Novo trailer de Fênix Negra

A Fox liberou novo trailer de Fênix Negra. Assista legendado:

O vídeo mostra mais os X-Men tendo que lidar com o lado negro e poderoso de Jean Grey (Sophie Turner), enquanto ela é seduzida pela vilã interpretada (nome não revelado) por Jessica Chastain.

O filme, que já deveria ter estreado ano passado e teve que ser adiado para gravação de cenas adicionais, e que será o último filme dos mutantes antes da fusão da Fox com a Disney, estreia nos cinemas brasileiros em 6 de junho.

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Nintendo anuncia títulos e iniciais da nova geração de Pokémon

Na manhã de hoje, na Nintendo Direct, foram anunciados os iniciais da nova geração de Pokémon, que estarão nos games Pokémon Sword & Pokémon Shield para Nintendo Switch. São eles: Grookey (Planta), Scorbunny (Fogo) e Sobble (Água).

Grookey
Scorbunny
Sobble.

Segue trailer:


A região da 8ª geração se chama Galar (imagem abaixo).


Pokémon Sword/Shiled serão lançados no final de 2019.

Novo trailer de Pokémon: Detetive Pikachu

Mddc o novo trailer de Detetive Pikachu!!! Assista dublado (era o que tinha rs):

O novo vídeo do vindouro filme de Pokémon está eletrizante, mostrando mais da relação entre Pikachu (Ryan Reynolds) e Tim (Justice Smith), mais piadas do Mr. Mime (já vi que vou amar essa parte), Pikachu num ringue contra um Charizard (que tá muito irado!) e a aparição surpresa de Mewtwo – até então não revelada -, tudo isso ao som da sensacional “I Need a Hero” de Bonnie Tyler.

Pokémon: Detetive Pikachu, dirigido por Rob Letterman (de Monstros vs. Alienígenas), estreia no Brasil em 9 de maio.

[Resenha] The Umbrella Academy (série)

The Umbrella Academy, a mais nova série Netflix baseada em quadrinhos, chegou ao canal no último dia 15 já é um dos maiores sucesso da empresa. O material original (“Suíte do Apocalipse”, o volume 1 de The Umbrella Academy no qual a 1ª temporada da série foi baseada) é da Editora Dark Horse e foi criado por Gerard Way (ex-vocalista da finada banda My Chemical Romance) e pelo brasileiro Gabriel Bá, que resenhei aqui.

Vamos ao que interessa:

O que eu gostei:
– Como a adaptação superou a mídia original. Sério, eu achei a HQ bem insossa, apesar da premissa interessante, mas a série parece que preencheu as lacunas e deu mais profundidade às histórias individuais dos personagens. Parabéns aos responsáveis pelo roteiro da série!
– Não sei se por culpa dos roteiristas, dos atores ou de ambos, mas a maioria dos personagens – incluindo os vilões – são carismáticos e no fim eu acabei torcendo para que todos se dessem bem;
– Falando nisso a Ellen Page – que interpreta Vanya – tá arrasando na série! Parabéns ao ícone LGBT!
– Gostei da liberdade criativa que a série teve de trocar etnias, adaptar visuais e usar efeitos especiais e produção de arte interessantes;
– Os plot twists. O episódio 8 explodiu minha cabeça!
– A trilha sonora é do caralho! Eclética e bem encaixada na trama. Aposto que tem dedo do Gerard Way…
– Como o título da série aparece nos episódios ☂ Bem bolado!

Crianças prodígio: Luther, Número Cinco, Diego, Klaus, Allison, Ben e Reginald Hargreeves.


O que eu não gostei:
– Todos os personagens (exceto o Número Cinco, interpretado por Aidan Gallagher) que atuavam como super-heróis tinham codinomes, mas a série não usou todos. Os únicos que foram citados foram Spaceboy (Luther, interpretado por Tom Hopper) e Rumor (Allison, interpretada por Emmy Raver-Lampmam). Até o Reginald Hargreeves (Colm Feore) tinha codinome (Monóculo)! Não que isso tenha estragado a experiência, mas acharia legal se usassem.

The Umbrella Academy é diferente de qualquer outra série de super-heróis da atualidade, pois mostra a vida deles depois de desistirem do combate ao crime, e mostram uma família disfuncional forçada a voltar a agirem juntos e se aceitarem como indivíduos com seus defeitos, e ainda a buscar o amor enquanto tentam salvar o mundo do apocalipse. O último episódio é MUITO FODA – os efeitos especiais estão supimpa! – e deixa um ganchão para a segunda temporada.
Recomendadíssima!

Título original:  The Umbrella Academy”.
Ano de estreia: 2019.
Criado e produzido por: Steve Blackman, Mike Richardson, Keith Goldberg e Gerard Way.
Duração: 10 episódios de +/- 50 minutos cada.
Nota do Gilga: 8,5.

