Hollywood vivendo de passado

jurassic world

Quando a fonte da criatividade dos roteiristas e produtores em Hollywood seca, a escolha mais lógica pra eles é fazer um remake (refilmagem) ou reboot (recomeço) de alguma produção das antigas (às vezes, não tão antiga assim, chegando a no mínimo, uns 10 anos antes) que fez algum relativo sucesso, podendo ser uma série de TV ou um filme mesmo – tanto estrangeiros quanto feito por eles mesmo em outras épocas.
Vou falar de alguns de 10 remakes/reboots mais notórias da última década (se não, o post seria gigante, não é mesmo), inclusive, começando com dois dos maiores sucessos desse ano que são refilmagens:

“Mad Max – A Estrada da Fúria” (2015 x 1979)
Dirigido por George Miller e estrelado por Tom Hardy e Charlize Theron, esse estrondoso sucesso de público e crítica de 2015 superou e muito a trilogia original (“Mad Max”, de 1979, “Mad Max 2”, de 1981, e “Mad Max – Além da Cúpula do Trovão”, de 1985), até porque Tom Hardy é bem melhor ator do que o Mel Gibson, né, gente. A continuação, já intitulada “Mad Max: A Terra Desolada”, ainda não ganhou data de estreia.

“Jurassic World” (2015 x 1993)
Outro que vem de uma trilogia, “Jurassic Park” (1993, 1997 e 2001), e que arrebatou milhões para os cinemas, o filme, protagonizado por Chris Pratt e Bryce Howard Dallas (que nos ensinou como é fácil fugir de um dinossauro calçando salto alto), já tem continuação prevista para estrear em 2018.

“Godzilla” (2014 x 1954)
Criado pelos japoneses em 1954, o monstrengão já apareceu em quase 30 filmes desde então (lista completa aqui) e ganhou não apenas um, mas DOIS remakes hollywoodianos: o primeiro, em 1998 (muito ruim), estrelado por Matthew Broderick, e outro ano passado, nos 60 anos do monstro, estrelado por Aaron Taylor-Johnson. A sequência vem em 2018.

“O Dia em que a Terra Parou” (2008 x 1951)
O filme que mostra o alienígena Klaatu chegando na Terra e exigindo paz entre as nações, isso sem causa pânico em todo o planeta, debutou em 1951, ainda em preto e branco e bem tosquera, ganhou remake estrelado por Keanu Reeves em 2008.

“A Fantástica Fábrica de Chocolate” (2005 x 1971)
Até hoje não assisti ao original de 1971, estrelado por Gene Wilder, mas pelo que soube, não foi superado pelo remake dirigido por Tim Burton e protagonizado por Johnny Depp (sempre esses dois…), ainda que eu ache este último bem divertido.

“RoboCop” (2014 x 1987)
O diretor brasileiro José Padilha conseguiu pegar uma trilogia cult oitentista (1987, 1990 e 1993) num filme de relativo sucesso, estrelado pelo até então desconhecido Joel Kinnaman, ajudados pelos estelares Samuel L. Jackson e Gary Oldman.

“Carrie” (2013 x 1976)
O terror “Carrie, A Estranha”, de 1976, dirigido por Brian de Palma e baseado na obra de Stephen King, ganhou dois remakes desde então: um telefilme bem sem graça, de 2002, e um mais recente, de 2013, com as lindas Chloë Grace Moretz (no papel-título) e Julianne Moore.

“Karate Kid” (2010 x 1984)
A trilogia de grande sucesso (1984, 1986 e 1989), com Ralph Macchio e Pat Morita, foi refeita com Jack Chan e o chato do filho do Will Smith e nem karate tem no filme. Creio que não veremos uma continuação disso tão cedo…

“King Kong” (2017 x 1933)
Dá pra dizer que o gorilão King Kong é o “Godzilla da América”, pois já deu as caras nos cinemas várias vezes. Estreou em 1933; em 1976 teve um remake com Jeff Bridges e Jessica Lange; em 1986, uma continuação com Linda Hamilton; em 2005, um ótimo remake do Peter Jackson com Jack Black, Naomi Watts e Adrien Brody; e vamos ter uma prequência anunciada em 2017 chamada “Kong – Ilha da Caveira”, com Tom Hiddleston e Michael Keaton no elenco. E ainda teve crossover japonês com Godzilla em 1962 e a Legendary Pictures fará um remake desse duelo nos cinemas após 2018 (depois que “Godzilla 2” estrear). Haja fôlego, Hollywood!

