[Resenha] Pokémon Ultra Sun

Lançados mundialmente em 19 de novembro de 2017 para Nintendo 3DS, Pokémon Ultra Sun & Pokémon Ultra Moon, remixes dos games Pokémon Sun & Pokémon Moon (2016, minha resenha em vídeio aqui), trouxeram algumas novidades à franquia. Eu pude por as mãos no Ultra Sun apenas em janeiro (presente do mozão) e aqui trago a minha resenha.

Váaaaaaaaaaarias coisinhas foram adicionadas nesse remix, como alterações no level design, interfaces, novos pokémon disponíveis e, inclusive, na história.

Uma listinha das coisas que gostei:

  • O menu principal do treinador tá bem mais bonito. Agora é mais fácil salvar: é só abrir o menu e apertar Y;
  • Novas localidades, como o Pikachu Valley (onde você pode adquirir um Pikachu com um chapéu do Ash, o Z-Crystal Pikashunium, e camiseta e chapéu com temática Pikachu) e os Alola Photo Clubs (onde você pode colocar molduras e adesivos nas fotos que você pode tirar com seus pokémon) em todas as ilhas;
  • Alguns Trials estão diferentes;
  • Novas localizações para alguns Z-Crystals e as novas Z-Moves;
  • Os “O-Powers” que a Roto Dex fornece, como restaurar HP e PP, aumentar chance de capturar pokémon, diminuir preços nas lojas etc. Basta você elogiar ou dar respostas positivas para as perguntas do Roto que você gira uma “roleta”, podendo ganhar um desses poderes que você pode utilizar nas batalhas ou no campo;
  • Os totem pokémon que você pode ganhar do Samsom Oak ao colecionar stickers (adesivos dourados) espalhados por todas as localidades de Alola;
  • Os “minigames” Surf num Mantide (usado para se deslocar entre algumas ilhas), que é muito bacana (muito legais as ~manobras radicais) e explorar o Ultra Warp Ride montado nos lendários de Alola, onde você pode adquirir muitos pokémon – comuns e lendários que não estão na Pokédex de Alola –, incluindo as Ultra Beasts;
  • As duas novas Ultra BeastsBlacephalon (US), Stakataka (UM) e Poipole (que evolui para Naganadel), além da Dusk Form do Lycanroc;
  • As Ultra Forms dos lendários Solgaleo (Dusk Mane) e Lunala (Dawn Wings), toda aquela história com o Necrozma (e o Ultra Necrozma), a incrível Ultra Megalopolis (pena que é um cenário curtinho), a Ultra Recon Squad, e os itens N-Solarizer e N-Lunarizer para fundir Necrozma com Solgaleo e Lunala, respectivamente (minha aposta de power-up para o próximo jogo da franquia são fusões entre pokémon – já saquei essa, Nintendo!);
  • O Episode RR, capítulo pós término do jogo, onde você pode enfrentar todos os vilões dos capítulos anteriores, incluindo Giovanni, líder da agora Rainbow Rocket Team.
Oh yeah!!!

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As coisas que não curti:

  • Brincar com os pokémon no cenário. Qual o propósito?? Se ainda rendesse algum item de prêmio, ou se o pokémon entrasse pra sua equipe, valeria mais a pena;
  • Senti falta de trilhas sonoras novas;
  • Ainda tem uma lentidão na animação quando aparecem mais de dois pokémon nas batalhas (e as animações de alguns pokémon quando se está no modo Care);
  • Tirar fotos de pokémon selvagens apertando o R (em alguns pontos específicos) ainda é chato e sem propósito;
  • Dungeons ainda muito fáceis perto daquelas cavernas infinitas, escuras e cheias de batalhas das primeiras gerações. Aquilo sim que era desafio.

Resumindo, Pokémon US & UM é legal, mas poderia ter ainda mais novidades, como coisas que faltaram em S&M, tipo mais Mega Evolutions e Mega Stones, mais Page Riders, mais (ainda) side quests etc. É diferente, mas quanto mais você avança no jogo a caminho da Elite Four, mais parece que é o mesmo jogo… Enfim, é um bom jogo, apesar da falta de novidades mais marcantes.

