[Primeiras Impressões] Legends of Tomorrow

LoT

Em janeiro estreou essa série aí da Warner com uma proposta bacana: utilizar personagens subaproveitados da DC que fizeram participações em “Arrow” e “Flash” numa superequipe que VIAJA NO TEMPO para caçar um vilão imortal. OK, mesmo sem ter assistido A UM episódio das séries do Arqueiro Verde e do ~Homem Mais Rápido do Mundo~, fui lá e assisti aos 7 primeiros episódios, e deixo aqui as minhas primeiras impressões, a começar pelos personagens:

  • Capitão Rip Hunter (Arthur Darvill): saído de outra série sobre viagens no tempo (Doctor Who), Darvill aqui encarna o viajante vindo do futuro que monta a equipe para auxiliá-lo em sua caçada pelo tempo ao imortal Vandal Savage (Casper Crump), que matou sua família e conquistou o mundo;
  • Átomo (Brandon Routh): o cientista que criou um traje que o faz diminuir a tamanhos atômicos, morava em Star City, a cidade do Arqueiro;
  • Nuclear (Victor GarberFranz Drameh): sim, o Nuclear precisa de DOIS alteregos humanos pra funcionar, e Dr. Stein (Garber) e Jax (Drameh) são, respectivamente, o mais velho e o mais jovem da equipe. Faziam parte do seriado “Flash”;
  • Canário Branco (Caity Lotz): a ressuscitada ex-Canário Negro e assassina alucinada agora tenta se redimir de sua nova sede de sangue tentando ser útil à missão de Rip Hunter; Vinda da série “Arrow”;
  • Gavião Negro (Falk Hentschel) e Mulher-Gavião (Ciara Renée): o casalzinho (vindos de “Flash”) mais chato da série, eles são semidivindades do Egito que são mortos sempre pelo Savage e já reencarnaram trocentas vezes, só que dessa vez só Carter/Gavião Negro se lembra das vidas passadas, e acaba sendo morto – de novo – pelo Savage no segundo episódio. Burro!
  • Capitão Frio (Wentworth Miller) e Onda Térmica (Dominic Purcell): depois de fugirem de “Prison Break“, aqui eles são o bromance de vilões. Não curti o jeito canastrão de Miller e Purcell para esses papéis, e o Rory/Onda Térmica é um porre. O mundo acabando e os caras só pensam em roubar e matar, só atravancando a missão principal (apesar de atrapalhar, confesso que isso é legal às vezes). Vilões de “Flash”.
Gavião Negro, Mulher-Gavião, Capitão Frio, Onda Térmica, Capitão Hunter, Dr. Stein, Jax/Nuclear, Canário Branco e Átomo.

Gavião Negro, Mulher-Gavião, Capitão Frio, Onda Térmica, Capitão Hunter, Dr. Stein, Jax/Nuclear, Canário Branco e Átomo.

 

Bom, eu ainda tô na esperança inicial, de me divertir com um grupo de super-heróis (e vilões) que viajam no tempo e talz, quem sabe ainda pode rolar uma coisa meio Doctor Who + Heróis DC, mas tá fodinha. “Legends of Tomorrow” tem um roteiro bem fraquinho. Fui pesquisar e descobri que um dos criadores e roteiristas da série, Marc Guggenheim, é o mesmo cara que concebeu os roteiros dos filmes “Lanterna Verde” (2011) e “Percy Jackson e o Mar de Monstros” (2013), dois lixos fracassos de bilheteria. Assim fica difícil de defender. Fora os efeitos especiais que não são lá essas coisas (OK, sei que é caríssimo caprichar nisso numa série de TV, mas esse fator acaba pesando muito no contexto geral), e a maioria dos protagonistas são bem fraquinhos na atuação. Os únicos que se salvam são Victor Garber (que vocês devem se lembrar como o engenheiro do Titanic), e do – pasmem – Brandon Routh (um dos fatores que contribuíram para o naufrágio de “Superman – O Retorno”, de 2006) -. Até o Stephen Amell (Arqueiro Verde), que vocês amam tanto, é RUIM PRA CARALHO PQP!

Mas ó, pra vocês não me chamarem de marvete incorrigível, tô dando uma chance à série e vou continuar assistindo, já que esta 1ª temporada terá ao total 16 episódios, fora que “Legends of Tomorrow” tem uma coisa – e não sei porquê – de, mesmo sendo uma série fraca, deixa a gente com vontade de continuar assistindo. Pretendo lançar resenha depois da season finale.

E o que vocês tão achando? Até agora não ouvi ninguém falar que acompanha a série. Será só eu o diferentão? rs

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Trailer final (e legendado) de “X-Men: Apocalipse”

xmapocalipse

A essa altura todos já devem ter assistido, mas mais para deixar registrado minhas impressões no blog, segue o trailer final e legendado de “X-Men: Apocalipse”:

Bom, a edição desse vídeo foi para mostrar para quem ainda não estava EMPOLGADO com esse filme o que esperar do mesmo, pois está recheado de ação. Só achei que mostraram quase todo o filme, mas enfim.

