O elenco de Os Eternos adiciona Kit Harington, Barry Keoghan e Gemma Chan

Durante a D23 Expo que ocorre neste fim de semana, foi revelado que o elenco do filme Os Eternos, do Marvel Studios, adicionou três novos nomes: Kit Harington, Barry Keoghan e Gemma Chan. O ator de Game of Thrones será Dane Whitman, o Cavaleiro Negro (que não é um Eterno e isso deve ser explicado no filme), Barry Keoghan (Chernobyl) será Druig e a atriz, que foi a Minn-Erva de Capitã Marvel, será Sersi

Criados em 1976, os Eternos são uma raça de super-humanos criados pelos alienígenas Celestiais durante sua visita à Terra. Porém, ao mesmo tempo que conceberam este grupo, os experimentos genéticos dos Celestiais originaram também os Deviantes, uma espécie de face corrompida das suas primeiras criações. O filme terá direção de Chloé Zhao e o elenco inclui Angelina JolieSalma HayekRichard Madden e Brian Tyree Henry. O longa chegará aos cinemas em 6 de novembro de 2020.

Fonte: Omelete.

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Primeiro trailer da série The Mandalorian

Segue primeiro trailer de The Mandalorian, série de Star Wars:

Ontem também foi revelado um belo pôster da série:

Criada por Jon Favreau, a série se passará depois da queda do Império em Star Wars: O Retorno de Jedi e antes do nascimento da Primeira Ordem em Star Wars: O Despertar da Força. Pedro Pascal (Game of Thrones, Narcos) será o protagonista mandaloriano que estampa a imagem acima, um caçador de recompensa com visual parecido ao de Jango e Boba Fett. O elenco ainda conta com nomes como Nick Nolte, Werner Herzog, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito.

Com oito episódios, a primeira temporada de The Mandalorian terá será lançada no dia 12 de novembro, exclusivamente no Disney+.

Fonte: IGN Brasil.

Novas séries Marvel para o Disney+ (e outras novidades)

Hoje começou a D23 Expo, exposição anual da Disney onde a empresa divulga suas novidades, e fomos apresentados a três novas séries Marvel para o canal de streaming da Disney, o Disney+. São elas: Ms. Marvel, Moon Knight (Cavaleiro da Lua) e She-Hulk (Mulher-Hulk). Eis as logos das mesmas:

Além destas, foram divulgadas novidades sobre a série animada What If..? que será responsável por mostrar realidades alternativas do Universo Marvel. Nela veremos Peggy Carter (Hayley Atwell) como a Capitã Britânia, além dos Zumbis Marvel e o Vigia.

E sobre a série Loki foi anunciado que serão seis episódios com 1 hora de duração cada, e serão dirigidos por Kate Herron (Sex Education). Foi mostrado um vídeo (ainda não liberado na internet) onde Loki (Tom Hiddleston) aparece nas ruas em 1975 (que pode ser confirmado com o filme Tubarão em cartaz num cinema).

Sobre o canal de streaming, foi confirmado que apenas cinco países – incluindo o Brasil – terão liberados o serviço, a partir de 12 de novembro.

Mais novidades em breve.

[Resenha] The Boys – 1ª temporada

Pelos trailers eu já fiquei curioso para assistir essa série – com muito humor negro e mortes absurdas – e, depois de ver a galera na internet comentando de como The Boys é boa, fui obrigado a assistir… E que série, amiguinhos!

Mais uma inspirada em quadrinhos – HQ homônima criada por Garth Ennis, o mesmo de Preacher, e a série é produzida por Seth Rogen e Evan Goldberg, que também são responsáveis pela de Preacher, que já está indo para a 4ª temporada na AMC – The Boys, que saiu na Prime Video no última dia 26 com 8 episódios, nos mostra um mundo repleto de super-heróis, porém eles são mais um produto que rende bilhões de dólares em merchandising à megacorporação Vought do que heróis altruístas que realmente se preocupam por ajudar as pessoas. Nisso, somos apresentados a dois personagens: Hugh Campbell (Jack Quaid, filho de Dennis Quaid e Meg Ryan), um cara normal que teve sua namorada morta acidentalmente por um “super”, e Luz-Estrela (Erin Moriarty), uma poderosa heroína que finalmente foi admitida no mais famoso supergrupo da Vought intitulado Os Sete.

