecionar os seus arredores. Enquanto os jogadores continuam a pesquisar um circuito, o seu nível de pesquisa irá aumentar, e eles poderão descobrir Pokémon se comportando de maneira diferente. Os Treinadores poderão até encontrar Pokémon Lendários ou Pokémon Míticos.

A pontuação das fotos variará de acordo com as poses do modelo, o tamanho que aparecem nas fotos, se estiverem olhando para câmera e o enquadramento. Cada foto valerá de uma a quatro estrelas, indicando se o comportamento do Pokémon é comum ou raro na foto que foi tirada. Os jogadores precisarão tirar as fotos necessárias para completar o seu Photodex, sua coleção de fotos de Pokémon.

As fotos que foram tiradas durante uma pesquisa também poderão ser salvas em um álbum pessoal, separado do Photodex. Ao completarem um circuito, os jogadores poderão usar a função re-snap para ajustar o brilho, foco, zoom e outros aspectos das fotos que foram tiradas. Após as fotos serem salvas no álbum pessoal, um modo de edição de foto permitirá que os jogadores personalizem as suas fotos com adesivos, quadros e filtros diferentes.

O New Pokémon Snap também possui diversos recursos online que permitem que os jogadores compartilhem fotos e compitam uns contra os outros ao redor do mundo através de um sistema de ranque.

New Pokémon Snap será lançado para o Nintendo Switch mundialmente em 30 de abril.

Fonte: Switch Brasil.

Final Fantasy VII Ever Crisis é anunciado para iOS e Android

A Square Enix trouxe novidades para o Final Fantasy VII Remake com um novo episódio com a Yuffie e um upgrade para o PS5 durante o State of Play. Porém, a empresa não parou por aí! No pós-evento foi anunciado o Final Fantasy VII Ever Crisis para iOS e Android. Confira o trailer a seguir:

O game seguirá no estilo de Final Fantasy XV Mobile, e contará toda a história de Final Fantasy VII com o jogo principal, spin-offs, filme, tudo (Advent ChildrenBefore CrisisCrisis Core e Dirge of Cerberus).

O game lembra muito a versão original de PS1, porém com gráficos renovados e batalha no estilo do remake de PS4.

Final Fantasy VII Ever Crisis será lançado em 2022 para iOS e Android.

Fonte: TecMundo.

DLC de ‘Final Fantasy VII Remake’ e tudo que rolou no State of Play

Nem Horizon: Forbidden West, Gran Turismo 7, Grand Theft Auto 5 para o PlayStation 5 ou novidades sobre God of War: Ragnarok. A grande estrela do State of Play foi mesmo o novo conteúdo para Final Fantasy 7 Remake, que migra para a próxima geração do console da Sony com um novo capítulo e o retorno de uma personagem muito esperada.

Final Fantasy VII Remake: Intergrade será lançado no dia 10 de junho, e adiciona mais história ao RPG da Square Enix, com a apresentação de Yuffie e o um novo personagem chamado Sonon. No PS5, o game ainda ganhará melhorias visuais, melhor taxa de quadros e efeitos de iluminação aprimorados.

Donos do jogo na versão física ou digital poderão atualizar para a versão PS5 sem nenhum custo extra – bem como transferir seus dados salvos da versão PS4 (mas terão que comprar o novo episódio com Yuffie separadamente).

O DLC foi o último dos dez anúncios do State of Play, que incluíram atualizações sobre games já apresentados, e títulos totalmente novos que pudemos ver pela primeira vez. Uma das novidades é Sifu, um game de artes marciais desenvolvido pelo pessoal da Sloclap (os mesmos de Absolver) que chega este ano para PS4 e PS5.

O jogo de ação em 3ª pessoa coloca o jogador no controle de um jovem estudante de kung fu que se dedicou completamente à sua busca por vingança. Depois de sua família ter sido morta por um misterioso grupo de assassinos, nosso herói passou os oito anos seguintes se preparando para a vingança. A Sloclap garante que o game será “uma experiência especial de artes marciais”, assim como uma autêntica e respeitosa homenagem ao kung fu.

Returnal é um jogo da Housemarque que leva o gênero roguelike (característico da série Demon’s Souls) para um cenário de ficção científica e thriller psicológico. A narrativa tem um grande papel na experiência do game – que também não perde o foco nas batalhas intensas e desafiantes.

Falando em intensidade, Knockout City – que também foi apresentado para Switch no Nintendo Direct – chega no PlayStation 4 no dia 21 de maio, com compatibilidade e melhorias para o PlayStation 5. O  game de ação com disputas entre times leva o popular jogo de “queimada” para outros níveis.

A Heart Machine levou para o State of Play o belíssimo Solar Ash. Com uma pegada meio Journey, esse game de plataforma em terceira pessoa conta com cenários com enorme escala e foco na fluidez de movimento. O jogo será lançado no final deste ano para o PS5 e PS4.

Belíssima também foi a apresentação de Kena: Bridge of Spirits, da Ember Lab. Em pré-venda, todas as edições do game garantem as versões digitais tanto para PS4 quanto para PS5. A edição Deluxe Digital inclui a trilha sonora digital, um exclusivo cajado de prata para Kena e um visual dourado para os Rots.

O State of Play ainda trouxe vídeos e trailers de Five Nights at Freddy’s: Security Breach, Crash Bandicoot 4: It’s About Time, Oddworld: Soulstorm e Deathloop.

Fonte: Olhar Digital.

