[Resenha] Punho de Ferro – 2ª temporada

Chegada na Netflix em 7 de setembro, assisti a 2ª temporada de Iron Fist (Punho de Ferro pros leigos). E que temporada arrastada, hein, amiguinhos.
Bom, vamos lá então aos pontos positivos e negativos desta temporada.

O que eu gostei:
– A coisa que eu mais gostei deste ano, como fã de quadrinhos Marvel, foi da vilã Mary Walker. Conhecida nas HQs como Mary Tyfoid, ela surgiu pela 1ª vez em 1988 nas histórias do Demolidor. A vilã tem dupla personalidade, e Alice Eve, a atriz que interpretou a personagem, soube bem fazer as viradas de personalidade, fazendo a psicótica boazinha/psicótica má. O arco de Mary foi bom até o final da temporada, quando a personagem foi meio deixada de lado na trama;
– Achei bacana que usaram mais elementos dos quadrinhos na história do Danny Rand (Finn Jones). K’un-Lun (em flashback), a batalha pelo Punho de Ferro contra Davos (Sacha Dhawan) e até alguns (não vou falar quantos) detentores anteriores do Punho de Ferro (não vou dizer quais). Só faltou o Shou Lao mesmo rs;
Coleen Wing (Jessica Henwick) pôde brilhar (literalmente) nesta temporada.


O que eu não gostei:
– Basicamente todo o resto. Essa temporada foi mais um calvário pro Danny, que sofreu pra caralho (foi meio que “A Queda do Punho de Ferro”), em uma trama forçada e nada a ver;
– Outra coisa é que o personagem principal foi deixado de lado, dando mais destaque para os outros personagens. OK que isso é bom, desenvolver os outros personagens, mas pareceu que Danny Rand não era o protagonista;
– Davos. Pelo amor dos deuses, que cara CHATO. Um personagem que foi deixado em 3º plano na temporada anterior, não tem como gostar do que foi feito com ele neste ano, um vilão sem apelo nenhum, só um cara que não aceitou a derrota e resolveu infernizar a vida do Danny;
– Os irmãos Meachum. A Joy (Jessica Stroup) foi desprezível, e ainda deram uma segunda chance pra ela no decorrer da temporada, mas que eu não comprei de jeito nenhum pois ela cometeu vários crimes e permaneceu solta (ah, o privilégio do branco rico…); já o Ward (Tom Pelphrey) foi um poooooorre, quando começava uma cena do núcleo dele eu quase dormia, não fez nada que se pudesse tirar proveito nesta temporada e ficou meio perdidão no elenco de apoio. Tenho pena pelo ator;
– OK que achei bom que usarem o lado místico do Punho de Ferro, mas usaram demais e tiveram umas coisas ali que são difíceis de engolir. E o que foi a cena “pós-créditos” na season finale? Mais samba do crioulo doido, impossível. Viajaram demais. Só quero ver que lambança vai ser o 3º ano;
– Abusaram DEMAIS do punho luminoso. Mdssss!! Qualquer coisinha era um murro no chão pra derrubar tudo e todos.


Resumindo: uma temporada fraquíssima. Se você achou a 1ª temporada de Punho de Ferro chata (e foi mesmo), então prepara-se para este ano. A série sofreu do mesmo problema de Luke Cage (que eu nem tive coragem de resenhar no blog), com roteiro fraco e protagonista com pouco destaque. As únicas temporadas do 2º ano que foram boas foram a de Jessica Jones (que foi mais ou menos) e a do Demolidor (que foi boa mesmo). Agora só nos resta aguardar pelo 3º ano do Homem de Sem Medo (que estreia em 19 de outubro).

Título original: “Iron Fist”.
Ano de estreia: 2018.
Criado e produzido por: Scott Buck e Eric Perazzo.
Duração: 10 episódios de +/- 50 minutos cada.
Nota do Gilga: 6,5.

Anúncios

[Atualizado] Liberados trailer e novo pôster de Fênix Negra

Finalmente liberado pelo Fox o primeiro trailer de Fênix Negra, o próximo filme da franquia X-Men. Assista legendado:

No vídeo vemos um flashback pesado e Jean Grey (Sophie Turner) aos poucos perdendo o controle de seus poderes, enquanto os outros x-men tentam salvá-la, e Mística (Jennifer Lawrence) e Fera (Nicholas Hoult) culpando Xavier (James McAvoy) de tudo. Ainda vemos Jean se aproximando de Magneto (Michael Fassbender). Jessica Chastain aparece rapidamente sem revelar nada de sua personagem. Gostei do visual da Fênix Negra (pele rachando com fogo vazando). Espero que role uma viagenzinha pro espaço como nos quadrinhos.