Luz-Estrela, Profundo (Chace Crawford), Rainha Maeve (Dominique McElligott), Capitão Pátria (Antony Starr), Black Noir (Nathan Mitchell), Trem-Bala (Jessie T. Usher) e Translúcido (Alex Hassell): Os Sete.

Enquanto Hughie é convidado a participar dos “The Boys” por Billy Butcher/Billy Bruto (Karl Urban), humanos normais porém bons de briga, espionagem e infiltração, com a perspectiva de se vingar dos super-heróis, Luz-Estrela descobre que o tão sonhado ingresso nos Sete não é um sonho tão bonito assim, pois os “heróis” são maus-caracteres (tive que procurar o plural de ‘mau-caráter’ e é isso mesmo, ok? rs), arrogantes e altamente perigosos, e ela tem que lidar com essa situação e descobrir o seu verdadeiro lugar no mundo.

Vamos lá: O que eu gostei:

  • A série é 18 anos, então espere muita violência, palavrões, sexo, nu frontal e mortes bizarras no melhor estilo Mortal Kombat. The Boys não possui “limites” e pode mostrar o que criaturas com superpoderes e sem nenhum escrúpulo poderiam fazer ao mundo, com muito humor negro, ação e diversão;
  • O universo de The Boys é muito interessante e repleto de figuras, e adorei a ideia de uma empresa multibilionária ser dona dos direitos de mais de 200 super-heróis através dos EUA, usando-os como produtos rentáveis e levando ao extremo o que seria o capitalismo tardio num universo de superseres;
  • Muito boa a sacada de Os Sete serem uma versão canalha da Liga da Justiça: temos um Superman (Capitão Pátria), The Flash (Trem-Bala), Mulher-Maravilha (Rainha Maeve) e Aquaman (Profundo). Hahaha!
  • A série não é somente sobre super-heróis. É mostrado com destaque como as pessoas normais convivem com os “paladinos” poderosos, e como suas vidas são afetadas pelas ações deles. É o caso de Hughie e os The Boys;
  • The Boys foge da fórmula dos outros quadrinhos. Apesar de não ser nada lá muito novo ou original (quem lembra de Injustice, por exemplo), mas consegue fugir do lugar-comum e ter personalidade própria, e nos faz torcer que seus super-heróis se deem mal hehe;
  • Adorei a personagem Luz-Estrela (Starlight, no original). Ela é poderosa de verdade – com suas rajadas de luz -, mas veio do interior e tem uma personalidade inocente, e ao mesmo tempo não dá perdão aos bandidos e senta o cacete pra valer neles. Meu outro preferido é o Capitão Pátria (Homelander) que, apesar de ser um vilão praticamente, é um personagem bem interessante, e seu olhar psicopata sempre me causa apreensão quando alguém contraria ele hehe;
  • A cena do avião no episódio 6 é muito forte. Quase causou choros em mim;
  • Mesmer, o personagem do Haley Joel Osment kkkkk Muito bom o arco dele;
  • Ver Karl Urban e Simon Pegg atuando juntos desde os filmes de Star Trek foi muito maneiro;
  • A personagem Kimiko (Karen Fukuhara). Ela aparece e a gente fica sem entender qual é a dela, mas durante os episódios, me afeiçoei à ela ♥
  • A cena do Trem-Bala no hospital foi muito engraçada. Hahaha!
  • Que bom que mudaram uma cena aí na adaptação. Seria muito pesada para a TV (clique por sua conta e risco pois SPOILERS);
  • O final não foi o que eu esperava, mas foi satisfatório até, e deixa um interessante gancho (ou mais) para a segunda temporada.