Com Apocalipse (Oscar Isaac) agora com eco na voz, o mundo está sendo destruído enquanto os X-Men da Jennifer Lawrence (parece que a Mística vai aparecer pouco mesmo) enfrentam os Cavaleiros do Apocalipse, é Ciclope (Tye Sheridan) contra Tempestade (Alexandra Shipp), Fera (Nicholas Holt) contra Psylocke (Olivia Munn), Noturno (Kodi Smit-McPhee) contra Anjo (Ben Hardy) num ringue, Mercúrio (Evan Peters) sendo engraçadinho ao revelar que Magneto (Michael Fassbender) é mesmo seu pai, e até um Wolverine (Hugh Jackman) dá o ar da graça no finalzinho.

“X-Men: Apocalipse”, dirigido por Bryan Singer, estreia no Brasil em 19 de maio.

[Indicações de HQs #3] Marvels

MARVELS

De volta com as indicações de HQs da Marvel, hoje vou falar não só de uma das melhores minisséries Marvel como uma das maiores obras da 9ª arte (vulgo histórias em quadrinhos): Marvels.

Lançada em 1994 e escrita por Kurt Busiek (“Astro City” e “Vingadores”) e desenhada pelo mestre Alex Ross (“Superman: Paz na Terra”, “O Reino do Amanhã”), Marvels é toda especial não só pela arte realista e quase viva de Ross mas por nos mostrar os heróis Marvel sob a ótica de pessoas comuns, que aqui é representada pelo repórter fotográfico novaiorquino Phil Sheldon, que chama os super-heróis de “maravilhas” (“marvels”).

A minissérie tem 4 edições e cada uma delas é focada em um grande momento do Universo Marvel:
Nº 1 – O surgimento do Tocha-Humana original: não estamos falando do integrante do Quarteto Fantástico – que viria a ser criado por Stan Lee e Jack Kirby mais de 20 anos depois – e sim, do androide flamejante concebido pelo cientista Phineas T. Horton e que é o primeiro herói da Marvel. Nesta história, que começa se passando em 1939, em Nova York no começo da IIª Guerra Mundial, temos todas as dúvidas existencialistas do Tocha e de como ele apareceu em público pela 2ª vez, e acaba enfrentando Namor, o Príncipe Submarino que, àquela época, detestava a humanidade. Vemos aqui Phil Sheldon bem novinho, que era colega de J. J. Jameson, também bem garotão, ainda sem o bigodinho de Hitler e antes mesmo de ser o editor-chefe do periódico mais famoso da Marvel, o Clarim Diário. Ainda temos as primeiras aventuras do Capitão América em solo europeu combatendo Hitler e os nazistas e, por fim, Tocha Humana e Namor enfim sendo visto como heróis ao lado do Capitão e de diversos outros heróis hoje esquecidos no supergrupo chamado Invasores, combatendo o exército do Eixo;
Nº 2 – O surgimento dos mutantes: Phil Sheldon testemunha, estarrecido, a reação negativa da população novaiorquino à “ameaça” dos mutantes, e quando eles veem pela primeira vez os jovens X-Men (originais, Ciclope, Garota-Marvel, Fera, Homem de Gelo e Anjo). A história ainda é intercalada com a sensação do momento, o Quarteto Fantástico, que eram tratados como supercelebridades pelos jornais, revistas e população, enquanto os mutantes cada dia são mais odiados. Phil tem uma outra perspectiva da histeria antimutante quando uma garotinha mutante chamada Maggie (que aparece nos braços do Anjo na capa) se esconde no porão de sua casa, e que por causa do sofrimento da menina torna esta a história mais triste de Marvels;
Nº 3 – O surgimento de Galactus e o Surfista Prateado: o que aconteceria se, num dia aparentemente comum e ensolarado, você visse o céu repentinamente coberto por chamas e, depois, repleto de imensas rochas flutuantes que parecem prestes a cair sobre a cidade? No mínimo acharia se tratar do fim do mundo, não? E pra completar esse cenário apocalíptico, ainda temos um alienígena prateado voando numa prancha e um gigante montando uma máquina infernal, avisando que o planeta Terra vai ser de lanchinho para ele. Essa história, onde vemos o Quarteto Fantástico salvando a Terra é uma das mais emocionantes também;
Nº 4 – A morte de Gwen Stacy: Aqui, Phil Sheldon, já velhinho, finalmente lança seu livro “Marvels”, que contém suas melhores fotos das maravilhas, e passa a investigar a morte do Capitão Stacy, cujo assassino todos pensam ser o Homem-Aranha, mas Phil não acredita nisso e quer descobrir toda a verdade por trás do caso, e procura a filha do morto, Gwen, que também é a namorada de Peter Parker. Após mais uma invasão atlante liderada por Namor, Gwen acaba sendo sequestrada pelo vilão Duende Verde, que acaba enfrentando o Aranha na ponte do Brooklyn e daí todos nós sabemos o desfecho dessa história… E isso muda para sempre a visão que Phil tinha sobre suas maravilhas.