Mais cedo foi liberado um novo teaser pôster do longa:

[Atualizado em 28/9] Fênix Negra teve a data de estreia alterada pela Fox uma 3ª vez. De 14 de fevereiro agora estreia em 7 de junho de 2019. Se decide logo, porra!

[Resenha] Dragon Quest XI

Um pouco mais de 13 meses depois de lançado no Japão para PS4 e 3DS, o Ocidente finalmente recebeu a versão em inglês de Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age para PS4 e PC (a versão para Switch chegará, em versão Special, ainda sem data) e eu pude zerar essa belezinha no PS4.

Dragon Quest é uma saga de JRPG que eu possuo grande carinho que, ao lado de Final Fantasy, é uma das maiores e mais importantes do gênero. No Japão mesmo faz um grande sucesso. Pude jogar os capítulos III, IV, V, VI, VII, VIII e IX (em versões originais, ports ou remakes).

Eu tenho tanto a elogiar esta OBRA-PRIMA que já vou começar com o que eu gostei:

– Os gráficos são ESTONTEANTES. Os produtores arregaçaram nos recursos da Unreal e utilizaram quase que toda a capacidade da engine pra produzir os cenários; a luz e a sombra, os flares dos objetos brilhantes, a água (quase todas), o fogo e a lava, a vegetação e as rochas, a luz refletindo nas poças d’água entre as pedras da rua (a cidade de Gondolia é um bom exemplo), o gelo e o dourado, tudo quase perfeito, beirando ao realismo;
– Por falar no level design, vou citar aqui os cenários favoritos: Heliodor, Gallopolis, Gondolia, Costa ValorDundrasil, First Forest, Snærfelt, o interior do Mount Huji… E quando pensei que já havia visto todos cenários mais bonitos do jogo, cheguei em Nautica, um reino debaixo d’água habitado por humanoides anfíbios, peixes e cuja rainha é uma sereia chamada Marina. Pqp que cenário LINDO! Dá vontade de largar a história e as quests e só ficar passeando pela cidade admirando a riqueza de detalhes. Aliás, como tem detalhes! Ao entrar nas casas das pessoas (RPG é de boa que você pode invadir sem protestos a residência de estranhos, vasculhar tudo e ainda levar o conteúdo dos baús, né), pare e olhe as prateleiras da cozinha e se encante com todos os detalhes que encontrar, os temperos, os vidrinhos, nas estantes da sala, as estátuas, os enfeites… Dá pra perceber que o jogo foi feito com muito esmero;
– Já no character design, temos um dos grandes atrativos da saga: desde o 1º capítulo, tudo tudo – personagens, NPCs e até os monstros – é imaginado por Akira Toriyama, criador de Dragon Ball. Então não se assuste ao controlar ou ver personagens que se parecem com Goku, Gohan, Trunks e Bulma. Já os monstros têm dos estilos mais variados, desde os fofinhos – o carro-chefe são os Slimes, aquelas gotinhas azuis com cara de bobo – aos bizarros e assustadores, sem contar que seus nomes geralmente são trocadilhos bem bolados em inglês;
– A batalha é bem divertida mas não mudou muito desde os DQ anteriores. Aliás, se tem uma coisa que fizeram no capítulo XI foi manter a tradição da série. RPG de turnos como todo bom e velho JRPG. Inovação mesmo só os Pep Powers, uma espécie de Limit Break em dupla ou mais ao combinar golpes dos personagens em combos poderosos (e com um belíssimo CG de animação);
– Ainda sobre o sistema, as Skills agora são aprendidas num tipo de “árvore”, onde cada personagem tem um desenho de árvore diferente, e ali você vai escolhendo o que aprender ou que atributos aumentar primeiro, focando nas habilidades, armas e atributos que mais lhe agradar, usando as Skill Points recebidas ao subir de nível;
– Alguns equipamentos, geralmente necessitando equipar dois juntos, muda a “skin” do personagem, assim alterando o visual dos mesmos. Uns são maneiros enquanto outros são só de zuera hehe (como não amar o Cat Suit da Veronica?);
– Forjar equipamentos na Fun-Size Forge é bom demais (ainda mais divertido que em DQIX);
– Outra coisa bacana é montar em alguns monstros especiais que você tem que derrotar e assim acessar locais que normalmente não consegue, para pegar baús, itens (brilliant spots) ou continuar o trajeto. São eles: abelha, esqueleto de seis patas, cavalo espectral, robozinho etc. Isso garante gostosas risadas;
– O jogo está recheado de minigames devido aos cassinos (outro clássico de DQ): tem poker, caça-níqueis e roleta. E além disso, tem corrida de cavalos em Gallopolis;
– A trilha sonora é do cacete. Sempre foi, mas desta vez não é diferente, e tudo executado pela Tokyo Metropolitan Symphony Orchestra. Meus temas preferidos seguem abaixo, após o pulo;
– A história não é muito lá original (lembro um pouco a Trilogia Zenithia dos capítulos IV-VI) mas é bem interessante, com ótimos plot twists. E prepara-se para chorar, viu. ~Teje avisado;
– Ainda sobre a trama, quando você recomeça/dá reset no jogo, aparece um resumo (The story so far), explicando os últimos acontecimentos, pra não deixar ninguém boiando na história. E outro recurso é sempre que algo acontece e quando você precisa encontrar algo/alguém ou ir para outro lugar, terá um personagem com um balão rosa que te diz o que você deve fazer a seguir. E qualquer coisa, também tem a opção Party Talk, onde membros do grupo conversam com você e dão dicas do que fazer a seguir. “Ah, mas assim tira o desafio”. É só não ler, pô!
– A Square-Enix viajou o mundo e usou referências de diversos povos e culturas na construção do visual/design de algumas cidades: Tem Itália, Espanha, Havaí, Vietnã, Japão etc;
Sylvando, melhor personagem! Rindo até hoje da “parada gay” que ele promove em certa altura da trama. E parabéns ao dublador Shai Matheson por dar tanta personalidade ao personagem. Aliás, o elenco de dublagem tá todo de parabéns também. As frases ditas ao final das batalhas e quando os personagens sobrem de nível são um show à parte!
– Tem muito conteúdo pós-jogo. A história rende depois do “The End” e parece a parte 2, com uma trama mirabolante e novas quests.

