As 10 melhores músicas de games – Volume 2

Algum tempo depois e conforme prometido, segue a 2ª parte da lista de 10 melhores trilhas de games. Lembrando que a lista não segue ordem de importância ou preferência, são simplesmente 10 grande trilhas de games de todas as épocas:

“Title Theme” – Donkey Kong Country:
(Rare – Super Nintendo – 1994)

“Sogno di Volare” – Civilization VI:
(2K Games – PC – 2016)

“Happily Ever After” – Ni no Kuni II:
(Level-5 – PlayStation 4 – 2018)

“The Battle of Krokodilopolis” – Assassin’s Creed Origins:
(Ubisoft – PlayStation 4, XBox One, PC – 2017)

“Main Theme” – Batman Arkham City:
(Rocksteady Studios – PS4, PS3, Xbox 360, Xbox One, PC – 2011)

“Green Hill Zone Theme” – Sonic the Hedgehog:
(Sega – Mega Drive, Master System – 1991)

“Gerudo Valley” – The Legend of Zelda: Ocarina of Time”
(Nintendo – Nintendo 64 – 1998)

“Apoplexy” – Final Fantasy Tactics:
(Square Enix – PlayStation – 1997)

“Overture/Title Theme” – Dragon Quest IX:
(Square Enix – Nintendo DS – 2009)

“Main Theme” – Super Smash Bros. Brawl:
(Nintendo – Nintendo Wii – 2008)

No processo de escolha das músicas dessa segunda lista, vieram TANTAS músicas boas que já separei inclusive a próxima lista. Em breve, coloco aqui no blog.
Até a próxima!

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Conheça John Charles Fiddy, autor da trilha de Chaves

Estou há mais de seis meses para fazer esse post, então vamos lá hahaha!

John Charles Fiddy é um compositor britânico. Nasceu em Londres 1944. Foi educado na Stationers’ Company’s School e na Universidade de Nottingham. Começou a carreira profissional como guitarrista, depois, baixista e arranjador. Trabalhou com artistas como Olivia Newton-John, Alvin Stardust, Petula Clark, David Essex, The Wombles e muitos outros durante o boom da indústria musical do final dos anos 1960 e em meados dos anos 1980.

Gradualmente desenvolvendo suas atividades como compositor, ele agora é especializado em trilhas de cinema, televisão, jingles e vídeo. Fiddy compôs e produziu mais de 2000 títulos para as bibliotecas de produção. Ele era o tesoureiro honorário da Association of Professional Composers a partir de 1985, e da Alliance of Composer Organisations a partir de 1994.

Agora vive no sul de Norfolk com sua esposa e vários animais. Tem duas filhas e dois filhos. Ele era um fanático jogador de críquete, sendo inclusive capitão e secretário do Thriplow Cricket Club por alguns anos. É um entusiasta dos voos baseados em Fowlmere Aerodrome.

Apresenta como hobbies a música, vinhos, livros e voos.

John ficou conhecido no Brasil, embora muitos não conhecam o seu nome, porque várias de suas trilhas foram usadas como BGMs (background musics ou músicas de fundo) da versão dublada do seriado “Chaves” no Brasil. Os estúdios MAGA, comandados pelo dublador Marcelo Gastaldi acertaram em cheio na trilha sonora da versão dublada do seriado, pois as músicas de fundo não são as originais no seriado mexicano. El Chavo del Ocho, sucesso em todo mundo, ganhou um detalhe especial para os brasileiros em motivo das BGMs escolhidas. Muito bem elaboradas, passam sentimentos e emoções que acompanham o telespectador fã do seriado.

A faixa “Mum” tem apenas um minuto, o suficiente para emocionar. Esta canção é uma das utilizadas como “música triste do Chaves”, emocionando desde crianças que assistem a série até adultos que tem boas lembranças quando a ouvem.

Algumas músicas no YouTube do Fiddy para relembrar:

“Skipping”

“Busybodies”

“Cornball”

“Mum”

“Playing With Toys”

“Puff Along”

“Walking the Dog”

“Time For Bed”

Fontes: Blog do Michel Fernandes e Vizinhança do Chaves.

