Nova equipe dos Vingadores tem Conan como integrante

A Marvel anunciou o lançamento de Savage Avengers (Vingadores Selvagens, em tradução livre) no próximo mês de maio, com roteiros de Gerry Duggan, desenhos do brasileiro Mike Deodato Jr. e capas de David Finch.

A nova série mostrará os mais ferozes anti-heróis da editora se reunindo, incluindo WolverineJusticeiroVenomElektra e Irmão Vodu. A grande novidade ficou para o Conan como integrante do grupo, sendo integrado ao Universo Marvel de super-heróis.

“Nós imaginamos  uma ameaça, uma zona verde mágica onde magos do mal no mundo de Conan estão conjurando feitiços com o Tentáculo no Japão. Conan embarcará numa típica missão dele: ouviu o conto de um amuleto, e está atrás dele. Os feiticeiros estão fazendo algo que podem ser um problema para os Vingadores. É como se tivéssemos encontrado um campo fértil, uma interseção entre esses dois mundos”, explicou o escritor.

De acordo com o editor Tom Breevort, a revista mostrará exatamente aquilo que o título diz, “Os mais fodões do Universo Marvel reunidos uma histórias explosivas, com o Conan sendo uma espécie de carta curinga”.

Na década de 1990, Mike Deodato produziu diversas capas deA Espada Selvagem de Conan para a Editora Abril. Agora, terá a chance de desenhar o cimério novamente. Ele também desenhou uma capa variante pra revista mensal do personagem depois que a Marvel reassumiu os direitos de publicação, no ano passado.


Savage Avengers será uma consequência da minissérie Avengers: No Road Home.

Fonte: Universo HQ.

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[Atualizado] Primeiro teaser trailer e pôster de Frozen 2

A Disney liberou hoje o primeiro teaser trailer de Frozen 2. O bom é que nem precisa de legendas, pois não tem diálogos. Assista:

[Atualizado] Também foi revelado um teaser pôster:


Frozen 2 estreia nos cinemas brasileiros apenas em 2 de janeiro de 2020.

Hulu anuncia novas séries animadas de personagens Marvel

A Marvel fechou uma parceria com o serviço Hulu para uma encomenda de quatro séries animadas – Howard, o Pato, M.O.D.O.K., Hit-Monkey (Assassímio) e Tigra & Dazzler (Tigresa e Cristal). Segundo o Hollywood Reporter, todos os personagens irão se reunir em um especial intitulado The Offenders (Os Ofensores).

Howard, o Pato já ganhou um live-action de 1986, odiado por muitos e retornou uma cena pós-créditos de Guardiões da Galáxia. Criado por Steve Gerber em 1973, a série será escrita por Kevin Smith (The Flash, Supergirl) e Dave Willis (Your Pretty Face is Going to Hell), com o personagem título ajudando sua melhor amiga Beverly para retornar ao seu planeta natal antes que o Dr. Bong possa matá-lo e cozinhá-lo.

M.O.D.O.K. adapta o personagem criado por Stan Lee e Jack Kirby em 1967. A série é escrita e produzida por Patton Oswalt (Happy!) e Jordan Blum (Community) ao lado de Jeph Loeb (Legion). A série seguirá o supervilão título com a cabeça realmente grande e o corpo muito pequeno enquanto ele luta para manter o controle de sua organização e sua família necessitada.

Assassímio segue um macaco japonês da neve que treina com o fantasma de um assassino americano para se preparar para uma viagem de vingança sangrenta e cômica através do submundo de Tóquio. O personagem foi criado em 2010 por Daniel Way e Dalibor Talajic e a série está sendo escrita e produzida por Josh Gordon e Will Speck (Office Christmas Party) e Jeph Loeb.

Tigresa e Cristal acompanha as melhores amigas/super-heroínas enfrentando uma das suas maiores batalhas: reconhecimento de outras pessoas superpoderosas em Los Angeles. Tigresa foi criada por Linda Fite e Marie Severin em 1972, e Cristal foi criada por Tom DeFalco, Roger Stern e John Romita Jr. em 1980. A nova série será escrita e produzida por Erica Rivinoja (The Last Man on Earth) e Chelsea Handler (Chelsea) ao lado de Jeph Loeb.

Fontes: Poltrona Nerd e Marvel Wikia.

[Resenha] Kingdom Hearts III

Parece um sonho, mas depois de longos 13 anos de espera – já considero como o “Chinese Democracy dos games” -, finalmente foi lançado, em 29 de janeiro, Kingdom Hearts III, da Square-Enix em conjunto com a Disney Interactive.