O que eu não gostei:
– Agora problematizando um pouco… Não existem negros no mundo de Dragon Quest. Essa era a chance da Square de usar pessoas não-brancas tanto para personagens jogáveis como para não jogáveis, e eles até usaram inspiração em outras culturas para a construção dos cenários, mas todas as pessoas de Erdrea são brancas. E isso desde sempre em toda a saga. Em Final Fantasy até que rolou um ou outro personagem, mas em DQ isso não acontece. Será que é o Toriyama que não gosta de desenhar pessoas de cor? Ou é a Square que nunca pede pra ele?? Fica aí o questionamento;
– Outro problema recorrente e gravíssimo: a maioria das personagens femininas são símbolos sexuais. Entendo que o Puff-Puff é a piada sexual recorrente do jogo, mas mesmo assim a Jade, personagem fortíssima que, mesmo sendo uma princesa, é uma guerreira poderosa e destemida, tem uma skill que simula essa “piadinha”, e outra que ela dá uma bundada no inimigo. Por que uma guerreira que é boa com os pés e com os punhos e que usa lanças e garras iria usar a BUNDA se não pra agradar japonês punheteiro, não é mesmo?
– Quanto ao jogo em si, a maioria dos chefões são fáceis e não apresentaram desafio;
– Tudo bem que também faz parte da saga, mas o personagem principal não ter nome e nem falar irrita às vezes. Estão lá os personagens conversando e nome do Herói nunca é citado, e quando perguntam algo pra ele, ele só responde com sim ou não (por texto). Isso faz com ele não tenha personalidade;
– Uma coisa no level design que me irritou um pouco às vezes: muitas das árvores do cenário são bem baixinhas e bloqueiam a visão do jogador, o que dificultou um pouco a exploração;
– Infelizmente ainda não vi finalidade daqueles fantasminhas que se encontram no cenário. Algo que se perdeu na localização ocidental ou era coisa exclusiva só pra 3DS? Ainda não descobri;
– P.S.: Queria ter podido jogar a versão do 3DS também…

Resumindo, DQXI é SENSACIONAL, divertido, nostálgico para os fãs, cumpre o que promete e ainda surpreende entregando mais, emocionante e um JRPG porreta que proporciona uma experiência completa tanto pra quem tá chegando agora quanto para os veteranos. Mal posso esperar pelo XII.