[Atualizado] Assista ao trailer de “Luca”, novo filme da Pixar

Luca, nova animação da Pixar ambientada na Itália, teve o seu primeiro trailer revelado hoje. A prévia, que mostra o protagonista fazendo descobertas mágicas em uma aventura com seus amigos, pode ser conferida abaixo. 

[Atualizado] Assista ao trailer dublado:

A sinopse descreve o filme como uma aventura entre um jovem garoto e seu novo melhor amigo, ambientada na Riviera Italiana. No entanto, a descoberta de um segredo, isto é, o fato de que ele é um monstro marinho de outro mundo, ameaça essa relação.

A direção de Luca é de Enrico Casarosa (La Luna). “Essa é uma história profundamente pessoal para mim, não somente por se passar na Riviera Italiana, onde cresci, mas porque o ponto central do filme é a celebração da amizade”, descreveu o diretor. “As amizades da infância geralmente definem o curso de quem a gente quer se tornar e esses laços estão no centro de Luca”. 

Abaixo, o novo pôster divulgado ontem:

Luca tem previsão de estreia para junho. 

Fonte: Omelete.

Série de TV de Twisted Metal é confirmada com roteiristas de Deadpool

De acordo com a Variety, uma adaptação da série live-action da franquia de jogos Twisted Metal da PlayStation está oficialmente avançando.

A Sony Pictures Television e a PlayStation Productions estão desenvolvendo uma série baseada nos jogos de combate veicular, o primeiro dos quais foi lançado em 1995. Foi relatado originalmente em 2019 que a Sony estava interessada em desenvolver uma série baseada em Twisted Metal.

A nova série é descrita como uma comédia de ação, baseada em uma versão original de Rhett Reese e Paul Wernick, os escritores por trás dos filmes “Deadpool” e “Zumbilândia”.

Twisted Metal é uma das franquias mais queridas da PlayStation”, disse Asad Qizilbashm, chefe da PlayStation Productions. “Estamos emocionados por ter uma equipe tão boa trabalhando para trazer este jogo icônico à vida para os fãs”.

O show é sobre um forasteiro a quem é oferecida a chance de uma vida melhor, mas apenas se conseguir entregar um pacote misterioso em um deserto pós-apocalíptico. Com a ajuda de um ladrão de carros que não pensa duas vezes antes de puxar o gatilho, ele enfrentará saqueadores selvagens dirigindo veículos de destruição e outros perigos da estrada aberta, incluindo um palhaço louco que dirige um caminhão de sorvete muito familiar, que os fãs do jogo reconhecerão como Sweet Tooth.

Michael Jonathan Smith, que mais recentemente escreveu e produziu “Cobra Kai”, escreverá e será o produtor executivo da série. Reese e Wernick são vinculados à produção executiva. […]

Isso marca o segundo projeto de alto nível da Sony Pictures TV e PlayStation Productions nos últimos meses. Uma adaptação da série de The Last of Us foi encomendada na HBO, com Pedro Pascal e Bella Ramsey como protagonistas.

Fonte: PSX Brasil.

[18+] [Atualizado] Primeiro trailer de novo filme de Mortal Kombat

Mortal Kombat, nova adaptação dos games no cinema, teve seu primeiro trailer que mostra Cole Young (Lewis Tan) sendo recrutado para disputar o torneio em prol da humanidade. A prévia dá um gostinho dos conflitos do longa e também da violência gráfica, marca registrada dos jogos da Netherrealm. Veja abaixo o trailer nas versões restrita e 18+:

No elenco do novo Mortal Kombat estão Ludi Lin, que interpretará Liu Kang, Mehcad Brooks que fará Jax Briggs, Sisi Stringer que será Mileena e Tadanobu Asano, o Raiden. Josh Lawson viverá Kano, enquanto Jessica McNamee será Sonya Blade. Chin Han (Batman: O Cavaleiro das Trevas) e Hiroyuki Sanada (O Último Samurai e Vingadores: Ultimato) serão Shang Tsung e Scorpion, respectivamente, e Joe Taslim, o Sub-Zero.

A estreia do filme no Brasil está marcada para 15 de abril.

[Atualizado] Novo pôster do filme:

Fonte: Omelete.

Todos os anúncios da Nintendo Direct de 17/2

A tão aguardada Nintendo Direct já nos trouxe as tão desejadas novidades e este foi mais um momento de grande entusiasmo para todos os adeptos da Nintendo que querem mais novidades para o Switch.

Após 18 meses sem uma Nintendo Direct, temos agora uma transmissão da Nintendo e parceiras, durante a qual foram revelados os principais jogos que a Nintendo receberá no Switch, com foco para a primeira metade de 2021.

Com o iminente início das comemorações da série The Legend of Zelda, eram esperados anúncios em torno desta série, juntamente com mais informações e datas para alguns dos maiores nomes já anunciados para o Switch.

É um momento de elevada excitação para a indústria dos videogames e para qualquer fã da Nintendo, que assistiu a novos anúncios com o deslumbre de quem se apaixonou pelo lado Nintendo deste meio de entretenimento.

Com um especial foco em nomes muito populares e muitos deles japoneses, a Nintendo surpreendeu ao recuperar séries e ao anunciar um remaster HD que muitos desejavam, sim The Legend of Zelda: Skyward Sword HD é verdadeiro. Após anos a afirmar que não tinha planos para isso, o jogo foi confirmado oficialmente.

