Nomes em português dos pokémon da Geração VII

Concluindo (aeee, até que enfim) a série de nomes traduzidos/adaptados para o português dos pokémon, seguem agora os monstros da Geração VII (da região de Alola, apresentada nos games Sun e Moon):

Fonte: Bulbapedia.

Os posts das outras gerações estão aqui:
Geração I
Geração II
Geração III
Geração IV
Geração V
Geração VI

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30 anos da saga Street Fighter

Hoje a saga Street Fighter, da Capcom, completa 30 anos, desde o lançamento do seu primeiro capítulo, lançado para arcade. O 1º SF é pouco conhecido (eu não vi em nenhum fliperama à época do lançamento, e não conheço ninguém que o tenha jogado), e o jogador poderia escolher apenas dois personagens: Ryu e Ken. O jogador enfrentava vários oponentes (imagem abaixo) até chegar ao chefe final que, adivinhem só, era o Sagat! E alguns desses oponentes só retornariam alguns anos depois, como são os casos de Birdie, Gen e Adon.

A saga só fez sucesso mesmo a partir de Street Fighter II (1991), com 8 personagens selecionáveis, além dos veteranos Ryu e Ken: Chun Li, E. Honda, Blanka, Zangief, Dhalsim e Guile. SF2 foi um marco e redefiniu os games de luta para sempre. Um ano depois chegou a versão Champion Edition, onde era possível escolher 12 personagens, que incluíam os vilões Balrog, Vega, Sagat e M.Bison, e, em 1993, a versão The New Challengers, com a adição dos novatos Cammy, Fei Long, Dee Jay e T. Hawk.

Em 1995, tivemos Street Fighter Zero (Alpha no ocidente), com Ryu, Ken, Chun Li, Nash (Charlie no ocidente), Guy, Sodom (ambos do beat ‘em up Final Fight), Birdie, Adon, Sagat, M. Bison, Gouki (Akuma no ocidente), Rose e Dan. Esse “spin-off”, que se passa alguns anos antes do início da série e que trazia novas mecânicas para o sistema, teve duas continuações, em 1996 e 1998. Em 96 também tivemos a 1º versão 3D, o Street Fighter EX, com 10 personagens e 4 ocultos (disponíveis após o término do jogo).

Em 1997 é lançado Street Fighter III, que não fez muito sucesso, e só 11 depois, em 2008, que tivemos uma nova continuação, Street Fighter IV, todo modelado em 3D (mas a mecânica permanece em 2D), que trouxe um novo fôlego para o jogo, colocando a saga de volta aos holofotes e nos eSports. O 5º game da série foi lançado no ano passado e, apesar de ter decepcionado muitos fãs, ainda continua firme e forte tanto nos eSports quanto com constantes atualizações (a nova personagem Menat foi lançada ontem).

Também tivemos inúmeros crossovers de sucesso, como X-Men vs. Street Fighter, Marvel vs. Capcom e tantos outros.

Claro que o sucesso de Street Fighter não ficou só nos games. O jogo ganhou mangás, animes, filmes e webséries etc,. “Street Fighter – A Batalha Final”, de 1994, com Jean-Claude Van Damme e Raul Julia, foi um fracasso de crítica, mas é atualmente considerado um cult. Em 2009 tivemos “Street Fighter – A Lenda de Chun-Li” que, além da protagonista ter sofrido whitewashing (a personagem Chun Li, que é asiática, foi interpretada pela atriz canadense Kristin Kreuk), não agradou os fãs. Porém a websérie live-action Street Fighter: Assassin’s Fist (2014), foi muito bem recebido, bem como o anime Street Fighter II V (1995).

Segue vídeo feito pelo Luciano Amaral com um breve resumo da saga:

Inclusive tanto com este vídeo quanto com este artigo do Horokeu publicado no Jovem Nerd, aprendi que os criadores da saga Takashi Nishiyama Hiroshi Matsumoto deixaram a Capcom após criarem o 1º jogo e foram para a rival SNK, onde ajudaram a criar os concorrentes Fatal Fury, Art of Fighting e The King of Fighters, e retornaram para antiga empresa quando foram cruciais na criação do SFIV.

Parabéns a esta importante saga dos games e um dos principais carros chefe da Capcom! Que venham mais 30 anos.

Veja também este artigo bacana do The Enemy com a evolução dos personagens em gifs animados.