Nova equipe dos Vingadores tem Conan como integrante

A Marvel anunciou o lançamento de Savage Avengers (Vingadores Selvagens, em tradução livre) no próximo mês de maio, com roteiros de Gerry Duggan, desenhos do brasileiro Mike Deodato Jr. e capas de David Finch.

A nova série mostrará os mais ferozes anti-heróis da editora se reunindo, incluindo WolverineJusticeiroVenomElektra e Irmão Vodu. A grande novidade ficou para o Conan como integrante do grupo, sendo integrado ao Universo Marvel de super-heróis.

“Nós imaginamos  uma ameaça, uma zona verde mágica onde magos do mal no mundo de Conan estão conjurando feitiços com o Tentáculo no Japão. Conan embarcará numa típica missão dele: ouviu o conto de um amuleto, e está atrás dele. Os feiticeiros estão fazendo algo que podem ser um problema para os Vingadores. É como se tivéssemos encontrado um campo fértil, uma interseção entre esses dois mundos”, explicou o escritor.

De acordo com o editor Tom Breevort, a revista mostrará exatamente aquilo que o título diz, “Os mais fodões do Universo Marvel reunidos uma histórias explosivas, com o Conan sendo uma espécie de carta curinga”.

Na década de 1990, Mike Deodato produziu diversas capas deA Espada Selvagem de Conan para a Editora Abril. Agora, terá a chance de desenhar o cimério novamente. Ele também desenhou uma capa variante pra revista mensal do personagem depois que a Marvel reassumiu os direitos de publicação, no ano passado.


Savage Avengers será uma consequência da minissérie Avengers: No Road Home.

Fonte: Universo HQ.

[Atualizado] Primeiro teaser trailer e pôster de Frozen 2

A Disney liberou hoje o primeiro teaser trailer de Frozen 2. O bom é que nem precisa de legendas, pois não tem diálogos. Assista:

[Atualizado] Também foi revelado um teaser pôster:


Frozen 2 estreia nos cinemas brasileiros apenas em 2 de janeiro de 2020.

Hulu anuncia novas séries animadas de personagens Marvel

A Marvel fechou uma parceria com o serviço Hulu para uma encomenda de quatro séries animadas – Howard, o Pato, M.O.D.O.K., Hit-Monkey (Assassímio) e Tigra & Dazzler (Tigresa e Cristal). Segundo o Hollywood Reporter, todos os personagens irão se reunir em um especial intitulado The Offenders (Os Ofensores).

Howard, o Pato já ganhou um live-action de 1986, odiado por muitos e retornou uma cena pós-créditos de Guardiões da Galáxia. Criado por Steve Gerber em 1973, a série será escrita por Kevin Smith (The Flash, Supergirl) e Dave Willis (Your Pretty Face is Going to Hell), com o personagem título ajudando sua melhor amiga Beverly para retornar ao seu planeta natal antes que o Dr. Bong possa matá-lo e cozinhá-lo.

M.O.D.O.K. adapta o personagem criado por Stan Lee e Jack Kirby em 1967. A série é escrita e produzida por Patton Oswalt (Happy!) e Jordan Blum (Community) ao lado de Jeph Loeb (Legion). A série seguirá o supervilão título com a cabeça realmente grande e o corpo muito pequeno enquanto ele luta para manter o controle de sua organização e sua família necessitada.

Assassímio segue um macaco japonês da neve que treina com o fantasma de um assassino americano para se preparar para uma viagem de vingança sangrenta e cômica através do submundo de Tóquio. O personagem foi criado em 2010 por Daniel Way e Dalibor Talajic e a série está sendo escrita e produzida por Josh Gordon e Will Speck (Office Christmas Party) e Jeph Loeb.

Tigresa e Cristal acompanha as melhores amigas/super-heroínas enfrentando uma das suas maiores batalhas: reconhecimento de outras pessoas superpoderosas em Los Angeles. Tigresa foi criada por Linda Fite e Marie Severin em 1972, e Cristal foi criada por Tom DeFalco, Roger Stern e John Romita Jr. em 1980. A nova série será escrita e produzida por Erica Rivinoja (The Last Man on Earth) e Chelsea Handler (Chelsea) ao lado de Jeph Loeb.

Fontes: Poltrona Nerd e Marvel Wikia.

[Resenha] Kingdom Hearts III

Parece um sonho, mas depois de longos 13 anos de espera – já considero como o “Chinese Democracy dos games” -, finalmente foi lançado, em 29 de janeiro, Kingdom Hearts III, da Square-Enix em conjunto com a Disney Interactive.

