[Resenha] Dracula (BBC)

Dracula é uma minissérie em três episódios de 1h30 cada (no mesmo formato de uma temporada de Sherlock, dos mesmo criadores) da BBC, que está disponível na Netflix, e é uma releitura do romance homônimo de Bram Stoker.
Mas Dracula é boa?

O que eu gostei:
– O roteiro. Digitando com os pés pois estou aplaudindo os roteiristas. Cada diálogo sagaz e debochado, cada reviravolta na trama. Tudo muito fantástico, no mesmo nível de Sherlock (já indiquei a série aqui) e até melhor;
– O elenco, as atuações e a dinâmica entre os personagens estão excepcionais;
– A personalidade do Drácula (intepretado por Claes Bang) é perfeita: sedutor, arrepiante, manipulador e sempre consegue o que quer, não poupando vítimas fatais;
– A atmosfera de terror e thriller psicológico está em boa dose;
– As locações, a fotografia, os efeitos práticos, todos muito bons. Achei que até tava acima do nível de qualidade da BBC (estou falando com você, Doctor Who rs);
– Como a série pegou algumas lendas em torno dos vampiros e subverteu-as, dando a elas significado;
– Por falar nisso, o lance das memórias no sangue. Achei bem Assassin’s Creed, sabe rs;
– O “salto” que a trama dá ao final do segundo episódio e durante o terceiro é muito bom. Não estava esperando, e ficou fantástico!
– Eu poderia falar quais foram as coisas que eu mais gostei em cada episódio (gostei dos três), mas prefiro evitar por motivos de spoilers.

O que eu não gostei:
– O fato de ser uma minissérie é o meu único contra. Adoraria ver mais sobre o Drácula e super toparia acompanhá-lo durante os cinco séculos em que ele viveu. Seria uma viagem e tanto!

Dracula é uma mini envolvente, emocionante e que não cansa de surpreender o telespectador. Recomendadíssima!

Título original: “Dracula”.
Ano de estreia: 2020.
Criado e produzido por: Mark Gatiss e Steven Moffat.
Elenco: Claes Bang, Dolly Wells, John Heffernan, Morfydd Clark, Sacha Dhawan e Mark Gatiss.
Duração: 3 episódios de +/- 90 minutos cada.
Nota do Gilga: 8,5.

[Resenha] The Mandalorian – 1ª temporada

The Mandalorian é a primeira série live-action baseada no universo de Star Wars e a primeira do canal de streaming da Disney, o Disney+. Com 8 episódios, The Mandalorian mostra as aventuras de um mandaloriano caçador de recompensas (interpretado por Pedro Pascal), que se passam entre os episódios VI e VII da franquia dos cinemas. Mas é claro que a grande sensação da série não é o protagonista, e sim o “Baby Yoda” (entre aspas porque não se trata do próprio Yoda dos filmes, e sim um bebê de sua raça sem nome), que roubou nossos corações (e que talvez só vá ter sua popularidade disputada com o Baby Sonic).

Mas e aí, a série é boa?

O que eu gostei:
– Bom, sem sombras de dúvidas, o Baby Yoda. Como pode um bonequinho animatrônico ser TÃO FOFO? Meu cérebro derrete em cada vez que ele faz um olhar ou barulhinho de bebê. A Disney é mestre em fazer criaturas fofinhas, e não só pra vender brinquedos;
– A atmosfera e o visual da série é bem velho oeste (“space western“?), o que dá pra ver tanto pelas locações empoeiradas quanto na trilha sonora;

– As artes conceituais que aparecem no final de cada episódio são obras-primas à parte;
– Estão de parabéns todos os envolvidos na produção de The Mandalorian, principalmente Jon Favreau (Homem de Ferro 1 e 2), que soube capturar bem a essência de Star Wars e fazer uma série bonita, divertida e interessante. Inclusive temos outros nomes conhecidos na direção de alguns episódios, como Bryce Dallas Howard (Jurassic World) e Taika Waititi (Thor: Ragnarok);
– No elenco também temos bons e conhecidos atores, como Carl Weathers (Rocky I, II, III e IV), Giancarlo Esposito (Breaking Bad), Nick Nolte (Cabo do Medo) e Ming-Na Wen (Agents of S.H.I.E.L.D.);
– A trama não é lá essas coisas (outra série que parece um game, com uma “quest por episódio”), mas gostei de algumas reviravoltas e decisões do roteiro;
– O droide IG, tanto na versão caçador como na babá 👍

O que eu não gostei:
– O fato do personagem principal não mostrar o rosto. Eu sei que é um regra dos mandalorianos (“This is the way”), mas fico um pouco com pena pelo Pedro Pascal que acaba não ganhando a projeção que ele merece.

