Novo trailer de Valerian

Liberado hoje o 2º trailer de Valerian e a Cidade de Mil Planetas. Assista abaixo, legendado:

No século XXVIII, Valerian (Dane DeHaan) é um agente viajante do tempo e do espaço que luta ao lado da parceira Laureline (Cara Delevingne), por quem é apaixonado, em defesa da Terra e seus planetas aliados, continuamente atacados por bandidos intergaláticos. Quando chegam no planeta Alpha, eles precisarão acabar com uma operação comandada por grandes forças que deseja destruir os sonhos e as vidas dos dezessete milhões de habitantes do planeta.

Valerian e a Cidade de Mil Planetas ainda conta no elenco com Clive Owen, Rihanna, Ethan Hawke e Kris Wu, é dirigido por Luc Besson e estreia no Brasil em 10 de agosto.

Fonte: Adoro Cinema.

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Novo trailer legendado de Homem-Aranha: De Volta ao Lar

Foi divulgado hoje o 2º trailer de Homem-Aranha: De Volta ao Lar. Assista abaixo, legendado:

Achei que mostraram DEMAIS da trama, o que é uma pena. Também achei que tem Tony Stark (Robert Downey Jr.) demais no trailer. Espero que o filme não seja sobre ele e seu super-herói “empregado”, mas enfim. Vimos mais de outros personagens secundários e bastante sobre o vilão Abutre (Michael Keaton).

Homem-Aranha: De Volta ao Lar estreia em 6 de julho.

[Game Retrô] Kingdom Hearts: Dream Drop Distance

Tive a oportunidade de adquirir uma cópia de Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance, jogo lançado em 2012 para Nintendo 3DS, e aqui está minha resenha em mais um Game Retrô.

Parte de uma franquia confusa pra caralho, KH:DDD se passa entre Kingdom Hearts: Coded (2008, para celulares) e o vindouro KH3 (só Arceus sabe quando vai ser lançado para PS4…) (timeline completa aqui) e, apesar de ter uma premissa inicial bem bobinha (Yen Sid propõe um desafio a Sora e Riku: destravar as Keyholes de sete mundos adormecidos, e quem tiver êxito, será considerado um Keyblade Master), acontecem várias tretas com a Organization XIII e muitas pontas soltas na franquia são resolvidas.

Os 7 mundos do jogo são: Traverse Town, mundo neutro e inicial recorrente da série, que aqui ganha mais áreas para explorar; La Cité des Cloches (“a cidade dos sinos”), cenário do filme “O Corcunda de Notre Damme”Prankster’s Paradise, mundo extraído de “Pinocchio”The Grid, saído de “Tron: O Legado”Country of the Musketeers, de “Os Três Mosqueteiros” (o filme com Mickey, Donald e Pateta); Symphony of Sorcery, oriundo de “Fantasia”; e The World That Never Was, o mundo da Organization XIII.

Neste game você joga ou com Sora ou Riku, mas não ao mesmo tempo. Quando eles saem para visitar o primeiro mundo adormecido, algo acontece e eles se separam, e cada um visita uma versão diferente de cada um dos sete mundos (o que tornam as coisas legais, pois cada cenário tem suas particularidades jogando com um ou com outro). Para revezar entre Sora e Riku, é usado o Drop, sistema para alternar os personagens, pode ser tanto manual (no menu, basta apertar o botão Drop na touch screen) ou automático, quando termina o tempo, que também pode ser adiado utilizando itens como Drop-Me-Not ou Drop-Me-Never.

Shadowbreaker de Sora.

 

Dark Aura de Riku.