[Resenha] Fatti Sentire

Olá, bambini!
Fazia tempo que não rolava uma resenha de álbum, hein?
Bem, e voltei com nada mais nada menos do que a italiana Laura Pausini – à qual amo de paixão – que está de volta quase 3 anos depois com seu 14º álbum de estúdio, “Fatti Sentire”.
Laura acertou bem e o disco está bem diverso, com músicas românticas, tristes, alegres etc, mas ela não “fugiu” muito ao seu estilo, como foi no álbum anterior – e não que isso tenha sido ruim –, mas parece que ela voltou mais Pausini do que nunca rs

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Gostei da maior parte das músicas: “Non È Detto” (o 1º single lançado) é tocante; “Nuevo”, onde ela canta em espanhol (é a 1ª vez que ela coloca uma música em espanhol no álbum em italiano) e ela fez uma versão em português (diva poliglota é isso) com a dupla femineja Simone & Simaria chamada “Novo”, é bem dançante; as belas “La Soluzione”, “Due Finestri” e “Fai Quello Che Sei (Fantastico)”, “Un Progetto di Vita in Comune”; “E.STA.A.TE”, bonita música com um trocadilho bem bolado (“estate” é “verão” e “e sta a te” é “e depende de você”); “Frasi a Metà”, com letra triste e melodia revigorante; “No River is Wilder”, em inglês, é um hino, bem como “Il Caso è Chiuso”.

Tanto o álbum em italiano “Fatti Sentire” como espanhol “Hazte Sentir” já estão disponíveis no Spotify (aqui e aqui).

A Laura lançou um clipe até o momento para “Non È Detto”, arrasani numa bela locação e com um boy bonito:

Título: Fatti Sentire
Lançamento: 16 de março de 2018
Duração: 50:50
Gravadora(s): Atlantic, Warner Music.
Produção: Laura Pausini
Nota do Gilga: 8,5.

[Resenha] Melodrama

Lançado no dia 16 “Melodrama”, o segundo álbum de estúdio da cantora neozelandense Lorde, e simplesmente já o considero o álbum do ano até o momento. Escutando até furar o Spotify.
Mais pop e mais “fácil de entender” que “Pure Heroine” (não que eu não curta o álbum anterior, aliás, foi por ele e pelo EP “Pure Hearts” que me apaixonei pela Lorde), Melodrama mistura músicas tristes com músicas de balada e com arranjos que visitam vários estilos.

Seria nessa parte que eu enumeraria as minhas músicas favoritas, mas cara, não tem UMA só música ruim no disco, as 11 faixas são todas maravilhosas, mas claro, ainda assim, umas se destacam mais do que as outras. A minha preferida, a ~topzera das galáxias~ de todas, a “QUE HINO!!!”, é “The Louvre”, onde Lorde e seus coescritores criaram uma canção cheia de nuances, que vai de lenta a dançante e termina com uma melodia bem triste, deixando tudo agridoce. Uma obra-prima! As outras que mais se destacam são a revigorante “Green Light”, as envolventes “Sober” e “Sober II (Melodrama)”, a tristíssima “Liability”, “Homemade Dynamite” é praticamente um rapzinho maneiro, a baladinha empolgante “Supercut”, a peculiar “Hard Feelings/Loveless”, que são duas músicas em uma: a primeira é uma dor de cotovelo com um arranjo onde foram usados sons inusitados como móveis pesados de metal sendo arrastados, mas ficou interessante, e na sequência, já vem a outra que dá pra dançar e o refrão é bem chiclete.

Até o momento, Lorde só lançou um clipe, para “Green Light”:

Título: Melodrama
Lançamento: 16 de junho de 2017
Duração: 40:58
Gravadora(s): Lava – Republic
Produção: Lorde, Jack Antonoff, Jean-Benoît Dunckel, Flume, Frank Dukes, Kuk Harrell, Joel Little, Malay, S1, Andrew Wyatt.
Nota do Gilga: 10.

[Resenha] El Dorado

Lançado hoje “El Dorado”, o 11º álbum de estúdio da cantora colombiana Shakira (inclusive já está no Spotify), 4 anos depois de seu álbum anterior, autointitulado. Bom, dois dos meus grandes apelos sempre quando ela lança álbum novo são: 1) que ela cante mais em espanhol; 2) que ela volte às suas origens. Meu apelo número 1 foi atendido: 9 das 13 canções do álbum são em sua língua pátria, já o apelo número 2, ela bem que tentou, mas fez um disco bem genérico, criando algo bem parecido com o estilo dos cantores com os quais ela fez dueto neste álbum (aliás, quanta participação tem El Dorado, hein! 7 ao total), podendo bem ser algo do Maluma ou do Prince Joyce (reggaeton ou alguma coisa caribenha). Estou decepcionado e chego à conclusão de que a Shakira roqueira dos anos 1990 não volta mais. Essa sim foi morta e substituída.

São poucas, mas têm algumas músicas que se salvam: “Me Enamoré”, que é a mais dançante delas e é uma declaração de amor ao Piqué, marido da cantora; as românticas (meu ponto fraco) “Nada”, “Toneladas” e “Coconut Tree“; “Chantaje” (uma das DUAS com o Maluma) até que é boazinha também (pra dançar).

