Hulu anuncia novas séries animadas de personagens Marvel

A Marvel fechou uma parceria com o serviço Hulu para uma encomenda de quatro séries animadas – Howard, o Pato, M.O.D.O.K., Hit-Monkey (Assassímio) e Tigra & Dazzler (Tigresa e Cristal). Segundo o Hollywood Reporter, todos os personagens irão se reunir em um especial intitulado The Offenders (Os Ofensores).

Howard, o Pato já ganhou um live-action de 1986, odiado por muitos e retornou uma cena pós-créditos de Guardiões da Galáxia. Criado por Steve Gerber em 1973, a série será escrita por Kevin Smith (The Flash, Supergirl) e Dave Willis (Your Pretty Face is Going to Hell), com o personagem título ajudando sua melhor amiga Beverly para retornar ao seu planeta natal antes que o Dr. Bong possa matá-lo e cozinhá-lo.

M.O.D.O.K. adapta o personagem criado por Stan Lee e Jack Kirby em 1967. A série é escrita e produzida por Patton Oswalt (Happy!) e Jordan Blum (Community) ao lado de Jeph Loeb (Legion). A série seguirá o supervilão título com a cabeça realmente grande e o corpo muito pequeno enquanto ele luta para manter o controle de sua organização e sua família necessitada.

Assassímio segue um macaco japonês da neve que treina com o fantasma de um assassino americano para se preparar para uma viagem de vingança sangrenta e cômica através do submundo de Tóquio. O personagem foi criado em 2010 por Daniel Way e Dalibor Talajic e a série está sendo escrita e produzida por Josh Gordon e Will Speck (Office Christmas Party) e Jeph Loeb.

Tigresa e Cristal acompanha as melhores amigas/super-heroínas enfrentando uma das suas maiores batalhas: reconhecimento de outras pessoas superpoderosas em Los Angeles. Tigresa foi criada por Linda Fite e Marie Severin em 1972, e Cristal foi criada por Tom DeFalco, Roger Stern e John Romita Jr. em 1980. A nova série será escrita e produzida por Erica Rivinoja (The Last Man on Earth) e Chelsea Handler (Chelsea) ao lado de Jeph Loeb.

Fontes: Poltrona Nerd e Marvel Wikia.

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[Resenha] Titans

Titans foi a primeira série do canal de streaming da Warner, o DC Universe, e estreou em outubro com 11 episódios e, na última semana, a primeira temporada chegou na Netflix (eu não entendo muito essa relação entre Netflix e outros canais de streaming, que, em tese, eram para ser concorrentes, mas que acabam dividindo conteúdos, mas uma coisa é certa: envolve muito dinheiro para ambas as partes). A série mostra a origem do supergrupo adolescente (pelo menos, costumava ser) da DC Comics, os Jovens Titãs (Teen Titans), mas que, obviamente, tiraram o Teen do nome porque é uma série adulta, com muita violência – porra, Robin! – e também sexo, por que não, se afastando, de certa forma, do adolescentezão Arrowverse.

A série mostra as vidas de Dick Grayson (Brenton Thwaites), policial e ex-parceiro-mirim do Batman (Robin original) e de Rachel Roth (Teagan Croft), a Ravena dos quadrinhos (ela não é chamada assim aqui) se cruzando. A menina tem poderes sinistros (literalmente) e um culto do apocalipse quer capturá-la, então Dick resolve protegê-la. Nisso, Kory (Anna Diop), desmemoriada e superpoderosa, e Gar (Ryan Potter), o menino-tigre, se juntam a eles. Outros personagens ligados aos Jovens Titãs aparecem, como Rapina (Alan Ritchson, que foi o Aquaman em Smallville, quem lembra?) e Columba (Minka Kelly), Patrulha do Destino e Moça-Maravilha (Conor Leslie) também dão as caras.