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Os mundos de KH:DDD não têm Heartless, Nobodies ou Unverseds, mas sim os Dream Eaters, monstros que possuem duas versões: os Nightmares, que vão te atacar durante sua jornada nos sete mundos, e os Spirits, que podemos chamar carinhosamente de “os Pokémon de Kingdom Hearts”. Você encontra itens no jogo chamados Recipes, que são “receitas” com as quais você pode criar um Spirit após conseguir os itens nelas listados. Você pode ter na sua “equipe” até 3 spirits, mas somente 2 podem te ajudar nas batalhas, enquanto o terceiro fica na reserva, apenas ganhando LPs (Link Points) junto aos outros. Este sistema de pontuação que é responsável em ensinar tanto a Sora quanto a Riku Abilities e Commands do jogo, importantíssimas para turbinar os personagens principais. Os Spirits ainda podem obter LPs sendo acariciados na touch screen (pelo menos isso veio antes de Pokémon rs), ou treinando com os itens Baloons e Water Barrels. Ainda com os Spirits é possível jogar um dos minigames de KH:DDD, o Flick Rush, que consiste numa battle card game, onde cada Spirit possui um deck com diferentes cartas de comandos. Ao vencer as batalhas no Flick Rush (você pode desafiar tanto a máquina como outro jogador via wireless), é possível conseguir diversos itens e comandos diferentes para seu personagem.

Alguns dos inúmeros Spirits disponíveis no jogo.

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Outra novidade do game é Flowmotion, um comando que faz com que você se locomova mais rápido pelo cenário, pode ser tanto manual (você pode ricochetear nas paredes e sair voando, ou ainda usar postes e outros objetos para se balançar) como automático (deslizar por um corrimão no melhor estilo Tony Hawk rs). O Flowmotion também pode ser usado nas batalhas, e alguns inimigos permitem que você faça um movimento especial de Flowmotion para causar-lhe dano.

O jogo ainda possui diversas peculiaridades no sistema, como os Link Portals (desafios pela fase), o Dive (uma espécie de “fase bônus” que você precisa passar para ir de um mundo a outro), Reality Shift (comandos que permitem que você controle a realidade e destrua objetos e seus inimigos com maior facilidade), Link (seu personagem se une a um ou dois Spirits para ganhar mais velocidade e poder de fogo), além de um sistema de troféus, ao completar determinadas tarefas durante a campanha (zerar o jogo em diferentes dificuldades são algumas delas).

KH:DDD é um jogo divertidíssimo, os Spirits deram uma boa incrementada no já complexo sistema de KH, e a história é indispensável para os fãs da saga, mesmo ele parecendo ser só mais um “spin off”.

P.S.: Impossível não se emocionar com esse momento:

“Eu não preciso de arma. Meus amigos são minha força!”

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Leia também os outros Game Retrô:

• [Game Retrô] Super Mario World 2 – Yoshi’s Island
• [Game Retrô] Final Fantasy Tactics
• [Game Retrô] Final Fantasy Tactics A2
• [Game Retrô] Kingdom Hearts: Birth by Sleep – Final Mix
• [Game Retrô] Dragon Quest IX
• [Game Retrô] Pokémon Diamond

Primeiras imagens do reboot de Tomb Raider

Alicia Vikander interpretará Lara Croft no filme de origem Tomb Raider, inspirado no game reboot de 2013 da franquia (desenvolvido pela Crystal Dynamics), e estreia nos cinemas em 2018. Veja abaixo as primeiras imagens de Alicia como Lara Croft:

O que podemos esperar deste novo Tomb Raider? Entre gravações à noite na África do Sul, o diretor Roar Uthang concordou com uma entrevista exclusiva [com a GQ] sobre sua adaptação da popular franquia de games.

O quão avançadas estão as filmagens agora?
Nós estamos terminando a parte da África do Sul e iremos seguir para a próxima locação, em Londres.

Filmes de games têm a reputação por decepcionar tanto em críticas quanto aos fãs. O que tornará Tomb Raider diferente?
Nós pegamos muitas inspirações e referências do jogo e do cânone inteiro de Tomb Raider para desenvolver nosso mundo, e acredito que os fãs irão reconhecer isso. Ao mesmo tempo, esta é uma abordagem cinematográfica completamente diferente de Lara Croft, que irá mostrar algo novo na origem e no desenvolvimento da personagem. É uma história que não apenas destaca seus talentos físicos, mas aprofunda em sua humanidade.