Título original: Pokémon Ultra Sun.
Ano de lançamento: 2017.
Empresa: Game Freak.
Diretor: Kazumasa Iwao.
Produtores: Junichi Masuda, Shigeru Ohmori, Shin Uwai, Takanori Sowa
Takato Utsunomiya e Hitoshi Yamagami.
Artista: Maiko Fujiwara.
Roteiristas: Toshinobu Matsumiya, Ryota Muranaka e Hitomi Sato.
Compositores: Minako Adachi, Go Ichinose, Junichi Masuda e Tomoaki Oga.
Nota do Gilga: 8.

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Top 10 DC/Warner (v. 2018.1)

Conforme prometido, segue minha lista de 10 melhores filmes de super-heróis DC pela Warner:

10º – Batman Begins (2005):
O primeiro filme do diretor Christopher Nolan com Christian Bale encarnando Bruce Wayne, uma releitura atual e muito interessante do Homem-Morcego nos cinemas;

9º – Superman – O Retorno (2006):
A tentativa da Warner de trazer o Homem de Aço, quase 20 anos depois (desde de Superman IV, de 1987), de volta aos cinemas, não deu muito certo e a continuação foi cancelada, mas a atuação de Kevin Spacey (antes dos atuais acontecimentos) como Lex Luthor é memorável;

8º – Batman – O Cavaleiro das Trevas (2008):
A segunda parte da trilogia de Nolan nos presenteou com a inesquecível atuação de Heath Ledger como o Coringa, uma das mais aclamadas encarnações do vilão até hoje;

7º – Batman – O Retorno (1992):
Na segunda investida de Tim Burton dirigindo um filme do Batman (Michael Keaton), tivemos as também ótimas participações de Michelle Pfeiffer e Danny DeVito como os vilões Mulher-Gato e Pinguim, respectivamente.

6º – Batman – O Filme (1989):
A chegada de Tim Burton (estranho não ter a participação de Johnny Depp nesse filme…) à franquia do Batman. Jack Nicholson arrasando como Coringa;

5º – O Homem de Aço (2013):
Henry Cavill ficou fisicamente muito foda como Superman, apesar de um filme cheio de defeitos no roteiro e com um Homem de Aço descaracterizado;

4º – Superman – O Filme (1978):
Richard Donner + Christopher Reeve = Épico;

3º – Mulher-Maravilha (2016):
O único filme da última safra da Warner que se salva. Apesar de um terceiro ato zoado, é o melhor filme de heroína (e um dos únicos, por ora) até então;

2º – Superman II (1980):
Esse filme vai estar para sempre guardado em meu coração, com aquelas lutas épicas – apesar de seus efeitos especiais limitados, pela época – do Superman (Reeve) contra os criminosos kryptonianos Zod (Terence Stamper) e seus comparsas, e o Lex Luthor de Gene Hackman engraçado e sempre tentando se dar bem mesmo em desvantagem;

1º – Watchmen (2009):
Quase dez anos depois, é ainda o meu filme preferido de super-heróis. Do tempo em que Zack Snyder ainda sabia fazer filmes rs

P.S.1: Pretendo refazer esta lista (ou não, caso o filme seja ruim) depois que Aquaman for lançado;
P.S.2: Em breve farei também um Top 10 com os PIORES filmes de super-heróis em geral, o que vai incluir muitos da DC/Warner hehe

Top 10 Marvel Studios (v. 2018.1)

Aproveitando que Pantera Negra (resenha aqui) acabou de sair nos cinemas, e que o Univeso Cinematográfico Marvel está completando 10 anos em 2018, deixo aqui minha lista dos 10 melhores filmes do Marvel Studios, coisa que não faço desde 2015, isso antes da Fase 3 do UCM. Inclusive, metade do meu top 10 está com filmes desta fase, mostrando que o estúdio vem caprichando mais e mais em suas produções. Segue:

10º – Guardiões da Galáxia vol. 2 (2017):
A segunda aparição do supergrupo espacial com James Gunn novamente a frente do projeto não foi tão genial quanto o primeiro filme, mas tem seus méritos;

9º – Thor: Ragnarok (2017):
Depois de dois filmes com histórias fracas, a Marvel deu carta branca para que o diretor Taika Waititi fizesse uma comédia com o Deus do Trovão. Ficou engraçado, mas ficou devendo em alguns aspectos.