Mds essas perucas…


O que eu gostei:
– O tom da série. Madura, sinistra, sombria, misteriosa;
– Os poderes da Kory/Estelar são muito foda e bem produzidos! E FODA-SE se ela é negra. A personagem é alienígena. Tanto faz a cor da pele dela. Vocês sempre arranjam um argumento pra serem racistas com a desculpa de “Ai, nada a ver com os quadrinhos/desenhos”, seu babaca! A Kory é a rainha da série ♥
– A caracterização do Robin (do Brenton, pois aparece outro Robin, interpretado pelo cabeçudo Curran Walters) e da Moça-Maravilha (o laço dela ♥) está ótima. Eles são os únicos que acho que ficaram bem transportados para as telinhas e não parecem forçados.

O que eu não gostei:
– As perucas e tingimentos de cabelos. PQP, que troço horrível. OK que nos quadrinhos funciona melhor, mas poderiam ter investido em algo menos sintético. Eu particularmente me seguro pra não rir dos cabelos deles. A caracterização dos personagens, de modo geral, ficou feia;
– Outra coisa – e daí é problema só meu – que o ator que interpreta o Gar/Mutano parece o Yudi com cabelo verde, então eu não consigo levá-lo muito a sério rs
– O tigre em CGI 👎
– Odeio quando um personagem é frequentemente citado mas nunca aparece por motivos de direitos autorais ou sei lá, como o Batman. Sei que ele é importante para a trama do Robin, mas se ele é importante, porque não contratar um ator para viver o Morcegão/Bruce Wayne na série? Acho ridículo só usarem dublês.

Apesar da temporada acabar na “melhor” parte (o vilão chegou e os heróis ainda nem sabem o que está acontecendo) espero que o desfecho dessa trama se conclua satisfatoriamente e que a equipe vire uma superequipe de verdade (e torcendo para que a Dona Troy/Moça Maravilha esteja nela), com a Torre dos Titãs e tudo. Aguardando ansiosamente pela 2ª temporada!

Título original: “Titans”.
Ano de estreia: 2018.
Criado e produzido por: Akiva Goldsman, Geoff Johns, Greg Berlanti.
Duração: 11 episódios de +/- 45 minutos cada.
Nota do Gilga: 8.

Teaser trailer e pôster do remake de O Rei Leão

Pra quem não estava ligado, saiu hoje um teaser trailer de O Rei Leão, remake todo em CGI de um clássico Disney. Assista legendado:


A qualidade da animação está estonteante e a nostalgia está no ar. Mais uma releitura para a atual geração usando novas tecnologias.

O elenco de dublagem conta com feras como Donald Glover, Beyoncé, James Earl Jones, Chiwetel Ejiofor, Billy Eichner e Seth Rogen.

Também foi mostrado um teaser pôster, com o Simba novinho:


O filme, dirigido por Jon Favreau (Mogli: O Menino Lobo), chega aos cinemas em 18 de julho de 2019.

[Resenha] She-Ra and the Princesses of Power

Estreou no último dia 13 (que, por coincidência, é meu aniversário) na Netflix a série animada She-Ra and the Princesses of Power, reboot do desenhos dos anos 1980. Mas calma lá, esse é um desenho BEM diferente do original… A nova She-Ra é uma releitura para o público jovem e feminino, para trazer representatividade e empoderamento para as garotinhas (e também, porque não, para os garotinhos), então nada de mulheres coxudas e com pouca roupa. Aliás, o redesign dos personagens está demais e, apesar das reclamações de muitos adultos punheteiros, a versão para o novo desenho incluiu pessoas de diferentes etnias, biotipos e sexualidades. Por exemplo, o Arqueiro é negro, a Cintilante é gordinha, as princesas Netossa e Spinnerella são lésbicas etc. Fora que muitos dos redesigns são mais interessantes e deram uma merecida individualidade para os personagens (muitas das personagens femininas no original eram bem semelhantes, só mudando a cor da roupa ou do cabelo).