Depois de 10 jogos lançados (excetuando as versões Final Mix, remasters e coletâneas), a trilogia – chamada de saga “Dark Seeker” – se encerra neste episódio, e conclui de forma nostálgica e satisfatória os arcos dos personagens principais – Sora, Riku, Kairi, Aqua, Ventus e Terra – e o vilão principal, Xehanort. Finalmente amarrou as pontas soltas e explicou muita coisa. Claro que a trama da saga é complexa pra caralho, mas o próprio KH3 te explica tudinho. Alguns fatos que aconteceram sem a presença de Sora foram finalmente revelados a ele – e, parte, também porque ele teve que reaprender algumas coisas, pois suas memórias foram apagadas, bem como seus poderes, que ele teve que começar do zero. Fora que também, na tela principal, tem a opção Memory Archive, onde você pode rever o resumo de toda a história até o início de KH3, divididos em 5 volumes com os títulos Departures, Memories, Twillight, Dawn e Darkness.

Quanto ao sistema, foram usados grande parte dos elementos dos principais jogos da franquia, como Commandos especiais – aqui você pode invocar alguns brinquedos da Disney, como montanha-russa, xícara de chá, carrossel e navio pirata – para causar dano a todos os inimigos na tela, além de ataques combinados com seus companheiros Donald e Goofy, além dos personagens convidados dos mundos, e ainda habilidades que cada Keyblade do Sora também fornece. Além disso, tem os Links que são os “Summons” dos jogos anteriores – Meow Wow (de Kingdom Hearts: Dream Drop Distance, que resenhei aqui), Simba (de O Rei Leão), Ralph (de Detona Ralph), Ariel (de A Pequena Sereia) e Stitch (de Lilo & Stitch). O Flowmotion, para se mover mais rápido pelo cenário e ajudar na batalha (mas ainda prefiro o de KH3D que é bem mais funcional) e Shotlock, que aqui deixou de ser um dano numa espécie de tiro em 1ª pessoa (de Kingdom Hearts: Birth by Sleep, que resenhei aqui) – que era chatíssimo – para ser uma espécie de teleporte para locais distantes. Aliás, a mobilidade do Sora pelos cenários está MUITO FODA, ele pode, inclusive, correr na vertical por paredes especiais (beijos, Homem-Aranha!), e a coisa só vai melhorando conforme ele vai aprendendo novas Abilities de movimentação ao subir de níveis.

Ataque combinado entre Sora e Goofy.


Tem uma série de novidades também, como o Gummiphone (sim!), permitindo ao Sora, além de se comunicar com seus amigos em outros mundos, tirar fotos – inclusive, rendeu lindas selfies -, que ainda conta, usando essa funcionalidade, a missão dos Lucky Emblems, símbolos do Mickey espelhados pelos mundos, e que fornece prêmios conforme a quantidade de fotos; Classic Kingdom, uns minigames retrô que você obtém também visitando os mundos do jogo e pode jogá-los a qualquer momento a partir do Menu; Cuisine, onde você pode – tanto do Menu como no restaurante Le Grand Bistro em Twillight Town – fazer sofisticadíssimos pratos com a ajuda do ratinho Remy (de Rattatouille), aqui chamado apenas de Little Chief, e, consumindo-as, fornece bônus exclusivos e limitados a Sora.

Me esqueci de falar dos mundos, então aqui vão: Olympus, de Hércules (esse parece que não pode faltar nunca né rs); Twillight Town; Toy Box, de Toy Story; Kingdom of Corona, de Enrolados; Monstropolis, de Monstros S.A.; Arendelle, de Frozen; 100 Acre Wood, de Ursinho Puff; San Fransokyo, de Operação Big Hero 6; The Caribbean, de Piratas do Caribe (sou contra o Johnny Depp, mas o mundo ficou legal). E os mundos finais não vou citar por motivos de spoilers. Mas que legal que usaram mundos da Pixar né? Adorei.

Vamos então ao que interessa:

O que eu gostei:
– O sistema tá muito show, e como já falei ali em cima, a movimentação de Sora pelo cenário está muito divertida, fora os recursos de causar dano nas batalhas que são muitos e quase sempre necessários devido ou ao grande número de oponentes ou ao alto HP deles, o que ajuda muito;
– As abillities estão bem bacanas, fornecendo múltiplos e interessantes recursos aos personagens nas batalhas;
– O sistema de equipamentos também está mais redondinho, e você consegue equipar inclusive duas ou mais armaduras ao mesmo tempo (eles vestem uma armadura em cima da outra? bom, não interessa, pois ficou ótimo), o que já acontecia com acessórios e itens, conforme vão subindo de nível, os personagens ganham mais slots para equipá-los;
– As batalhas estão muito divertidas e criativas. Tudo o que você precisa fazer e botões para apertar, e não só dar porrada para baixar o HP do chefão, foi pensado para diversificar o game, tornando KH3 diferente de qualquer Action RPG por aí. Meus chefes preferidos estão em Olympus, Toy Box e The Caribbean (se virem aí para saber de quais estou falando);
– Os Mogs, os carinhas que vendem itens pelos diferentes mundos, além da loja também são responsáveis pelas sínteses, usando itens que você coleta nas batalhas e baús, e assim adquire novos e exclusivos equipamentos, inclusive a Ultimate Key, a keyblade mais forte de Sora. O sistema de síntese está muito bacana, e os mogs ainda fornecem quests com o Gummiphone, onde você precisa fotografar o que ele pede para ele ter novas “ideias” e assim disponibilizar novos itens para “craftar”;
– A Gummiship está muito incrível neste jogo! Ficar personalizando ela com itens que você compra ou coleta, para aumentar seus atributos, deixando-a mais poderosa para exterminar seus adversários com maior facilidade, que estão no espaço entre os mundos, é muito divertido. Se lançassem um jogo “Kingdom Hearts: Gummiship“, só com esse minigame de KH3, eu compraria, sem pestanejar!
– Os cenários estão lindos e feitos com muito esmero! A parte do reino dos deuses em Olympus – com todas aquela arquitetura sofisticada com detalhes dourados -; os brinquedos daquela loja em Toy Box (inclusive tem easter eggs aqui, reparem bem); o gráfico cinematográfico usado em The Caribbean (“peraí, eu tô jogando um filme??”), além daquele mapa gigante e navio com melhorias por nível, está tudo muito show! Obrigada, Unreal, por existir!
– A trilha está linda (deixo abaixo algumas das minhas favoritas) e o sistema de efeitos de som também, utilizando o recurso, em alguns momentos, de áudio no próprio controle do PS4, o que ainda não tinha visto em outros games;