“O Vingador do Futuro” (2012 x 1990)
A ficção científica, baseada em obra de Philip K. Dick, ganhou um filme em 1990, dirigida por Paul Verhoeven e com Arnold Schwarzenegger no papel principal, e depois um remake, em 2012, estrelando Colin Farrell.

Bônus: “Homem-Aranha”, a trilogia de Sam Raimi (2001, 2004 e 2007) e estrelado por Tobey Maguire, que foi ótima – excetuando a 3ª parte-, ganhou remake 11 anos após o primeiro filme, “O Espetacular Homem-Aranha” (2012), dirigido por Marc Webb e protagonizado por Andrew Garfield, que teve uma continuação (2014) e ficou por aí devido ao fracasso, vai ganhar uma TERCEIRA chance, agora com a Sony ganhando uma mãozinha da Marvel, em 2017, e o herói teioso será interpretado pelo jovem Tom Holland (que antes, aparece em “Capitão América – Guerra Civil”, no ano que vem); e “Quarteto Fantástico”, que teve dois filmes pela Fox (2005 e 2007) e um reboot fracassado neste ano, e ainda temos dúvidas se terá uma continuação, anunciada para 2017 até segunda ordem.
Nesses dois casos, a coisa é complicada por questões de direitos autorais, pois os estúdios Sony (detentora do Homem-Aranha) e Fox (detentora do Quarteto e dos X-Men) não podem deixar de fazer filmes com estes personagens em 10 anos ou os direitos voltam para a Disney/Marvel. Por isso tantos filmes desses personagens em tão pouco tempo.

Eu também poderia citar remakes de séries para o cinema, como “Star Trek” (2009 e 2013), “As Panteras” (2000 e 2003), “Anjos da Lei” (2012 e 2014), “Esquadrão Classe A” (2010), e os que fazem o caminho inverso – filmes que viraram séries para a TV-, como “Minority Report” (2015), “Um Drink no Inferno” (2014), “Bates Motel” (2013, prequência de “Psicose”), “Hannibal” (2013) etc, mas deixo para outro dia.

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Surge trailer épico de Dissidia Final Fantasy!

DDF

“Dissidia Final Fantasy” é o novo game da Square-Enix a ser lançado em 26/11 no Japão e é um remake para arcade (a princípio, mas tudo leva a crer que será lançado para PS4 um anos depois), apesar do game original – lançado em 2008 para PSP – ser uma mistura de RPG e jogo de luta, este parece ser só pancadaria mesmo.
Confira esse trailer fodástico!

DFF conta, até o momento, com 14 personagens, os protagonistas dos Final Fantasy I ao XIV: Warrior of Light, Frioniel (Firion), Onion Knight, Cecil, Butz (Bartz), Tina (Terra), Cloud, Squall, Zidane, Tidus, Shantotto, Vaan, LightningY’shtola. No trailer não consta, mas também está confirmado Ramza Beoulve, de Final Fantasy Tactics (PS1), e a meta é ter 50 personagens em DLCs/expansões nos próximos anos.

Uma das novidades desse Dissidia é a luta 3 contra 3 (conforme mostrada neste gameplay) e de poder invocar Summons (no trailer vimos Ifrit, Shiva, Ramuh, Leviathan e Odin).

Vai ser difícil ver este game nos arcades do Ocidente, então só podemos contar com o lançamento para PS4.

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Fonte: IGN Brasil.

