Novos trailer e pôster de Vingadores: Ultimato

Finalmente temos o primeiro trailer estendido de Vingadores: Ultimato. Assista legendado:

O vídeo é cheio de flashbacks dos primeiros filmes solo dos heróis principais (achei tão forçado que por um momento pensei que era um trailer feito por fãs), mostra os novos uniformes (que são UNIformes mesmo) da equipe, Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) ensinando sua filha a usar o arco (Gaviã Arqueira, é você?), e Thor (Chris Hemsworth) interagindo com Carol Danvers (Brie Larson), infelizmente sem uniforme e não chega a usar seus poderes.

Rolou também o primeiro pôster. Tá bonito! [Atualizado com a inclusão do nome de Danai Gurira na parte superior]


Também temos a sinopse oficial do filme:

O grave curso dos eventos postos em movimento por Thanos que eliminou metade do Universo e desmantelou as fileiras dos Vingadores obrigou os membros remanescentes a tomar uma atitude final na grande conclusão dos vinte e dois filmes do Marvel Studios em “Vingadores: Ultimato”.

Vingadores: Ultimato, dirigido pelos Irmãos Russo, estreia no Brasil em 25 de abril.

Fonte: Collider.

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Top 10 filmes Marvel/Fox (v. 2019-1)

Agora vamos à lista com meus 10 filmes favoritos produzidos pela 20th Century Fox baseados em personagens Marvel (que, inclusive, essa epopeia está chegando ao fim com a compra da Fox pela Disney):

10º – Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado (2007):
Este filme, o segundo com o elenco original, é bem raso, e com um Galactus (um dos vilões mais formidáveis do Universo Marvel) descaracterizadaço, mas é divertido, vai.

9º – Deadpool 2 (2018):
Sequência do inovador filme de herói de 2016, ficou devendo em muito no roteiro, mas ainda um divertido filme estilo Sessão da Tarde (porém 18+);

8º – Quarteto Fantástico (2005):
Plmdds, estou falando do filme de 2005, e não aquele desastre de 2015…
Com um elenco interessante, o filme mostrou muito bem como deveriam ser equipes de super-heróis de verdade;

7º – X-Men: Apocalipse (2016):
Um roteiro meio atropelado e decepcionante, mas muito bem produzido;

6º – Deadpool (2016):
O primeiro filme de heróis que quebrou a quarta parede e que mostrou que ter a classificação 18 anos pode ser formidável também;

5º – X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido (2014):
Apesar do roteiro ser meio patacoada, ficou interessante essa releitura de uma das mais marcantes sagas dos mutantes nos quadrinhos. E a cena do Mercúrio é tudo de bom! Canto “Sweet Dreams” na cabeça toda vez que lembro dela;

4º – X-Men 2 (2003):
A cena de abertura com o Noturno e a Mística levando o filme nas coisas ainda torna esse um dos mais interessantes filmes da Fox com personagens Marvel;

3º – X-Men: Primeira Classe (2011):
A nova e mais jovem equipe de X-Men foi um dos melhores presentes da Fox para os fãs dos mutantes;

2º – Logan (2017):
Outro filme 18+ que mostrou que filmes com heróis podem ser interessantes num sentido mais profundo. Parabéns às atuações de Hugh Jackman, Patrick Stewart e Dafne Keen;

1º – X-Men – O Filme (2000):
Este é o filme responsável – e muito mais que Blade (1998) – pela nova onda de filmes baseados em super-heróis e de como esse nicho pode ser bem aproveitado. Apesar de um filme curtinho e com trama destrambelhada, ainda é, pra mim, o mais marcante filme do gênero.

Agora só falta um top 10 com os filmes da Sony, que fica para outra hora.