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Resumindo, Marvels é uma obra-prima, emocionante e divertida do começo ao fim, ainda mais pelo fato de Alex Ross, que é conhecido usar referências em pessoas reais para a criação dos personagens, encheu a minissérie de easter eggs – como por exemplo, Tony Stark ter a cara do ator Timothy Dalton ou dos Beattles e uma caralhada de outras personalidades estarem na cena do casamento de Reed Richards e Susan Storm – e uma ótima introdução do Universo Marvel para os novatos e um prato cheio de nostalgia para os fãs veteranos. Marvels já foi relançada várias vezes no Brasil e pode ser encontrada em grandes livrarias.

 

Tilda Swinton aborda a controvérsia sobre sua escalação em “Doutor Estranho”

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A atriz Tilda Swinton respondeu à controvérsia na questão de seu papel no novo filme do Marvel Studios, “Doutor Estranho”. No filme, Swinton interpreta O Ancião, um poderoso mago que age como mentor para o personagem-título de Benedict Cumberbatch, mas que nos quadrinhos costuma ser um homem asiático. A recente estreia do primeiro trailer de “Doutor Estranho”, a aparência careca de Swinton interpretando o personagem, espalhou uma controvérsia sobre o visual da atriz no filme. A controvérsia ganhou mais lenha na fogueira após a imagem liberada da Scarlett Johansson no vindouro filme live-action “Ghost in the Shell” (“O Fantasma do Futuro” no Brasil), que é baseado num mangá e que é tido como outro exemplo de “whitewashing” (“brancalização”) em personagens por Hollywood.

Swinton respondeu à polêmica ontem à noite (21), em Nova York. “Bem, este não é um personagem asiático, na verdade – é o que eu preciso contar a vocês sobre isso”, disse a atriz ao The Hollywood Reporter. “Eu não fui chamada para interpretar um personagem asiático, você pode ficar bem certo quanto a isso”. Swinton ainda acrescentou que “você precisa esperar e ver, porque não é um personagem asiático”.
Os comentários de Swinton se encaixam com aqueles feitos pelo presidente do Marvel Studios Kevin Feige, que discutiu a escalação da atriz no ano passado quando o Entertainment Weekly visitou o set de “Doutor Estranho” em Londres. De fato, Feige defendeu a escolha por Swinton como progressista e não reacionária.
“Nós nunca estamos receosos em mudar algumas coisas” disse Feige. “Nos quadrinhos, Jarvis era um mordomo branco e de meia idade. Nos filmes, ele é uma inteligência artificial que se transforma no Visão (Paul Bettany). Então, nós sempre estamos olhando por caminhos que mudem as coisas. Eu acho que se você olhar em algumas encarnações anteriores do Ancião nos quadrinhos, eles eram o que poderíamos considerar nos dias de hoje bastante esteriótipos. Eles não se encaixam no que iria funcionar nos dias atuais. Além disso, dentro do enredo do nosso filme, o Ancião é um título passado para muitas pessoas. Então, como nós estamos olhando, francamente, para a diversidade do filme, nós fizemos certo bem antes, ‘E se o Ancião fosse uma mulher? E se o título fosse passado e o atual Ancião for uma mulher? Oh, isso é uma ideia interessante. Tilda Swinton! Uau!’ E isso apenas deu certo”.

Fonte: Entertainment Weekly

Não sei vocês, mas fiquei bem satisfeito com as explicações de Tilda e Faige. Isso quer dizer que o Ancião do filme NÃO É O MESMO DOS QUADRINHOS, e ele não só NÃO É ASIÁTICO como pode ser outra coisa, quiçá vindo de outra dimensão. Estou muito ansioso para ver no que isso vai dar!

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– Miga tem um bicho em você! – AI MATA – Tá

 

[Resenha] Supergirl – 1ª temporada

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Chegou ao fim nesta semana a 1ª temporada da série “Supergirl”, da CBS. Originalmente com 10 ou 11 episódios encomendados, a série fez tanto sucesso que conseguiu ganhar 20 no total para a 1ª temporada, e é quase certo que ganhará uma 2ª no ano que vem (até o momento, a CBS não confirmou e nem negou).