Adorei o visual de Adora ♥


O novo desenho tratou de aprofundar as relações entre os personagens. Simplesmente me encantou a história entre Adora (a versão humana de She-Ra) e Felina, ambas órfãs que foram adotadas e criadas por Hordak e sua segunda em comando, Sombria, a serviço da Horda. A vida de Adora, que sempre pensou estar do lado do “bem”, mudou depois de receber um chamado e encontrar a Espada da Proteção, que a transforma na poderosa loira de 2,50m (como é dito na série) She-Ra, a campeã dos Primeiros (os colonizadores milenares de Etéria, o reino onde se passa a história). Ela conhece a vida fora da Zona do Medo, base da Horda (ela foi criada pela SOMBRIA e morava na ZONA DO MEDO, mas mesmo assim ela achava que trabalhava pros mocinhos kkkk) e descobre as atrocidades causada pelas forças para as quais trabalha e, ao encontrar acidentalmente a Princesa Cintilante, do reino da Lua Clara, e seu divertido amigo Arqueiro, Adora acaba entendendo o lado dos Rebeldes. Assim começa a aventura de She-Ra and the Princesses of Power, que, diferente do desenho dos anos 1980, que era She-Ra: Princess of Power (se referindo apenas à She-Ra como a Princesa do Poder), a She-Ra da Netflix dá muito mais importância às outras princesas, quase como se fossem as Princesas Disney com poderes e que não precisam de homens para defendê-las, afinal, são elas que, unidas, são o equilíbrio do poder mágico de Etéria.

Adora e Felina: amigas, rivais, irmãs.


Quanto ao visual da She-Ra, não curti muito. Ela é meio… estranha. E também quando ela aparece, é muito apelona. Eu prefiro quando Adora – que tem treinamento militar – e seus amigos, resolvem as tretas sem apelar pra She-Ra. Eu vejo a She-Ra aqui como Lois & Clark, aquela série do Superman dos anos 1990, focada mais na relação entre o alter-ego humano do Super com a repórter Lois. O Superman só aparecia no final pra salvar o dia, mas não era o personagem principal. A nova She-Ra até que é assim e precisa ser assim mais, dar mais espaço aos personagens secundários e sem (muitos) poderes.

Outra coisa que me chama a atenção é que até alguns dos vilões são carismáticos, com ênfase na Felina (que é legal exceto quando ela faz maldade só por fazer), Scorpia (uma gigante de coração inocente) e os cadetes secundários da Horda. A dubladora da Sombria (Lorraine Toussaint, a Vee de Orange is the New Black) é muito boa e a personagem tem uma presença imponente e ameaçadora, e o design do Pingo, aquele mascote do Hordak, é muito fofinho! ♥

Tirando algumas princesas que acho chatas/inúteis – como Perfuma, Entrapta etc – She-Ra é um desenho divertido, importante e uma ótima e bem construída história de fantasia.

Título original: “She-Ra and the Princesses of Power”.
Ano: 2018.
Criado e produzido por: Noelle Stevenson e Chuck Austen.
Elenco (voz): Aimee Carrero, Karen Fukuhara, AJ Michalka, Marcus Scribner, Reshma Shetty, Lorraine Toussaint e Keston John.
Duração: 13 episódios de +/- 25 minutos cada.
Nota: 8.

[Resenha] Castlevania – 2ª temporada

Também no dia 26 estreou a segunda temporada da série animada Castlevania, baseada na saga de games da Konami. E Castlevania voltou BEM diferente neste ano. Conto mais nos pontos positivos e negativos da 2ª temporada:

O que eu gostei:
– Pra começar, uma série TOTALMENTE NOVA. Parece que tentaram apagar os deslizes cometidos na temporada anterior (resenha aqui) e reescreveram a série com outro clima, outra pegada, e tá muito melhor, viu;
– A trama desse ano introduz vários personagens, os generais do Drácula – vampiros e humanos – que parecem ser de diferentes partes do mundo: Godbrand, que é um viking sanguinário e está sempre questionando as decisões de seu líder e seus companheiros; Isaac e Hector são humanos e os mestres da forja do Drácula. Isaac cria o Exército da Noite (criaturas demoníacas) enquanto Hector tem o poder de ressuscitar os mortes com seu martelo mágico; Carmilla, uma poderosa vampira que se alia a Drácula, mas suas intenções são outras, e ela se mostra uma perigosa estrategista;
– A dinâmica entre o trio de heróis Trevor Belmont, Alucard e Sypha é muito boa, com o filho do Drácula e Trevor se provocando o tempo todo e Sypha sendo a adulta tentando pôr razão na cabeça da dupla;
– A maior parte das cenas de luta são épicas, principalmente as que envolve o Alucard, que tem os poderes mais fodas da série;
– O estupendo castelo móvel do Drácula;
– A Estrela da Manhã (Morning Star);
– A batalha final contra o Drácula ♥

Trevor encontra uma nova arma.