Top 10 DC/Warner (v. 2019.1)

Conforme prometido, segue minha lista de 10 melhores filmes de super-heróis DC pela Warner:

10º – Superman – O Retorno (2006):
A tentativa da Warner de trazer o Homem de Aço, quase 20 anos depois (desde de Superman IV, de 1987), de volta aos cinemas, não deu muito certo e a continuação foi cancelada, mas a atuação de Kevin Spacey (antes dos atuais acontecimentos) como Lex Luthor é memorável;

9º – Batman – O Cavaleiro das Trevas (2008):
A segunda parte da trilogia de Nolan nos presenteou com a inesquecível atuação de Heath Ledger como o Coringa, uma das mais aclamadas encarnações do vilão até hoje;

8º – Batman – O Retorno (1992):
Na segunda investida de Tim Burton dirigindo um filme do Batman (Michael Keaton), tivemos as também ótimas participações de Michelle Pfeiffer e Danny DeVito como os vilões Mulher-Gato e Pinguim, respectivamente.

7º – Batman – O Filme (1989):
A chegada de Tim Burton (estranho não ter a participação de Johnny Depp nesse filme…) à franquia do Batman. Jack Nicholson arrasando como Coringa;

6º – O Homem de Aço (2013):
Henry Cavill ficou fisicamente muito foda como Superman, apesar de um filme cheio de defeitos no roteiro e com um Homem de Aço descaracterizado;

5º – Superman – O Filme (1978):
Richard Donner + Christopher Reeve = Épico;

4º – Mulher-Maravilha (2016):
O único filme da última safra da Warner que se salva. Apesar de um terceiro ato zoado, é o melhor filme de heroína (e um dos únicos, por ora) até então;

3º – Aquaman (2018):
Visualmente lindo, cheio de ação e divertido, tudo o que os filmes da DC/Warner não tinham sido até então no século XXI;

2º – Superman II (1980):
Esse filme vai estar para sempre guardado em meu coração, com aquelas lutas épicas – apesar de seus efeitos especiais limitados, pela época – do Superman (Reeve) contra os criminosos kryptonianos Zod (Terence Stamper) e seus comparsas, e o Lex Luthor de Gene Hackman engraçado e sempre tentando se dar bem mesmo em desvantagem;

1º – Watchmen (2009):
Dez anos depois, é ainda o meu filme preferido de super-heróis. Do tempo em que Zack Snyder ainda sabia fazer filmes rs

Hulu anuncia novas séries animadas de personagens Marvel

A Marvel fechou uma parceria com o serviço Hulu para uma encomenda de quatro séries animadas – Howard, o Pato, M.O.D.O.K., Hit-Monkey (Assassímio) e Tigra & Dazzler (Tigresa e Cristal). Segundo o Hollywood Reporter, todos os personagens irão se reunir em um especial intitulado The Offenders (Os Ofensores).

Howard, o Pato já ganhou um live-action de 1986, odiado por muitos e retornou uma cena pós-créditos de Guardiões da Galáxia. Criado por Steve Gerber em 1973, a série será escrita por Kevin Smith (The Flash, Supergirl) e Dave Willis (Your Pretty Face is Going to Hell), com o personagem título ajudando sua melhor amiga Beverly para retornar ao seu planeta natal antes que o Dr. Bong possa matá-lo e cozinhá-lo.

M.O.D.O.K. adapta o personagem criado por Stan Lee e Jack Kirby em 1967. A série é escrita e produzida por Patton Oswalt (Happy!) e Jordan Blum (Community) ao lado de Jeph Loeb (Legion). A série seguirá o supervilão título com a cabeça realmente grande e o corpo muito pequeno enquanto ele luta para manter o controle de sua organização e sua família necessitada.

Assassímio segue um macaco japonês da neve que treina com o fantasma de um assassino americano para se preparar para uma viagem de vingança sangrenta e cômica através do submundo de Tóquio. O personagem foi criado em 2010 por Daniel Way e Dalibor Talajic e a série está sendo escrita e produzida por Josh Gordon e Will Speck (Office Christmas Party) e Jeph Loeb.

Tigresa e Cristal acompanha as melhores amigas/super-heroínas enfrentando uma das suas maiores batalhas: reconhecimento de outras pessoas superpoderosas em Los Angeles. Tigresa foi criada por Linda Fite e Marie Severin em 1972, e Cristal foi criada por Tom DeFalco, Roger Stern e John Romita Jr. em 1980. A nova série será escrita e produzida por Erica Rivinoja (The Last Man on Earth) e Chelsea Handler (Chelsea) ao lado de Jeph Loeb.