8º – Doutor Estranho (2016):
Uma viagem psicodélica pelas dimensões com um dos mais importantes personagens dos quadrinhos;

7º – Homem-Formiga (2015):
Um filme divertido pra cacete, não só por ser uma comédia, mas também pela ação e o plano de “assalto” são eletrizantes, fora os efeitos especiais e grandes presenças na tela de Michael Douglas e Paul Rudd;

6º – Homem de Ferro (2008):
O primeiro filme do estúdio até hoje impressiona em narrativa e efeitos visuais. E isso que lá se foram 10 anos;

5º – Guardiões da Galáxia (2014):
Um dos mais divertidos filmes da Marvel, a primeira aventura com uma equipe obscura dos quadrinhos, que roubou a cena no UCM;

4º – Os Vingadores (2012):
Ver todos os personagens apresentados na Fase 1 reunidos numa “equipe dos sonhos” foi um dos melhores momentos do cinema nesta década;

3º – Capitão América: O Soldado Invernal (2014):
A introdução do personagem de Sebastian Stan numa trama de espionagem e conspiração política é um dos melhores filmes do Marvel Studios;

2º – Capitão América: Guerra Civil (2016):
Grande encontro e batalha entre os super-heróis do estúdio e a apresentação dos novatos Homem-Aranha (Tom Holland) e Pantera Negra (Chedwick Boseman);

1º – Pantera Negra (2018):
Tudo de bom! Melhor filme do estúdio.

P.S.: Pretendo fazer também Top 10 com os filmes de heróis da Fox (depois de Deadpool 2, que estreia em maio) e da Warner/DC (em breve).

[Resenha] Pantera Negra

Ontem estreou nos cinemas brasileiros o aguardado “Pantera Negra”, o mais recente filme do Marvel Studios. O longa aprofunda o background do personagem interpretado por Chadwick Boseman, que apareceu pela 1ª vez em “Capitão América – Guerra Civil” (2016). Depois da morte do rei T’Chaka (John Kani) pelas mãos do vilão Zemo (Daniel Brühl) no 3º filme do Capitão, seu filho, T’Challa (Boseman), é coroado como o novo regente de Wakanda, um reino riquíssimo que se oculta do resto do mundo e que mistura tribalismo e tecnologia de ponta, e terra do vibranium, o metal alienígena presente nas armas e no uniforme do Pantera Negra (e de todo exército wakandano). Wakanda entra em perigo quando surgem no horizonte duas ameaças: Ulysses Klaue (Andy Serkis), traficante desmembrado por Ultron (James Spader) em “Vingadores: A Era de Ultron”, e Erik Killmonger (Michael B. Jordan), vilão com ligação com o reino africano.

O filme aborda temas como racismo, colonialismo e feminismo de maneira interessante. O clima é sério mas leve, sem o humor forçado como alguns filmes do Marvel Studios. Representatividade é a palavra-chefe no trabalho de Ryan Coogler (de Fruitvale e Creed), proeminente diretor e roteirista afroamericano. Coisa bonita de ver crianças (e também, por que não, adultos) se vendo representados nesse filme que tem maioria negra em seu elenco. E as mulheres também, viu? Uma personagem mais foda que a outra, com destaque para Okoye (Danai Gurira, a Michonne de The Walking Dead), a general de Wakanda e líder das Dora Milaje; Nakia (Lupita Nyong’o), espiã e ex-affair de T’Challa; e Shuri (Letitia Wright), a irmã do novo rei de Wakanda. Tem uma sequência de batalha, já na reta final do filme, onde elas roubam a cena.