“Supergirl” (obviamente) conta a história de Kara Zor-El, prima do Superman que, quando Krypton estava prestes a explodir, foi enviada à Terra aos 13 anos de idade para proteger Kal-El, este que ainda era bebê, só que algo deu errado e sua nave ficou presa por anos na Zona Fantasma, e quando finalmente caiu na Terra, descobriu que Kal-El já havia crescido e se tornado o Superman, enquanto ela ainda tinha 13 anos, pois sua nave a deixou em êxtase. Kara foi criada por Eliza e Jeremiah Danvers, cientistas cujos quais já tinham uma filha chamada Alex. O tempo passou e eu sofri calado e Kara cresceu escondendo de todos os seus poderes, e trabalha como assistente da rainha da mídia Cat Grant, até que um dia teve que salvar um avião comercial que estava prestes a cair em National City. Com a ajuda de seus amigos Winn e James Olsen, adotou o uniforme azul e vermelho com S no peito e ficou conhecida como Supergirl. Posteriormente, descobriu que sua irmã adotiva Alex trabalha para uma agência secreta do governo, a DOE, uma espécie de MIB que monitora e captura alienígenas na Terra, e que também, quando sua nave saiu da Zona Fantasma trouxe consigo Forte Rozz, uma prisão kryptoniana cheia de superalienígenas criminosos, e Kara acaba entrando para a equipe da DOE para recapturar esses criminosos.

Quem são os personagens recorrentes de “Supergirl”? Pois bem:
Kara Danvers/Supergirl (Melissa Benoist): Durante o dia ela é a tímida assistente de Cat Grant, a amável megera dona da CatCo, e à noite trabalha com a DOE caçando alienígenas em National City, e nos intervalos, faz resgates e salvamentos de sainha e capa. É apaixonada por James Olsen, mas é tímida e orgulhosa demais para admitir isso;
James Olsen (Mehcad Brooks): ao contrário de sua contraparte dos quadrinhos, não gosta de ser chamado de “Jimmy”, e é um fotógrafo-jornalista vindo de Metropolis e acaba virando designer na CatCo, a contragosto. Também tem uma quedinha em Kara, mas namora a militar Lucy Lane (Jenna Dewan-Tatum), irmã de Lois;
Winn Schott Jr (Jeremy Jordan): outro que é apaixonadinho por Kara (e quem não é?), ele é “”hacker”” e trabalha na TI da CatCo. Ele foi a primeira pessoa que Kara contou que é a Supergirl, e ele a ajudou a criar o uniforme e a ajuda nas missões;
Cat Grant (Calista Flockhart): a personagem mais engraçada da série, é com ela que damos boas risadas. É megera, mandona, blasé, praticamente uma Miranda Priestly, mas apesar de seus comentários ácidos e que sempre usam referências pop, é um farol de sabedoria e exemplo de liderança para Kara;
Alex Danvers (Chyler Leigh): A irmã adotiva de Kara trabalha secretamente na DOE (Departamento de Operações Extranormais) caçando alienígenas criminosos. Ela é boa de briga e com armas, e enfrenta os vilões do dia quase de igual pra igual com sua irmã;
Hank Henshaw (David Harewood): É o chefe da DOE e, no começo, rabugento e implicante, mas que com o passar da 1ª temporada se mostrou um excelente aliado de Supergirl e seu passado está intrinsecamente ligado com o dos pais adotivos de Kara, e secretamente é um dos personagens mais importantes do Universo DC (não vou te dar esse spoiler tão fácil assim rs).

Alex, Winn, Super Garota, James e Cat.

Alex, Winn, Super Garota, James e Cat.

 

Na série já tivemos aparições de vários vilões – em sua maioria, da galeria do Superman-, tais como Reactron, Curto-Circuito, Índigo, Bizarro, Banshee Prateada e até o androide Tornado Vermelho (ex-Liga da Justiça). Além da participação/crossover – que foi o ponto alto da série até aqui – do Flash (Grant Gustin), da série homônima, no episódio 18, curto muito as aparições de vários atores e atrizes que têm passado com Superman em outras mídias, tais como Helen Slater (a Supergirl do filme de 1984) e Dean Cain (o Superman de “Lois & Clark”, série de 1993-1997), que são os pais adotivos de Kara; e de Laura Vandervoort, que foi a Supergirl da série Smallville (2001-2011) e aqui é a vilã Índigo. E ainda tivemos a participação de Blake Jenner, casado com Melissa Benoist desde o ano passado (se conheceram quando contracenaram em Glee), que aqui fez Adam Foster, o filho bastardo de Cat Grant e deu uns beijinhos em Kara rs

“Supergirl” é, majoritariamente, um DRAMA, daqueles bem novelão mesmo, de fazer chorar (às vezes), mas é recheado de humor, ação, pancadaria e ficção científica. Meu episódio favorito, além do último, “Better Angels”, que deixa um gostinho de quero mais com o mistério de quem chegou em National City numa nave kryptoniana parecida com a da Kara (eu quero muito que seja KRYTPO), é “Falling”, o 16º, onde Supergirl é afetada por kryptonita vermelha e tem a personalidade alterada para uma versão arrogante, corrupta e ameaçadora, e a cena onde ela está sentada no bar e começa a brincar de tiro ao alvo com amendoins nas garrafas de bebidas numa clara homenagem a uma cena de “Superman III” (1983), ficou ótima. Outra homenagem aos filmes com Christopher Reeve foi quando, no último episódio, ela faz o “truque da garrafa de champanhe”, tal qual em “Superman II” (1980).