Baby Yoda: a
Meu cérebro: SFIPWHGE02H80HG2%$&(

Assistam O Mandaloriano. É uma divertida e bem produzida série, tanto para os fãs de Star Wars quanto para o público médio que nunca teve contato com a segunda maior franquia de todos os tempos, fora que foi, pra mim, uma experiência interessante assistir a série ao mesmo tempo que jogava Star Wars Jedi: Fallen Order (em breve, resenha no blog) que, apesar de se passarem em épocas diferentes, meio que uma obra completa a outra.

Título original: “The Mandalorian”.
Ano de estreia: 2019.
Criado e produzido por: Jon Favreau, Dave Filoni, Kathleen Kennedy e Colin Wilson.
Elenco: Pedro Pascal, Gina Carano, Nick Nolte, Giancarlo Esposito, Emily Swallow, Carl Weathers, Omid Abtahi, Werner Herzog e Taika Waititi.
Duração: 8 episódios de +/- 60 minutos cada.
Nota do Gilga: 8.

[Resenha] His Dark Materials – 1ª temporada

Indo ao ar pela BBC One aos domingos e pela HBO nas segundas, em novembro estreou a série His Dark Materials, com sua 1ª temporada dividida em 8 episódios. Baseada na trilogia de livros Fronteiras do Universo de Phillip Pulmann, a série da BBC One conta a história de Lyra Belacqua (Dafne Keen) que vive num mundo habitado por bruxas, ursos de armadura e daemons. A 1ª temporada mostra a trama do primeiro livro, “A Bússola Dourada”, que já virou filme em 2007, com Daniel Craig e Nicole Kidman.
Mas vamos ao que interessa…

O que eu gostei:
– A abertura. Tanto a animação quanto a trilha são demais!

– Achei que a trama do primeiro livro ficou bem distribuída em 8 horas, deu bastante profundidade aos personagens e ainda adicionaram outras tramas, bem como achei corajoso da série já incluírem Will Perry (Amir Wilson), o protagonista do segundo livro, “A Faca Sutil”, já nesta temporada;
– Os efeitos visuais até que são bons. Pan, o daemon da Lyra, é fofo demais!
– O visual do mundo de Lyra é estonteante. Parabéns à produção de arte e de efeitos visuais!
– O primeiro episódio é o melhor da série, pois já nos introduz ao mundo de Fronteiras do Universo de maneira grandiosa e espetacular;
– A inclusão ou troca de etnia de alguns personagens, para o aumento de representatividade da série (já que o material original não detalha muito bem isso) foi interessante e importante;
– Não há dúvidas de que a Laura Keen é uma protagonista carismática (desculpa, Dakota Blue Richards);
– O final é triste demais, mas muito bonito e eletrizante.

Os amigos Lyra (Keen) e Roger (Lewin Lloyd) são tão fofos!

O que eu não gostei:
– O visual da Serafina Pekkala (Ruta Gedmintas). Não que eu tenha desgostado por completo. Ele é ousado e diferentão, mas meio que passa uma imagem de bruxa “sujona”, sabe?
– Falando nela, outra coisa que não curti foi a troca do daemon da Serafina. Eu prefiro o ganso, como é nos livros;
– Peguei uma implicância com a Ruth Wilson (que interpreta a vilã Marisa Coulter). Aquela boca dela…

Com um ótimo cliffhanger no final da temporada, His Dark Materials já tem uma segunda temporada encomendada (o projeto inicial é que a série tenha, no mínimo, três temporadas, uma para cada livro) e já estou ansioso desde já.

Título original: “His Dark Materials”.
Ano de estreia: 2019.
Criado e produzido por: Otto Bathurst, Carolyn Blackwood, Joel Collins, Toby Emmerich, Deborah Forte, Julie Gardner, Tom Hooper, Ben Irving, Dan McCulloch, Philip Pullman, Ryan Rasmussen, Jack Thorne, Jane Tranter.
Elenco: Dafne Keen, Ruth Wilson, Anne-Marie Duff, Clarke Peters, James Cosmo, Ariyon Bakare, Will Keen, Lucian Msamati, Gary Lewis, Lewin Lloyd, Daniel Frogson, James McAvoy, Georgina Campbell e Lin-Manuel Miranda.
Duração: 8 episódios de +/- 60 minutos cada.
Nota: 7,5.