A ação e alguns efeitos visuais estão foda (as visitas ao mundo espiritual são lindíssimas, a sequência incial com a origem de Wakanda, também), algumas escolhas visuais de produção são impressionantes e bem interessantes (um certo animal africano com armadura de guerra foi o meu favorito), as atuações também estão muito boas, com destaque para os vilões (Serkis e Jordan); também gostei que deram importância para o agente Everett Ross (Martin Freeman) mesmo ele sendo um personagem não muito importante; a trilha sonora do compositor Ludwig Göransson para o filme é fantástica (minha preferida é “Ancestral Plane” que eu só achei neste link) e casa muito bem com as cenas. [Atualizado] Já tem no Youtube:

Em resumo, “Pantera Negra” é um filme foda, e apesar de os haters (que a gente sabe que são os racistas) tentarem sabotar a nota do filme no Rotten Tomatoes (que, inclusive, ganhou o selo Fresh do site) para denegrir o filme, creio que vai ser um sucesso de bilheteria, encorajando a Disney/Marvel a entregar mais projetos para diretores com visões mais ousadas como a de Coogler (e também a de Taika Waititi em Thor: Ragnarok), nos presenteando com filmes que destoam da maioria dos chamados “filmes de super-heróis”, como foi com este.
Ah! E o filme possui duas cenas pós-créditos. Espere até o final.

Da esquerda para a direita: Zuri (Forest Whitaker), Killmonger, W’Kabi (Daniel Kaluuya), Nakia, T’Challa, Ramonda (Angela Bassett), Okoye e Shuri.

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Título original: “Black Panther”.
Ano: 2018.
Diretor: Ryan Coogler.
Elenco: Chadwick Boseman, Michael B. Jordan, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Daniel Kaluuya, Angela Bassett, Winston Duke, Danai Gurira, Andy Serkis e Forest Whitaker.
Duração: 134 minutos.
Nota do Gilga: 9,5.

Novo trailer de Os Incríveis 2

Já temos o 1º trailer completo de Os Incríveis 2, espera sequência da animação da Pixar de 2004. Assista dublado:

No vídeo vemos Beto Pera, o Sr. Incrível, tentando ser um pai dedicado, enquanto a Mulher-Elástica volta à vida de vigilante. Também teremos a volta de Gelado e o pequeno Zezé roubando a cena com seus múltiplos poderes.

Os Incríveis 2 estreia nos cinemas brasileiros em 28 de junho.

[Resenha] Star Trek: Discovery – 1ª temporada

Depois de 12 anos longe da TV, a franquia de Star Trek retorna pela CBS (e exibida pela Netflix no dia seguinte) com a série Star Trek: Discovery, criada por Bryan Fuller (Hannibal, American Gods) e Alex Kurtzman (do reboot da franquia nos cinemas), que conta a história da nave U.S.S. Discovery, da Frota Estelar, dez anos antes da série original (1966-69).

Não sou literado nesta franquia — inclusive tentei assistir A Nova Geração (1987-94) um dia desses, mas achei produção e atuações muito pobres, mesmo a do Patrick Stewart, que eu acho um ator foda, lá, estava “engessada” — mas gosto da franquia rebootada dos cinemas e estou gostando muito do que foi mostrado nessa nova série, mesmo perdendo a maioria das referências (risos).

A história começa com a especialista Michael Burnham (Sonequa Martin-Green), humana criada pelo vulcano Sarek (James Frain) e irmã adotiva de Spock (que é apenas citado nesta temporada), e a capitã Philippa Georgiou (a maravilhosa Michelle Yeoh), ambas da U.S.S. Shenzhou, nave que acaba tendo um destino trágico depois de uma treta com os temíveis Klingons — que se estende por toda a temporada. Burnham, a primeira protagonista mulher e negra de Star Trek, se torna uma amotinada, e acaba parando na Discovery, a “joia da coroa” da Frota Estelar, cujo capitão é Gabriel Lorca (Jason Isaacs), onde conhece os outros personagens carismáticos da série: o kelpiano Saru (o excelente Doug Jones, que você já viu em filmes como “O Labirinto do Fauno” e “A Forma da Água”), a cadete Sylvia Tilly (Mary Wiseman), o oficial de ciência Paul Stamets (Anthony Rapp) e o doutor Hugh Culber (Wilson Cruz), que formam o primeiro casal gay da história da franquia (aliás, Discovery tem seus méritos por estar cheio de “primeiras vezes”) etc. Outra novidade é que, na Netflix, além de todos os idiomas disponíveis nas legendas, ainda é possível assistir tudo em KLINGON (caso você seja fluente nesta língua alienígena rs).