Depois de 10 jogos lançados (excetuando as versões Final Mix, remasters e coletâneas), a trilogia – chamada de saga “Dark Seeker” – se encerra neste episódio, e conclui de forma nostálgica e satisfatória os arcos dos personagens principais – Sora, Riku, Kairi, Aqua, Ventus e Terra – e o vilão principal, Xehanort. Finalmente amarrou as pontas soltas e explicou muita coisa. Claro que a trama da saga é complexa pra caralho, mas o próprio KH3 te explica tudinho. Alguns fatos que aconteceram sem a presença de Sora foram finalmente revelados a ele – e, parte, também porque ele teve que reaprender algumas coisas, pois suas memórias foram apagadas, bem como seus poderes, que ele teve que começar do zero. Fora que também, na tela principal, tem a opção Memory Archive, onde você pode rever o resumo de toda a história até o início de KH3, divididos em 5 volumes com os títulos Departures, Memories, Twillight, Dawn e Darkness.

Quanto ao sistema, foram usados grande parte dos elementos dos principais jogos da franquia, como Commandos especiais – aqui você pode invocar alguns brinquedos da Disney, como montanha-russa, xícara de chá, carrossel e navio pirata – para causar dano a todos os inimigos na tela, além de ataques combinados com seus companheiros Donald e Goofy, além dos personagens convidados dos mundos, e ainda habilidades que cada Keyblade do Sora também fornece. Além disso, tem os Links que são os “Summons” dos jogos anteriores – Meow Wow (de Kingdom Hearts: Dream Drop Distance, que resenhei aqui), Simba (de O Rei Leão), Ralph (de Detona Ralph), Ariel (de A Pequena Sereia) e Stitch (de Lilo & Stitch). O Flowmotion, para se mover mais rápido pelo cenário e ajudar na batalha (mas ainda prefiro o de KH3D que é bem mais funcional) e Shotlock, que aqui deixou de ser um dano numa espécie de tiro em 1ª pessoa (de Kingdom Hearts: Birth by Sleep, que resenhei aqui) – que era chatíssimo – para ser uma espécie de teleporte para locais distantes. Aliás, a mobilidade do Sora pelos cenários está MUITO FODA, ele pode, inclusive, correr na vertical por paredes especiais (beijos, Homem-Aranha!), e a coisa só vai melhorando conforme ele vai aprendendo novas Abilities de movimentação ao subir de níveis.

Ataque combinado entre Sora e Goofy.


Tem uma série de novidades também, como o Gummiphone (sim!), permitindo ao Sora, além de se comunicar com seus amigos em outros mundos, tirar fotos – inclusive, rendeu lindas selfies -, que ainda conta, usando essa funcionalidade, a missão dos Lucky Emblems, símbolos do Mickey espelhados pelos mundos, e que fornece prêmios conforme a quantidade de fotos; Classic Kingdom, uns minigames retrô que você obtém também visitando os mundos do jogo e pode jogá-los a qualquer momento a partir do Menu; Cuisine, onde você pode – tanto do Menu como no restaurante Le Grand Bistro em Twillight Town – fazer sofisticadíssimos pratos com a ajuda do ratinho Remy (de Rattatouille), aqui chamado apenas de Little Chief, e, consumindo-as, fornece bônus exclusivos e limitados a Sora.

Me esqueci de falar dos mundos, então aqui vão: Olympus, de Hércules (esse parece que não pode faltar nunca né rs); Twillight Town; Toy Box, de Toy Story; Kingdom of Corona, de Enrolados; Monstropolis, de Monstros S.A.; Arendelle, de Frozen; 100 Acre Wood, de Ursinho Puff; San Fransokyo, de Operação Big Hero 6; The Caribbean, de Piratas do Caribe (sou contra o Johnny Depp, mas o mundo ficou legal). E os mundos finais não vou citar por motivos de spoilers. Mas que legal que usaram mundos da Pixar né? Adorei.

Vamos então ao que interessa:

O que eu gostei:
– O sistema tá muito show, e como já falei ali em cima, a movimentação de Sora pelo cenário está muito divertida, fora os recursos de causar dano nas batalhas que são muitos e quase sempre necessários devido ou ao grande número de oponentes ou ao alto HP deles, o que ajuda muito;
– As abillities estão bem bacanas, fornecendo múltiplos e interessantes recursos aos personagens nas batalhas;
– O sistema de equipamentos também está mais redondinho, e você consegue equipar inclusive duas ou mais armaduras ao mesmo tempo (eles vestem uma armadura em cima da outra? bom, não interessa, pois ficou ótimo), o que já acontecia com acessórios e itens, conforme vão subindo de nível, os personagens ganham mais slots para equipá-los;
– As batalhas estão muito divertidas e criativas. Tudo o que você precisa fazer e botões para apertar, e não só dar porrada para baixar o HP do chefão, foi pensado para diversificar o game, tornando KH3 diferente de qualquer Action RPG por aí. Meus chefes preferidos estão em Olympus, Toy Box e The Caribbean (se virem aí para saber de quais estou falando);
– Os Mogs, os carinhas que vendem itens pelos diferentes mundos, além da loja também são responsáveis pelas sínteses, usando itens que você coleta nas batalhas e baús, e assim adquire novos e exclusivos equipamentos, inclusive a Ultimate Key, a keyblade mais forte de Sora. O sistema de síntese está muito bacana, e os mogs ainda fornecem quests com o Gummiphone, onde você precisa fotografar o que ele pede para ele ter novas “ideias” e assim disponibilizar novos itens para “craftar”;
– A Gummiship está muito incrível neste jogo! Ficar personalizando ela com itens que você compra ou coleta, para aumentar seus atributos, deixando-a mais poderosa para exterminar seus adversários com maior facilidade, que estão no espaço entre os mundos, é muito divertido. Se lançassem um jogo “Kingdom Hearts: Gummiship“, só com esse minigame de KH3, eu compraria, sem pestanejar!
– Os cenários estão lindos e feitos com muito esmero! A parte do reino dos deuses em Olympus – com todas aquela arquitetura sofisticada com detalhes dourados -; os brinquedos daquela loja em Toy Box (inclusive tem easter eggs aqui, reparem bem); o gráfico cinematográfico usado em The Caribbean (“peraí, eu tô jogando um filme??”), além daquele mapa gigante e navio com melhorias por nível, está tudo muito show! Obrigada, Unreal, por existir!
– A trilha está linda (deixo abaixo algumas das minhas favoritas) e o sistema de efeitos de som também, utilizando o recurso, em alguns momentos, de áudio no próprio controle do PS4, o que ainda não tinha visto em outros games;


– Algumas partes são emocionantes. Duas das que mais mexeram comigo foi a parte do “Let it Go” da Elsa em Arendelle (que, dizem, tá fidedigna ao filme) e o desenrolar e desfecho da trama em San Fransokyo, que foi diferente da do filme;
– A trama, como já falei anteriormente, terminou de maneira satisfatória, e ela própria explica/relembra todos os acontecimentos desta complicada história com múltiplos recursos;
– O Donald falando “This might be a good spot to find some ingredients” (“Este deve ser um bom lugar para encontrar alguns ingredientes”) 😂😂😂
– A batalha dos um milhão de Heartless/Nobodies em certa altura do jogo. Eu não sei quantos inimigos são, um milhão é só um chute, mas supera, com certeza os mil heartless de Kingdom Hearts II.

O Pateta pistola é a coisa mais engraçada que você vai ver no jogo.

O que eu não gostei:
– Johnny Depp. Já não bastou a J.K. Rowling passar o pano pra ele ao confirmá-lo para o segundo filme de Animais Fantásticos, a Disney, que é toda conservadora e ligada nas polêmicas de seus artistas empregados (tanto que demitiram James Gunn da direção da Os Guardiões da Galáxia por tweets antigos dele), quando chegou a oportunidade para trocar a figura desse agressor de mulher, deixaram ele no jogo. AINDA BEM que o mundo de Piratas do Caribe ficou bem feito, o que me fez relevar o cara lá em alguns momentos;
– Eu sei que elogiei o sistema de KH3 antes, mas acho que o excesso de recursos dele tornam algumas coisas inúteis e desnecessárias, como invocar os Links, por exemplo, que não são mais fortes do que os comandos especiais e ainda precisam de MP para usá-los; o Flow, como também já falei antes, que ficou ruim em comparação aos games anteriores etc;
– É muito difícil platinar esse jogo. Exigem troféus muito difíceis, e por isso nem vou tentar;
– A maioria das animações, movimentações e física do jogo estão fantásticas, mas parece que não se empenharam muito em alguns casos, como uma ability do Hércules em que ele gira com uma rocha antes de arremessá-la nos inimigos (parece que foi feito com poucos frames), bem como a animação dos um milhão de Heartless/Nobodies, onde eles parecem estar em um desenho desanimado rs

Tirando isso, valeu a pena esperar o jogo por 13 longos anos. KH3 está fantástico, perfeito para fãs e marinheiros de primeira viagem. Um jogo necessário, divertido, importante e criativo. Estamos em fevereiro e, pra mim, ele já é GOTY (Game of the Year).

Minha tela de conclusão:


Título original: Kingdom Hearts III.
Ano de lançamento: 2019.
Empresa: Square-Enix.
Diretores: Tetsuya Nomura e Tai Yasue.
Escritores: Tetsuya Nomura e Masaru Oka.
Compositores: Yoko Shimomura, Takeharu Ishimoto e Tsuyoshi Sekito.
Nota do Gilga: 10.