[Resenha] The Witcher – 1ª temporada

Na última sexta (20) chegou à Netflix a 1ª temporada de The Witcher, série baseadas nos livros do polonês Andrzej Sapkowski (e não nos games) e estrelada por Henry Cavill (Liga da Justiça).

Confesso que eu estava com as expectativas altas quanto à série devido aos trailers empolgantes que pareciam prometer algo do nível de Game of Thrones. Mas será que The Witcher é tudo isso? Vem comigo!

Yen, maga poderosíssima.

O que eu gostei:
– A narrativa. A série dividiu a trama entre os três personagens principais: Geralt (Cavill), Cirilla (Freya Allan) e Yennefer (Anya Chalotra), e o mais interessante é que, apesar de não parecer inicialmente, elas não se passam na mesma linha do tempo, e cabe ao espectador encaixá-las na cabeça durante a temporada, apesar de não ser muito difícil num nível Westworld (e no final, tudo faz sentido);
– As locações. É cada paisagem bonita! Tem aquela floresta (com um holofote laranja no meio rs), aquelas montanhas, os desfiladeiros, as masmorras. Lugares tão bonitos que deu vontade de visitar todos;
– A parte técnica em si está impecável. Fotografia, edição, direção de arte, efeitos especiais. Dá pra ver que a Netflix não poupou esforços pra realizar uma grande produção;
– A peruca do Geralt até que ficou boa;
– O arco da Yennefer. Saída do chiqueiro para se tornar uma das magas mais poderosas daquele mundo, a personagem da Anya Chalotra é a minha favorita;
– A batalha de Sodden. Totalmente eletrizante!
– O conceito da Lei da Surpresa. Achei interessante.

O que eu não gostei:
– A trama, de um modo geral, não é tãaaao empolgante assim, tirando uma ou outra passagem com muita ação ou decisões surpreendentes dos personagens. A série parece um pouco com um game sim, com cada episódio sendo uma “quest” diferente, pelo menos para o Geralt. Não que isso tenha sido exatamente ruim, mas soa um pouco “encheção de linguiça”. Eu nunca li os livros ou joguei os games, então não sei se o material original era algo assim, mas pro público médio (eu incluso), é isso que parece;
– O bardo é chato demais (sei que esse é o objetivo do personagem, mas ele se esforçou bastante);
– As lentes de contato. Pra que tantas, né? rs;
– Que bom que não existe (muito) racismo no mundo de The Witcher, pois os negros estão em todos os lugares, porém em pouquíssimas posições de poder. Representatividade porém não muito;
– Por falar em falta de representatividade, nenhum LGBT, que eu lembre.

Em resumo, The Witcher é uma boa série. Impecável na parte técnica mas que deixou um pouco a desejar na trama e em algumas atuações (que voz é aquela do Cavill rs), mas vou dar um crédito, pois a maioria das minhas séries favoritas também não tiveram uma 1ª temporada perfeita.

Rolou fanservice com a cena da banheira.

Título original: “The Witcher”.
Ano de estreia: 2019.
Criado e produzido por: Lauren Schmidt Hissrich, Sean Daniel, Jason Brown, Tomasz Bagiński e Jarosław Sawko.
Elenco: Henry Cavill, Anya Chalotra, Freya Allan, Jodhi May, Björn Hlynur Haraldsson, Adam Levy, MyAnna Buring, Mimi Ndiweni, Therica Wilson e Emma Appleton.
Duração: 8 episódios de +/- 60 minutos cada.
Nota: 7,5.

[Resenha] Watchmen, a série

Confesso que, quando eu soube que a HBO iria fazer uma série de Watchmen, eu fiquei tipo “Nossa, pra quê??”, principalmente depois, quando eu soube que a trama se passaria nos dias atuais, com personagens diferentes, fiquei tentando imaginar do que iriam falar, e pensando se era realmente necessária uma série sobre essa HQ que é simplesmente uma das melhores de todos os tempos. Hoje, depois de assistir ao 9º e último episódio da série, eu só consigo pensar “Que HINO de série!” e em como ela é necessária nos dias atuais.

Damon Lindelof – que já nos deu Lost e The Leftovers (ainda não assisti mas quero) – pegou o material original do aclamado Alan Moore e – ouso dizer – foi além do que o bruxão foi nos quadrinhos, e não apenas requentou a história dos Watchmen dos anos 1980, mas usou essa trama pra pavimentar o caminho de todo um novo universo.