Teremos de esperar por novidades de Zelda: Breath of the Wild 2, mas tivemos o anúncio de um Expansion Pass para Age of Calamity e Ninja Gaiden está a caminho da Nintendo Switch, com uma Master Collection que reúne os 3 jogos. Além disso, a Square Enix anunciou diversos jogos para a Nintendo Switch, entre eles a versão HD de Legend of Mana, clássico da PS1.

Todos os anúncios:

  • Pyra e Mythra de Xenoblade Chronicles 2 anunciadas para Super Smash Bros. Ultimate: A Nintendo anunciou as próximas personagens extra para o aclamado exclusivo da Nintendo Switch, com lançamento agendado para Março.
  • FallGuys anunciado para a Nintendo Switch: O anúncio que todos queriam ouvir, FallGuys terá versão Switch no Verão.
  • Outer Wilds a caminho da Nintendo Switch: O aclamado indie terá versão Switch no Verão
  • Famicom Detective Club anunciado para a Switch: Dose dupla de investigação numa nova novela visual que ficará disponível ainda hoje.
  • Stubbs the Zombie in Rebel Without a Pulse anunciado: A Aspyr Media anunciou que Stubbs, lançado originalmente em 2005, estará de volta com uma versão em HD, confirmada para 16 de Março de 2021.
  • Samurai Warriors 5 anunciado para a Switch: A Koei Tecmo anunciou um novo jogo na série Samurai Warriors, onde descobrirás uma versão mais jovem de personagens como Nobunaga. O lançamento está agendado para o Verão de 2021.
  • World’s End Club confirmado para a Switch: A Too Kyo Games anunciou que o seu jogo, anunciado originalmente para o Apple Arcade, terá versão Nintendo Switch em Maio. É um 2D scrolling puzzle-action game com foco na narrativa e uma estética sensacional.
  • Legend of Mana anunciado para a Switch: será a 24 de Junho que o aclamado clássico PS1 da Squaresoft terá direito a uma versão atualizada, com direito a retoques visuais em HD, banda sonora remasterizada e controlos otimizados.
  • Mario Golf Super Rush anunciado: A série Mario Golf está de volta e na estreia na Nintendo Switch contarás com diversas novidades, como controlos por movimentos, diversas personagens Super Mario e diversos modos de jogo, incluindo Story Mode. O lançamento está agendado para 25 de Junho de 2021
  • DC Super Hero Girls anunciado: A Nintendo Switch receberá uma aventura com as super heroínas da DC Comics a 4 de Junho com DC Super Hero Girls: Team Power, um novo jogo de aspeto cartoon com ação e mini jogos. O lançamento está marcado para 4 de Junho
  • Hyrule Warriors: Age of Calamity terá expansão: A Koei Tecmo e a Nintendo anunciaram oficialmente um Expansion Pass para Age of Calamity, que inclui acesso a 3 pacotes com novos conteúdos. O primeiro chegará em Maio, o segundo em Junho e o terceiro em Novembro.
  • Ninja Gaiden Master Collection anunciado oficialmente: Ninja Gaiden Sigma, Ninja Gaiden Sigma 2 e Ninja Gaiden 3 Razor’s Edge foram reunidos num só pacote, juntamente com todos os DLCs, para chegarem à Nintendo Switch a 10 de Junho de 2021.
  • No More Heroes 3 ganha data de lançamento: Para provar que o Verão 2021 da Nintendo Switch será verdadeiramente sensacional, foi confirmado que No More Heroes 3 será lançado a 27 de Agosto de 2021
  • Plants vs. Zombies: Battle for Neighborville – Complete Edition aunciado para a Switch: A EA anunciou que está a desenvolver uma versão do seu popular jogo para a Switch e será lançado já a 19 de Março.
  • Miitopia anunciado para a Switch: Miitopia está de volta e chegará à Nintendo Switch a 21 de Maio, com diversas novidades e imensas opções de personalização inéditas
  • Project Triangle Strategy anunciado pela Square Enix: Este é o novo jogo dos criadores de Octopath Traveler e aposta no mesmo estilo visual de 2D-HD. O sistema de combate volta a apostar na estratégia por turnos, com mecânicas muito próprias. É um jogo que nos relembra de imediato Octopath Traveler e é referido como um RPG estratégico com lançamento agendado para 2022. A demo está disponível a partir de hoje.
  • Star War Hunters anunciado para 2021: A Lucasfilm anunciou um novo jogo de combate competitivo em arenas que está a ser desenvolvido pela Zynga para a Nintendo Switch. Estão prometidas batalhas intensas para vários jogadores, travadas com famosos personagens Star Wars.
  • Tales From Borderlands terá versão Switch: Será a 24 de Março que Tales From Borderlands chegará à Nintendo Switch, para que possas descobrir uma aventura narrativa interativa, que podes jogar em qualquer lugar.
  • Knockout City anunciado para a Switch: A EA tem uma nova proposta para ti, Knockout City, uma espécie de dodgeball para vários jogadores, onde controlarás personagens caricatos com habilidades singulares. Será lançado a 21 de Maio de 2021.
  • Apex Legends recebe data para a Switch: Será a 9 de Março que Apex Legends chegará à Nintendo Switch. Anteriormente previsto para Fevereiro, terás de esperar mais algumas semanas para jogar o famoso battle royale free to play na tua Nintendo Switch
  • SaGa Frontier Remastered ganha data: Será a 15 de Abril que a Square Enix lançará SaGa Frontier Remastered, um clássico da PS1 em versão atualidade e até incluirá conteúdos novos. O jogo recebeu retoques visuais e sonoros, juntamente com ajustes nos controlos.
  • The Legend of Zelda: Skyward Sword HD na Switch: A Nintendo confirmou finalmente que Skyward Sword terá direito a versão em alta definição na Nintendo Switch. O clássico da Wii estará assim disponível na nova consola, com visuais atualizados para alta definição e controlos otimizados para tirar proveito das especificidades da Nintendo Switch. O lançamento está marcado para 16 de Julho de 2021.
  • The Caligula Effect 2 anunciado: The Caligula Effect 2 foi anunciado pela FuRyu, que confirmou um novo JRPG na Nintendo Switch para 24 de Junho de 2021 no Japão.
  • Neon White anunciado: Os responsáveis por Donut County têm um novo jogo, chamado Neon White, apresentado como um jogo de ação rápida como um relâmpago na primeira pessoa. Terás de colecionar cartas para atacar e toda a ação decorrerá a ritmo eletrizante.
  • Splatoon 3 anunciado: A Nintendo não encerrou a Direct com The Legend of Zelda porque tinha Splatoon 3 para revelar. A aclamada, irreverente e eletrizante propriedade de ação da companhia está de volta. Depois da sequela na Nintendo Switch em 2017, terás de esperar por 2022 para jogar o próximo jogo na série.