– Algumas partes são emocionantes. Duas das que mais mexeram comigo foi a parte do “Let it Go” da Elsa em Arendelle (que, dizem, tá fidedigna ao filme) e o desenrolar e desfecho da trama em San Fransokyo, que foi diferente da do filme;
– A trama, como já falei anteriormente, terminou de maneira satisfatória, e ela própria explica/relembra todos os acontecimentos desta complicada história com múltiplos recursos;
– O Donald falando “This might be a good spot to find some ingredients” (“Este deve ser um bom lugar para encontrar alguns ingredientes”) 😂😂😂
– A batalha dos um milhão de Heartless/Nobodies em certa altura do jogo. Eu não sei quantos inimigos são, um milhão é só um chute, mas supera, com certeza os mil heartless de Kingdom Hearts II.

O Pateta pistola é a coisa mais engraçada que você vai ver no jogo.

O que eu não gostei:
– Johnny Depp. Já não bastou a J.K. Rowling passar o pano pra ele ao confirmá-lo para o segundo filme de Animais Fantásticos, a Disney, que é toda conservadora e ligada nas polêmicas de seus artistas empregados (tanto que demitiram James Gunn da direção da Os Guardiões da Galáxia por tweets antigos dele), quando chegou a oportunidade para trocar a figura desse agressor de mulher, deixaram ele no jogo. AINDA BEM que o mundo de Piratas do Caribe ficou bem feito, o que me fez relevar o cara lá em alguns momentos;
– Eu sei que elogiei o sistema de KH3 antes, mas acho que o excesso de recursos dele tornam algumas coisas inúteis e desnecessárias, como invocar os Links, por exemplo, que não são mais fortes do que os comandos especiais e ainda precisam de MP para usá-los; o Flow, como também já falei antes, que ficou ruim em comparação aos games anteriores etc;
– É muito difícil platinar esse jogo. Exigem troféus muito difíceis, e por isso nem vou tentar;
– A maioria das animações, movimentações e física do jogo estão fantásticas, mas parece que não se empenharam muito em alguns casos, como uma ability do Hércules em que ele gira com uma rocha antes de arremessá-la nos inimigos (parece que foi feito com poucos frames), bem como a animação dos um milhão de Heartless/Nobodies, onde eles parecem estar em um desenho desanimado rs

Tirando isso, valeu a pena esperar o jogo por 13 longos anos. KH3 está fantástico, perfeito para fãs e marinheiros de primeira viagem. Um jogo necessário, divertido, importante e criativo. Estamos em fevereiro e, pra mim, ele já é GOTY (Game of the Year).

Minha tela de conclusão:


Título original: Kingdom Hearts III.
Ano de lançamento: 2019.
Empresa: Square-Enix.
Diretores: Tetsuya Nomura e Tai Yasue.
Escritores: Tetsuya Nomura e Masaru Oka.
Compositores: Yoko Shimomura, Takeharu Ishimoto e Tsuyoshi Sekito.
Nota do Gilga: 10.

[Resenha] Titans

Titans foi a primeira série do canal de streaming da Warner, o DC Universe, e estreou em outubro com 11 episódios e, na última semana, a primeira temporada chegou na Netflix (eu não entendo muito essa relação entre Netflix e outros canais de streaming, que, em tese, eram para ser concorrentes, mas que acabam dividindo conteúdos, mas uma coisa é certa: envolve muito dinheiro para ambas as partes). A série mostra a origem do supergrupo adolescente (pelo menos, costumava ser) da DC Comics, os Jovens Titãs (Teen Titans), mas que, obviamente, tiraram o Teen do nome porque é uma série adulta, com muita violência – porra, Robin! – e também sexo, por que não, se afastando, de certa forma, do adolescentezão Arrowverse.