O que eu não gostei:

  • Do arco da Rainha Maeve. Eu fiquei esperançoso de que talvez ela fosse ter uma redenção, mas acabou que ela foi uma fdp como todos os outros dos Sete. Espero que isso mude na próxima temporada (a série já foi renovada);
  • O personagem Black Night. Entrou mudo e saiu calado. Como não li os quadrinhos, não sei qual é a dele, mas poderiam ter explicado porque ele não fala nada rs;
  • O ritmo de The Boys é alucinante em todos os primeiros episódios, mas dá uma caída nos dois últimos. Até que não foi tão ruim assim e não prejudica a experiência, mas poderiam ter sido mais divertidos.

Recomendo a série. Curta e necessária. Se você tem mais de 18 anos, aprecie essa maravilhosa série!

Título original: “The Boys”.
Ano de estreia: 2019.
Criado e produzido por: Eric Kripke, Evan Goldberg e Seth Rogen.
Duração: 8 episódios de +/- 60 minutos cada.
Nota do Gilga: 9,5.

[Resenha] Doom Patrol – 1ª temporada

Enquanto a Warner vai indo mal nas adaptações ao universo da DC nos cinemas (principalmente se comparado à sua maior concorrente, a Marvel), as séries de TV baseadas nos super-heróis da editora do Superman vão indo bem, obrigado, principalmente se nos referirmos à mais recente leva.

Depois de uma inovação e um relativo sucesso com Titans (resenha aqui), a mais recente série baseada na pouco conhecida superequipe Patrulha do Destino, Doom Patrol estreou em fevereiro no canal de streaming DC Universe. O programa, que tem um apelo muito semelhante aos quadrinhos da Era de Ouro, mostra o grupo montado pelo cientista Niles “Chefe” Caulder (Timothy Dalton): Larry “Homem-Negativo” Trainor (Matt Bomer na voz e forma humana, e Matthew Zuk como Homem-Negativo sob as bandagens) um piloto de testes gay que ficou desfigurado após um acidente e foi “possuído” por um ser feito de energia pura; Rita “Mulher-Elástica” Farr (April Bowlby), uma ex-atriz dos anos 1950 que se transforma numa meleca quando sente emoções negativas; Crazy Jane (Diane Guerrero), uma mulher com transtorno dissociativo de identidade e que possui 64 (!!!) personalidades diferentes e cada uma com um poder (olá, Legião); Cliff “Homem-Robô” Steele (Brendan Fraser na voz e forma humana, e Riley Shanahan como o Homem-Robô propriamente dito), um ex-piloto de Nascar que sofreu um acidente e teve seu cérebro transplantado num corpo robótico; e, por fim, Ciborgue (Joivan Wade), que eu não sei porque não foi usado em Titans e tá nessa equipe, mas beleza.

Vamos aos pormenores:

O que eu gostei:
– A série é diferente de tudo o que já vimos até então nas baseadas em quadrinhos: instigante, divertida, malucaça, nonsense, adulta (com violência explícita e sexo) e com apelo LGBT;
– Bom ver Brendan Fraser de volta depois de tanto tempo sumido. Acho que foi um bom retorno aos holofotes pra ele;
– Como os heróis são atormentados por seus passados trágicos (como eles são FODIDOS, mds!) e como eles conseguem cativar o público (pois carismáticos) por serem tão humanos. Eles não tem nada de super-heróis e nem estão sequer preparados, mas o destino os une como uma família doida para fazerem o que é certo;
– A boa surpresa foi a Diane Guerrero (de Orange is the New Black) interpretando uma personagem com múltiplas personalidades e trocando a atuação em questão de segundos. Crazy Jane é um espetáculo à parte;
– Como falei ali em cima, da boa representatividade LGBT da série. Que bom que temos o Matt Bomer (que é gay) interpretando um personagem gay (a sexualidade foi trocada na transição dos quadrinhos para a série) – mesmo este tendo uma manjada história triste – e o produtor Greg Berlanti, também gay e responsável por todo o Arrowverse e que sempre dá um jeito de encaixar um personagem LGBT nas séries para nos representar;
– O Ciborgue do Joidan Wade tem muito mais profundidade e carisma do que o do Ray Fisher no filme da Liga da Justiça (resenha aqui);
– O vilão “engraçadinho” que abusa de metalinguagem e referências à quarta parede;
– Aliás, o visual do Sr. Ninguém (Alan Tudyk) é muito foda;
– Os plot twists;
– Os efeitos especiais (alguns, pois a maioria eram toscos como o padrão de sempre da Warner) e práticos (próteses do Ciborgue e corpo do Homem-Robô) estão muito bons;
– A abertura é show!