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Apesar de ser meio paradinha às vezes, pois o drama e o relacionamento entre os personagens aqui têm prioridade, e de a série não ser apenas da super-heroína do título, e aquele problema por minha relatado no post sobre minhas primeiras impressões da série, sobre as lutas serem muito mal coreografadas, fora os efeitos especiais serem, muitas vezes, bem chinfrins (quando eles voam, é impossível não reparar que estão sendo erguidos por cabos devido à movimentação “fake“), “Supergirl” é uma série divertida, descomplicada e altamente recomendada para fãs de quadrinhos.

Título original: “Supergirl”.
Ano de estreia: 2015.
Criado e produzido por: Greg Berlanti, Alli Adler e Andrew Kreisberg.
Elenco: Melissa Benoist, Mehcad Brooks, Calista Flockhart, Chyler Leigh, Jeremy Jordan e David Harewood.
Duração: 20 episódios de +/- 45 minutos cada.
Nota: 7,5.

[Resenha] Authority #1

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Authority, criação de Warren Ellis (Transmetropolitan), Bryan Hitch (Stormwatch) e Paul Neary (Os Supremos), é um dos quadrinhos mais importantes de todos os tempos, e só recentemente, com o relançamento encadernado da Panini Comics, pude lê-lo. Lançado originalmente em 1999 pela editora Wildstorm, os direitos de Authority foram adquiridos pela DC Comics e relançados pela mesma, material este que chega em nova edição no Brasil. O encadernado compila os 8 primeiros números da série, e é dividido em dois arcos de 4 partes: o primeiro é “O Círculo”, que trata da tentativa quase bem sucedida do vilão asiático Kaizen Gamorra (claramente inspirado em Fu Manchu), regente da Ilha Gamorra que é dotada de tecnologia superior e conta com um exército quase infinito de clones superpoderosos, de deixar sua “marca” no mundo – literalmente -; e “Transnaves”, arco que nos apresenta e Regis e Yngvi, os regentes de Volúvel Albion, uma Inglaterra de um universo paralelo, que tentam conquistar nosso planeta com sua horda de naves steampunks.

Agora, uma introdução aos membros da superequipe de Authority:
Jenny Sparks: uma das integrantes do Stormwatch (superequipe antecessora, também criada por Ellis, e que trabalhava para a ONU), ela é secular, nunca envelhece e controla a eletricidade. É a cabeça da equipe;
Engenheira: humana que teve seu corpo fundido a uma tecnologia alienígena, ela é a “hacker” do time e pode controlar computadores e possui superforça, super-resistência etc;
Jack Hawksmoor: seu poder é o mais estranho da equipe: ele está ligado a todas as cidades do mundo, e ele pode conversar com elas;
Doutor: mestre supremo do misticismo, ele possui o conhecimento milenar de todos os Doutores que vieram antes dele, e pode realizar feitiços que transmutam a matéria;
Apolo: o “Superman” da equipe, tem seus poderes abastecidos pelo Sol e pode voar, lançar rajadas pelos olhos, tem força, resistência, velocidade e reflexos tudo em nível ultra;
Meia-Noite: aparentemente o mais fraco da equipe mas que, aliando sua habilidade em lutas, atributos super-humanos e a capacidade de calcular os movimentos dos inimigos, é um oponente quase imbatível, tipo o Batman. Tem um caso com Apolo, sendo eles um dos primeiros casais gay dos quadrinhos;
Swift: além de ter asas e garras de ave nos pés, tem superforça e super-resistência.

(Da esq. para dir.) Swift, Apolo, Doutor, Meia-Noite, Engenheira, Jack Hawksmoor e Janny Sparks.

(Da esq. para dir.) Swift, Apolo, Doutor, Meia-Noite, Engenheira, Jack Hawksmoor e Janny Sparks.

 

Authority, em sua base móvel chamada de Balsa, uma nave gigantesca e consciente que pode navegar entre as dimensões e dar acesso à equipe a qualquer lugar da Terra através de “portas”, lida com ameças de nível global e não medem esforços para combater o mal, inclusive não pensando duas vezes antes de dizimar seus inimigos e milhares de civis durante o processo, como visto no final do arco “Transnaves”, dando sentido ao nome Authority, como se eles fossem a autoridade máxima da Terra, acima da lei e caminhando na linha tênue entre super-heróis e ditadores globais.

Authority é uma leitura recomendada e mostra uma trama num tom diferente do que estamos acostumados com superequipes do eixo Marvel/DC. Aliás, como disse anteriormente, os direitos da equipe foram adquiridos pela DC e eles foram integrados à continuidade da editora em 2011, durante o reboot “Os Novos 52”, sob o nome Stormwatch, por Paul Cornell e Miguel Sepulveda, e a equipe inclusive foi integrada pelo Caçador de Marte (J’onn J’onz).
Estou ansioso para ler as outras edições da equipe!

Título original: “The Authority”.
Ano: 1999.
Autores: Warren Ellis, Bryan Hitch e Paul Neary.
Editora: Panini Comics.
Lançamento: Dezembro/2015.
204 páginas
Nota do Gilga: 9.