A série mostra as vidas de Dick Grayson (Brenton Thwaites), policial e ex-parceiro-mirim do Batman (Robin original) e de Rachel Roth (Teagan Croft), a Ravena dos quadrinhos (ela não é chamada assim aqui) se cruzando. A menina tem poderes sinistros (literalmente) e um culto do apocalipse quer capturá-la, então Dick resolve protegê-la. Nisso, Kory (Anna Diop), desmemoriada e superpoderosa, e Gar (Ryan Potter), o menino-tigre, se juntam a eles. Outros personagens ligados aos Jovens Titãs aparecem, como Rapina (Alan Ritchson, que foi o Aquaman em Smallville, quem lembra?) e Columba (Minka Kelly), Patrulha do Destino e Moça-Maravilha (Conor Leslie) também dão as caras.

Mds essas perucas…


O que eu gostei:
– O tom da série. Madura, sinistra, sombria, misteriosa;
– Os poderes da Kory/Estelar são muito foda e bem produzidos! E FODA-SE se ela é negra. A personagem é alienígena. Tanto faz a cor da pele dela. Vocês sempre arranjam um argumento pra serem racistas com a desculpa de “Ai, nada a ver com os quadrinhos/desenhos”, seu babaca! A Kory é a rainha da série ♥
– A caracterização do Robin (do Brenton, pois aparece outro Robin, interpretado pelo cabeçudo Curran Walters) e da Moça-Maravilha (o laço dela ♥) está ótima. Eles são os únicos que acho que ficaram bem transportados para as telinhas e não parecem forçados.

O que eu não gostei:
– As perucas e tingimentos de cabelos. PQP, que troço horrível. OK que nos quadrinhos funciona melhor, mas poderiam ter investido em algo menos sintético. Eu particularmente me seguro pra não rir dos cabelos deles. A caracterização dos personagens, de modo geral, ficou feia;
– Outra coisa – e daí é problema só meu – que o ator que interpreta o Gar/Mutano parece o Yudi com cabelo verde, então eu não consigo levá-lo muito a sério rs
– O tigre em CGI 👎
– Odeio quando um personagem é frequentemente citado mas nunca aparece por motivos de direitos autorais ou sei lá, como o Batman. Sei que ele é importante para a trama do Robin, mas se ele é importante, porque não contratar um ator para viver o Morcegão/Bruce Wayne na série? Acho ridículo só usarem dublês.

Apesar da temporada acabar na “melhor” parte (o vilão chegou e os heróis ainda nem sabem o que está acontecendo) espero que o desfecho dessa trama se conclua satisfatoriamente e que a equipe vire uma superequipe de verdade (e torcendo para que a Dona Troy/Moça Maravilha esteja nela), com a Torre dos Titãs e tudo. Aguardando ansiosamente pela 2ª temporada!

Título original: “Titans”.
Ano de estreia: 2018.
Criado e produzido por: Akiva Goldsman, Geoff Johns, Greg Berlanti.
Duração: 11 episódios de +/- 45 minutos cada.
Nota do Gilga: 8.

[Resenha] Assassin’s Creed Odyssey

Lançado em 5 de outubro de 2018, somente em dezembro consegui por as mãos nessa belezinha, e não é exagero quando dizem que Assassin’s Creed Odyssey é o melhor jogo da franquia, hein.

Confesso que eu tava com a expectativa um tanto quanto baixa, pois os vídeos de gameplay que vi – eu tava ansioso pelo lançamento do jogo – não fizeram jus ao game. Tinha cores berrantes demais (apesar de que sim, o Odyssey é muito mais colorido do que o Origins), o acabamento gráfico dos personagens humanos não estava tão realista, a animação também parecia deixar a desejar, mas jogando o jogo propriamente dito, era exatamente o contrário. Na verdade, a experiência com os gráficos de Odyssey, para mim, foi um pouco diferente, pois parece que eu via o acabamento gráfico conforme a impressão que eu fiquei dos gameplays pré-lançamento – meio esquisitão – e, conforme fui jogando, fui me acostumando (talvez?) ou quiçá passei a ENTENDER a escolha artística do jogo. Sim, Odyssey é MUITO parecido com seu antecessor (que resenhei aqui), mas ao mesmo tempo, tem muitas diferenças artísticas, o que o torna único.