Fonte: Eurogamer.pt.

Erros e acertos nos fatos históricos apresentados em Assassin’s Creed Odyssey

Trago a vocês a tradução de uma matéria escrita no site gringo Ancient World Magazine pelo editor chefe da mesma, Josho Brouwers, em 4 de dezembro de 2018, que eu encontrei por acaso há alguns dias e acho bem interessante, no melhor estilo Guardião da História. Segue:

Assassin’s Creed: Odyssey
Uma olhada nas dicas da tela de carregamento

Nas telas de carregamento, o jogo apresenta “dicas” aleatórias, incluindo informações históricas. Vamos dar uma olhada nisso por um momento.

Ao iniciar o jogo ou carregar um jogo salvo anteriormente em Assassin’s Creed: Odyssey, você verá uma tela de carregamento, que exibe várias dicas. Algumas dessas dicas envolvem o próprio jogo (dicas sobre determinados controles ou recursos, por exemplo). Outras dicas consistem em factóides históricos [aliás, isso não aparece em AC Valhalla]. Algumas delas estão corretas, mas outras estão, se nem sempre erradas, certamente incompletas.

Acho que consegui coletar todas as dicas do jogo que são históricas (ou que deveriam ser históricas). Vou passar por cada um deles, acrescentarei mais algumas informações se necessário e se os criadores do jogo explicaram os fatos corretamente. Acho que é uma maneira útil de aprender um pouco sobre aspectos da Grécia Antiga que talvez sejam menos conhecidos.

Assuntos militares

Na Grécia antiga, a guerra fornecia renda aos pobres, mas era uma despesa para os ricos.

Se isso fosse verdade, em qualquer momento da história, as guerras nunca seriam travadas. Afinal de contas, são os ricos e poderosos que decidem ir para a guerra, não os pobres e os oprimidos. É verdade que na Grécia antiga, esperava-se que a maioria dos guerreiros fornecesse seu próprio equipamento. Especialmente durante o período arcaico (cerca de 700-500 aC), quando o que agora anacronicamente chamamos de “hoplitas” parecia ter usado uma quantidade considerável de armadura de bronze, e isso teria sido muito caro.

Mas na época da Guerra do Peloponeso (431-404 aC), o cenário do jogo, o equipamento hoplita havia sido reduzido a um capacete cônico, muitas vezes simples, um escudo e uma lança. Os membros mais pobres da sociedade, que não podiam nem mesmo pagar a panóplia básica, podiam ser contratados para trabalhar, por exemplo, como remadores, como muitos dos pobres sem terra — os chamados thetes — estavam na Atenas clássica. Embora isso proporcionasse uma renda para os membros mais pobres da sociedade, eles não eram exatamente os melhores dracmas pagos.

A guerra era um empreendimento lucrativo, especialmente para os que estavam no topo, uma vez que eram os primeiros na linha quando se tratava de dividir os espólios de guerra. Era costume saquear cidades, invadir templos inimigos e vender uma população derrotada como escrava. O antigo historiador grego Tucídides já apontou que ninguém faria guerra se não achasse que ganharia com ela. Como Louis Rawlings coloca em seu “The Ancient Greeks at War” (2007): “Ophelia (‘lucro’, ‘ganho’, ‘vantagem’) era uma motivação comumente declarada para agressão. Pode ocorrer em nível privado e público”.

Porque valem a pena! Após a vitória sobre os argivos na Batalha dos Campeões, os espartanos adotaram o costume característico de deixar o cabelo comprido.

Isto está certo. Já escrevi sobre a Batalha dos Campeões antes. É descrito em Heródoto. Supostamente, aconteceu por volta de 550 aC. É uma história etiológica, cujo objetivo é explicar por que os argivos [habitantes de Argos] usam o cabelo curto, enquanto os espartanos usam o cabelo comprido. Considerando a natureza anedótica do relato de Heródoto, não é necessariamente uma declaração de fato.

Termópilas e Salamina. Em setembro de 480 aC, o rei Leônidas de Esparta e Temístocles de Atenas lideraram uma força grega contra o exército persa de Xerxes I.