Além da franquia Tomb Raider, quais foram suas influências para o novo filme?
Estou inspirado pelos modernos filmes de ação bem como filmes clássicos de sobrevivência. E estou tentando também trazer minha sensibilidade europeia para desenvolver a personagem. Me esforçando para combinar tudo isto numa montanha-russa de um filme.

Você assistiu aos dois filmes de Tomb Raider estrelados por Angelina Jolie? Se sim, o quê você pensa deles?
Eu vi os filmes – eles eram muito divertidos e Angelina Jolie estava ótima como Lara Croft. Nós estamos fazendo um filme muito diferente, uma história de origem e acho que os fãs vão adorar Alicia no papel.

O público que não está acostumado com o game reboot de 2013 de Tomb Raider (e sua sequência de 2015) tem uma imagem mental muito diferente da Lara Croft. Como seu filme irá reintroduzir para este público esta retomada diferente da personagem?
Como uma história de origem, o filme irá introduzir Lara como uma jovem mulher que ainda não encontrou seu lugar no mundo; uma jovem com um grande espírito e potencial. Vamos acompanhar suas lutas e sua jornada para se tornar a pessoa que ela deveria ser e aprender o papel de Tomb Raider.

Fonte: GQ.

Novo trailer de Liga da Justiça

Liberado o novo trailer de Liga da Justiça,. Assista legendado:

Confesso que o trailer está muito empolgante! O filme parece que vai ser bem sombrio (a equipe só luta à noite, que nem o Batman?) e, ao mesmo tempo, tenta ser engraçado (Bruce Wayne alívio cômico?), e mostra os cinco membros iniciais da equipe – Batman (Ben Affleck), Mulher-Maravilha (Gal Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Flash (Ezra Miller) e Ciborgue (Ray Fisher) – enfrentando os Paradêmios, que estão na Terra em busca das Caixas Maternas. Por enquanto ainda nada do vilão (que, a princípio, será o Lobo da Estepe) ou do Superman (Henry Cavill), que morreu no final de Batman vs. Superman, mas vemos parte do elenco de apoio, como Lois Lane (Amy Adams), Comissário Gordon (J. K. Simmons), Henry Allen (Billy Crudup) – o pai de Barry/Flash e Mera (Amber Heard).

Liga da Justiça, dirigido por Zack Snyder, chegará aos cinemas brasileiros em 16 de novembro.

As 10 melhores músicas de games

Muitos games, além de serem obras de arte por si só, ainda carregam consigo mais uma arte que os tornam ainda mais especiais: a música. Muitos trilhas de jogos dão um banho de talento de seus criadores, enriquecem a experiência e encanta quem joga ou quem só gosta de música boa (como pode ainda existir gente que diz que videogame não é cultura??).

Dito isso, como gamer e apaixonado por música e por trilhas dos games que eu sou, trago a vocês as minhas 10 músicas de games favoritas (não estão em ordem de importância), e linkei aqui as versões originais, portanto nada de remixes, versões estendidas ou de orquestras, e escolhi apenas uma música por franquia (consciente de que muitas outras excelentes músicas ficaram de fora):

“Frog Theme” – Chrono Trigger:
(Square – Super Nintendo – 1995)

“Willy Stage” – Megaman 7:
(Capcom – Super Nintendo – 1995)

“Hunt or Be Hunted” – The Witcher 3: Wild Hunt:
(CD Projekt RED – PS4 e Xbox – 2015)

“Earth” – Assassin’s Creed II:
(Ubisoft – PS3, PS4, Xbox – 2010)

“Ken’s Theme” – Street Fighter II:
(Capcom – Super Nintendo, Mega Drive etc – 1992)

“Las Vegas Theme” – Top Gear:
(Kemco – Super Nintendo – 1992)

“One Winged Angel” – Final Fantasy VII:
(Square – PlayStation – 1997)

“The Silence of The Daylight” – Castlevania II: Simon’s Quest:
(Konami – NES – 1987)

“Battle! Team Galactic” – Pokemon Diamond/Pearl/Platinum:
(Game Freak – Nintendo DS – 2006)

“Athletic Theme” – Super Mario World:
(Nintendo – Super Nintendo – 1990)

E pra você, quais melhores músicas de games? Podem sugerir porque vou fazer uma 2ª parte dessa lista.