– Trilha sonora foda e inesquecível;
– Os episódios da Rua Danny (com Matt Bomer cantando uma música a la Born This Way no karaokê) e do flashback do Niles Caulder perdido no Canadá são os meu preferidos;
Flex Mentallo (Devan Chandler Long) e seus poderes esquisitos (e o que foi aquela cena no episódio 13?? kkkkk).

O que eu não gostei:
– O último episódio foi doido demais e exigiu muita suspensão de descrença de mim e não rolou;
– Alguns clichês da Era de Ouro dos quadrinhos – vilões estereotipados, ficção científica mirabolante, planos sem sentido etc -, que foram usados propositadamente e em excesso, chega uma hora que cansa;
– Quinze episódios até que é um número ok porém ficou meio extensa a trama. Acho que tudo poderia ter se resolvido em menos episódios.

Resumindo, a Patrulha do Destino é muito divertida e recomendadíssima, e mesmo quem não conhece o quadrinho – praticamente o meu caso também, que mal e mal sabia uma coisa ou outra – vai se entreter muito, apesar de uma certa e estranha familiaridade (“Acho que eu já vi essa série antes”) pelo material ser parecido com os X-Men originais dos quadrinhos e The Umbrella Academy (resenhas da HQ e da série), porém a Patrulha foi lançada antes nos quadrinhos.

Título original: “Doom Patrol”.
Ano de estreia: 2019.
Criado e produzido por: Jeremy Carver, Geoff Johns, Greg Berlanti e Sarah Schechter .
Duração: 15 episódios de 45 a 60 minutos cada.
Nota do Gilga: 9.

[Atualizado] Novidades Marvel e Disney+ na SDCC 2019

Muitas novidades para o MCU na San Diego Comic-Con 2019. A começar pela agenda de filmes. Serão 8 ao total, ainda não confirmados, entre 2020 e 2021:

Confirmado o elenco parcial do filme Os Eternos. Vai ser lindo, hein! Angelina Jolie, Richard Madden, Kumail Nanjiani, Lauren Ridloff, Brian Tyree Henry, Salma Hayek, Lia McHugh e Don Lee. Direção: Chloé Zhao. Chega nos cinemas gringos em 6 de novembro de 2020. A logo abaixo:

O filme do Shang Chi se chamará Shang Chi and the Legend of the Ten Rings, e vai contar com o vilão Mandarim (de verdade dessa vez!). O elenco conta com Simu Liu como o personagem-título, Awkwafina e Tony Leung. Direção: Destin Daniel Cretton. Nos cinemas em 12 de fevereiro de 2021. Logo também confirmada abaixo:

A série do Falcão e Soldado Invernal vai se chamar The Falcon & The Winter Soldier mesmo (??). Chega no Disney+ no outono americano de 2020. Logo abaixo:

WandaVision também ganhou logo. Chega na primavera americana de 2021 no Disney+ e vai ter participação da Monica Rambeau adulta, interpretada por Teyonah Parris.