Não tenho certeza de qual é o objetivo dessa dica em um jogo que trata quase que exclusivamente da Guerra do Peloponeso. A Batalha de Termópilas provavelmente aconteceu em setembro, talvez quando fosse lua cheia (por causa das operações noturnas), mas outras datas que não as sugeridas vão do final de agosto ao final de setembro. Salamina — uma batalha naval — ocorreu mais tarde, mas também em setembro de 480 aC. Não temos uma data exata para a Batalha de Salamina. A maneira dos gregos antigos de calcular datas era, é claro, completamente diferente da nossa.

Uma última resistência heroica. Leônidas, que lutou com seus “trezentos” espartanos em Termópilas, foi o maior exemplo de bravura e sacrifício feito para libertar a Grécia.

Essa, é claro, não é a história completa. Se você quiser ler a fonte primária da Batalha de Termópilas, dê uma olhada em Heródoto […]. O rei espartano Leônidas estava no comando. Ele havia marchado com 300 homens escolhidos. Contingentes de outras partes da Grécia juntaram-se às suas forças, de modo que eventualmente ele comandou pelo menos 5.000 soldados, talvez mais. Depois de dois dias de luta, os persas descobriram uma rota pelas montanhas que poderiam usar para flanquear os defensores gregos, que haviam se escondido em uma parte estreita da passagem onde poderiam resistir ao ataque persa.

Leônidas convocou um conselho e disse a seus aliados gregos que partissem. Ele e seus espartanos ficariam para conter os persas o máximo que pudessem. Agora, sua força espartana deve ter incluído um número desconhecido de hilotas (servos messenianos) que foram forçados a se juntar ao esforço de guerra, mas Heródoto não diz muito, se é que fala sobre eles. Dos aliados, os 700 téspios sob Demófilo decidem ficar. Leônidas também forçou as 400 soldados tebanos a permanecerem, pois temia que Tebas pudesse ter se rendido aos persas.

Claro, todos nós sabemos agora o que aconteceu no terceiro dia de combate: Leônidas e suas tropas foram derrotados pelos persas, mortos até o último homem. Embora historiadores e entusiastas modernos tendam a enquadrar a batalha como uma espécie de vitória moral para os gregos, é claro que foi uma derrota em todos os sentidos que importava. Os persas conquistaram uma vitória após a outra, e sua vitória sobre os gregos nas Termópilas foi apenas mais um ponto em seu cinturão.

Poder do mar. A Liga de Delos começou em 478 aC para lutar contra os persas. Incluía cidades jônicas e as ilhas do mar Egeu, que forneciam dinheiro ou suprimentos aos esforços conjuntos de guerra.

Isto está certo. Após as Guerras Persas, Atenas fundou a Liga de Delos com o propósito de continuar a lutar contra o Império Persa. Tinha um grande número de membros, principalmente cidades gregas nas ilhas do Egeu e às margens do Egeu, com o tesouro da Liga, pelo menos inicialmente, localizado na ilha cicládica de Delos. Quando Péricles transferiu o tesouro para Atenas em 454 aC, ele simplesmente demonstrou que a Liga de Delos havia, de fato, se tornado um Império Ateniense, com seus membros homenageando Atenas no que equivalia a uma espécie de esquema de segurança.

Alianças. 431 aC viu o início da Guerra do Peloponeso entre as Ligas de Delos e do Peloponeso.

Isso é impreciso. Na verdade, houve uma Primeira Guerra do Peloponeso (460-445 aC), que viu a Liga de Delos (liderada por Atenas) enfrentar a Liga do Peloponeso (liderada por Esparta). O resultado desta guerra estava longe de ser decisivo, e as hostilidades irromperam novamente em 431 aC. Claro, um argumento poderia ser feito de que os séculos V e IV aC consistiram em uma série aparentemente interminável de diferentes guerras e batalhas travadas entre cidades-estado individuais e alianças maiores, até que finalmente Filipe II da Macedônia invadiu e pacificou (subjugou) todas da Grécia na Batalha de Queronéia em 338 aC.

Misthios para alugar. Os mercenários surgiram durante a Guerra do Peloponeso devido às tensões sociais e à pobreza. Notoriamente, eles eram arqueiros cretanos e soldados leves trácios em busca de trabalho.

Isso está desatualizado. Os mercenários são uma característica da sociedade grega desde pelo menos o século VII aC. Por exemplo, ouvimos falar de hoplitas gregos e carianos (“homens de bronze”) sendo contratados por um rei egípcio, e o poeta Arquíloco (cerca de 650 aC) também parece ter servido como mercenário. Inicialmente, muitos mercenários parecem ter encontrado emprego nos impérios e reinos do antigo Oriente Próximo, mas também ouvimos falar, por exemplo, do tirano de Samos, Polícrates, contratando uma força mercenária de mil arqueiros.

Pelo que podemos constatar, o número de mercenários contratados pelas cidades gregas aumentou no século V aC, mas, pelo que podemos dizer, a maioria dos homens não escolheu a profissão devido a quaisquer tensões sociais. O ganho financeiro era, é claro, uma motivação importante para que os guerreiros vendessem suas habilidades pelo lance mais alto. Como Matthew Trundle coloca em seu livro “Greek Mercenaries” (2004): “Se o dinheiro já era importante para a guerra naval no início da Guerra do Peloponeso, tornou-se mais importante para a guerra terrestre no final da guerra e certamente foi extremamente importante no quarto século”.