Como ela colocou no álbum os duetos que ela fez durante o último ano, então já são alguns clipes lançados até agora. São eles:

Título: El Dorado
Lançamento: 26 de maio de 2017
Duração: 43:57
Gravadora(s): Sony Latin
Produção: Shakira, Supa Dups, Cashmere Cat, Luis Fernando Ochoa e Rude Boyz.
Nota do Gilga: 6,5.

[Resenha] After Laughter

Lançado hoje o 5º álbum da banda Paramore, o “After Laughter”, que marca o retorno deles depois de 4 anos de seu álbum anterior auto-intitulado, e ó: tá uma belezinha!
É nítida a mudança de direção da banda, que começou lentamente no disco anterior. Foi uma aposta e tanto, mas acho que Hayley Williams & cia acertaram e entregaram aos fãs um álbum muito divertido (fãs xiitas chorarão).

Minhas favoritas até então são “Hard Times” (a mais divertida de todas); “Told You So”; “Fake Happy” (arranjos, mudança de ritmo e coro estão demais); “Caught in the Middle” (principalmente na parte “No, I don’t need no help/I can sabotage me by myself”); “Idle Worship” (letra, coro e melodia ótimos) e “Tell Me How”. E a mais sem noção é a “No Friend” (que porra é essa??).

Até o momento, o Para (como eu chamo carinhosamente a banda rs) lançou dois clipes para suas faixas. O meu preferido é o de “Hard Times”:

Título: After Laughter
Lançamento: 12 de maio de 2017
Duração: 42:31
Gravadora(s): Fueled by Ramen
Produção: Justin Meldal-Johnson, Taylor York
Nota do Gilga: 8,5.

As 10 melhores músicas de games

Muitos games, além de serem obras de arte por si só, ainda carregam consigo mais uma arte que os tornam ainda mais especiais: a música. Muitos trilhas de jogos dão um banho de talento de seus criadores, enriquecem a experiência e encanta quem joga ou quem só gosta de música boa (como pode ainda existir gente que diz que videogame não é cultura??).

Dito isso, como gamer e apaixonado por música e por trilhas dos games que eu sou, trago a vocês as minhas 10 músicas de games favoritas (não estão em ordem de importância), e linkei aqui as versões originais, portanto nada de remixes, versões estendidas ou de orquestras, e escolhi apenas uma música por franquia (consciente de que muitas outras excelentes músicas ficaram de fora):

“Frog Theme” – Chrono Trigger:
(Square – Super Nintendo – 1995)

“Willy Stage” – Megaman 7:
(Capcom – Super Nintendo – 1995)

“Hunt or Be Hunted” – The Witcher 3: Wild Hunt:
(CD Projekt RED – PS4 e Xbox – 2015)

“Earth” – Assassin’s Creed II:
(Ubisoft – PS3, PS4, Xbox – 2010)

“Ken’s Theme” – Street Fighter II:
(Capcom – Super Nintendo, Mega Drive etc – 1992)

“Las Vegas Theme” – Top Gear:
(Kemco – Super Nintendo – 1992)

“One Winged Angel” – Final Fantasy VII:
(Square – PlayStation – 1997)

“The Silence of The Daylight” – Castlevania II: Simon’s Quest:
(Konami – NES – 1987)

“Battle! Team Galactic” – Pokemon Diamond/Pearl/Platinum:
(Game Freak – Nintendo DS – 2006)

“Athletic Theme” – Super Mario World:
(Nintendo – Super Nintendo – 1990)

E pra você, quais melhores músicas de games? Podem sugerir porque vou fazer uma 2ª parte dessa lista.

Descoberta musical: Jaloo

Me sentindo o atrasado dos migus indie, pois só nesta semana descobri a existência de Jaloo, mas ok, antes tarde do que mais tarde, né?
Jaime Melo vem do Pará e reside em São Paulo, e escolheu o nome artístico usando a primeira sílaba de Jaime e a última de Melo, repetindo o O para ser o único a aparecer no Google (bem bolado). Ele tem 29 anos e, além de ter sua própria identidade visual – além da roupa, seus traços indígenas e aspecto andrógino ajudam bastante nesse quesito -, sua identidade musical mistura vários ritmos brasileiros – tecnobrega e carimbó – com drum ‘n’ bass e synth pop. E o cara é completo: canta, compõe, produz, escrever roteiro e dirige clipe.