[Atualizado] Primeiro pôster de Homem-Aranha: De Volta ao Lar

Habemus o primeiro pôster do filme “Homem-Aranha: De Volta Ao Lar”:

Notem a Torre dos Vingadores ao fundo!

[Atualização 2 – 16:10] E um segundo pôster também foi liberado:

Homem-Aranha: De Volta ao Lar, dirigido por John Watts, chega aos cinemas brasileiros em 6 de julho.

[Atualizado] Teasers e pôsters de Liga da Justiça

A Warner lançou hoje pôsters do filme da Liga da Justiça, dois individuais e um com a logo do filme, e dois teasers, um com Aquaman (Jason Momoa) e outro com Batman (Ben Affleck). Podemos ver detalhes do novo uniforme do Homem-Morcego e enfim, a veste do herói atlante.

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[Atualização 1 às 21:50] Surgem o teaser e o poster com Flash (Ezra Miller):

[Atualização 2 – 24/3 às 12:20] Agora temos pôster e teaser da Mulher-Maravilha (Gal Gadot):

[Atualização 3 – 24/3 às 16:10] Agora, a vez de Ciborgue (Ray Fisher) ganhar seu pôster e seu teaser:

[Atualização 4 – 24/3 às 18:00] E, por fim, liberado o pôster com a equipe completa, sem o Superman (Henry Cavill):

O trailer completo do filme será lançado sábado (25).

Liga da Justiça, dirigido por Zack Snyder, chegará aos cinemas brasileiros em 16 de novembro.

 

O que eu penso sobre os Power Rangers

Estreia nesta quinta (24) o – talvez – muito aguardado filme Power Rangers, que funciona como “reboot” nos cinemas para a série de TV “Mighty Morphin Power Rangers”, que rola ininterruptamente – trocando o elenco e trama a cada temporada a partir da 4ª – desde 1993. A série da Saban – que em 2001 foi adquirida pela Disney – fez tanto sucesso entre a mancebada que ganhou filmes, games, HQs e diversos produtos licenciados.

Não vou contar aqui a história semanal do super grupo colorido mas sim a história por trás da criação dos Power Rangers, para a geração Z e milennials que cresceram assistindo a série: Power Rangers é whitewashing americano. Bom, não tão “white” assim, então eu diria que é um “westwashing”, ou seja: usaram um programa oriental e trocaram as cenas com atores japoneses por atores ocidentais. Calma, eu explico.

O estúdio japonês Toei Company, que produz tokusatsus (“live actions” japoneses) desde os anos 1950, criou o seguimento live action que passou a ser conhecido como super sentai (“super esquadrão”). O primeiro, em 1975, foi Himitsu Sentai Goranger (“Esquadrão Secreto Goranger”, ou apenas “Goranger” mesmo): cinco caras mascarados com uniformes com uma cor para cada personagem – vermelho, amarelo, azul, verde e rosa -, que enfrentam uma organização do mal com monstros em fantasias de borracha e com cenas carregadas de efeitos especiais duvidosos. Claro que algumas coisas variam entre os sentai – como as cores individuais dos heróis, o número de membros, a temática da série etc – mas outras se mantêm, como o robô gigante (que só foi introduzido em 1979 em Battle Fever J), o monstro da semana que é “agigantado”, a cena de transformação etc. Os sentai também passaram a durar um ano a partir da 2ª geração, o JAKQ.

Goranger, os “avós” dos Power Rangers.

 

O primeiro sentai exibido no Brasil é o mais querido para mim, pois eu assisti na infância: foi Changeman (Dengeki Sentai Changeman ou “Esquadrão Relâmpago Changeman”), exibida na saudosa TV Manchete a partir de 1988. Outras, como Flashman, Goggle V e Maskman, foram exibidas nos anos seguintes no canal extinto.