[Resenha] Game of Thrones – 7ª temporada

Apesar de ter havido muitas reclamações de que a 7ª temporada de Game of Thrones, que de tanto fan service, parecia mais uma fanfic, eu achei uma ótima temporada. Foi um ano que, apesar dos poucos episódios (7, ao invés dos costumeiros 10), foi muito bom ver algumas tramas se resolvendo e algumas respostas sendo dadas.

Vou falar dos personagens mais relevantes da trama (contém spoilers):
Daenerys (Emilia Clark): a demonha finalmente chegou em Westeros, tomando o castelo de Pedra do Dragão (que estava abandonado, sabe-se lá porque). Apesar de aparente superioridade de seus exército (+ 3 dragões) comparado ao de Cersei, nem tudo pode ser perfeito e algumas merdas aconteceram. Pelo menos adorei ver ela e Drogon colocando fogo no exército Lannister. Ela finalmente conhece Jon Snow e surge um clima entre os dois (torcida pro casal já tinha);
Jon Snow (Kit Harrington): Vai pra Pedra do Dragão após descobrir que lá tem uma mina de vidro de dragão, um dos pontos fracos dos Caminhantes Brancos e os Outros, mas isso serviu mais pra ele se envolver com a Daenerys do que pra qualquer outra coisa, visto que, na batalha contra os mortos-vivos Além da Muralha – uma das melhores da temporada –, executando um dos piores e mais burros planos de todos os tempos da ficção, nem usaram o minério raro contra os zumbis, e isso ainda custou um dos dragões da Dany, que foi morto e zumbificado pelo Rei da Noite num dos mais chocantes plot twists deste ano. Sam (John Bradley-West) e Bram descobriram que Jon na verdade se chama Aegon Targaryen, filho legítimo de Rhaegar (irmão de Daenerys) e Liana Stark (irmã de Ned) e, portanto, o verdadeiro herdeiro do Trono de Ferro. A série ainda precisa explicar porque ele ganhou o mesmo nome de um dos filhos de Rhaegar, morto algum tempo antes (e um nome batidíssimo, pois já houveram mais 11 Aegons Targaryen antes de Jon);

“Jonerys” é real, migas.

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Arya (Maisie Williams) e Sansa Stark (Sophia Turner): os irmãos Stark finalmente se encontraram em Winterfell e, depois de uma temporada arrastada e confusa, numa trama desnecessária onde pareciam que as duas Starks estavam sendo jogadas uma contra a outra pelas manipulações do pérfido Mindinho (Aidan Gillen), no último episódio elas aparecem unidas e põem fim ao dissimulado vilão que foi responsável por metade das tretas de GoT. Já vai tarde!
Bram Stark (Isaac Hempstead-Wright): o novo Corvo de Três Olhos de Westeros, o cara que tem os spoilers todos da série por ter o poder de enxergar o passado e o presente, aparentemente, não quis fazer muita coisa, não aparecendo em alguns episódios ou, quando apareceu, só falava abobrinhas. Teve que vir o Sam da Cidadela pra explicar direito o rolê do nascimento do Jon. Espero que na próxima temporada, Bram tenha uma participação ativa na trama e ainda torço para que ele seja o Azor Ahai;
Cersei Lannister (Lena Headey): eu já tô “por aqui” com ela desde a temporada passada, e nessa ela ainda aprontou mais ~traquinagens~, como frustrar os planos de Daenerys (principalmente na season finale), matar Olenna Tyrell (Diana Rigg) e se voltar contra seu irmão/amante, Jaime (Nikolaj Coster-Waldau). Ainda bem que o Encantado finalmente decidiu abandoná-la. E ainda acho que a tal “gravidez” que ela diz ter é um engodo para comprar algum tempo pra ela na guerra e em tela.

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Nesta temporada, tiveram muitas coisas legais acontecendo, como a volta de Gendry (Joe Dempsie), o bastardo de Robert sumido desde o 3º ano, e que também gerou aquela ótima cena com Tyrion (Peter Dinklage) e Davos (Liam Cunningham) numa praia de Porto Real. Aliás, HBO, queremos muito um spinoff das aventuras de Davos sendo contrabandista em Westeros e Essos pra ontem!
Também gostei muito da Arya demonstrando seus dotes de espadachim contra Brienne (Gwendoline Christie), Sam sendo um meistre pra lá de habilidoso em Vilavelha, a volta de Jorah (Iain Gleen) às fileiras de Daenerys, os diálogos entre os personagens do “Esquadrão Suicida” Além da Muralha, a cena em Fosso dos Dragões que reuniu boa parte do elenco (e da Cersei quase sendo comida por um zumbi rs) etc.