Jaloo lançou um EP com 4 músicas em 2014 chamado “Insight”, música essa que, por enquanto, é a minha favorita; e seu primeiro álbum, “#1”, no fim do ano passado, com 12 músicas. Do álbum, minhas favoritas são “Tanto Faz”, que é totalmente uma música que La Roux gravaria, e bem divertida; a deprezinha “Ah! Dor!”; toda a explicação científica da “Chuva”; em “Last Dance”, na parte onde ele canta “Mas se te encontrasse hoje / Ao menos essa noite / Te chamaria pra dançar” eu sempre ouço “transar”, não adianta rs; e gosto da crítica social que ele faz em “A Cidade”:

“É fácil se emocionar
Com mundo internacional
mas na esquina de casa
Mendigo mora em jornal”

O artista lançou 4 clipes até o momento:

Jaloo misterioso na mata em “Downtown”:

Vários figurinos e locações no bem produzido “Insight”:

“Ah! Dor!”, se você parar e prestar a atenção, dá medo:

Jaloo semissubmerso em iogurte camaleônico em “Last Dance”:

jaloo-2
Quando eu paro pra pensar na vida.

Jaloo está disponível no Sportify. Corre lá, miga sua doida!

 

[Resenha] Panic! At The Disco – Death of a Bachelor

PATD-DOAB

Depois de aproveitar e absorver bastante a experiência de ouvir “Death of  a Bachelor”, álbum do Panic! At The Disco, lançado em 15 de janeiro, resolvi fazer esta resenha.
O 5º álbum da banda de Las Vegas liderado por Brendon Urie tá bem pop, com umas músicas bem dançantes até. As minhas favoritas são “Victorious”, “Hallelujah”, “Emperor’s New Clothes”, “Crazy=Genius” – essa música que lembra aquelas que tocavam no Coco Bongo e que parece que o Brendon fala “Crazy Cozinhas” -, a dançante e totalmente demais “LA Devotee”, a linda “Golden Days”, “House of Memories”… ou seja, quase todo dia disco rs Mas tá maneirão mesmo!

O Panic! lançou esse álbum quando já estava todo trabalhado nos clipes. Já vinham lançado singles desde julho do ano passado. São eles:

Várias ilusões de ótica que lembram os desenhos do Escher em “Hallelujah”. Sem contar a dancinha que o Brendon faz no confessionário que é muito amor ♥:

Brendon morre, vai para o inferno e se metarmofoseia aos poucos em um demônio no perturbador clipe de “Emperor’s New Clothes”:

Sendo “Victorius” nas pequenas coisas da vida:

Brincando de crooner em preto e branco em “Death of A Bachelor”:

E, pra finalizar, o áudio da minha canção favorita (que aliás, tem um vídeo bem bolado, que ornou bem com a música):

10 trilhas de cinema interpretadas por minhas bandas/artistas favoritos

 

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Sou fã de cinema e fã de música, então quando as duas coisas se unem (de maneira inteligente, claro), gosto mais ainda! Vou listar (em ordem alfabética, e não de importância) 10 trilhas sonoras de filmes neste post:

Nossa talentosa e estrondosa Adele interpretou a canção-tema de “007 – Operação Skyfall” (2012), “Skyfall”, e ainda conseguiu ganhar um Oscar com a bela canção:

Avril Lavigne gravou o tema de “Alice no País das Maravilhas” (2010), de nome “Alice”, e o single faz parte do seu saudoso álbum “Goodbye Lullaby”, de 2011:

Música pouco conhecida, Beyoncé gravou a bela “Rise Up” (coescrita com a Sia), o tema da animação “Reino Escondido” (2013), no qual a mesma deu a voz à personagem Rainha Tara:

Das antigueras, Cindy Lauper gravou o tema do clássico “Os Goonies” (1985), a baladíssima “The Goonies ‘R’ Good Enough”:

Florence + The Machine fez parte da estreladíssima trilha sonora de “O Grande Gatsby” (2013), e interpretou a linda “Over The Love”:

Eu não poderia deixar de fora mais uma trilha de “O Grande Gastby”, dessa vez na doce voz de Lana Del Rey, “Young & Beautiful”:

Laura Pausini é minha diva nº 1, e ela gravou uma canção para a trilha de “Pokémon 2000” (2000), “The Extra Mile”:

My Chemical Romance regravou “Desolation Row”, originalmente do Bob Dylan, para a trilha de “Watchmen” (2009):

“La Despedida” é uma bela e triste canção interpretada por Shakira, tema do filme “O Amor nos Tempos do Cólera” (2007):

“Decode”, canção do Paramore, é a única coisa que presta no filme “Crepúsculo” (2008):

E vocês, quais suas trilhas sonoras favoritas?