Novo trailer de Viúva-Negra

Viúva Negra, novo filme do Marvel Studios ganhou um novo teaser na madrugada desta terça-feira (14). Na prévia, Natasha, vivida novamente por Scarlett Johansson, retorna à Rússia para encontrar Yelena (Florence Pugh), Melina (Rachel Weisz) e Alexei (David Harbour) e enfrentar novas ameaças, que incluem novas agentes da Sala Vermelha e o vilão Treinador – confira acima. 

A versão legendada da prévia pode ser conferida abaixo:

O filme solo da Viúva Negra será lançado em 30 de abril e tem direção de Cate Shortland

Fonte: Omelete.

Primeiro trailer de Morbius

A Sony divulgou hoje o primeiro trailer de Morbius, derivado de Homem-Aranha estrelado por Jared Leto. Confira abaixo:

Criado por Roy Thomas e Gil Kane na edição 101 de The Amazing Spider-Man, em 1971, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel que tentava descobrir a cura para uma doença sanguínea. Durante um dos seus experimentos, ele se transformou em um vampiro.

O filme estrelado por Leto deve fazer parte do universo iniciado por Venom e será dirigido por Daniel Espinosa (Protegendo o Inimigo). Burk Sharpless e Matt Sazama assinam o roteiro. A estreia de Morbius está marcada para 31 de julho de 2020.

Fonte: Omelete.

[Resenha] Dracula (BBC)

Dracula é uma minissérie em três episódios de 1h30 cada (no mesmo formato de uma temporada de Sherlock, dos mesmo criadores) da BBC, que está disponível na Netflix, e é uma releitura do romance homônimo de Bram Stoker.
Mas Dracula é boa?

O que eu gostei:
– O roteiro. Digitando com os pés pois estou aplaudindo os roteiristas. Cada diálogo sagaz e debochado, cada reviravolta na trama. Tudo muito fantástico, no mesmo nível de Sherlock (já indiquei a série aqui) e até melhor;
– O elenco, as atuações e a dinâmica entre os personagens estão excepcionais;
– A personalidade do Drácula (intepretado por Claes Bang) é perfeita: sedutor, arrepiante, manipulador e sempre consegue o que quer, não poupando vítimas fatais;
– A atmosfera de terror e thriller psicológico está em boa dose;
– As locações, a fotografia, os efeitos práticos, todos muito bons. Achei que até tava acima do nível de qualidade da BBC (estou falando com você, Doctor Who rs);
– Como a série pegou algumas lendas em torno dos vampiros e subverteu-as, dando a elas significado;
– Por falar nisso, o lance das memórias no sangue. Achei bem Assassin’s Creed, sabe rs;
– O “salto” que a trama dá ao final do segundo episódio e durante o terceiro é muito bom. Não estava esperando, e ficou fantástico!
– Eu poderia falar quais foram as coisas que eu mais gostei em cada episódio (gostei dos três), mas prefiro evitar por motivos de spoilers.

O que eu não gostei:
– O fato de ser uma minissérie é o meu único contra. Adoraria ver mais sobre o Drácula e super toparia acompanhá-lo durante os cinco séculos em que ele viveu. Seria uma viagem e tanto!

Dracula é uma mini envolvente, emocionante e que não cansa de surpreender o telespectador. Recomendadíssima!

Título original: “Dracula”.
Ano de estreia: 2020.
Criado e produzido por: Mark Gatiss e Steven Moffat.
Elenco: Claes Bang, Dolly Wells, John Heffernan, Morfydd Clark, Sacha Dhawan e Mark Gatiss.
Duração: 3 episódios de +/- 90 minutos cada.
Nota do Gilga: 8,5.

[Resenha] The Mandalorian – 1ª temporada

The Mandalorian é a primeira série live-action baseada no universo de Star Wars e a primeira do canal de streaming da Disney, o Disney+. Com 8 episódios, The Mandalorian mostra as aventuras de um mandaloriano caçador de recompensas (interpretado por Pedro Pascal), que se passam entre os episódios VI e VII da franquia dos cinemas. Mas é claro que a grande sensação da série não é o protagonista, e sim o “Baby Yoda” (entre aspas porque não se trata do próprio Yoda dos filmes, e sim um bebê de sua raça sem nome), que roubou nossos corações (e que talvez só vá ter sua popularidade disputada com o Baby Sonic).

Mas e aí, a série é boa?