Resumindo, foi um ano muito proveitoso. Uma pena tão poucos episódios (porém, os efeitos especiais estavam lindos, principalmente os dragões) e termos que esperar até o final de 2018 (por enquanto, é o que dizem) para vermos o final da série, numa temporada com ainda menos episódios (seis).

Título original: “Game of Thrones”.
Emissora: HBO.
Ano de estreia: 2017.
Criado por: David Benioff e D. B. Weiss.
Elenco: Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Aidan Gillen, Iain Glen, Sophie Turner, Maisie Williams etc.
Duração: 7 episódios de +/- 60 minutos cada.
Nota do Gilga: 8,5.

[Resenha] Defensores

Depois de dois anos de planejamento desde a 1ª temporada de Demolidor (2015), finalmente veio à luz, no dia 18, “Defensores”, a série que reúne os heróis Marvel na Netflix: Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro. Com 8 episódios, essa “temporada” (pois, a princípio será apenas uma, não parece que terá uma nova) mostra as tramas das quatros séries se cruzando e colocando o advogado cego de Hell’s Kitchen, a detetive beberrona, o ex-detento e herói do Harlem, e o Imortal Punho de Ferro lado a lado contra a organização criminosa Tentáculo, que pretende riscar Nova York do mapa.

“Êeee O-ô, vida de gado…”

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Vou falar um pouco sobre cada personagem:
Matt Murdock/Demolidor (Chris Cox): o herói ainda tá atormentado e no começo de Defensores, ele até aposentou o uniforme, mas se vê forçado a voltar à sua vida de vigilante devido aos eventos recentes. Seu envolvimento com Elektra (Élodie Yung), que é a capanga principal dos vilões, coloca quase tudo a perder num dado momento. Demolidor é o personagem com o destino mais afetado pela série, que promete adaptar um dos melhores arcos do personagem nos quadrinhos na próxima temporada solo do herói;
Jessica Jones (Krysten Ritter): a personagem que claramente mais odeia essa vida de super-herói/poderes/vigilante/salvador do dia, e tenta, a todo custo, apenas seguir sua vida, a princípio, até longe da carreira de detetive devido ao que ela sofreu na 1ª temporada solo, e preenche seu vazio existencial com muita PINGA. É arrastada, a contragosto, à treta principal. Por favor, Jessica, não desista nunca de ser a detetive sensacional que és!
Luke Cage (Michael Colter): Acaba saindo da prisão (para onde acabou indo, no final da temporada de sua série solo) com a ajuda do Foggy Nelson (Elden Henson), e aprendendo que seus poderes servem para um propósito maior. Adorei como a amizade dele com Danny Rand, o Punho de Ferro, é construída nas séries. Nos quadrinhos, os dois são maiores amigos;
Danny Rand/Punho de Ferro (Finn Jones): percebe-se que aproveitaram para dar uma melhor aprofundada no personagem e em seu background, coisa que fizeram meio “nas coxas” na série solo do herói. Gostei de ver um Punho de Ferro menos deprê e mais empolgado com a vida de super-herói, sem contar nas melhores cenas de luta tanto dele quanto a todas as outras da série, de um modo geral. E finalmente ele usando seu punho de ferro sem muitas limitações, e ainda sabendo usar os recursos além dos aprendidos em K’un Lun (vulgo “dinheiro”).
Alexandra/aquela de muitos nomes (Sigourney Weaver): uma das coisa que mais me chamam atenção nos filmes Marvel é quando um ator ou uma atriz de renome/oscarizado(a) etc participa dos projetos (como Robert Downey Jr., Anthony Hopkins, Cate Blanchet etc), e na Netflix o mesmo acontece com a Sigourney fucking Weaver que participa aqui como uma ótima vilã. Como já pôde-se perceber pelos trailers, Alexandra é uma das “cabeças” do Tentáculo, e a líder deles, e é muito muito velha mesmo, tendo adotada vários nomes durante as eras, tem um passado com Stick (Scott Glenn) – mestre de Matt e Elektra –, está à beira da morte, e o objetivo de seus planos inclui imortalidade à ela e aos seus aliados: Madame Gao (Wai Ching Ho), que esteve presente nas séries do Demolidor e do Punho; Bakuto (Ramón Rodríguez), mestre da Coleen Wing (Jessica Henwick), dado como morto em Punho de Ferro; e um 4º personagem que é apresentado na série.