A série me pegou nesse enquadramento.

O primeiro episódio já começa com uma voadora com os dois pés no peito e mostrando ao que veio, apresentando ao público um massacre de verdade que aconteceu em Tulsa, Oklahoma e que é pouco citado nos livros de História (eu mesmo desconhecia), onde a população branca matou e feriu vários negros na chamada “Wall Street negra”, e esse evento é no qual a série gira, onde racismo e supremacistas brancos são os vilões da vez (coisa que incomodou muita gente, claro). Somos apresentados a novos personagens, que fazem parte da polícia mascarada de Tulsa: Sister Night (Regina King) e Looking Glass (Tim Blake Nelson), os mais importantes da trama.

Mas não pensem que fica por aí. Alguns personagens da minissérie original (ao qual a série deriva, e não ao filme do Zack Snyder de 2009, portanto, esqueça aquele final) e suas tramas voltam aqui, com destaque ao brilhante Jeremy Irons como Ozymandias. Que arco de personagem! Tudo bem que a trama dele começa cartunesca e meio aleatória, mas tudo se encaixa no final. Outros Watchmen da antiguera aparecem, mas não vou falar aqui por motivos de spoilers (que você já deve ter visto por aí na internet, mas enfim).

Adorei as origens do Looking Glass, do Justiça Encapuzado (dos Minutemen, os primeiros heróis deste universo, lá nos anos 1950), e da própria Sister Night, vinda do Vietnã, o 51º estado norte-americano (lembra que o Dr. Manhattan venceu a Guerra do Vietnã para os EUA? Pois é).

Que episódio foi esse…

Com suas reviravoltas constantes, surpresas e easter eggs, Watchmen é poesia, ousadia e justiça histórica para os negros, e uma série que fala com o nosso tempo, revisitando eventos reais do último século misturados à obra de Moore e Dave Gibbons, nos presenteando com grandes personagens, tramas, atuações e efeitos visuais em mais uma grandiosa obra-prima da HBO. Recomendadíssima e necessária!

Título original: “Watchmen”.
Ano de estreia: 2019.
Criado e produzido por: Damon Lindelof, Nicole Kassell, Tom Spezialy, Stephen Williams e Joseph E. Iberti.
Elenco: Regina King, Don Johnson, Tim Blake Nelson, Yahya Abdul-Mateen II, Andrew Howard, Jacob Ming-Trent, Tom Mison, Sara Vickers, Dylan Schombing, Louis Gossett Jr. e Jeremy Irons.
Duração: 9 episódios de +/- 60 minutos cada.
Nota do Gilga: 10.

Confira o visual da série animada What If..? e outras séries Marvel da Disney+

Foram vazas algumas cenas de What If…?, animação da Marvel que será lançada no Disney+. As cenas mostram Peggy Carter a Capitã Britânia. Além disso foram revelados imagens com o Steve Rogers zumbi, entre outros personagens. Confira abaixo:

Cada episódio da animação será narrado por Jeffrey Wright, o Vigia, e levantará possibilidades em torno das histórias contadas no MCU. Também foi revelado que a animação terá episódios para todos os filmes do Marvel Studios.

What If? tem estreia prevista para meados de 2021 no Disney+.

Também tivemos as primeiras imagens conceituais da série do Gavião Arqueiro, do vingador ao lado de Kate Bishop:

Artes conceituais dos uniformes do Falcão e Soldado Invernal para a série homônima:

Fontes: Omelete e Nação Marvel.

Novo trailer e data de lançamento de The Witcher

Pra quem perdeu, um novo trailer de The Witcher foi lançado mais cedo e, com ele, também foi revelada a data de lançamento da série da Netflix: 20 de dezembro.

O novo vídeo mostra cenas inéditas e tem até direito a memes conhecidos da comunidade, como a famigerada cena de Geralt de Rívia em uma banheira. Confira o trailer abaixo:

A série produzida pela Netflix conta com Henry Cavill como o protagonista, Geralt; Anya Chalotra como Yennefer e Freya Allan interpretando Ciri.

Finalmente a Netflix conseguiu fazer uma “Game of Thrones” pra chamar de sua, hein! Bem eletrizante e bem produzida. Expectativas a mil!

Fonte: Omelete.

Novas séries HBO Max: Lanterna Verde, spin-off de Game of Thrones e mais

Hoje a WarnerMedia anunciou que irá desenvolver duas séries live action do universo da DC para o seu novo serviço de streaming, o HBO Max, e uma delas é do Lanterna Verde. A informação é da Variety.