O que eu gostei:
– Bom, sem sombras de dúvidas, o Baby Yoda. Como pode um bonequinho animatrônico ser TÃO FOFO? Meu cérebro derrete em cada vez que ele faz um olhar ou barulhinho de bebê. A Disney é mestre em fazer criaturas fofinhas, e não só pra vender brinquedos;
– A atmosfera e o visual da série é bem velho oeste (“space western“?), o que dá pra ver tanto pelas locações empoeiradas quanto na trilha sonora;

– As artes conceituais que aparecem no final de cada episódio são obras-primas à parte;
– Estão de parabéns todos os envolvidos na produção de The Mandalorian, principalmente Jon Favreau (Homem de Ferro 1 e 2), que soube capturar bem a essência de Star Wars e fazer uma série bonita, divertida e interessante. Inclusive temos outros nomes conhecidos na direção de alguns episódios, como Bryce Dallas Howard (Jurassic World) e Taika Waititi (Thor: Ragnarok);
– No elenco também temos bons e conhecidos atores, como Carl Weathers (Rocky I, II, III e IV), Giancarlo Esposito (Breaking Bad), Nick Nolte (Cabo do Medo) e Ming-Na Wen (Agents of S.H.I.E.L.D.);
– A trama não é lá essas coisas (outra série que parece um game, com uma “quest por episódio”), mas gostei de algumas reviravoltas e decisões do roteiro;
– O droide IG, tanto na versão caçador como na babá 👍

O que eu não gostei:
– O fato do personagem principal não mostrar o rosto. Eu sei que é um regra dos mandalorianos (“This is the way”), mas fico um pouco com pena pelo Pedro Pascal que acaba não ganhando a projeção que ele merece.

Baby Yoda: a
Meu cérebro: SFIPWHGE02H80HG2%$&(

Assistam O Mandaloriano. É uma divertida e bem produzida série, tanto para os fãs de Star Wars quanto para o público médio que nunca teve contato com a segunda maior franquia de todos os tempos, fora que foi, pra mim, uma experiência interessante assistir a série ao mesmo tempo que jogava Star Wars Jedi: Fallen Order (em breve, resenha no blog) que, apesar de se passarem em épocas diferentes, meio que uma obra completa a outra.

Título original: “The Mandalorian”.
Ano de estreia: 2019.
Criado e produzido por: Jon Favreau, Dave Filoni, Kathleen Kennedy e Colin Wilson.
Elenco: Pedro Pascal, Gina Carano, Nick Nolte, Giancarlo Esposito, Emily Swallow, Carl Weathers, Omid Abtahi, Werner Herzog e Taika Waititi.
Duração: 8 episódios de +/- 60 minutos cada.
Nota do Gilga: 8.

[Resenha] His Dark Materials – 1ª temporada

Indo ao ar pela BBC One aos domingos e pela HBO nas segundas, em novembro estreou a série His Dark Materials, com sua 1ª temporada dividida em 8 episódios. Baseada na trilogia de livros Fronteiras do Universo de Phillip Pulmann, a série da BBC One conta a história de Lyra Belacqua (Dafne Keen) que vive num mundo habitado por bruxas, ursos de armadura e daemons. A 1ª temporada mostra a trama do primeiro livro, “A Bússola Dourada”, que já virou filme em 2007, com Daniel Craig e Nicole Kidman.
Mas vamos ao que interessa…

O que eu gostei:
– A abertura. Tanto a animação quanto a trilha são demais!

– Achei que a trama do primeiro livro ficou bem distribuída em 8 horas, deu bastante profundidade aos personagens e ainda adicionaram outras tramas, bem como achei corajoso da série já incluírem Will Perry (Amir Wilson), o protagonista do segundo livro, “A Faca Sutil”, já nesta temporada;
– Os efeitos visuais até que são bons. Pan, o daemon da Lyra, é fofo demais!
– O visual do mundo de Lyra é estonteante. Parabéns à produção de arte e de efeitos visuais!
– O primeiro episódio é o melhor da série, pois já nos introduz ao mundo de Fronteiras do Universo de maneira grandiosa e espetacular;
– A inclusão ou troca de etnia de alguns personagens, para o aumento de representatividade da série (já que o material original não detalha muito bem isso) foi interessante e importante;
– Não há dúvidas de que a Laura Keen é uma protagonista carismática (desculpa, Dakota Blue Richards);
– O final é triste demais, mas muito bonito e eletrizante.

Os amigos Lyra (Keen) e Roger (Lewin Lloyd) são tão fofos!

O que eu não gostei:
– O visual da Serafina Pekkala (Ruta Gedmintas). Não que eu tenha desgostado por completo. Ele é ousado e diferentão, mas meio que passa uma imagem de bruxa “sujona”, sabe?
– Falando nela, outra coisa que não curti foi a troca do daemon da Serafina. Eu prefiro o ganso, como é nos livros;
– Peguei uma implicância com a Ruth Wilson (que interpreta a vilã Marisa Coulter). Aquela boca dela…

Com um ótimo cliffhanger no final da temporada, His Dark Materials já tem uma segunda temporada encomendada (o projeto inicial é que a série tenha, no mínimo, três temporadas, uma para cada livro) e já estou ansioso desde já.