Neste capítulo de “O Credo dos Assassinos”, você é descendente do lendário Leônidas (sim, o personagem de Gerard Butler em 300, filme que é notadamente uma das inspirações para o jogo), e dele você só tem uma lembrança, a lança quebrada do antigo rei de Esparta, que você pode usar como uma lâmina dos assassinos, durante suas aventuras por terras gregas realizando seus serviços de misthios (mercenário), enquanto se envolve nas reviravoltas da Guerra do Peloponeso, em 431 aC.. Desta vez, você pode escolher o sexo do protagonista: ou Alexios ou Kassandra, ambos são irmãos separados na infância. Menino, a história de vida deles tem taaanta treta! Fiquei até meio “perplécto” com tanto plot twist. Eu escolhi Alexios por motivos de, como o jogo deixa você escolher os rumos da trama – inclusive com quem você pode transar/se relacionar – que eu queria fazer um personagem como eu, homem cis gay, porém eu mais recusei mulheres do que transei com homens rs (inclusive rolou uma treta nessa semana por causa dessas escolhas). Mas meu próximo save vai ser com a Kassandra sapatona! 👍


Vamos ao que interessa:

O que eu gostei:
– Antes de mais nada, não quero apenas elogiar os gráficos – os cenários, principalmente, estão estonteantes! – mas sou fãzaço das animações dos personagens. A preocupação do pessoal da Ubisoft com os gestos e trejeitos durante as animações e diálogos foi grande e bem orquestrada;
– Falando em orquestra, a trilha sonora de Odyssey tá show e é mais memorável do que a de Origins. E o que são aqueles cânticos náuticos enquanto você navega com o Adrasteia? Fantásticos. Parabéns ao pessoal por essa pesquisa também. Seguem algumas trilhas que mais gostei:

-.A trilha que toca quando você sobe de nível ♥♥♥
– A trama é envolvente, divertida e emocionante (quase chorei num reencontro aí), cheia de reviravoltas e muito bem amarrada com eventos, locais e personagens históricos. Não sei de exatamente tudo o que se passou na Grécia Antiga naquela época, mas achei muito foda a pesquisa dos caras pra escrever e bolar o design da porra toda. Que fantástico é ter Sócrates (um personagem engraçado e que sempre consegue irritar Alexios/Kassandra com sua verborragia) e Heródoto (o primeiro historiador, por assim dizer) em seu navio, e cruzar com outros personagens da Guerra do Peloponeso, como Péricles, o Pai da Democracia, Alcibíades (ícone!), Lisandro, o general espartano etc, e vivendo na Grécia durante o auge do culto aos seus fabulosos mitos – e que templos e estátuas lindas! Tudo bem que tem alguns exageros – aquelas estátuas gigantescas maiores do que as “Maravilhas do Mundo Antigo” (dica: você encontra uma delas em Olímpia) – e também algumas licenças poéticas, como a cor da Liga de Delos (Atenas) ser azul pra ser um oposto ideal ao vermelho espartano (as cores dos dois exércitos eram até meio parecidas), mas foi pra visualmente facilitar a vida do jogador no meio da guerra, pra poder ver de longe um navio e saber de que lado ele está só pela cor das velas, mas enfim, tirando isso, muito bem bolado;
– O jogo tem muuuuuita coisa fazer. Além das diversas tarefas para completar em cada uma das inúmeras localizações, e das missões espalhadas por toda a Grécia – as normais, as diárias e as semanais, vejam só! – muito lugar pra explorar, tirar foto, participar de batalhas navais (que ficaram divertidas, nada comparado àquelas travadas de Origins que eu odiava fazer), skills pra destravar (aliás, tá muito “roubado” o assassino desse jogo, praticamente um semideus entre os mortais de tanta coisinha que ele é capaz de fazer), tanto do personagem quanto as dos equipamentos, tesouros para encontrar (ostrakas), arena (em Pefka), mercenários (lembram dos philakes em Origins?) literalmente infinitos pra caçar e assim subir no ranking dos mercenários e ganhar vantagens nas lojas, fora as DLCs, que são duas histórias: O Legado da Primeira Lâmina e O Destino de Atlântida, cada uma dividida em três partes;
– O lance dos líderes de nação e das batalhas de conquista de territórios foi uma boa sacada. Me lembra War;
– Cuidar do navio. Mudar aparência, adicionar o acrostólio (eu nem sabia que porra era isso, mas aprendi no jogo – viu como videogame é cultura? 😉), os tenentes (Bayek e Aya no seu navio é muito massa!), skins da tripulação, melhorar armas, casco, remadores etc, tudo isso é muito bom e dá um orgulhinho quando você tem o navio mais fodão dos mares da Grécia Antiga ♥
– As criaturas míticas e os animais lendários ♥
– O fundo do mar é estonteante de tão lindo! Além dos perigosíssimos tubarões, também podemos nadar com golfinhos e baleias (quando elas saltam ao lado do seu navio então é lindo), a flora e principalmente a fauna marinha está muito diversa, com águas-vivas fluorescentes, arraias, tartarugas, peixes coloridos, corais. A fauna terrestre também é show;
– Excelente nível de desafio: nem muito fácil e nem muito impossível;
– Só posso falar pelo Alexios, mas as falas dele são memoráveis, e a entonação do dublador (Michael Antonakos) é bem divertida, entre outros personagens. Dublagem aqui é 10/10;
– Aliás, tiveram a preocupação de escolher atores gregos para dublar os principais personagens e cantar alguns temas, a Ubisoft sempre se empenhando pra ser inclusiva. Tem diversas etnias, gêneros e sexualidades dentro do universo de Odyssey, acertando em cheio na representatividade.