Aqui alguns prints e vídeos que compartilhei no Twitter: https://twitter.com/search?q=from%3Areigilgamesh%20dq11&src=typd

Jade porradeira plmdds ♥

Título original: Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age.
Ano de lançamento: 2017 (Japão) e 2018 (ocidente).
Empresa: Square-Enix.
Diretor: Takeshi Uchikawa.
Produtores: Yosuke Saito e Hokuto Okamoto.
Artistas: Akira Toriyama e Eiichiro Nakatsu.
Roteiristas: Yuji Horii.
Compositor: Koichi Sugiyama.
Nota: 9,5.

Anunciada série de TV da Stargirl para DC Universe

Brec Bassinger (Bella and the Bulldogs, All Night) foi escalada para o papel título da nova série live action do canal de streaming DC Universe. Stargirl, também conhecido como Courtney Whitmore, é descrita como uma estudante do ensino médio “que inspira um incomum grupo de jovens heróis” – a Liga da Justiça América – para deter vilões do passado.

Stargirl foi criada em 1999 por Geoff Johns, que será o criador/escritor/showrunner da série, para a série de quadrinhos Stars & S.T.R.I.P.E.S, baseada em sua falecida irmã Courtney, que morreu em um trágico acidente de avião em 1996.

“[Stargirl] é inteligente, atleta e acima de tudo gentil, com uma vida aparentemente perfeita que é drasticamente alterada quando sua mãe se casa e sua nova família se muda de Los Angeles, Califórnia, para Blue Valley, Nebraska” diz a descrição do programa. “Lutando para se adaptar na nova escola, fazer novos amigos e lidar com a nova família adotiva, Courtney descobre que seu padastro tem um segredo; ele costumava ser o parceiro de um super-herói. Pegando ‘emprestado’ o bastão cósmico do herói perdido a muitos anos, ela se torna a inspiração incomum para uma toda uma nova geração de super-heróis.”

Greg Berlanti e Sarah Schechter (ambos envolvidos em outras séries DC como Flash e Black Lightning) são os produtores executivos juntos a Johns.

Stargirl está agendado para estrear em 2019 no DC Universe.

Fonte: Newsarama.

Enfim trailer e pôster de Capitã Marvel

Finalmente a Marvel liberou hoje o primeiro trailer de Capitão Marvel. Assista abaixo legendado:

No vídeo vemos Carol Danvers (Brie Larson) caindo na Terra e conversando com Nick Fury (Samuel L. Jackson belamente rejuvenescido, pois o filme se passa nos anos 1990), e parece que ela está com amnésia e não lembra com precisão de sua vida antes de receber os poderes que a transformaram em Capitã Marvel. Também vemos flashes de outros personagens como Mar-Vell (Jude Law) e Agente Coulson (Clark Gregg voltando aos filmes Marvel). As cenas da Capitã usando seus poderes estão foda! 👌

Também temos o primeiro pôster do longa:

Quem piscar perde o easter egg do gato da Carol, o Chewie.

O filme estreia mundialmente nos cinemas em 6 de março de 2019.

[Atualizado] Muitos Final Fantasy para Switch, Xbox e PS4

Durante a Nintendo Direct de hoje, a empresa revelou que Final Fantasy VII e Final Fantasy IX serão lançados para Nintendo Switch em 2019. Além disso, Final Fantasy X e Final Fantasy X-2 serão remasterizados para o console híbrido, e saem no mesmo ano.

Por enquanto, nenhum dos games tem uma data de lançamento definida. Além destes, a Nintendo também anunciou Final Fantasy XII: The Zodiac Age, Final Fantasy XV Pocket Editon HD, World of Final Fantasy Maxima (com anúncio dos personagens Zack Fair e Noctis) e Chocobo Mistery Dungeon Everybuddy para Switch, além de Final Fantasy Crystal Chronicles Remastered Edition.

Fonte: IGN Brasil.

[Atualizado] FFXV Pocket Edition HD, WoFF Maxima, FFVII, FFIX, FFX/X-2 e FFXII também foram anunciados para Xbox One.

Já FF Crystal Chronicles Remastered Edition, Chocobo’s Mystery Dungeon Every Buddy!, FFXV Pocket Edition HD e WoFF Maxima também sairão par PS4.

Fontes: Twitter da Xbox e Canal Tech.