O que eu não gostei:
– O traço do desenho e a animação estão com a qualidade inferior em relação ao ano anterior (DBZ, é você? rs), apesar de ainda ser bom e não comprometer muito a trama.

Apesar desta temporada focar mais no vilão do que no mocinho principal (Trevor), a trama é interessante e tem um excelente ritmo, onde vê-se o empenho dos roteiristas de trazer o lado “humano” de Drácula à tona e em como ele abandonou tudo após à morte de sua esposa Lisa (na 1ª temporada, tem um rápido flashback no episódio 2×01 que mostra outro ponto de vista sobre a morte dela), além de explorar um pouco o relacionamento do vampirão bigodudo com seu filho e jogar luz no passado (e antepassados) de Trevor.

A temível Carmilla, e Hector ao fundo.


Castlevania se mostrou um dos desenhos originais Netflix mais sensacionais até agora. Recomendadíssimo!

Título original: “Castlevania”.
Ano: 2018.
Criado e produzido por: Adi Shankar, Fred Seibert, Kevin Kolde, Warren Ellis, Larry Tanz, Toshiyuki Hiruma.
Elenco (voz): Graham McTavish, Richard Armitage, James Callis, Alejandra Reynoso, Emily Swallow, Matt Frewer, Tony Amendola.
Duração: 8 episódios de +/- 25 minutos cada.
Nota: 9,5.

Teaser trailer e pôster de Aladdin

A Disney liberou na noite desta quinta-feira (11) o primeiro teaser do live-action de Aladdin. Confira o teaser legendado abaixo:


O filme terá Mena Massoud como Aladdin, Naomi Scott viverá Jasmine, Marwan Kenzari será o Jafar e Will Smith interpretará o Gênio. Completando o elenco ainda temos Navid Negahban (Sultão), Billy Magnussen (Príncipe Anders) e Numan Acar (Hakim).

O teaser tem pouco mais de um minuto e basicamente mostra a icônica cena de Aladdin encontrando a Lâmpada Mágica na Caverna das Maravilhas.

Também tivemos, no dia anterior, a revelação do primeiro pôster do filme. Tá bonitão:


Aladdin
faz parte de uma série de live-actions que a Disney está produzindo a partir das suas mais clássicas animações, como O Rei Leão, Lilo e Stitch, Dumbo e Mulan.

O filme é dirigido por Guy Ritchie e tem estreia marcada para 24 de maio de 2019.

Fonte: Critical Hits.


Revelado 1º trailer de She-Ra da Netflix

Já temos o primeiro trailer para o remake de She-Ra da Neflix! Assista abaixo (quando tiver o legendado, atualizo aqui):


Gostei do traço utilizado da série – apesar da resistência popular quando a primeira imagem do remake foi revelada – leve e divertido, e como os personagens foram redefinidos para o séculos XXI.

O traje civil da Adora é lindo, e a série tem um humor bem peculiar, além de uma preocupação de ter personagens não brancos, coisa que o original não tinha. O Arqueiro, por exemplo, é moreno. Também achei fofo o redesign do Pingo, o monstrinho de estimação do vilão Hordak.

Notem que o título do desenho é She-Ra and The Princesses of Power, ou seja, She-Ra não vem sozinha.

O desenho estreia na Netflix em 16 de novembro.