[Indicações de HQs #2] Batman – Ano Um

Batman Ano Um

Bem vindos, pessoas… Meu nome é J.R. Weingartner Jr., sou artista, professor e historiador. Leio quadrinhos desde que me conheço por gente, foi minha primeira leitura na vida. Mergulhei no universo do super-heróis desde os anos 90 (sim, péssimo momento, mas era o que tinha). Estrei sempre trazendo dicas para boas leituras da editora DC Comics. E hoje começo com Batman: Ano Um.

Era 1986, quando pela primeira vez um universo de super-heróis inteiro foi reescrito. Diante do novo mercado que se reestruturava, a DC sentiu a necessidade de rever seus heróis e trazê-los para um novo público que se apresentava. Para isso, chamou os melhores profissionais da época e entregou para cada, um dos seus maiores heróis. Batman ficou na mão do genial Frank Miller com arte de David Mazzucchelli, e daí criou-se Batman: Ano 1.

A ideia era mostrar o Batman em inicio de sua vida como vigilante, cometendo erros, mostrando que ele ainda não é o maior detetive do mundo e nem o artista marcial que todos esperam. Ainda assim ele consegue aprender com seus erros e no decorrer da história, ele mostra que a cidade agora pode contar com ele como vigilante. Mas o personagem que mais chama a atenção, ao meu ver, é James Gordon, que está se mudando para Gotham em início de carreira e se deparando com toda a corrupção que a cidade está afundada. E a cada momento é possível sentir toda frustração de Gordon perante a situação.

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Outra personagem que tem seu destaque é Selina Kyle, mostrada como uma prostituta que se liberta do abuso do cafetão e, inspirada pela aparição do Batman, decide iniciar sua carreia como ladra profissional. Esse ponto de sua história quase não foi lembrada após a mini-série mas sua situação de abuso fica bem óbvia no cenário desta Gotham City. Aliás, o ambiente da cidade é mostrado de maneira única com toda a violência, sujeira e corrupção que uma cidade pode afundar.

Frank Miller mostra suas melhores qualidades como autor nessa obra. Arquiteta todo caos que Gotham se afundou e mostra que mesmo nas piores situações, existem pessoas dispostas a realmente fazer o que é certo. A arte de Mazzucchelli foi ideal para representar esse decadência e toda violência que se apresenta. Muitas das características de “Ano um” são possíveis de se ver em adaptações do Batman para outra mídias como o seriado “Gotham” e nos filmes do diretor Christopher Nolan. E ainda assim, a mini-série tem uma animação que adapta quase fielmente o trabalho original.

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Para iniciar a leitura de Batman, esse seria uma das primeiras histórias a ser lidas. Se compreende o cenário de Gotham, seus personagens, seus problemas e o herói que tenta mudar as coisas. A editora Panini já publicou o material em capa dura que ainda é fácil de achar em lojas especializadas.

 

por J.R. Weingartner Jr. Com a tag , ,

[Resenha] The Shannara Chronicles

TSC

“The Shannara Chronicles” é uma série da MTV lançada em janeiro deste ano e com uma temporada de 10 episódios, e é baseada no segundo livro da série de fantasia épica do autor Terry Brooks, conhecida como a Trilogia da Espada de Shannara. A história bebe na fonte de O Senhor dos Anéis e nas mitologias nórdica e grega, e se passa, segundo a série, 3000 anos depois de uma grande guerra onde a humanidade foi praticamente riscada da face da terra (como fica bem ilustrado na abertura abaixo), e dos escombros deste cenário pós-apocalíptico surgiram os chamados Quatro Reinos, onde vivem os humanos, elfos, orcs e gnomos, onde a tecnologia não existe mais, apenas uma terra medieval com cavaleiros, espadas, castelos e, outrora, até usuários de magia.

Criada por Alfred Gough e Miles Millar – os mesmos caras de “Smallville” e “Into The Badlands” (já falei da série aqui) – e produzida pelo próprio Terry Brooks e Jon Fraveau (diretor de “Homem de Ferro” e “Homem de Ferro 2” e intérprete do Happy Hogan nos três filmes do Ferroso), a temporada “The Shannara Chronicles” começa com a notícia de Ellcrys, uma árvore mágica situada dentro do castelo em Arbolon, está morrendo, árvore essa que é o “selo” do enclausuramento de Dagda Mor, um poderoso demônio e sua horda demoníaca, e, a cada folha que cai da árvore liberta um demônio da prisão. Enquanto o exército de Dagda Mor e ele próprio são fortalecidos conforme as folhas de Ellcrys caem, o druída Allanon ressurge depois de 30 anos para garantir que Ellcrys seja replantada com a semente que ela deixará quando morrer completamente, e só quem pode levar a semente até um lugar de localização desconhecida e que é chamado de “Sepulcro” (“Safehold” no original) é Amberle, a filha do rei dos elfos, pois ela foi escolhida pela própria Ellcrys, e assim garantir que os demônios voltem a ser enclausurados na Proibição.