Artista redesenha o mapa-mundi de Final Fantasy IV

O artista TJ Townsend tem um canal no Youtube onde ele publicou um vídeo em que redesenha o mapa-mundi do RPG Final Fantasy IV (game da Square-Enix originalmente para SNES, que ganhou remakes para GameBoy Advance, Nintendo DS e celulares). Veja o vídeo e babe no talento do cara!

Eu quase chorei assistindo, tanto pela homenagem a esse episódio tão lindo da saga FF quanto pelas habilidades dele no Photoshop (programa onde praticamente ele fez todo o mapa, excetuando a parte onde ele usou o 3D Max pra fazer as montanhas), usando várias ferramentas – que não dá pra ver – e imagens de paisagens reais para montar a colcha de retalhos que é o mapa, terminando com chave de ouro, onde ele recria as cidades e outros locais do game de forma sensacional (notem ele usando uma foto da Torre de Pisa pra montar a Tower of Babel!)!

Fonte: Kotaku.

Indicações de Séries #5 – Sherlock

Sherlock

Resumão: A série mostra o ex-soldado John Watson (Martin Freeman), traumatizado pela guerra e com problemas de grana, vai dividir aluguel com Sherlock Holmes (Benedict Cumberbatch), um cara inteligente, excêntrico e sem tato para convívios sociais que trabalha como “detetive consultor” (profissão que ele se gaba de ter inventado) para a polícia de Londres. Sherlock se mete em altas enrascadas à procura de pistas sobre o crime da semana e arrasta Watson consigo, sempre relutante mas ávido por aventura.

Prós: Apesar de ainda não ter assistido a todos os episódios lançados até então, “Sherlock” é uma das séries atuais mais bem escritas, mostrando o personagem de Sir Arthur Conan Doyle vivendo nos dias atuais e usando toda sua Ciência da Dedução para resolver crimes misteriosos para detetives comuns.

Contras: Ainda não encontrei contras, mas uma coisa que pode ser boa e ruim ao mesmo tempo é que cada temporada tem TRÊS episódios cada, e cada episódio dura em média 60 minutos. Assistir um episódio tão longo às vezes pode ser maçante, mas se parar pra pensar, uma temporada com 3 horas é ainda muito pouco para uma série tão boa.

Por que eu assisto? Acabei dizendo nos prós, mas repito aqui: “Sherlock” tem uma trama muito bem desenvolvida e com diálogos excelentes, sem contar as atuações de Cumberbatch e do Martin Freeman que estão ótimas.
Com 3 temporadas até então, “Sherlock”, do canal BBC One, volta num especial de Natal que será exibido em 1/1/2016 chamado “The Abominable Bride” e se passará em 1890 (o trailer, você confere abaixo), mas a 4ª temporada ainda está sem previsão, pois as filmagens se iniciam apenas no ano que vem.

Novas imagens de “Esquadrão Suicida” [Atualizado]

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Entre ontem e hoje foram divulgadas algumas imagens da edição de dezembro da revisa Empire com fotos promocionais inéditas do filme “Esquadrão Suicida”, revelando o visual completo do Coringa (Jared Leto) e, pela 1ª vez, o de Magia (Cara Delevigne).

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[Atualizado em 28/10/15] Agora, as capas com Pistoleiro (Will Smith) e Arlequina (Margot Robbie):

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O filme, baseado nos quadrinhos da DC Comics, conta com uma super-equipe de vilões montada pelo governo dos EUA para executar missões perigosas, e até o momento só possui um trailer lançado em julho, que você confere abaixo:

“Esquadrão Suicida”, dirigido por David Ayer (“Corações de Ferro”), estreia em 5 de agosto de 2016.

Fontes: Omelete e Judão.

1º trailer legendado de Jessica Jones!