Lorca, Georgiou, Saru e Burnham.

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Discovery
é uma série muito completa, tem drama, ação, aventura, romance e comédia, e o roteiro tem tantos plot twists, que os 15 episódios desta temporada parecem 30 de tantas coisas que acontecem, apesar de ação ocorrer a bordo da nave, basicamente, e não em planetas diferentes, como parecem que as séries anteriores costumavam mostrar, tudo acontece de forma acelerada, teve universo paralelo, loop temporal, motim, traições, experiência genética, ameaça apocalíptica, e participações de Jonathan Frakes (que participou de A Nova Geração) dirigindo um dos episódios, e – icônica – de Rainn Wilson (o Dwight de The Office).

Sem exageros, Star Trek: Discovery é a melhor série de 2017 (estreou em setembro), e é recomendada tanto para novatos quanto para fãs do cânone (pelo menos, meu amigo Daniel, o único que eu conheço, adorou) e já tem a segunda temporada confirmada.

Título original: “Star Trek: Discovery”.
Ano de estreia: 2017.
Criado e produzido por: Bryan Fuller, Alex Kurtzman, Eugene Roddenberry, Trevor Roth, Akiva Goldsman, Heather Kadin, Gretchen J. Berg e Aaron Harberts.
Elenco: Sonequa Martin-Green, Michelle Yeoh, Jason Isaacs, Doug Jones, Mary Wiseman, Anthony Rapp, Shazad Latif, James Frain.
Duração: 15 episódios de +/- 50 minutos cada.
Nota do Gilga: 10.

 

Novo trailer de Kingdom Hearts e mais!

Durante a D23 Expo no Japão, a Square-Enix revelou algumas novidades do tão aguardado RPG de ação Kingdom Hearts III.

A Square-Enix não apenas confirmou o game será lançado em 2018, temos um novo trailer, mostrando o inédito mundo de Monstros S/A e as skins de monstros para Sora, Donald e Pateta. Assista abaixo:

Junto ao trailer, a SE também revelou que a cantora Hikaru Utada retorna para o terceiro capítulo com uma nova canção intitulada “Don’t Think Twice”. Ouça a prévia da canção abaixo, que ainda nos mostra um vislumbre das novas roupas de Riku e Mickey:

Os mundos confirmados até então para KH3 são Mount Olympus (Hercules), Twilight Town (Kingdom Hearts 2), Yen Sid’s Tower (KH2), Old Mansion (KH2), Kingdom of Corona (Enrolados), San Fransokyo (Operação Big Hero 6), Andy’s House (Toy Story) e Monsters Inc. (Monstros S/A).

Fontes: Nova Crystalis e IGN.

Primeiro teaser trailer de Venom

Semana movimentada!

Hoje o filme Venom recebeu seu 1º teaser trailer. [Atualizado] Assista abaixo, legendado:

O teaser não mostra muito, mas vemos rapidamente os personagens de Tom Hardy, Michelle Williams e Riz Ahmed.

Ontem também foi apresentado o primeiro pôster do longa:

Dirigido por Ruben Fleischer, Venom estreia no Brasil em 4 de outrubro.

Novo trailer da 2ª temporada de Jessica Jones

Hoje também tivemos o lançamento do novo trailer da segunda temporada de Jessica Jones. Assista abaixo:

Neste ano, Jessica (Krysten Ritter) irá buscar respostas quanto ao seu misterioso passado, que envolve o acidente que lhe conferiu seus poderes bem como as experiências às que foi submetida, e irá enfrentar um novo oponente.

A nova temporada da detetive beberrona da Marvel estreia em 08 de março na Netflix.