[Resenha] Cloak & Dagger

A mais recente série de TV baseada em personagens da Editora Marvel, Cloak & Dagger (conhecidos por aqui como Manto e Adaga), exibida no canal de streaming Freeform, encerrou sua temporada com 10 episódios em 2 de agosto, porém apenas recentemente pude maratoná-la para resenhar aqui.

A série mostra os adolescentes Tandy Bowen (Olivia Holt) e Tyrone Johnson (Aubrey Joseph), que têm histórias e dramas diferentes, unidos por um fatídico acidente – ocorrido anos antes, quando eles eram crianças – envolvendo a megacorporação Roxxon Corporation (empresa do mal dos quadrinhos e que já foi citada nas séries Marvel da Netflix), que conferiu a eles poderes sinistros. Tandy pode criar “adagas” de luz sólida enquanto Tyrone pode se teleportar, e eles ainda possuem um poder extra inédito nos quadrinhos: quando Tandy toca uma pessoa, ela pode ver o maior desejo dela, e Tyrone, o maior medo, e eles usam esses dons para descobrir alguns segredos ligados ao acidente da Roxxon e também aos seus respectivos passados.

O que eu gostei:
– A série é muito atual e coloca esses personagens que são legítimos filhos dos anos 1980 (foram criados por Bill Mantlo e Ed Hannigan em 1982) na Nova Orleans do século XXI com todas as questões que a cidade passa, como o trauma do furacão Katrina, o racismo e a violência policial, e o vuduismo (insira aqui a piadinha do Pica-Pau hehe);
– A trilha sonora é um show à parte. Cada episódio tem várias canções legais, inclusive de um pessoal indie ou não muito conhecido, e graças a isso, descobri duas preciosidades: “American Funeral”, de Alex Da Kid e Joseph Angel; e “Ending” de Isak Danielson. Tem playlist no Spotify;
– Os efeitos especiais até que são bons;
– Episódio com looping temporal = 👌

O que eu não gostei:
– A trama tem um sério problema de ritmo. Até que começa bem, mas lá pelo 4º~5º episódio a história se arrasta e só mostra os personagens sofrendo e não indo a lugar nenhum. Eu tava quase desistindo quando, finalmente, por volta do 8º episódio, as coisas voltaram a ficar interessantes;
– Não gostei de algumas soluções escolhidas para a trama, principalmente para a ameaça mostrada na season finale. E também pelo fato de eles terem segurado a revelação da origem dos poderes de Tandy e Ty.

Resumindo, Cloak & Dagger é uma série interessante, e uma boa alternativa entre tantas outras séries do gênero, mas que pode decepcionar um pouco os fãs de quadrinhos e para quem estava com a expectativa alta.

Título original: “Cloak & Dagger”.
Ano de estreia: 2018.
Criado e produzido por: Joe Pokaski.
Duração: 10 episódios de +/- 40 minutos cada.
Nota do Gilga: 7.

Primeiras imagens oficiais de Capitã Marvel

EW divulgou com exclusividade as primeiras imagens de Capitã Marvel, novo filme do Marvel Studios:

As imagens revelam o visual do Judd Law que viverá Mar-Vell, o vilão interpretado por Ben Michelsen, dos alienígenas Skrulls e Krees, o Nick Fury (Samuel L. Jackson) mais jovem e também Maria Rambeau (Lashana Lynch), conhecida nos quadrinhos como a heroína Fóton.

Capitã Marvel tem Brie Larson no papel principal e apresentará ao público a super-heroína Carol Danvers, a ex-Miss Marvel e atual detentora do título de Capitã nas HQs. Anna Boden Ryan Fleck (Se Enlouquecer, Não Se Apaixone e Billions) são os diretores.

O lançamento de Capitã Marvel é previsto para 7 de março de 2019 no Brasil.

Fonte: Omelete.

Disney XD divulga 1º vídeo da série animada Pantera Negra

O canal Disney XD divulgou o primeiro vídeo de Marvel’s Avengers: Black Panther’s Quest, nova série animada do Pantera Negra. Assista em inglês:

Na trama, quando uma ameaça antiga surge para destruir Wakanda, o Pantera Negra precisa abandonar antigas alianças, regras e amigos para traçar um novo caminho para si e para o povo de seu reino. Ao lado de sua irmã Shuri, Pantera Negra decidirá que tipo de rei – e Vingador – quer ser.

James Manthis III faz a voz do herói e a série animada estreia em 23 de setembro.

Fonte: Omelete.