O assunto dos mercenários na Grécia é complexo, geralmente com vários fatores em jogo. Como Trundle aponta, “O ganho pessoal não era a base de todo serviço mercenário. Motivações e relacionamentos complexos além dos kerdos [isto é, um salário mensal] funcionaram para impulsionar a atividade mercenária ”. Alguns, como Xenofonte, juntaram-se à uma força mercenária porque acreditavam no líder e em seus objetivos. Outros aderiram ao serviço por amizade ou lealdade.

Conforme declarado na dica, algumas regiões forneceram mercenários que eram especialistas. Creta era famosa por seus arqueiros, assim como a ilha de Rodes era famosa por seus atiradores. Os trácios mencionados na dica eram os chamados peltastas: guerreiros com armas leves a pé que lutavam usando um escudo em forma de meia-lua (pelte) e dardos.

Ciência e filosofia

Não é plana. Foi estabelecido pela primeira vez durante o quinto século aC que a Terra era esférica e o centro de um universo esférico.

Pelo menos no século V aC (se não antes), parece que a ideia de que o mundo era esférico já estava bem estabelecida.

Quando a ideia surgiu pela primeira vez é desconhecida: pode ter sido óbvio para um navegante desde um período inicial, uma vez que veríamos o navio mergulhar no horizonte à medida que se afastassem, semelhante a como uma pessoa pode desaparecer de vista ao subir uma colina e começou sua descida pelo lado oposto. Platão e Aristóteles concordaram com a ideia, mas teorias adicionais sobre a natureza e a forma do universo foram amplamente deixadas para os estudiosos da era helenística (cerca de 323-31 aC).

As origens da matemática. O que hoje chamamos de “matemática” surgiu especificamente no quinto século aC e consistia em quatro ciências: aritmética, geometria, astronomia e harmônica.

Segundo a tradição, Pitágoras (cerca de 570-495 aC) foi o primeiro a descobrir as leis matemáticas que regem os intervalos musicais. No entanto, um problema com a ideia de que derivamos nossas noções sobre matemática dos gregos é que isso minimiza a influência considerável que os cientistas do antigo Oriente Próximo tiveram sobre os gregos. Por exemplo, o fato de dividirmos o céu e qualquer outro objeto circular em 360 graus matemáticos é uma dívida para com os antigos sumérios, que floresceram mais de 1.500 anos antes mesmo de Pitágoras nascer.

Assuntos religiosos

Mensageiros dos deuses. Na Grécia antiga, os pássaros podiam trazer mensagens de deuses ou presságios que eram revelados por meio de seu comportamento (voo, gritos, movimento alterado ou alimentação).

Isso é correto: os presságios dos pássaros eram importantes no mundo antigo. Os gregos geralmente não empreendiam nada sem consultar os deuses, seja lendo presságios ou as entranhas de animais sacrificados, seja consultando um oráculo.

Abriu meus olhos. Ao observar os sinais e consultar os oráculos, os gregos buscaram o conselho dos deuses sobre questões familiares, cívicas, legais, militares e outras.

Isso está relacionado à dica anterior e correto. O oráculo mais famoso estava localizado no santuário pan-helênico de Delfos. Delfos e seu oráculo aparecem em Assassin’s Creed: Odyssey, então escreverei sobre isso em mais detalhes em um artigo futuro, enquanto continuo a jogar e explorar o jogo. [ele escreveu aqui]

Que os deuses deem testemunho. Os gregos antigos juravam pelos deuses e clamavam a eles que amaldiçoassem aqueles que não honrassem os juramentos ou agissem de forma irracional.

Isto está certo. Zeus em particular era a divindade associada à salvaguarda de juramentos e punição a quem os violava. Zeus também estava associado à justiça e aos bons conselhos. (É meio irônico quando você percebe com que frequência ele traiu sua esposa, Hera. Embora na Grécia antiga, apenas as mulheres eram obrigadas a permanecer fiéis!)

Deus te abençoe. Um espirro em um momento-chave era visto como um presságio na Grécia antiga. Por ser involuntária, a ação foi vista como um sinal dos deuses.

Isso também está correto. Há um breve artigo sobre o assunto no site de Brice Jones. Você também pode se interessar por este breve intercâmbio sobre o tema publicado no site da NPR.

Sonhos gregos. Os sonhos na Grécia antiga podiam ser interpretados tanto como prognósticos médicos quanto como sinais proféticos.

Os sonhos foram novamente associados aos deuses e ao sobrenatural. Era comum acreditar que as divindades se comunicavam com os mortais por meio de sonhos. Claro, isso não evitou que os deuses mentissem para seus súditos: na Ilíada de Homero, por exemplo, Zeus envia a Agamenon um sonho falso.

Pertence a um museu. Na Antiguidade, a descoberta de ossos pré-históricos às vezes estava associada a seres mitológicos, como os titãs, centauros ou ciclopes.

Essa dica também é verdadeira. Quando confrontados com fósseis ou ossos de grandes animais extintos, os antigos gregos frequentemente os interpretavam como restos de gigantes, heróis ou várias criaturas mitológicas. Se você estiver interessado em saber mais, Adrienne Mayor escreveu um livro sobre esse assunto, chamado “Os primeiros caçadores de fósseis: dinossauros, mamutes e mitos na época grega e romana” (2011).

Um rito fundamental. O sacrifício era um ritual comum realizado pelos antigos gregos, permitindo-lhes comungar com deuses e heróis. Bois, cabras, ovelhas e porcos eram sacrifícios populares.