Disney XD divulga 1º vídeo da série animada Pantera Negra

O canal Disney XD divulgou o primeiro vídeo de Marvel’s Avengers: Black Panther’s Quest, nova série animada do Pantera Negra. Assista em inglês:

Na trama, quando uma ameaça antiga surge para destruir Wakanda, o Pantera Negra precisa abandonar antigas alianças, regras e amigos para traçar um novo caminho para si e para o povo de seu reino. Ao lado de sua irmã Shuri, Pantera Negra decidirá que tipo de rei – e Vingador – quer ser.

James Manthis III faz a voz do herói e a série animada estreia em 23 de setembro.

Fonte: Omelete.

[Resenha] (Des)encanto

(Dis)enchantment (ou (Des)encanto) estreou na Netflix na semana passada (17), e é um original do canal trazido por Matt Groening, o criador dos sucessos Os Simpsons (1989-hoje) e Futurama (1999-2014), é um desenho mais ou menos adulto (censura 14 anos), devido às mortes sangrentas e amputações (risos), é bem debochado, com boas sacadas e algumas referências ao mundo pop em geral (inclusive tem easter eggs de Simpson e Futurama).

Os personagens centrais formam um trio:
Bean: a Princesa Tiabeanie de Dreamland (Terra dos Sonhos), vulgo “Bean”, não quer saber de suas obrigações de monarca e sempre quando pode, foge do castelo e da perseguição de seu pai chatíssimo, o rei Zog (apesar de tudo, um dos personagens mais engraçados), para encher a cara e aprontar altas confusões entre os plebeus;
Elfo: uma criatura mágica que, cansado de viver no mundo doce e fofo da terra dos elfos, foge e acaba chegando em Dreamland. Tem uma queda fortíssima por Bean. O design dele lembra o Bart Simpson (só a aparência mesmo);
Luci: é um demônio pessoal enviado por dois personagens misteriosos de um reino distante para corromper Bean. Luci é literalmente o diabinho que fica no ombro da princesa falando para ela fazer maldades, enquanto Elfo é o “anjinho”. Muitas das confusões que o trio se mete começam com uma ideia de Luci.

Outros personagens que se destacam, além do já citado Zog, são a Rainha Oona, madrasta da Bean que é de uma raça de salamandra/réptil/morcego (???) de pele azulada vinda do reino pantanoso de Dankmire, é muito bizarra que chega a ser engraçada, bem como seu filho e meio-irmão de Bean, o Príncipe Derek, que é ingênuo e infantil; o conselheiro Odval e o mago Bruxério (Sorcerio no original, que também é um nome engraçado) que formam o casal gay da série; a Fada que é uma prostituta (hahaha) etc.

A abertura e o tema da série são muito bons:

A temporada termina num baita cliffhanging, mas de propósito, pois a série, depois de pronta, foi dividida em duas temporadas, logo a segunda já está garantida e provavelmente chega no ano que vem.

(Des)encanto é muito boa no geral, mas no quesito humor, confesso que eu esperava mais, talvez por ser saudosista dos primeiros anos de Os Simpsons que são muito engraçados. Apesar de frustrar minhas expectativas, recomendo a série.

Título original: “(Dis)enchantment”.
Ano de estreia: 2018.
Criado e produzido por: Matt Groening, Bill Oakley, Josh Weinstein e Claudia Katz.
Duração: 10 episódios de +/- 30 minutos cada.
Nota do Gilga: 7.

[Desenhos Antigos] Liga da Justiça

LIGA

O desenho antigo da semana também fez – e ainda faz – um grande sucesso: Liga da Justiça. A série foi originalmente ao ar entre 2001 a 2004 no Cartoon Network americano, possui 2 temporadas e um total de 52 episódios, e já foi exibida no Brasil tanto no Cartoon quanto no Bom Dia & Cia, no SBT. Criada por Bruce Timm e Paul Dini – pais de outras séries de sucesso com personagens da DC Comics, Batman (1992-1995) e Superman (1996-2000) -, Liga da Justiça conta as aventuras dos maiores heróis DC reunidos, que já haviam dado as caras nas séries anteriores. São eles:

Superman/Clark Kent: Kal-El, o último (há controvérsias) filho de Krypton que foi enviado à Terra e criado pelos fazendeiros Jonathan e Martha. Seu alter ego é repórter no Clarim Diário e, para salvar o dia, veste capa vermelha e uniforme azul e possui uma gama de poderes, como voo, hiperforça, indestrutibilidade virtual, visão de raio-x, visão de calor etc;
Batman/Bruce Wayne: O multimilionário de Gotham City que, após perder seus pais que foram assassinados durante um assalto quando ele tinha oito anos, prometeu varrer a cidade dos criminosos, e portando um arsenal com alta tecnologia e se vestindo como um morcego, se tornou no vigilante Batman;
Mulher-Maravilha/Diana Prince: Filha da Rainha Hipólita e membro das Amazonas, que vivem na Ilha Paraíso, Diana é um defensora da justiça e que prova que os valores estão acima do gênero. Ela possui hiperforça que quase se equipara com a do Superman, pode voar e ainda possui o Laço da Verdade, com o qual, aprisionando uma pessoa, pode forçá-la a sempre a dizer-lhe a verdade;
Lanterna Verde/John Stewart: John Stewart era um militar que foi escolhido pelos Guardiões do Universo do planeta Oa para portar o anel e ser o novo Lanterna Verde da Terra. Com esse anel é possível fazer virtualmente qualquer coisa, limitado apenas pela imaginação de seu usuário, e necessita de recarga a cada 24 horas.
Flash/Wally West: O fanfarrão da equipe. Tem a capacidade de correr em velocidades superiores da luz e pode ainda vibrar e atravessar objetos, e também viajar no tempo;
J’onn J’onnz: O único que não tem um codinome, apesar de, nos quadrinhos, ser conhecido como Caçador de Marte e Ajax. Outro alienígena que também é o último de sua espécie, neste caso, um marciano. J’onn J’onnz tem telepatia e pode voar e se tornar intangível;
Mulher-Gavião/Shayera Hall: Mais uma alienígena, vinda de Thanagar, possui asas, superforça e é uma exímia lutadora que usa uma maça.
A equipe ainda obteve ajudas esporádicas de outros heróis, como Aquaman, Arqueiro Verde, Supergirl e Sr. Destino.

Baseados na Torre da Vigilância (invenção do Batman), depois de reunidos para ajudar J’onn J’onnz a deter os Marcianos Brancos, eles se unem criando a Liga da Justiça com o intuito manjado de combater o mal que separados não poderiam deter etc, e enfrentam os mais variados vilões, tais como Lex Luthor, Coringa, Pistoleiro, Felix Fausto, Mongul, Grodd, Morgana Le Fay, Darkseid, Amazo, Vandal Savage, Despero e a Liga da Injustiça.

Os meus episódios (a maioria se divide em duas partes) favoritos são “Injustiça para Todos”, quando eles combatem a Liga da Injustiça; “Paraíso Perdido”, no qual a Mulher-Maravilha é chantageada pelo feiticeiro Felix Fausto; “Nos Tempos de Savage”, a season finale da 1ª temporada com um episódio triplo, onde a equipe enfrenta o imortal Savage; “Crepúsculo”, em Apokolips contra Darkseid e Brainiac; “Tabula Rasa”, contra o superpoderoso androide Amazo, que pode copiar e absorver qualquer outro superpoder; dentre outros.

Curiosidade: os episódios 41 e 42, “O Terror do Além”, com Sr. Destino, Aquaman e Solomon Grundy, além de homenagear os contos de Chtulhu, do escritor H. P. Lovecraft, também homenagem Os Defensores, equipe da Marvel (Sr. Destino é o Doutor Estranho, Aquaman é o Namor e Grundy é o Hulk).

A série foi tão bem recebida que recebeu uma continuação, a “Liga da Justiça Sem Limites”, exibida entre 2004 e 2006, também com 2 temporadas e com 39 episódios, onde a equipe contava com inúmeros membros que incluía Supergirl, Aquaman, Canário Negro, Capitão Marvel, Vixen, Caçadora, Questão, Zatanna, Tornado Vermelho etc.

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