Título original: “His Dark Materials”.
Ano de estreia: 2019.
Criado e produzido por: Otto Bathurst, Carolyn Blackwood, Joel Collins, Toby Emmerich, Deborah Forte, Julie Gardner, Tom Hooper, Ben Irving, Dan McCulloch, Philip Pullman, Ryan Rasmussen, Jack Thorne, Jane Tranter.
Elenco: Dafne Keen, Ruth Wilson, Anne-Marie Duff, Clarke Peters, James Cosmo, Ariyon Bakare, Will Keen, Lucian Msamati, Gary Lewis, Lewin Lloyd, Daniel Frogson, James McAvoy, Georgina Campbell e Lin-Manuel Miranda.
Duração: 8 episódios de +/- 60 minutos cada.
Nota: 7,5.

[Resenha] The Witcher – 1ª temporada

Na última sexta (20) chegou à Netflix a 1ª temporada de The Witcher, série baseadas nos livros do polonês Andrzej Sapkowski (e não nos games) e estrelada por Henry Cavill (Liga da Justiça).

Confesso que eu estava com as expectativas altas quanto à série devido aos trailers empolgantes que pareciam prometer algo do nível de Game of Thrones. Mas será que The Witcher é tudo isso? Vem comigo!

Yen, maga poderosíssima.

O que eu gostei:
– A narrativa. A série dividiu a trama entre os três personagens principais: Geralt (Cavill), Cirilla (Freya Allan) e Yennefer (Anya Chalotra), e o mais interessante é que, apesar de não parecer inicialmente, elas não se passam na mesma linha do tempo, e cabe ao espectador encaixá-las na cabeça durante a temporada, apesar de não ser muito difícil num nível Westworld (e no final, tudo faz sentido);
– As locações. É cada paisagem bonita! Tem aquela floresta (com um holofote laranja no meio rs), aquelas montanhas, os desfiladeiros, as masmorras. Lugares tão bonitos que deu vontade de visitar todos;
– A parte técnica em si está impecável. Fotografia, edição, direção de arte, efeitos especiais. Dá pra ver que a Netflix não poupou esforços pra realizar uma grande produção;
– A peruca do Geralt até que ficou boa;
– O arco da Yennefer. Saída do chiqueiro para se tornar uma das magas mais poderosas daquele mundo, a personagem da Anya Chalotra é a minha favorita;
– A batalha de Sodden. Totalmente eletrizante!
– O conceito da Lei da Surpresa. Achei interessante.

O que eu não gostei:
– A trama, de um modo geral, não é tãaaao empolgante assim, tirando uma ou outra passagem com muita ação ou decisões surpreendentes dos personagens. A série parece um pouco com um game sim, com cada episódio sendo uma “quest” diferente, pelo menos para o Geralt. Não que isso tenha sido exatamente ruim, mas soa um pouco “encheção de linguiça”. Eu nunca li os livros ou joguei os games, então não sei se o material original era algo assim, mas pro público médio (eu incluso), é isso que parece;
– O bardo é chato demais (sei que esse é o objetivo do personagem, mas ele se esforçou bastante);
– As lentes de contato. Pra que tantas, né? rs;
– Que bom que não existe (muito) racismo no mundo de The Witcher, pois os negros estão em todos os lugares, porém em pouquíssimas posições de poder. Representatividade porém não muito;
– Por falar em falta de representatividade, nenhum LGBT, que eu lembre.

Em resumo, The Witcher é uma boa série. Impecável na parte técnica mas que deixou um pouco a desejar na trama e em algumas atuações (que voz é aquela do Cavill rs), mas vou dar um crédito, pois a maioria das minhas séries favoritas também não tiveram uma 1ª temporada perfeita.

Rolou fanservice com a cena da banheira.

Título original: “The Witcher”.
Ano de estreia: 2019.
Criado e produzido por: Lauren Schmidt Hissrich, Sean Daniel, Jason Brown, Tomasz Bagiński e Jarosław Sawko.
Elenco: Henry Cavill, Anya Chalotra, Freya Allan, Jodhi May, Björn Hlynur Haraldsson, Adam Levy, MyAnna Buring, Mimi Ndiweni, Therica Wilson e Emma Appleton.
Duração: 8 episódios de +/- 60 minutos cada.
Nota: 7,5.

[Resenha] Watchmen, a série

Confesso que, quando eu soube que a HBO iria fazer uma série de Watchmen, eu fiquei tipo “Nossa, pra quê??”, principalmente depois, quando eu soube que a trama se passaria nos dias atuais, com personagens diferentes, fiquei tentando imaginar do que iriam falar, e pensando se era realmente necessária uma série sobre essa HQ que é simplesmente uma das melhores de todos os tempos. Hoje, depois de assistir ao 9º e último episódio da série, eu só consigo pensar “Que HINO de série!” e em como ela é necessária nos dias atuais.

