RIP Stan Lee

Faleceu hoje Stan Lee, aos 95 anos, o criador dos primeiros e principais personagens da Editora Marvel, que hoje são sucesso tanto nos cinemas – nos filmes em que sempre apareceu em rápidas aparições especiais desde “X-Men” (2000) – quanto fora deles.

Amanhã – ou depois, dependendo do meu tempo disponível – publicarei aqui um post especial sobre a carreira e vida dele e também uma tirinha em sua homenagem no Little Cops (Facebook e Twitter). Fiquem ligadinhos.

Que descanse em paz o homem e a lenda!

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[Resenha] Rogue One: Uma História Star Wars + RIP Carrie Fisher

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Depois de um longo “recesso” sem postar nada aqui no blog, cá estamos com a 1ª publicação de 2017. Aliás, feliz ano novo, viu, seus lindos! Tudo de bom aí!

Em cartaz nos cinemas brasileiros desde 15 de dezembro, o 1º spin-off de Star Wars, agora na mão da Disney, “Rogue One” tem a função de contar uma história que passou batida entre os episódios III e IV da grande franquia criada por George Lucas: o roubo dos planos da Estrela da Morte.

A história começa com Galen Erso (Mads Mikkelsen) sendo capturado pelo Diretor Krennic (Ben Mendelsohn) e alguns Shadow Stormtroopers, para que ele continuasse o mais ambicioso projeto bélico do Império. Na tentativa de fuga, Galen conseguiu que sua filha, a pequena Jyn, escapasse. A menina perambulou “órfã” por alguns planetas e até passou um período sob a tutela de Saw Gerrerra (Forest Whitaker), um rebelde extremista. Agora adulta (e interpretada por Felicity Jones), Jyn acaba sendo aprisionada pelo Império, e então é resgatada pelo Capitão Cassian Andor (Diego Luna), a pedido da Aliança Rebelde. Ela reencontra Gerrerra e renova suas esperanças ao assistir uma holomensagem do pai, que a incumbe de roubar as plantas da Estrela de Morte, a arma mais temível nas mãos do opressor Império. Jyn e Cassian então montam um grupo de guerreiros (ou não) às pressas para ajudá-los nessa missão suicida: K2SO (Alan Tudyk na voz original), um robô imperial que sofreu “lavagem cerebral” pela Aliança e que lembra um pouco o robô depressivo Marvin, de “O Guia do Mochileiro das Galáxias”; Chirrut Imwe (Donnie Yen), sacerdote da Força que, apesar de cego, manja muitos paranauês no bastão e no tiro; Baze Malbus (Jiang Wen), o parceiro incrédulo de Chirrut que também é bom no tiro; e o piloto desertor do Império Bohdi Rook (Riz Ahmed), que acaba se tornando uma das peças fundamentais nas ações desse esquadrão “Rogue Um” dos rebeldes.

Cassian, Jyn, K2SO, Chirrut, Malbus e Rook.
Cassian, Jyn, K2SO, Chirrut, Malbus e Rook.

Gostei de todos os revezes da história, do grupo mais representativo e multiétnico de Star Wars até então (uma mulher, um mexicano, um anglopaquistanês, dois chineses e um robô), dos efeitos especiais, DAQUELA CENA com sabre de luz (que fan service, hein, Disney), da trilha sonora e, apesar de um final um tanto quanto trágico, de como “Rogue One” amarra as pontas e une as tramas dos episódios “A Vingança dos Sith” (2005) e “Uma Nova Esperança” (1977). Porém não gostei dos efeitos digitais e da animação de Diretor Tarkin (interpretado pelo ator britânico Peter Cushing, falecido em 1994 aos 81 anos) e da Leia, que ficou muito feia, parecendo a Eva Byte.

Tirando isso, “Rogue One” é um filme divertido, um excelente deleite para os fãs antigos e um ótimo filme de aventura para quem está chegando agora na saga Star Wars.

Título original: “Rogue One: A Star Wars Tale”.
Ano: 2016.
Diretor: Gareth Edwards.
Elenco: Felicity Jones, Diego Luna, Ben Mendelsohn, Mads Mikkelsen, Forest Whitaker e James Earl Jones.
Duração: 134 minutos.
Nota do Gilgamesh: 8.


A notícia triste no desfecho do trágico ano de 2016 foi, no último dia 27, do falecimento da atriz Carrie Fisher, eternizada pelo seu papel de Princesa Leia/General Organa. Vítima das consequências de um infarto aos 60 anos, a atriz e escritora americana deixa órfãos uma legião de fãs, admiradores e amigos, que era tido como uma pessoa alegre e sábia. Sua mãe, a também atriz Debbie Reynolds, morreu no dia seguinte, de um AVC, aos 84 anos, talvez motivado pela tristeza da partida da filha. Que descansem em paz as duas.

rip-leia