Amberle, Wil e Eretria.

Amberle, Wil e Eretria.

 

Agora um pouco sobre cada personagem:
Amberle Elessedil (Poppy Drayton): elfa, princesa de Arbolon, foi escolhida por Ellcrys para garantir que a semente da mesma seja levada até o Sepulcro. Amberle recebe visões premonitórias da árvore quando toca nela. Numa das visões, soube que não teria que ir sozinha até o Sepulcro, mas acompanhada de Wil e Eretria;
Wil Ohmsford (Austin Butler): mestiço (meio humano e meio elfo), decide abandonar a vila onde vivia para tentar se tornar curandeiro em Arbolon, mas tem seu destino alterado quando conhece Amberle e por ela se apaixona. Wil também descobre, através de Allanon, que é um Shannara, a família dos magos mais poderosos de outrora, e as pedras azuis que ele carrega tratam-se das Pedras Élficas e que possuem grandes poderes.
Eretria (Ivana Baquero): humana e uma nômade, os famigerados ladrões de estradas, tenta passar a perna em Wil e rouba suas pedras élficas, mas ele as consegues de volta e Eretria acaba ficando em Arbolon para ajudar o rapaz e a princesa Ambrele, e também tem uma queda por Wil, garantindo assim, um dos triângulos amorosos da série;
Allanon (Manu Bennett): humano e o último druída ainda vivo, Allanon tem mais de 300 anos, mas aparenta não ter nem 40 (aliás, o ator tem QUARENTA E SEIS ANOS, mas tá inteiraço e gostosão, inclusive tá de parabéns também), e chega em Arbollon para garantir que Ellcrys renasça e devolva à Proibição Dagda Mor e seus demônios. Allanon tem uma espada retrátil fodona, além de saber lançar umas magias genéricas.

Allanon, que homem.

Allanon, que homem.

 

Bom, no começo a série me cativou bastante, realmente me senti envolvido pelo universo mágico de Terry Brooks. Todo aquele mundo fantástico medieval cheio de raças e magia criado sobre os escombros da Terra num futuro distante é bem bolado, mas a série começou a me desagradar a partir do episódio 6, “Pykon”, que tem violência gratuita e totalmente desnecessária e, se você parar para pensar, ao terminar de assistir a temporada, não mudaria em nada se esse episódio não existisse, fora que os episódios seguintes, excetuando o último que conclui a temporada de modo instigante e bem satisfatório, são forçados pra caramba, com o triângulo amoroso juvenil dos três protagonistas, a “”bissexualidade”” de Eretria, falta de representatividade – só atores brancos, lindos e perfeitos; só tem uma negra e dois asiáticos, um deles morre, e todos são elenco de apoio – e alguns desdobramentos da trama, tudo isso é bem decepcionante e compromete a diversão do seriado, fora que a produção cometeu vários deslizes científicos em cima do fato de, as ruínas da humanidade, em alguns lugares dos Quatro Reinos, estarem quase intactas depois de mais de três milênios.

Será que “The Shannara Chronicles” volta melhor na 2ª temporada (ainda não confirmada)? Não me animo muito. Ela serviu só pra me fazer querer adquirir e ler aos livros, cujos os dois primeiros – “A Espada de Shannara” e “As Pedras Élficas de Shannara” – já foram lançados no Brasil pela Editora Saída de Emergência.

[Atualizado em 20/04/15] Segundo o site Entertainmet Weekly, a MTV confirmou a renovação da série para a 2ª temporada.

Título original: “The Shannara Chronicles”.
Ano de estreia: 2016.
Criado e produzido por: Alfred Gough, Miles Millar, Terry Brooks e Jon Fraveau..
Elenco: Austin Butler, Poppy Drayton, Ivana Baquero, Manu Bennett e Aaron Jakubenko.
Duração: 10 episódios de +/- 42 minutos cada.
Nota: 6,5.

 

Saiu trailer embasbacante de Doutor Estranho!

DS

PQP CARAS!!! PQP CARAS!!!

Sim, a emoção é tanta que nem apresentei o trailer direito rs E eis que já temos o 1º vídeo do filme “Doutor Estranho”, próximo filme do Marvel Studios após “Capitão América: Guerra Civil”. Nele, vemos o carro acidentado de Stephen Strange (Benedict Cumberbatch), um neurocirurgião arrogante que perde os movimentos das mãos neste acidente, e ele parte em busca de uma cura, e acaba parando no Tibete onde conhece o Ancião (Tilda Swinton careca!!! ♥), que lhe ensina os primeiros passos para que ele possa se tornar o Mago Supremo. Aquela cena, enquanto o/a Ancião explica sobre as múltiplas realidades, onde uma cidade espelhada (!?) se dobra sobre si mesma enquanto Strange vai caindo, juro que me arrepiei todo, e a trilha maravilhosa ajudou bastante. E ainda tivemos vislumbres dos personagens Clea (Rachel Adams), Barão Mordo (Chiwetel Ejiofor) e o do Mads Mikkelsen, que ainda não sabemos quem é, mas parece que vai ser o vilão da trama.