THIS. IS. ODYSSEY!!


O que eu não gostei:
– Reclamações antigas, mas vamos lá: loadings demoradíssimos, inclusive entre in game e animação e vice-versa, e bugs pra dar com pau (inclusive o jogo TRAVA em vários momentos, forçando o jogador a fechar e abrir o aplicativo ou dá um erro e o jogo fecha sozinho). Dessa vez a Bugsoft caprichou, hein;
– Uma coisa que não atrapalha tanto o andamento do jogo mas que me irritou em alguns momentos: você tá falando com um NPC enquanto ele te dá uma quest, ou você já fez e tá recebendo a recompensa, então quando troca da animação para o in game, o NPC “esquece” que você tava falando com ele e se assusta ao te ver na frente dele, daí ele se afasta e, em alguns casos, até sai correndo de medo. Isso aí o pessoal esqueceu de colocar o código correto e ninguém percebeu antes de lançar o jogo rs
– Na água parada não tem o reflexo dos personagens, apenas a sombra 👎
– Em algumas partes do mapa, parece que o cenário foi feito às pressas e algumas árvores foram inseridas dentro de rochas e montanhas (???). Isso sem contar os recursos coletáveis (madeira, minérios, pedras etc) que “respawnam” dentro de paredes e abaixo do nível chão (sim), tornando impossível de pegá-los;
– As (NPCs) crianças não estão tão divertidas como nos jogos anteriores ): Poucas animações e scripts e nada de falas fofinhas. Aliás, tem pouca conversa entre NPCs nas cidades, sem aquelas frases memoráveis (e repetitivas rs) do Origins, por exemplo. Uma pena;
– O termo amplamente usado nos diálogos “Mundo grego” (ou “Greek world”) eu acho impreciso. Os gregos não se referiam a si mesmos por esse nome, e sim, como hélidas (“Grécia” em grego é “Hélade”). Quem os chamou de “gregos” pela primeira vez foram os Latinos, então não tinha como eles se referirem às suas terras por esse termo. Esse erro histórico eu não perdoo rs
– O jogo não tem uma “zerada” oficial. Quando você termina as missões da história principal, acabou, você continua jogando, e se quiser mais quests, só fazer as dos mapas, ou comprar as DLCs. Eu tenho a impressão que a história vai terminar mesmo na última parte da segunda DLC. Interessante, mas uma tremenda sacanagem com quem não tem grana sobrando pra comprar conteúdo extra.

Resumindo: um jogaço! O melhor RPG de ação de 2018! Recomendadíssimo, tanto pelo show nos gráficos, jogabilidade, sistema, visual, na pesquisa histórica. Os caras estão de parabéns! Estou no nível 70 (máximo), 200h de jogo, já terminei as duas DLCs lançadas até agora e ainda acho um jogo interessante. Viciante!

Título original: Assassin’s Creed: Odyssey.
Ano de lançamento: 2018.
Empresa: Ubisoft.
Diretores: Jonathan Dumont e Scott Phillips.
Escritores: Jonathan Dumont, Melissa MacCoubrey e Hugo Giard.
Compositores: The Flight (Joe Henson e Alexis Smith).
Nota do Gilga: 9,5.

P.S.: Rio muito toda vez que lembro que um dos caras da PC Gamer avaliou todos os pintos das estátuas em AC Odyssey: https://www.pcgamer.com/every-penis-in-assassins-creed-odyssey-rated/

[Atualizado] Primeiros trailer e pôster de Homem-Aranha: Longe de Casa

Habemus primeiro trailer de Homem-Aranha: Longe de Casa! Assista legendado:


Muita ação com Peter Parker (Tom Holland) e seus amigos Ned (Jacob Batalon) e MJ (Zendaya) viajando na Europa e lidando com monstros gigantes e elementais e temos a aparição de Nick Fury (Samuel L. Jackson) e de Mystério (Jake Gyllenhaal), com seus poderes (pelo menos parece poder e não efeitos especiais, como deveria ser).

[Atualizado às 19:37] Também foi revelado o primeiro pôster do longa – é bonitão pra caramba!


A sequência da nova encarnação do Homem-Aranha nos cinemas estreia em 4 de julho.

[Resenha] Homem-Aranha no Aranhaverso

Enfim estreou na última quinta (10) nos cinemas brasileiros a animação longa metragem Homem-Aranha no Aranhaverso. Trata-se do melhor filme animado com personagens Marvel, e inclusive o longa ganhou o Globo de Ouro no dia 6 de Melhor Animação, derrotando favoritos como Incríveis 2 e WiFi Ralph.

O filme é centrado na história de Miles Morales, um jovem negro e latino do Brooklyn que se tornou o Homem-Aranha inspirado no legado de Peter Parker, já falecido. Entretanto, ao visitar o túmulo de seu ídolo, ele é surpreendido com a presença do próprio Peter, vestindo o traje do herói aracnídeo sob um sobretudo. A surpresa fica ainda maior quando Miles descobre que ele veio de uma dimensão paralela, assim como outras versões do Homem-Aranha.