Até que então em 1993, o carinha lá da Saban resolveu transformar o super sentai que foi ao ar na Toei no ano anterior, Kyoryu Sentai Zyuranger (“Esquadrão dos Animais Sagrados Zyuranger”), que tinha a temática dinossauros (em voga na época devido ao sucesso de Jurassic Park), na série americana Power Rangers, alterando as cenas onde apareciam os atores sem máscaras por atores norte-americanos (salvo a Rita Repulsa, que ficou japonesinha mesma, afinal, era a vilã).

Mas por quê esse ranço dos americanos com produções estrangeiras? Bom, isso é cultura deles bem de antes. Geralmente há uma relutância entre eles de assistir  filmes/séries com legendas ou dublados, sempre preferindo ou por produções nacionais, de língua inglesa em geral ou – o pior de todos – fazer REMAKES de filmes/séries estrangeiras. Foi assim com Godzilla (tanto em 1998 quanto em 2014), Os Homens que Não Amavam as Mulheres (que virou “A Garota com Tatuagem de Dragão” no remake), OldboyO Chamado, O Grito, e tantas séries, como Skins, The Office, Sherlock (que ganhou um clone ianque Elementary), e por aí vai. Preferir ver uma cópia estadunidense do que o original só por preguiça de legendas ou dublagem é o cúmulo da canastrice do povo de lá, e com os super sentai não foi diferente. Quer dizer, foi mais ou menos diferente, pois não foi exatamente um remake feito com os super esquadrões, e sim, uma RECICLAGEM mesmo, só precisando fazer algumas cenas adicionais.

Por isso que Power Rangers nunca teve para mim o apelo que teve para a geração dos anos 1990, porque eu meio que conhecia o conceito original do seriado, já tinha assistido o “pai japonês” do produto da Saban quando a mesma começou a fazer sucesso, quase 20 anos depois do início da franquia do material original. Mas ó, eu respeito que você, leitor, que deve ter crescido amando os Power Rangers, que passava na TV Colosso, Bambuluá, TV Globinho, TV Xuxa e tantos outros programas infantis matinais da Globo, cantava a música de Sandy & Junior e tinha mochila e lancheira dos caras, tenha a série como um ícone de infância. Eu também tenho os meus e não gosto que zoem com eles etc, mas se for pra escolher, prefiro o material original que, apesar de ser tosco, os caras tinham muita coragem pra fazer tudo aquilo e ainda faziam/fazem sucesso, sem contar que marcou pra sempre várias gerações tanto na ~Terra do Sol Nascente~ quanto pelo mundo afora.

E não, não vou ao cinema assistir ao novo filme, porque pelos trailers, sinto que vai ser uma patacoada gigante. Talvez mais tarde, via torrents. Bom filme pra vocês!

P.S.: Tenho dois amigos super entendidos nesse assunto. Eles falariam sobre super sentai e tokusatsu em geral muito melhor do que eu. Inclusive convido-os a explanar sobre o tema no blog se quiserem, no futuro. Fica aqui o convite.

[Atualizado] Saiu o “trailer de origem” de Mulher Maravilha

Saiu hoje trailer de “origem” de Mulher Maravilha. Assista abaixo [agora, legendado]:

No novo vídeo vimos uma rápida da passagem da infância de Diana (Gal Gadot), de seu treinamento árduo em Temíscira, até o dia em que salva Steve Trevor (Chris Pine) de um acidente de avião, e então ela indo para Londres, onde adota uma identidade secreta como a secretária dele. Ainda temos vislumbres sobre os vilões do filme – General Ludendorff (Danny Huston) e Dra. Veneno (Elena Anaya) – e cenas de Diana na I Guerra Mundial. Parece que ficou bem claro em VÁRIOS momentos que a Mulher Maravilha voa sim. Quem ainda duvida, só aguardar o filme.

Dirigido por Patty Jenkins, Mulher Maravilha estreia no Brasil em 1º de junho.