Greg Berlanti, um dos produtores das séries do Arrowverse e também do DC Universe, como Titãs e Patrulha do Destino, ficará à frente da produção das duas séries: Strange Adventures e Lanterna Verde.

Segundo a Variety, Strange Adventures é descrita como uma antologia dos super-heróis da DC que irá apresentar personagens do cânone da editora. O drama, com episódios de uma hora, vai explorar histórias fechadas sobre como a vida de pessoas comuns se conecta com a dos super-humanos. Já nenhum detalhe a respeito da série do Lanterna Verde foi revelado.

“Uma antologia de contos situado em um mundo onde seres superpoderosos existem, e, no que promete ser a maior série da DC já feita, nós prometemos ir ao espaço com o Lanterna Verde, mas eu não posso revelar mais nada a respeito ainda”, disse Berlanti.

A plataforma de streaming da Warner, HBO Max, será lançada na primavera de 2020, que no hemisfério norte vai de março a junho e contará com conteúdo da HBO, Warner Bros, New Line, DC Entertainment, CNN, TNT, TBS, truTV, The CW, TCM, Cartoon Network, Adult Swim e Looney Tunes. O grande ás na manga da plataforma será a sitcom Friends.

HBO Max também irá exibir as novas séries da CW, como Batwoman, e também os novos lançamentos da Warner no cinema, como os filmes da DC.

P.S.: Ah! E ontem foi anunciada também a série Superman & Lois, com os mesmo atores do Arrowverse. Cês viram?

Quanto ao spin-off de Game of Thrones, ou melhor, spin-offs, uma foi cancelada, a que mais me interessava, The Last Night.

A série que servia como um spin-off para “Game of Thrones”, e que seria estrelada por Naomi Watts, foi cancelada pela HBO antes mesmo que ter uma temporada completa. O projeto foi rejeitado mas a emissora não deu uma justificativa. A informação é da Variety

Em compensação, poucas horas depois, foi confirmado outro spin-off chamado House of the Dragon e se passará 300 anos antes dos eventos da saga principal, e vai contar mais sobre a Casa Targaryen. A série deve ser baseada no derivado dos livros intitulada Fogo e Sangue, o que já nos dá uma ideia do que poderá acontecer na história.

Confira a primeira imagem oficial abaixo:

Fontes: Heróis da TV, Adoro Cinema, Destak TV, Legião dos Super-Heróis.

Primeiro trailer da série The Mandalorian

Segue primeiro trailer de The Mandalorian, série de Star Wars:

Ontem também foi revelado um belo pôster da série:

Criada por Jon Favreau, a série se passará depois da queda do Império em Star Wars: O Retorno de Jedi e antes do nascimento da Primeira Ordem em Star Wars: O Despertar da Força. Pedro Pascal (Game of Thrones, Narcos) será o protagonista mandaloriano que estampa a imagem acima, um caçador de recompensa com visual parecido ao de Jango e Boba Fett. O elenco ainda conta com nomes como Nick Nolte, Werner Herzog, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito.

Com oito episódios, a primeira temporada de The Mandalorian terá será lançada no dia 12 de novembro, exclusivamente no Disney+.

Fonte: IGN Brasil.

Novas séries Marvel para o Disney+ (e outras novidades)

Hoje começou a D23 Expo, exposição anual da Disney onde a empresa divulga suas novidades, e fomos apresentados a três novas séries Marvel para o canal de streaming da Disney, o Disney+. São elas: Ms. Marvel, Moon Knight (Cavaleiro da Lua) e She-Hulk (Mulher-Hulk). Eis as logos das mesmas:

Além destas, foram divulgadas novidades sobre a série animada What If..? que será responsável por mostrar realidades alternativas do Universo Marvel. Nela veremos Peggy Carter (Hayley Atwell) como a Capitã Britânia, além dos Zumbis Marvel e o Vigia.

E sobre a série Loki foi anunciado que serão seis episódios com 1 hora de duração cada, e serão dirigidos por Kate Herron (Sex Education). Foi mostrado um vídeo (ainda não liberado na internet) onde Loki (Tom Hiddleston) aparece nas ruas em 1975 (que pode ser confirmado com o filme Tubarão em cartaz num cinema).

Sobre o canal de streaming, foi confirmado que apenas cinco países – incluindo o Brasil – terão liberados o serviço, a partir de 12 de novembro.

Mais novidades em breve.