Já nem quero saber de Guerra Civil (mentira), quero esse filme logo!

“Doutor Estranho” é dirigido por Scott Derrickson e estreia no Brasil em 3 de novembro.

Fiquem com os dois pôsteres do filmes, divulgados ontem e hoje, respectivamente.

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[Resenha] Batman vs. Superman

BVS

Finalmente pude conferir neste fim de semana o filme “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”. Apesar de vários sites criticarem o longa de maneira negativa, eu achei um filme bom, e a venda de ingressos também está indo tão bem que BvS é uma das maiores bilheterias de todos os tempos.
Bom, o filme não é exatamente perfeito, tem seus prós e contras. Vamos por partes falando de cada personagem importante na trama:

Superman (Henry Cavill): Depois de toda a destruição causada por ele em “O Homem de Aço”, é até compreensível que muitas pessoas o odeiem e o temam, e ele começa a história com o “filme queimado”. Apanha mais que cachorro de rua o filme todo;

Batman (Ben Affleck): Tive que dar o meu braço a torcer. Affleck ficou perfeito para o papel, um Bruce Wayne mais velho e rancoroso, sem contar que o queixão quadrado dele lembra muito o Batman do desenho animado criado por Bruce Timm.

Lex Lutor (Jesse Eisenberg): Sinceramente não gostei da abordagem dada ao personagem, um Lex surtadinho e que dava grunhidos descontrolados entre suas falas. Acho que os roteiristas confundiram o vilão do Superman com o do Batman e ele lembrava um pouco o Coringa. Fora que aquele jeito travadão de pó (conforme muito bem observado pelo Marcelo Hessel do Omelete) que fazia com que ele não calasse a boca um instante em suas cenas;

Mulher Maravilha (Gal Gadot): A personagem está poderosa e com boa presença em cena. Só o que me incomoda um pouco ainda é que a Gadot é muito modelo magrela de passarela, o que não condiz com uma guerreira amazona com séculos de idade. Dá uma engordadinha aí, gata. Fora que a atuação dela não é lá essas coisas;

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Liga da Justiça: Enquanto o Marvel Studios precisou de seis filmes para apresentar todos os personagens que compõem Os Vingadores, para depois mostra-los unindo-se no mesmo filme, a Warner precisou basicamente de um – Batman vs. Superman – para nos mostrar – pelo menos, rapidamente, no caso dos outros heróis – os membros de sua Liga da Justiça, filme cujo qual já estreia ano que vem, após o filme solo da Mulher Maravilha, no mesmo ano, e ao do Esquadrão Suicida, em agosto deste. Achei ousado e arriscado? Sim, até porque vamos ver a origem do Ciborgue só em 2020, então sabe-se lá se isso vai dar certo mesmo, só no ano que vem para sabermos.

Outra coisa que não curti foi o fato do filme favorecer muito mais o Batman do que o Superman, afinal, o filme só aconteceu do que jeito que foi por causa dos acontecimentos mostrados em “O Homem de Aço” (2013), e BvS era pra ser um “O Homem de Aço 2”, mas não foi, e sim serviu só pra mostrar principalmente o Homem Morcego que, apesar de ter a trilogia do Christopher Nolan não muito levada em conta aqui, serviu como uma introdução ao alter ego de Bruce Wayne, além de dar uns 15 minutos de fama para a Mulher Maravilha e 30 segundos para os outros membros da Liga da Justiça. Além disso, a luta entre Superman e Batman durou um pouco mais do que 5 minutos, e logo depois eles já viraram amigos, e se uniram para enfrentar o poderoso vilão do filme, o Apocalypse (lembrando que o vilão mesmo é o Lex, mas enfim). Também me incomodei com o fato do Batman ser violento demais, ao ponto de explodir os criminosos. OK que nos quadrinhos ele é hardcore também, mas achei que não ornou com a trama, sabe.

Mas afinal, “Batman vs. Superman” é a “Aurora da Justiça”, e é necessário para dar andamento ao próximos filmes da DC pela Warner. Inclusive, devido ao sucesso de BvS, o filme da Mulher Maravilha vai ser adiantado em 3 semanas, e a Warner agendou mais dois filmes ainda não revelados, para 5 de outubro de 2018 e  1º de novembro de 2019. Alguém aposta num filme solo do Batfleck e num “O Homem de Aço 2”? Eu apostaria.

Título original: “Batman vs Superman – Dawn of Justice”.
Ano: 2016.
Diretor: Zack Snyder.
Elenco: Henry Cavill, Ben Affleck, Jesse Eisenberg, Gal Gadot, Amy Adams, Lawrence Fishburne e Diane Lane.
Duração: 153 minutos.
Nota do Gilgamesh: 8.