Os melhores e piores de 2018

Já na reta final de 2018 venho aqui fazer a retrospectiva do ano no mundo pop. O ano foi péssimo no Brasil, porém ainda aconteceram coisas boas nos universos do cinema, música, games e séries de TV, e aqui vai uma lista dos melhores e piores de 2018, na minha humilde opinião.

Cinema:

[MELHOR] Vingadores – Guerra Infinita (resenha aqui): Foi o filme mais bombástico e comentado do ano. Também, com um final daqueles… Mal posso esperar por sua continuação, que sai ano que vem.


[PIOR] Jurassic World: O Reino Ameaçado:
A decepção do ano. Depois de um excelente primeiro filme, a expectativa desta sequência estava lá em cima, e o trailer acabou enganando, pois a trama fica só 5 minutos na ilha e a grande parte do filme é com um dinossauro assassino à solta numa mansão.


Música:

[MELHOR] “This Is America” – Childish Gambino: Não só a melhor música como também o melhor clipe. Um tapa na cara do racismo e uma dura crítica ao tratamento aos negros nos EUA (e no mundo).


[PIOR] “Quero Que Tu Vá” – Ananda: A música é basicamente xingamentos. Não tem nenhum conteúdo e é ofensiva para os ouvintes incautos (sem falso moralismo).


Séries – Estreantes:

[MELHOR] Star Trek – Discovery (CBS) (resenha aqui): A melhor estreia do ano, essa série, que é uma prequência da série clássica cinquentenária, é muito bem escrita, com ótimas atuações e efeitos especiais.


[PIOR] Black Lightning (resenha aqui): Tinha tudo para ser um marco nas séries baseadas em personagens da DC Comics, com um elenco majoritariamente negro e que retrata a dura realidade da comunidade, mas só foi uma primeira temporada cheia de lambanças.


Séries – Não estreantes:

[MELHOR] Demolidor – 3ª temporada (Netflix) (resenha aqui): A melhor temporada de todas as séries Marvel/Netflix. Uma pena que Demolidor – juntamente com Luke Cage e Punho de Ferro – foi cancelada.


[PIOR] Supergirl – 3ª temporada (CW): Apesar de ter se iniciado em 2017, esta temporada teve sua maior parcela neste ano. Uma temporada tão fraca, com histórias tão ruins que me fez desistir da série.


Games:

[MELHOR] Assassin’s Creed Odyssey (PS4, Xbox One e PC): Eu poderia ter facilmente colocado Dragon Quest XI (resenha aqui) aqui, mas como ele foi um game lançado em 2017 somente no Japão, então vou de AC Odyssey que é 100% deste ano, um game divertidíssimo e excelente que ainda não zerei, mas já gastei mais de 100h com ele. Em breve, resenho no blog.


[PIOR] Fallout 76 (PS4, Xbox One e PC): Neste ano enfrentei o mesmo problema do ano passado ao escolher o pior game, pois não pude jogar muitos games neste ano ao ponto de ter um pior (os que comprei, são jogos que achei, no mínimo, regular), então escolhi Fallout 76 pelo que o público em geral achou. O game foi uma decepção pois veio com muitos bugs, praticamente um redownload do jogo inteiro nos patchs, problemas na edição de colecionador, vazamento de dados e um mundo , com atividades nada divertidas, história sem graça e gráficos ultrapassados, o que lhe rendeu notas baixíssimas no Metacritic.


E que venha 2019!

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Os melhores e piores de 2017

Vem chegando o fim de ano e com ele nossa primeira retrospectiva no blog. 2017 foi um ano terrível para o Planeta Terra (menos pra Anitta), mas ainda podemos tirar coisas boas dele, e não só as coisas boas nos quesitos cinema, música, séries e games, mas também os piores de 2017.

Cinema:

[MELHOR] Star Wars – Os Últimos Jedi (resenha aqui): O melhor filme de 2017 veio na reta final do ano e ainda está nos cinemas. O 8º capítulo da saga dos Jedis mostra Luke Skywalker (Mark Hamill) treinando Rey (Daisy Ridley), enquanto General Leia (Carrie Fisher) e seus rebeldes lidam com Kylo Ren (Adam Driver) e a Primeira Ordem. O filme é diferente de tudo o que já vimos na franquia, apostando em heróis de diferentes gêneros e etnias, e numa trama inusitada.

[PIOR] Death Note: A versão hollywoodiana da Netflix para o anime/mangá de sucesso fica aquém do original, alterando o perfil psicológico dos personagens e pondo por água abaixo todas as expectativas de sua legião de fãs. Só a atuação do Willem Defoe como Ryuk se salva.

Música:

[MELHOR] “The Louvre” – Lorde: Pra mim, “Melodrama”, de Lorde, foi o álbum pop do ano (resenha aqui). A minha preferida é “The Louvre”.

[PIOR] “Vidinha de Balada” – Henrique e Juliano: Eu quase que coloco “Despacito” aqui, mais pelo fato de ter sido um hit chiclete infinitamente executado e explorado neste ano, mas daí lembrei dessa ~joia~ brasileira, fruto do sertalixo atual, em que o cara OBRIGA a mina a namorar com ele, e “se reclamar, cê vai casar também”, tipo ???? Relacionamentos forçados é tão século XIX, gente. Deixa as minas em paz.

Séries – Estreantes:

[MELHOR] The Gidted (FX): A série só termina em janeiro, mas até então, se mostrou uma divertida história de super-heróis e a melhor coisa que já aconteceu com o universo X-Men fora dos quadrinhos, inclusive superando os filmes. Os roteiristas utilizaram vários materiais ainda não explorados nos cinemas, e criaram também personagens e tramas novas, e a família Strucker é muito carismática.

[PIOR] Inhumans (ABC): Por falar em personagens Marvel, a maior decepção do ano está para a Família Real dos Inumanos, que foi muito mal adaptada para as telinhas (deixei bem claro nas minhas primeiras impressões da série), com efeitos especiais podres e uma trama sem sal. Uma pena.

Séries – Não estreantes:

[MELHOR] Stranger Things (Netflix) – 2ª temporada (resenha aqui): ST foi um grande sucesso em sua estreia no ano passado, arrebatando muitos fãs por aí, e em sua 2ª temporada, que estreou em outubro, os Irmãos Duffer conseguiram de novo, nos presenteando com uma trama complexa, divertida e empolgante.

[PIOR] Into the Badlands (AMC) – 2ª temporada: Apesar de a 1ª temporada desta série de lutas marciais não ter sido lá essas coisas também, o 2º ano de Into the Badlands foi tão ruim que até desisti de acompanhar.

Games:

[MELHOR] Persona 5 (PS4): Queria ter um Nintendo Switch para poder testar The Legend of Zelda: Breath of The Wild ou Super Mario Odyssey, aclamadíssimos games do ano, porém infelizmente não rolou, então nomeio Persona 5 como meu preferido. Primeiro game da franquia que jogo e está sendo uma delícia. Um RPG de turnos cheio de sidequests e nuances, com uma trilha sonora e game design fantásticos. Ainda não zerei, mas quando eu zerar, vou fazer uma resenha no blog.

[PIOR] Double Dragon IV (PS4, Switch, PC): Não pude jogar muitos games neste ano ao ponto de ter um pior (os que comprei, são jogos que achei, no mínimo, regular), então escolhi DDIV pelo que o público em geral achou. O quarto game da franquia dos dragões gêmeos não trouxe muitas novidades e não passa de só mais um game com jeitão de 8 bits. Resumindo: decepção.

2017 até que foi um bom ano para os universos pop e nerd, mas que o próximo ano seja ainda melhor!