Gostei muito de ver os elencos de todas as séries interagindo entre si, principalmente naquela sala da delegacia. Só queria ter visto mais a Jeri Hogarth (Carrie-Anne Moss). Eu sempre amei a Claire Temple (Rosario Dawnson) e sua relação com os protagonistas, e aqui ela tem um relevância maior, pois é ela que apresenta Luke ao Danny, e não, ela não é “a Nick Fury dos Defensores”, esse papel fica com o Stick rs. Gostei também de ver quando certas personagens de apoio (não vou dizer quais para não dar spoiler) se unem no final para batalha contra um dos cabeças do Tentáculo.

“Defensores” é boa, as cenas de luta estão melhores, a interação dos personagens ficou boa sem ser forçada (a cena em que eles se encontram pela 1ª vez e lutam juntos é muito foda e vale toda a série!), a trama até que não foi tão ruim assim (com direito a um plot twist na reta final), a fotografia, principalmente dos dois primeiros episódios, onde havia a preocupação em destacar as cores de cada personagem – vermelho para Matt, roxo ou azul para Jessica, amarelo para Luke, e verde para Danny – tava linda, porém terminei de assistir sentindo falta de alguma coisa sem saber ao certo o quê, mas a trama serviu para amarrar algumas pontas soltas apresentadas nas séries solo dos protagonistas.

Título original: “Defenders”.
Ano de estreia: 2017.
Criado por: Douglas Petrie e Marco Ramirez.
Elenco: Charlie Cox, Krysten Ritter, Mike Colter, Finn Jones, Eka Darville, Elden Henson, Jessica Henwick, Simone Missick, Ramón Rodríguez, Rachael Taylor, Deborah Ann Woll, Élodie Yung, Rosario Dawson, Scott Glenn e Sigourney Weaver.
Duração: 8 episódios de +/- 52 minutos cada.
Nota: 7,5.

Secret of Mana ganhará remake para PS4, Vita e Steam

A Square-Enix anunciou remake para o clássico Secret of Mana (1993, SNES), totalmente remodelado e em 3D. Assista ao trailer abaixo:

O jogo será lançado mundialmente para PS4, PS Vita e Steam em 15 de fevereiro de 2018 e será dublado (conforme visto no trailer), trilha sonora com novos arranjos e modo multiplayer local (para até 3 jogadores). No Japão, para quem adquirir as versões físicas para PS4 e Vita, poderão obter edição de colecionador com belos brindes, que podem ser vistos aqui.

Fonte: RPG Site.

[Resenha] Final Fantasy XII: The Zodiac Age

No mês passado foi lançado para PS4 o aguardadíssimo Final Fantasy XII: The Zodiac Age, a versão remasterizada do jogo lançado em 2006 para PS2. Infelizmente não tive a oportunidade de jogar o original, apesar de ter querido muito, mas isso foi lindamente compensado com este lançamento.
Mas gostaria de ratificar aos produtores que The Zodiac Age não é só uma remasterização, e sim um remix. Não foram só os gráficos que foram remodelados com algo mais próximo da geração atual (eu, particularmente, achei que estão lindos) e da trilha toda em versão orquestrada, mas ainda tem muitas novidades no sistema e de conteúdo: agora é possível controlar os Summons (ou Scions, no caso desse FF) e os gambits dos personagens Guests, novas quests (com os quais é possível perder horas e horas) e dungeons, e, claro, o sistema todo diferentão de jobs, onde você pode ensinar duas para cada personagem. Segui as dicas desse site aqui pra fazer uma equipe bem balanceada.