Fontes: Poltrona Nerd e Marvel Wikia.

Novo trailer de Capitã Marvel

Lançado nessa madrugada o segunda trailer de Capitã Marvel. Assista legendado:

O novo vídeo traz a continuação da cena em que Carol Danvers (Brie Larson) soca uma “velhinha” no metrô, temos alguns skrulls (vilões do filme) de relance, mais diálogo entre Carol e Nick Fury (Samuel L. Jackson) e as cenas finais da Capitã Marvel no espaço usando seus poderes são o máximo! ♥

Também tivemos a revelação de um novo e lindo pôster:

Capitã Marvel, dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, chega aos cinemas tupiniquins em 7 de marco de 2019.

RIP Stan Lee

Faleceu hoje Stan Lee, aos 95 anos, o criador dos primeiros e principais personagens da Editora Marvel, que hoje são sucesso tanto nos cinemas – nos filmes em que sempre apareceu em rápidas aparições especiais desde “X-Men” (2000) – quanto fora deles.

Amanhã – ou depois, dependendo do meu tempo disponível – publicarei aqui um post especial sobre a carreira e vida dele e também uma tirinha em sua homenagem no Little Cops (Facebook e Twitter). Fiquem ligadinhos.

Que descanse em paz o homem e a lenda!

[Indicações de HQs #10] Crise nas infinitas terras:

CRISE

 

Crise nas Infinitas Terras:

A grande catalisadora das crises dentro do universo DC.  O grande marco da editora. A grande mudança. Muitos reclamam hoje das reviravoltas a fim de recontar e “consertar” os erros editorias através de crises e mais crises que dão um nó na cabeça de qualquer fã de quadrinhos. Mas isso não é nada novo, já que a Crise nas Infinitas Terras, com roteiro de Marv Wolfman e arte de George Pérez, foi pensada para isso e lá os fãs mais xiitas já chiavam por causa disso assim como hoje. A diferença é que era por carta e não via redes sociais.

Mas por que ler uma aventura que nem sequer tem a ver com mais nada da editora? Por que é um dos crossovers mais épicos do mercado de super-heróis. Marv e Pérez realmente impressionaram a todos com o número de personagens de todos os recantos do multiverso DC. Entre versões alternativas, futuristas, linhas do tempo e por aí vai. Marv Wolfman já trabalhava com Pérez em “Novos Titãs” e este é especialista em quadrinhos com muitos personagens, logo o projeto estava em ótimas mãos.

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Tudo começa com a destruição da Terra 3 e mandando seu único sobrevivente, Alexandre Luthor, para o misterioso Monitor, que através de sua pupila, a Precursora, reúne um grupo de superseres (entre heróis e vilões) para tentar conter uma onda de anti-matéria que está destruindo o multiverso como um todo. Quando o Monitor acaba sendo morto, todos os superseres dos universos sobreviventes se unem contra a criatura conhecida como Anti-Monitor do universo negativo de antimatéria. Ao final de toda a saga, apenas uma única Terra passou a existir no universo DC iniciando uma nova fase da editora.

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A saga se dividiu em 12 partes e objetivo era terminar com o multiverso da DC, já que causava uma grande confusão para os leitores que se perdiam em quais versão estava lendo no momento. Como mencionei nos outros textos, muito heróis precisavam de uma modernização ou ainda de um reboot total. Como o Superman, que até então era praticamente invulnerável, e algumas continuidades que precisavam de ajustes. Da mesma maneira que hoje faz a editora com Flashpoint ou DC: Rebirth.

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Mas engana-se quem acha que a história é confusa por abranger tantos personagens. O roteiro de Wolfman consegue amarrar todas as pontas do universo DC e deixar ele coeso o suficiente para se reiniciar todos seus personagens em uma nova numeração, e Pérez da um show de cenas de batalhas com os maiores personagens que a DC tinha até 1986.

 

Essa aventura já foi publicada e republicada várias vezes, portanto não é tão difícil de encontrar. Desde formatinho antigos da Editora Abril, encadernados capa cartonada da Panini, e mais recentemente, uma encadernação em capa dura também da Panini.