Vamos aos prós e contras do filme:

O que eu gostei:
– A trama. Apesar de seus (poucos) defeitos, a trama é a grande atração do filme, e acredito que tenha sido ela a responsável pela vitória da animação no Globo de Ouro de 2019;
– A animação é legal. Apesar da minha resistência inicial, por achar que ela tem poucos frames e parecer meio travada às vezes, a animação (CGI) é inovadora e divertida;
– Referências e easter eggs divertidíssimos, não só as dos quadrinhos, mas também à cultura pop (e memes), de uma maneira geral;
– Sempre vou bater nessa tecla: representatividade. Como é bom para a atual geração se ver representada nas histórias em todas as mídias e perceber que é possível ser um herói e fazer a diferença quando se é negro, latino ou mulher por exemplo. Miles Morales deve inspirar muitos jovens negros de todos os sexos. Que venham mais histórias com personagens diversos!
– O lance das dimensões paralelas abriu um leque de possibilidades no cinema, ainda mais do que Doutor Estranho (2016) tentou. Quero ver algo parecido nos filmes do Universo Cinematográfico Marvel (Olá, Vingadores: Ultimato, será você?);
– A pluralidade dos homens/mulheres/animais-Aranha. Tudo bem que tem dois ali que achei bem forçados, mas no geral eles são divertidos;
– A trilha sonora escolhida para o longa é foda!! Já quero uma mixtape com ela;
– O vilão Gatuno ficou de dar medo (sério) e a história de origem dele ficou muito boa (e fiel aos quadrinhos);
Stacy-Aranha
Nicolas Cage dublando o Homem-Aranha Noir
– Quando o Miles aparece pela primeira vez com seu uniforme ♥♥♥
– A cena pós-créditos ♥
– Inclusive o encerramento (créditos) ficou muito bem bolado e divertido. Parabéns aos envolvidos!


O que eu não gostei:
– O design do Rei do Crime me incomodou muito. Fiquei um pouco ofendido com aquele visual exagerado e desproporcional;
– OK que o Porco-Aranha era engraçado, mas será que foi necessário? Bem como a Peni Perker totalmente animê retardado (desculpa, otakos). Eu preferiria o Aranha Punk ou o Aranha Indiano no lugar rs
– O Peter Parker velho achei um personagem meio forçado também, mó relaxadão (e não tô falando da barriguinha de cerveja, e sim como pessoa mesmo). Custei a acreditar que ele veio da nossa Terra, a 616 (segundo esse vídeo). Se ele for deste Terra, então como explica o fato de ele ter visto a Gwen Stacy (OK que ele é de outra Terra e é mais jovem, mas a cara seria basicamente a mesma) e não a reconheceu? Porra, a Gwen foi o primeiro grande amor da vida do Peter!


Resumindo: é um filme sensacional, tanto para os novinhos quanto aos fãs de quadrinhos, já que é uma versão de bolso do Aranhaverso (que eu resenhei aqui).

Título original: “Spider-Man: Into the Spider-verse”.
Ano: 2018.
Diretor(es): Bob Persichetti, Peter Ramsey  e Rodney Rothman.
Elenco: Shameik Moore, Hailee Steinfeld, Mahershala Ali, Jake Johnson, Liev Schreiber, Brian Tyree Henry, Luna Lauren Velez, Lily Tomlin, Nicolas Cage, Kimiko Glenn e John Mulaney
Duração: 117 min.
Nota: 9,5.

Fontes: Adoro Cinema e Wikipedia.

Os melhores e piores de 2018

Já na reta final de 2018 venho aqui fazer a retrospectiva do ano no mundo pop. O ano foi péssimo no Brasil, porém ainda aconteceram coisas boas nos universos do cinema, música, games e séries de TV, e aqui vai uma lista dos melhores e piores de 2018, na minha humilde opinião.

Cinema:

[MELHOR] Vingadores – Guerra Infinita (resenha aqui): Foi o filme mais bombástico e comentado do ano. Também, com um final daqueles… Mal posso esperar por sua continuação, que sai ano que vem.


[PIOR] Jurassic World: O Reino Ameaçado:
A decepção do ano. Depois de um excelente primeiro filme, a expectativa desta sequência estava lá em cima, e o trailer acabou enganando, pois a trama fica só 5 minutos na ilha e a grande parte do filme é com um dinossauro assassino à solta numa mansão.


Música:

[MELHOR] “This Is America” – Childish Gambino: Não só a melhor música como também o melhor clipe. Um tapa na cara do racismo e uma dura crítica ao tratamento aos negros nos EUA (e no mundo).


[PIOR] “Quero Que Tu Vá” – Ananda: A música é basicamente xingamentos. Não tem nenhum conteúdo e é ofensiva para os ouvintes incautos (sem falso moralismo).