Além das novidades e melhorias, FFXII tem uma história legalzinha até, lembrando um pouco Star Wars em algum ponto – de um lado, o malvado Império e do outro, a Resistência, uma princesa sumida (Ashe) que ajuda a Resistência, etc -, e vemos Ivalice (o mundo recorrente da saga FF) mergulhada na guerra causada pelo imperador Vayne que quer todos os territórios para si, e começamos com o protagonista Vaan, um órfão criado nas ruas e que sonha em ser um Sky Pirate, e sua amiga Penelo. Eles acabam encontrando os piratas de verdade Balthier e Fran, que é a única não humana do grupo, e, por fim, Basch. Aliás, essa é uma das reclamações que eu tenho quanto às escolhas da Square-Enix à época: num mundo diverso que é Ivalice e suas várias raças, todos os personagens são Humes (humanos) exceto a Fran, que é uma Viera. Porque não colocaram um Moogle no time? Seria fofo demais controlar um, não necessariamente o Montblanc (um Moogle Black Mage, que apareceu originalmente em Final Fantasy Tactics Advance, para GBA, em 2003) – que é o líder do Clan Centurio, que posteriormente, Vaan faz parte -, mas algum outro personagem, e também por que não um Bangaa ou um Nu Mou? Enfim, fica pro próximo FF que se passar em Ivalice (se houver).

 

Vou falar um pouco do sistema, até porque tem muita gente que não jogou o original também. A grande mudança, tanto para a saga quanto para os games de RPG em si é o sistema de FFXII, os Gambits. “Mas que diabos é isso? Dá pra jogar com os X-Men?” rs Não. Gambits são comandos que você compra e “equipa” no personagem, e ele vai fazer aquilo sozinho na batalha, numa espécie de “scripts” (como ocorre com os NPCs). Por exemplo: se você colocar o Self: HP < 50% + Potion, quando o HP do personagem atingir menos do que 50%, ele vai usar um Potion em si mesmo; se você colocar Any ally: Status = Poison + Antidote, quando um aliado ficar com o status Poison, este personagem vai usar um Antidote nesse aliado, e assim por diante. “Ah, então quer dizer que eu só fico olhando meus bonequinhos lutando?”. Basicamente, sim. Isso é ótimo quando você tem uma dungeon imensa cheia de monstros pra enfrentar, fora que é uma mão na roda para farmar, combinado com o Turbo Mode, onde você pode acelerar o jogo em 2 e até 4x. Mas claro, às vezes, dependendo dos monstros, você precisa alterar a configuração dos Gambits para melhor aproveitar fraquezas ou se proteger de debuffs e ataques elementais, ou readaptar sua estratégia com a do chefe (ainda bem que é possível mexer nos gambits, na License Board e até nos equipamentos a qualquer momento da batalha). E isso é uma inovação e tanto, aliado ao fato de FFXII ser o primeiro com sistema de batalha de ação (action RPG), sem precisar carregar uma tela para as batalhas, as lutas acontecem na mesma tela do cenário.

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A outra coisa diferentona e divertida é o sistema de aprender skills/melhoramentos, chamado de License Board para cada personagem (ou, uma para cada job de um personagem), onde você aprende as “licenças” para usar magias, habilidades e equipamentos com LPs (License Points), que você ganha nas batalhas, e assim você vai “construindo” o personagem como quiser, dando prioridade para ele aprender certos talentos antes de outros. Bom, tinha algo assim em Final Fantasy X (2001), mas o daqui é mais complexo e até melhor.

Um outro show à parte são os Scions/summons. Você não encontra aqui os recorrentes da série Ifrit, Shiva, Ramuh etc e sim os que surgiram em FFTA (lá chamados de Totemas). São 13 e cada um representa um signo do Zodíaco (por isso o “The Zodiac Age” no subtítulo) e um elemento. E sim, eles são feios pra dedéu e assustadores em alguns casos. E é equipando um Scion em um personagem que ele pode aprender sua segunda job, além de fornecer a ele novas licenças.

FFXII não tem Limit Break mas tem Quickening, que são movimentos de dano alto (isso depende se você for bem em fazer vários hits ao “preparar” o Quickening durante o relógio regressivo na tela apertando uma sequência de botões) são um show pirotécnico que, se fosse em Dragon Ball Z, daria para explodir o planeta rs. Assim como os Summons, uma barra de Mist precisa se encher (ao sofrer ou causar dano) para poder executá-los.

“BIG BANG ATTACK!!!!”

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A trilha sonora orquestrada tá um show à parte (mas não ganha de certos FF, como VII, IX e XV), e vou deixar aqui algumas favoritas minhas:

FFXII: The Zodiac Age é um excelente experiência tanto em FFs como em RPGs em geral. As mudanças nos sistema e na parte gráfica deixaram o jogo um primor e superior à obra original. Recomendadíssimo.