Damon Lindelof – que já nos deu Lost e The Leftovers (ainda não assisti mas quero) – pegou o material original do aclamado Alan Moore e – ouso dizer – foi além do que o bruxão foi nos quadrinhos, e não apenas requentou a história dos Watchmen dos anos 1980, mas usou essa trama pra pavimentar o caminho de todo um novo universo.

A série me pegou nesse enquadramento.

O primeiro episódio já começa com uma voadora com os dois pés no peito e mostrando ao que veio, apresentando ao público um massacre de verdade que aconteceu em Tulsa, Oklahoma e que é pouco citado nos livros de História (eu mesmo desconhecia), onde a população branca matou e feriu vários negros na chamada “Wall Street negra”, e esse evento é no qual a série gira, onde racismo e supremacistas brancos são os vilões da vez (coisa que incomodou muita gente, claro). Somos apresentados a novos personagens, que fazem parte da polícia mascarada de Tulsa: Sister Night (Regina King) e Looking Glass (Tim Blake Nelson), os mais importantes da trama.

Mas não pensem que fica por aí. Alguns personagens da minissérie original (ao qual a série deriva, e não ao filme do Zack Snyder de 2009, portanto, esqueça aquele final) e suas tramas voltam aqui, com destaque ao brilhante Jeremy Irons como Ozymandias. Que arco de personagem! Tudo bem que a trama dele começa cartunesca e meio aleatória, mas tudo se encaixa no final. Outros Watchmen da antiguera aparecem, mas não vou falar aqui por motivos de spoilers (que você já deve ter visto por aí na internet, mas enfim).

Adorei as origens do Looking Glass, do Justiça Encapuzado (dos Minutemen, os primeiros heróis deste universo, lá nos anos 1950), e da própria Sister Night, vinda do Vietnã, o 51º estado norte-americano (lembra que o Dr. Manhattan venceu a Guerra do Vietnã para os EUA? Pois é).

Que episódio foi esse…

Com suas reviravoltas constantes, surpresas e easter eggs, Watchmen é poesia, ousadia e justiça histórica para os negros, e uma série que fala com o nosso tempo, revisitando eventos reais do último século misturados à obra de Moore e Dave Gibbons, nos presenteando com grandes personagens, tramas, atuações e efeitos visuais em mais uma grandiosa obra-prima da HBO. Recomendadíssima e necessária!

Título original: “Watchmen”.
Ano de estreia: 2019.
Criado e produzido por: Damon Lindelof, Nicole Kassell, Tom Spezialy, Stephen Williams e Joseph E. Iberti.
Elenco: Regina King, Don Johnson, Tim Blake Nelson, Yahya Abdul-Mateen II, Andrew Howard, Jacob Ming-Trent, Tom Mison, Sara Vickers, Dylan Schombing, Louis Gossett Jr. e Jeremy Irons.
Duração: 9 episódios de +/- 60 minutos cada.
Nota do Gilga: 10.

Primeiro trailer de Mulher-Maravilha 1984

O primeiro trailer de Mulher-Maravilha 1984 foi apresentando hoje na CCXP 19. Assista abaixo:

Eletrizante, pra não dizer o mínimo. Armadura “do Zodíaco, a volta de Steve Trevor, e muito mais.

O elenco conta com Gal Gadot, Chris Pine, Kristen Wiig, Pedro Pascal, Connie Nielsen, Robin Wright, Gabriella Wilde, Ravi Patel, Natasha Rothwell e Kristoffer Polaha. Com Patty Jenkins de volta à direção, o novo filme da Mulher-Maravilha estreia em 4 de junho de 2020

Disney libera novo trailer do live action de Mulan

A Disney divulgou um novo e incrível trailer para sua próxima adaptação live-action, Mulan.

O trailer mostra a estrela Liu Yifei se preparando para lutar contra o Exército Imperial, cheio de lutas e ação!

A maioria dos remakes da Disney têm sido bastante fiéis aos clássicos animados da qual são baseados. Mas ao que tudo indica, Mulan está prestes a mudar o jogo, contando uma versão bem diferente do popular filme da década de 90.

Sem músicas, nem dragões falantes, o filme terá um tom mais sério e será mais fiel à tradicional lenda chinesa de Mulan. De acordo com o produtor Jason Reed, o longa será muito mais parecido com um épico histórico do que com qualquer outra coisa.

Ontem também tivemos a apresentação de um novo poster do filme:

Mulan estreia no Brasil em 26 de março de 2020.

Fonte: Legião dos Heróis.