Séries – Estreantes:

[MELHOR] Star Trek – Discovery (CBS) (resenha aqui): A melhor estreia do ano, essa série, que é uma prequência da série clássica cinquentenária, é muito bem escrita, com ótimas atuações e efeitos especiais.


[PIOR] Black Lightning (resenha aqui): Tinha tudo para ser um marco nas séries baseadas em personagens da DC Comics, com um elenco majoritariamente negro e que retrata a dura realidade da comunidade, mas só foi uma primeira temporada cheia de lambanças.


Séries – Não estreantes:

[MELHOR] Demolidor – 3ª temporada (Netflix) (resenha aqui): A melhor temporada de todas as séries Marvel/Netflix. Uma pena que Demolidor – juntamente com Luke Cage e Punho de Ferro – foi cancelada.


[PIOR] Supergirl – 3ª temporada (CW): Apesar de ter se iniciado em 2017, esta temporada teve sua maior parcela neste ano. Uma temporada tão fraca, com histórias tão ruins que me fez desistir da série.


Games:

[MELHOR] Assassin’s Creed Odyssey (PS4, Xbox One e PC): Eu poderia ter facilmente colocado Dragon Quest XI (resenha aqui) aqui, mas como ele foi um game lançado em 2017 somente no Japão, então vou de AC Odyssey que é 100% deste ano, um game divertidíssimo e excelente que ainda não zerei, mas já gastei mais de 100h com ele. Em breve, resenho no blog.


[PIOR] Fallout 76 (PS4, Xbox One e PC): Neste ano enfrentei o mesmo problema do ano passado ao escolher o pior game, pois não pude jogar muitos games neste ano ao ponto de ter um pior (os que comprei, são jogos que achei, no mínimo, regular), então escolhi Fallout 76 pelo que o público em geral achou. O game foi uma decepção pois veio com muitos bugs, praticamente um redownload do jogo inteiro nos patchs, problemas na edição de colecionador, vazamento de dados e um mundo , com atividades nada divertidas, história sem graça e gráficos ultrapassados, o que lhe rendeu notas baixíssimas no Metacritic.


E que venha 2019!

[Resenha] Aquaman

Nos cinemas brasileiros desde a última quinta (13), Aquaman é o único filme live action de super-heróis da DC/Warner do ano, e olha, amiguinhos… Que filme foda! Parabéns à Warner que finalmente aprendeu com suas cagadas e fez um filme decente baseado em quadrinhos.
Vamos logo aos prós e contras:

O que gostei:
– As cenas de lutas são do caralho! Bem coreografas e enquadradas, são eletrizantes e fodonas;
– A fotografia e edição de vídeo também são excelentes, bem diferentonas e até poéticas;
– A trilha sonora, desde a composição para o filme (uma das trilhas que lembrava um pouco as do game Assassin’s Creed Origins, o que me agradou bastante), bem como as canções já existentes escolhidas para o filme, como novas roupagens interessantes e engraçadas;
– A direção de arte também merece aplausos de pé. Atlântida e todos os cenários e tecnologias submarinos são estonteantes (uma mistura de Avatar com Tron: O Legado) e, pra mim, é o cenário fictício mais foda que já apareceu em filmes de super-heróis, superando Wakanda (Pantera Negra) e Asgard (trilogia do Thor) de lavada. As criaturas imaginadas para o longa, e como a concepção das diferenças físicas e culturas dos sete reinos submarinos são muito bem boladas também;
– Os efeitos especiais, de uma forma geral;
– Roteiro interessante, coerente e muito bem construído;
Nicole Kidman como a Rainha Atlanna

O que eu não gostei:
– Algumas cenas e diálogos forçados, geralmente envolvendo Aquaman (Jason Momoa, que só sabe interpretar a si mesmo) e Mera (Amber Heard). Aliás, muita atuação e diálogos fraquinhos no filme;
– O fato de o Aquaman ser burrão pra ser “alívio cômico” nos diálogos com a Mera, até um momento em que isso é deixado de lado e ele demonstra saber os nomes de personagens do Império Romano, parecendo que ele tirou essa informação do cu;
– Por falar em comicidade, a comédia do filme é bem fraquinha. A gente percebe que os roteiristas tentaram, sabe?
– A explosões jumpscare. VTNC, James Wan!
– Algumas decisões no roteiro que desafiam nossa inteligência (haja suspensão da descrença).

Se o filme era pra ser colorido e berrante, então capricharam nesse uniforme do Aquaman.


De resto, é um filme divertido, empolgante e uma excelente surpresa pra quem não esperava mais nada da Warner/DC depois de seus sucessivos fiascos, bem como de um dos personagens mais subestimada da Editora Detective Comics Comics. Recomendadíssimo!


Título original: “Aquaman”.
Ano: 2018.
Diretor: James Wan.
Elenco: Jason Momoa, Amber Heard, Willem Dafoe, Temuera Morrison, Dolph Lundgren, Yahya Abdul-Mateen II, Patrick Wilson, Nicole Kidman.
Duração: 143 min.
Nota: 9.