Essa é a mesma data da série do Loki. Olha a logo, que doida:

O título da sequência de Doutor Estranho ficou Doctor Strange in the Multiverse of Madness. Ousados!! A Wanda (Elisabeth Olsen) vai ter participação. Nos cinemas em 7 de maio de 2021. A logo:

Já a série animada What If..? com contos narrados pelo Vigia (Jeffrey Wright) de universos paralelos da Marvel chega ao Disney+ no verão americano de 2021.

Tanto pediram, e taí: série com o Gavião Arqueiro! Jeremy Renner retorna para Hawkeye e introduzirá Kate Bishop. Outono americano de 2021 no Disney+.

O quarto filme do Thor também ganhou logo e título: Thor: Love and Thunder (que piegas! rs), com Taika Waititi de novo na direção, e com Chris Hemsworth, Tessa Thompson e até a Natalie Portman como a nova Thor (aí sim, hein!!)! Em novembro de 2021.

A logo e a data do filme solo da Viúva-Negra também. Black Widow chega aos cinemas em 1º de maio de 2020.

[Atualizado] E de surpresa, Kevin Feige anuncia um novo filme do Blade! Com Mahershala Ali no papel-título. Sem data.

Pra finalizar os anúncios, Kevin Feige confirmou outros filmes do MCU: Guardiões da Galáxia 3, Pantera Negra 2, Capitã Marvel 2… e QUARTETO FANTÁSTICO.

[Resenha] The Fate of Atlantis (DLC de Assassin’s Creed Odyssey)

Nove meses depois (mas parecem anos) e eu ainda estou jogando Assassin’s Creed: Odyssey para PS4 (mozão já chama carinhosamente de “crackinho” rs). Além de ser um game viciante, Odyssey tem conteúdo novo constante, com quests diárias e semanais, mais as chamadas Lost Tales of Greece (“Contos Perdidos da Grécia”), que são lançadas a cada três semanas (se não me engano), e mais as DLCs (pra quem comprou a season pass), que foram seis, sendo duas histórias divididas em três partes: a primeira, The Legacy of First Blade (“O Legado da Primeira Lâmina”), a qual eu não resenhei mas achei boa (spoiler: tirando esta controvérsia), pois aprofunda na história do personagem principal; e a segunda, The Fate of Atlantis (“O Destino de Atlântida”), cuja última parte foi lançada no último dia 16.

Começou um pouco frustrante porque a história não começa em Atlantis/Atlântida propriamente dita, e a premissa é meio bobinha. “Alexsandra” (vou chamar o protagonista assim, misturando os nomes de Alexios e Kassandra rs) precisa acessar simulações (olá, Matrix!) de mundos criados pelos Isu (ou Os Precursores) para aumentar o poder do artefato que ela herdou do pai. O primeiro desses mundos é Elísio, o paraíso da mitologia grega. É um mundo lindíssimo, todo florido e sempre ensolarado. Lá você encontrará personagens Isu com nomes de divindades gregas, como Perséfone (a regente de lá), Hermes e Hécate, e se envolverá numa intrigante história de resistência, romance e traições, e onde acontece um encontro inusitado e emocionante para Alexsandra;

O segundo mundo é o Submundo, o pior dos além-vida dos gregos, mundo enevoado, sinistro e com um por do sol constante. Lá, Alexsandra irá interagir com figuras como Hades, Caronte e basicamente todos os bandidos que ela matou, fora algumas figurinhas da Grécia (mais) Antiga (ainda) e mitologia, o que, de cara, eu já achei bem empolgante. A primeira batalha é contra um chefe fodido que penei pra vencer. E aqui também tem muita emoção com outro reencontro aí que não vou falar qual é;

E, por fim, o terceiro mundo, Atlântida propriamente dita, mundo este regido por Posseidon. A cidade é lindíssima (acho que o cenário mais estonteante e bem elaborado que já vi num game), com um visual que mistura Antiguidade com alguns conceitos que nem consigo descrever, mas é aquilo que parece magia mas é só tecnologia além da nossa compreensão. Neste mundo, Alexsandra experimenta o outro lado do poder, mas se envolve em muitas confusões, como sempre. O chefão final é visualmente muito bem bolado, sinistrão e difícil pacas. E o destino de Atlântida… Bom, aí você vai ter que jogar pra saber. Mas no meu ver, não foi lá grandes coisas, achei um pouco anticlimático. Mas fora isso, a DLC toda (as três partes) trazem MUITO conteúdo e é bem divertida, aprimorando a experiência com Odyssey, trazendo equipamentos e entalhes mais poderosos para Alexsandra, e enriquecendo a mitologia da saga Assassin’s Creed ao mostrar mais dos Isu.