O sacrifício era um dos atos rituais mais básicos que os antigos gregos praticavam como parte de suas práticas religiosas. As vítimas sacrificiais geralmente eram levadas ao altar em uma procissão sagrada. Animais eram mortos no altar e abatidos: ossos e vísceras eram embrulhados em gordura e queimados para homenagear os deuses, enquanto o resto da carne era cozida e comida pela comunidade. Como a carne era cara, a maioria das pessoas só conseguia comer durante essas ocasiões religiosas. (No jogo, a carne parece uma coisa muito mais normal de se comer do que realmente era o caso nos tempos antigos).

Embora o gado estivesse entre os animais de maior prestígio a serem sacrificados, a maior parte consistia em ovelhas e cabras. Leitões foram favorecidos por Deméter e, pelo menos na Ática, DionísioAres, o deus da guerra, e Hécate, uma deusa do submundo, recebiam cães, que geralmente não eram comidos; a exceção é a Ásia Menor, onde sabemos que os lídios não tinham tabu contra comer caninos.

Cultura e sociedade

Jantar de frango. As galinhas foram trazidas para a Grécia pelos persas durante a Guerra Persa.

Isto é falso. As galinhas são originárias do Extremo Oriente e, portanto, quase com certeza chegaram à Grécia ao longo de rotas comerciais através do Império Persa. Mas eles não foram introduzidos pelos persas durante as Guerras Persas do início do século V aC. Já ocorrem nas cerâmicas coríntias e áticas de figuras negras no início do século VI aC, quando eram consideradas exóticas e mantidas como animais de estimação, bem como trocadas como presentes.

Os galos, em particular, foram trocados como presentes de amor entre homens em relacionamentos pederásticos. Esta placa de figuras vermelhas ática pitoresca retrata um homem montando um galo. As galinhas eram apreciadas como pássaros exóticos. Datado de ca. 520-510 BC. Foto: Museu Metropolitano de Arte.

À parte, as galinhas parecem ser muito comuns no jogo e são frequentemente comidas. Na realidade, as galinhas provavelmente seriam consideradas bastante valiosas. O pássaro típico mantido em fazendas e usado para carne e ovos na Grécia antiga seria o ganso.

Para comercializar, comercializar… Alimentos, perfumes, peles, papiros, madeira, marfim, escravos, tecidos, almofadas, tapetes, incensos, sais, esponjas, cosméticos e até copos de vinho eram vendidos na ágora.

Isto está certo. Em uma antiga cidade grega, a ágora era o coração cívico da comunidade. Este é o lugar onde a maioria dos edifícios legais e políticos importantes foram localizados e onde os mercados foram organizados. A mais famosa delas é, naturalmente, a ágora de Atenas, sobre a qual também somos os mais bem informados. A American School of Classical Studies ainda realiza pesquisas no site e mantém um site sobre seus trabalhos.

Quanto mais as coisas mudam. Na Grécia antiga, o cabeleireiro era um ponto de encontro onde notícias e fofocas eram compartilhadas.

Isto está certo. O antigo grego koureus (“barbeiro”) frequentemente operava na ágora. A propósito, as mulheres teriam seus cabelos penteados em casa, provavelmente por uma serva ou escrava.

Tecnologia do tempo. O relógio de sol era o relógio padrão na Grécia antiga. À noite, as pessoas podiam usar “relógios de água”, grandes potes que drenavam lentamente quantidades específicas de água.

Isso não está totalmente correto. Embora os relógios de sol obviamente não pudessem ser usados ​​à noite, os relógios de água não se limitavam a ser usados ​​apenas após o anoitecer. Eles se tornaram bastante difundidos como um meio de contar as horas. Eles também foram usados ​​como temporizadores; por exemplo, para garantir que alguém não fale mais do que seu tempo estipulado no tribunal. Escrevi sobre relógios de água em um artigo anterior; dê uma lida se você quiser saber mais.

Um mundo colorido. A Grécia Antiga era mais colorida do que o mármore branco que vemos hoje. Templos e esculturas foram pintados com pigmentos orgânicos, minerais e metálicos.

Isso está correto, e já escrevi sobre o assunto antes . É um pouco estranho, no entanto, que muitas das estátuas de mármore do jogo não tenham sido pintadas.

Hóquei grego. Um jogo semelhante ao hóquei de rua chamado keretizein era jogado na Grécia antiga com um taco curvo e uma bola.

Surpreendentemente, isso está correto. Embora a fonte do nome do jogo (keretizein) seja relativamente tardia (ou seja, o sempre duvidoso Plutarco), temos um relevo de mármore datado do final do século VI aC que realmente apresenta o jogo.

Um relevo de mármore pentélico, datado do final do século VI aC, retrata atletas jogando um jogo muito semelhante ao hóquei de rua moderno. Atualmente no Museu Arqueológico Nacional de Atenas. Foto: Zde.

Também escrevi sobre os esportes gregos antigos com mais detalhes em um artigo anterior, embora não tenha mencionado esse esporte em particular. De acordo com a ênfase grega nas proezas individuais, os esportes coletivos eram raros.

Vida de uma mulher espartana. As meninas espartanas receberam uma educação patrocinada pelo Estado em ginástica, música, dança, leitura e escrita para prepará-las para ter filhos e guerreiros saudáveis.