Título original: Final Fantasy XII: The Zodiac Age.
Ano de lançamento: 2017.
Empresa: Square-Enix.
Diretores: Hiroyuki Ito e Hiroshi Minagawa.
Produtores: Akitoshi Kawazu.
Artistas: Hideo Minaba e Isamu Kamikokuryo.
Roteiristas: Kazushige Nojima, Saori Itamuro, Akiko Ishibashi e Takumi Nishida.
Compositores: Hitoshi Sakimoto, Hayato Matsuo e Masaharu Iwata.
Nota do Gilga: 8.

 

[Atualizado] Novo trailer de história de Assassin’s Creed Origins

O novo trailer de Assassin’s Creed Origins – que se passa no Antigo Egito – mostra algumas figuras históricas conhecidas. Assista abaixo:

Com gráficos estonteantes e enquanto o poema “You Want it Darker” de Leonard Cohen é recitado, vemos algumas tradições do Egito no período retratado, como agricultura, mumificação e outros ritos religiosos, e figuras históricas como Júlio César e Cleópatra – a trama se passa em 49 a.C., durante a ascensão da famosa rainha do Egito, e durante a tomada do reino africano pelo poderoso Império Romano -, além do protagonista Bayek, onde veremos a origem da Irmandade dos Assassinos (e também dos Templários?).

Gostei também do símbolo do jogo, com um olho de Hórus fazendo o tracinho da letra A.

[Atualizado em 22/8] Mais um trailer focado na trama, exibido na Gamescom, evento que está ocorrendo na Alemanha. Assista abaixo, legendado:

Assassin’s Creed Origins será lançado em 27 de outubro para PS4, XBox One e PC, e já está em pré-venda.

[Atualizado] Novidades em Alola no novo trailer de Pokémon Ultra Sun e Ultra Moon

Um novo trailer de Pokémon Ultra Sun & Ultra Moon foi revelado e com ele, novidades na região de Alola. O vídeo dos novos jogos para Nintendo 3DS dá pistas de que a região tropical esconde alguns segredos mais sombrios – com um pokémon lendário lançando uma misteriosa sombra sobre o arquipélago.

Primeiramente, coisas boas: o trio inicial original de Pokémon Sun & Moon retorna, contudo os jogadores têm uma nova dupla de treinadores para escolher e customizar. Veja na foto acima.

Também teremos novas formas para alguns pokémon familiares. Conforme anunciado anteriormente, teremos a Dusk Form do Lycanroc. Detalhes em como adquiri-la ainda permanece um mistério.

O Z-Ring e os Z-Moves também retornam, e virão com algumas grandes melhorias. Espere encontrar novos poderes durante Ultra Sun & Ultra Moon.

[Atualização] Revelado o primeiro novo Z-Move: Kommo-o terá o Clangorous Soulblaze quando estiver segurando o Kommonium Z-Crystal. Esse Z-Move é o primeiro que acerta todos os pokémon do adversário quando a batalha for contra múltiplos monstrinhos, além de aumentar temporariamente todos os atributos do Kommo-o. Assista abaixo:

[fim da atualização]

A nível de história, as coisas ficam um pouco mais sombrias. O pokémon lendário Necrozma exerce um papel muito maior na trama destes jogos (inclusive o novo visual dos lendários Solgaleo e Lunala parecem ter “partes” de Necrozma), com os jogadores procurando uma conexão entre ele e o escurecimento do céu que cobre a bela região de Alola. Um mapa atualizado mostra um pouco de uma arrepiante nuvem se aproximando de uma das ilhas:

Haverá novos personagens para guiar jogadores na direção certa, entretando sabe-se bem pouco sobre eles ou da trama em si.

Ultra Sun e Ultra Moon serão lançados em 17 de novembro.

Fonte: Polygon.

Novo trailer de Marvel vs. Capcom: Infinite revela Venom e novo rosto da Chun Li

Revelado novo trailer da história de Marvel vs. Capcom: Infinite. Tá bem divertido! Assista:

Vemos mais da história, com destaque para Jedah (vilão de Darkstalkers), o novo rosto da Chun Li (redesenhando depois dos fãs terem reclamado muito dos trailers anteriores), piadinhas do Homem de Ferro e Rocket Raccon, e revelado Venom (ou, pelo menos, o simbionte possuindo um monstro gigante).

MvCI será lançado em 19/9 para PS4, Xbox One e Steam.