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Sem mais, aí vai o trailer:

Vemos um pouco mais sobre os poderes de Jessica Jones (Krysten Ritter), como ela e Luke Cage (Mike Colter) se conhecem, o drama do alcoolismo e de seu passado traumático com Zebediah Kilgrave (David Tennant), vilão que tem o poder de controlar suas vítimas, e seu retorno.
Pelo que vemos, parece que a nova série fruto da parceria entre Netflix e Marvel Studios vai ser tão visceral quanto sua antecessora, Daredevil (a classificação é de 16 anos).
E menos de um mês da estreia (20 de novembro), a expectativa sobre “Jessica Jones” só aumenta!

Conectado ao Steam

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Olá!
O post de hoje é pra falar de uma das minhas atuais paixões e fonte de bom entretenimento, o Steam.
Steam (da produtora Valve), pra quem não conhece, é um canal de games para jogar no PC, e a biblioteca lá tem muitos jogos e os mais variados, desde sucessos de grandes produtoras, como “Assassin’s Creed” (Ubisoft), “Fable” (Lionhead Studios), “The Elder Scroll V: Skyrim” (Bethesda) e “Street Fighter IV” (Capcom), caté a games indie que são excelentes, como “Super Meat Boy” (Team Meat), “FEZ” (Polytron), “Papers, Please” (3909) e “Chroma Squad” (Behold Studios), alguns baratíssimos, outros, um pouco mais caros, e tem até uns grátis.
Você faz a conta no site, baixa o aplicativo, adquire o jogo, o instala e sai jogando, tanto no teclado quanto no controle (dependendo da compatibilidade do game).
Atualmente estou jogando “Final Fantasy III” (Square-Enix), que é o remake para Nintendo 3DS – e que pretendo resenhar aqui no blog – e na minha Lista de Desejos estão “Final Fantasy Type-O HD” (Square-Enix), “Grandia II Anniversary Edition” (Game Arts), “Shovel Knight” (Yacht Club Games) e “FEZ”, que pretendo obter num futuro próximo.
Em seu perfil, além dos jogos que você joga e deseja, e das conquistas que cada jogo fornece, você pode adicionar amigos, então não hesite nos adicionar lá.

Gilgamesh

Vickun

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Trailer legendado de Star Wars VII!

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Primeiro toma:

Bom, vemos a Rey (Daisy Ridley) conversando com o BB-8 (o novo robo fofinho da franquia), o sinistro Kylo Ren (Adam Driver) prometendo terminar o que Darth Vader começou (por isso temos uma nova Estrela da Morte no pôster?), Han Solo (Harrison Ford) dizendo aos novatos que todas as histórias que se ouviu sobre ele e os Rebeldes são verdadeiras, vemos Leia (Carrie Fisher) de relance abraçada em Han, e nada de Luke (que também não está no pôster e esse é o maior mistério da trama até então).
Tá certo que o trailer não mostrou muito (ou, pelo menos, nada de muito emocionante), mas já deu pra dar uma instigada nos fãs!
“Star Wars VII – O Despertar da Força”, dirigido por J.J. Abrams (“Star Trek”, “Lost”), estreia no Brasil em 17 de dezembro e alguns cinemas daqui e no mundo começaram a pré-venda de ingressos, só pra alvoroçar a nerdaiada.

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Fox anuncia duas séries de TV com derivados dos X-Men

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A Fox – detentora dos direitos dos mutantes Marvel nos cinemas e TV – fechou um acordo inédito com a Marvel para coproduzirem duas séries: “Legion”, para o canal FX, e “Hellfire”, na própria Fox.

“Legion” vai tratar sobre David Haller, o jovem filho de Charles Xavier que tem problemas de múltiplas personalidades, e que cada personalidade tem um poder. David recebeu o codinome Legião e apareceu pela 1ª vez nos quadrinhos em New Mutants #25 (1985) e é um mutante nível ômega.

“Hellfire” será sobre o Clube do Inferno, um grupo de vilões aristocráticos que secretamente tentam controlar o destino do mundo. A trama se passará nos anos 60, e acompanhará uma agente que descobre que uma poderosa mulher (Emma Frost, talvez? Também pode ser a Selene) está sedenta buscando por poder. Com essa descrição, provavelmente a série seguieá a cronologia do filme “X-Men: Primeira Classe” (2011). A primeira formação do Clube do Inferno deu as caras em X-Men (vol. 1) #129 (1980).