“Patrocinado pelo Estado” é incorreto: ao contrário dos meninos, as meninas viviam em casa, e não no que poderia ser chamado de local de residência “organizado pelo Estado”. De acordo com a “Constituição dos lacedemônios“, atribuída a Xenofonte, as meninas eram obrigadas por lei a exercer seus corpos, supostamente para fomentar sua capacidade de gerar filhos saudáveis.

No entanto, a dica parece sugerir que, na Grécia, apenas as meninas espartanas parecem ter recebido qualquer forma de educação. Este não foi o caso. Meninas em toda a Grécia se apresentaram em coros e participaram de dança; ambas as atividades também tiveram significado religioso/culto.

Além disso, meninas de origens razoavelmente abastadas teriam sido ensinadas a ler e escrever, independentemente de onde morassem, embora sua educação fosse geralmente mais limitada do que a dos meninos.

Tópicos diversos

Finalmente, há algumas dicas que não têm necessariamente a intenção de ser históricas, mas que quero discutir brevemente de qualquer maneira.

Cuidado! Bandidos estão vagando pelo mundo à procura de vítimas para roubar. Eles o atacarão à primeira vista, se você os encontrar.

Esta é uma dica de jogabilidade, ao invés de um fato histórico, mas vale a pena revisar isso por um momento. No jogo, os bandidos estão em toda parte. Embora o banditismo e a pirataria fossem comuns no mundo antigo, é uma epidemia absoluta em Assassin’s Creed: Odyssey. Obviamente, o banditismo generalizado no jogo é para garantir que sempre haja algo para fazer ou alguém para lutar pelo jogador.

O Culto do Cosmos. Membros do Culto existem em todo o mundo grego antigo. Eles estão entrelaçados na sociedade e tentam controlá-la.

Estou incluindo este apenas no caso: não havia, é claro, nenhum “Culto de Cosmos” na Grécia antiga. Esta é uma organização inventada pelos escritores do jogo. Não há analogia histórica para isso também, embora o Culto no jogo pareça pegar emprestados alguns elementos das antigas religiões “misteriosas” da Grécia, que eram todas benignas.

Conclusão

Isso é tudo no que diz respeito às dicas de tela de carregamento em Assassin’s Creed: Odyssey. Se perdi algum, entre em contato comigo e atualizarei este artigo. Em suma, a maioria das dicas está correta; alguns são incompletos ou enganosos, enquanto apenas alguns são erros reais. Eu me pergunto se os desenvolvedores já tiveram um especialista para verificar seu trabalho. Afinal, não é como se os especialistas na Grécia antiga fossem exatamente tímidos!

O que é estranho, porém, é a mistura bastante estranha de informações que os desenvolvedores de alguma forma decidiram adicionar ao jogo. Como o jogo se passa durante a Guerra do Peloponeso, seria de se esperar que as dicas apresentassem mais detalhes sobre esse período específico, em vez de fazer referência, por exemplo, à Batalha dos Campeões (que é totalmente irrelevante) ou dedicar uma série de dicas às Guerras Persas (que se relacionam apenas com o tutorial de abertura na Batalha de Termópilas). Por que não adicionar mais detalhes sobre, por exemplo, de Tucídides e Xenofonte sobre as famosas batalhas das Guerras do Peloponeso, conquistas dos atenienses e assim por diante?

Em todo caso, acho que foi um exercício útil. Esperamos que você tenha gostado de ler o que foi dito acima e esteja ansioso para ler mais sobre o jogo em artigos futuros. […]

Artigo original: Assassin’s Creed: Odyssey – A look at the loading screen hints.

Raya e o Último Dragão ganha novo trailer cheio de ação

Raya e o Último Dragão, a nova animação da Disney, ganhou um novo trailer repleto de ação. Além de apresentar os personagens que acompanharão a protagonista em sua busca para unir um mundo em dividido, a prévia apresenta a forma humana de Sisu, o dragão atrapalhado que pode resolver todos os problemas de Raya.

No trailer, Raya fala sobre como seu mundo está dividido e que, por causa disso, não é possível confiar em ninguém. Isso fica muito claro quando ela é roubada por uma bebê e sua gangue de macacos. Contudo, para concluir sua missão e encontrar o último dragão, aquele que pode unir a nação, Raya vai precisar aprender a confiar nos outros e deixar as diferenças de lado. Mas é claro que as coisas não seriam tão simples assim. A guerreira não é a única que está em busca de Sisu e o dragão parece mais atrapalhado do que Raya poderia imaginar…

Em Raya e o Último Dragão, viajamos ao mundo de Kumandra, um universo fantástico onde humanos e dragões viviam em harmonia. Contudo, após uma força maligna ameaçar a terra, todos os dragões se sacrificaram para proteger a humanidade. 500 anos depois, o mal retornou e somente Raya, uma guerreira solitária, pode rastrear Sisu, o último dragão, que será capaz de restaurar a terra despedaçada e unir a humanidade dividida por conflitos e desconfiança. Raya, no entanto, vai descobrir que Sisu não é a solução mágica que ela esperava. É preciso mais do que um dragão atrapalhado para salvar o mundo, e para conseguir isso ela terá que apreneder a confiar nos outros e trabalhar em equipe.

Don Hall e Carlos López Estrada são os diretores do projeto, Paul Briggs e John Ripa os codiretores. A produção fica sob o comando de  Osnat Shurer e Peter Del Vecho. A versão original do filme conta com as vozes de Kelly Marie Tran (Star Wars) como Raya e Awkwafina (Oito Mulheres e Um Segredo) como o último dragão Sisu.

Fonte: Legião dos Heróis.