Ubisoft tá de parabéns pela criatividade desse conteúdo, de um modo geral, e com o todo o jogo em si. Vou ali jogar mais 200 horas.

Jogo: Assassin’s Creed Odyssey (resenha aqui).
DLC: The Fate of Atlantis (3 partes).
Lançamento: 16 de julho (parte final).
Plataforma: PlayStation 4.
Nota do Gilga: 8,5.

Novo trailer e data de estreia da série Watchmen

A série de Watchmen pela HBO teve seu primeiro trailer completo divulgado. Veja abaixo:

Polícia com identidade secreta, surto de mascarados, Ozymandias aprontando, Dr. Manhattan retornando à Terra… Olha, eu estou com expectativas baixas nessa série, que é uma continuação nos dias atuais da trama de Watchmen original, mas confesso que o Jeremy Irons de vilão chamou minha atenção.

Situada em uma realidade alternativa onde super-heróis são tratados como bandidos, Watchmen abraça a nostalgia da graphic novel original inovadora e segue em busca de abrir novos caminhos próprios. 

Damon Lindelof (The LeftoversLost) será o showrunner. Já o elenco conta com Regina King, Jeremy IronsDon JohnsonNelson Tim Blake, Louis Gossett Jr.Yahya Abdul-Mateen IIAdelaide ClemensAndrew HowardTom MisonFrances Fisher, Jacob Ming-TrentSara VickersDylan SchombingLily Rose Smith, James Wolk e Adelynn Spoon.

Watchmen estreia em outubro, sem data definida.

Fonte: Omelete.

Primeiro trailer da série The Witcher

Sem mais delongas, primeiro trailer da série de TV The Witcher:

Tem tudo pra ser o “Game of Thrones da Netflix“, hein.

O elenco conta com Henry Cavill como Geralt de Rivia, Freya Allan será Ciri; Anya Chalotra será Yennifer; Jodhi May será a Rainha Calanthe; Bjorn Hlynur Haraldsson viverá Eist; Adam Levy interpretará o druida Mousesack; MyAnna Buring dará vida a Tissaya e Millie Brady será a princesa Renfri

Adaptação dos livros de fantasia de Andrzej Sapkowski, The Witcher terá oito episódios em sua primeira temporada. A estreia da série está prevista para acontece entre setembro e dezembro deste ano.

Novos trailer e fotos de His Dark Materials

Direto da San Diego Comic-Con que está acontecendo nesta semana, temos o novo trailer de His Dark Materials, adaptação para a TV da saga literária Fronteiras do Universo (da qual “A Bússola Dourada” faz parte). Assista:

Tivemos o primeiro vislumbre de Iorek Byrnison, o urso de armadura, e muitas cenas de ação.

Abaixo, algumas imagens reveladas durante a SDCC mais cedo:

“Fronteiras do Universo” segue as aventuras de Lyra Belacqua (Dafne Keen) e Will Parry enquanto eles exploram universos paralelos habitados por bruxas, ursos de armadura e daemons. A série começou com “A Bússola Dourada” em 1995, e teve grande aprovação de crítica em cada continuação. Um filme baseado no primeiro romance foi lançado em 2007, mas recebeu resenhas mornas e negativas à época.

O elenco ainda conta com James McAvoy, Ruth Wilson e Lin-Manuel Miranda. His Dark Materials estreia no outono do Hemisfério norte (setembro a dezembro) deste ano, sem data confirmada.