Bryan Singer (diretor de 4 dos filmes dos X-Men) será o produtor-executivo de ambas as séries, enquanto Noah Hawley (Fargo) cuida do roteiro de “Legion” e Patrick McKay e JD Payne responsáveis por “Hellfire”. Lauren Shuler DonnerSimon Kinberg, Evan Katz, Manny Coto, Jeph Loeb e Jim Chory também cuidarão da produção executiva dos dois projetos.

Fonte: Omelete.

Blog Action Day 2015: Erga Sua Voz #BAD2015 #RaiseYourVoice

BAD2015
Explicando o Blog Action Day: é uma ação organizada pelo grupo change.org e que ocorre uma vez por ano, envolvendo blogueiros em todo o mundo, e todos se unem para falar de um mesmo assunto importante, escolhido previamente. Neste ano o tema é Erga Sua Voz (#RaiseYourVoice), explicado a seguir:

Todos nós temos o poder de criar o mundo que nós desejamos ver quando erguemos nossas vozes online. Contudo, muitos de nossos blogueiros parceiros, jornalistas e escritores, cada publicação que eles compartilham trazem grande risco pessoal. Em 2015 temos visto ataques sem precedentes a aqueles que publicam suas ideias online.
No Blog Action Day deste ano nos celebramos esses heróis que erguem sua voz quando encontram censura, ameças e violência. Nós vamos erguer nossas vozes para defender o direito deles de erguer suas vozes.

É inegável que, com o advento e popularização da internet, muitas vozes, antes silenciadas pelo anonimato, ganharam espaço para serem livres para falar o que querem, mas em muitas partes do mundo, onde não há democracia ou quando ela não é forte o bastante, essas pessoas – sendo elas jornalistas, escritores, blogueiros ou até mesmo pessoas comuns em suas redes sociais – são impedidas de exercer um direito básico do ser humano, o de ir e vir.

As redes sociais foram ferramentas fundamentais na chamada Primavera Árabe, iniciada em 2011 em parte do mundo árabe e que resultou em revoluções na Tunísia e no Egito, e em guerra civil na Líbia e na Síria, afim de tentar conter a censura e a repressão.

Um exemplo recente e semelhante no Brasil aconteceu durante os protestos iniciados em 2013, onde, no Twitter e no Facebook era possível de acompanhar relatos de pessoas envolvidas nas manifestações – direta ou indiretamente – relatando os acontecimentos, principalmente sobre a violência e os excessos praticados pelas forças policiais (principalmente) e também por vandalismo civil. Se não fossem as redes sociais, o que saberíamos desses ocorridos seria o que foi dito pelas mídias tradicionais – TV e imprensa – que todos sabemos que são parciais e tendenciosas (de direita).

Outro exemplo que posso usar foi o que ocorreu em Minas Gerais entre 2003 e 2010 durante o mandato de Aécio Neves quando ele cerceou e por muitas vezes censurou a imprensa mineira. Há muito tempo lá se sabia da construção do aeroporto particular administrado por um parente do atual senador feito com dinheiro público, mas só foi divulgado muito tempo depois durante a corrida eleitoral no ano passado. Isso sem contar dos processos de Aécio contra o Google e outros sites de buscas onde ele exigia que fossem removidos links que vinculavam seu nome aos termos “uso de entorpecentes” e de que desviou dinheiro da saúde pública mineira (spoiler: ele perdeu as ações na justiça).

Um dos itens defendidos pelos Direitos Humanos é a liberdade de imprensa, e com ela sempre devemos ter acesso à toda e qualquer informação imparcial, doa a quem doer (ou, pelo menos, deveria ser assim no Brasil, né).

P.S.: Leia as minhas participações em 2010, 2011, 2013 e 2014.