[Resenha] Stranger Things – 2ª temporada

Finalmente nasceu a segunda temporada de Stranger Things, que chegou na Netflix no último dia 27, e podemos ver a sequência dos acontecimentos mostrados na temporada anterior, envolvendo a gurizada mais querida da cidadezinha de Hawkins em Indiana, EUA.

Will (Noah Schnapp), quase um ano depois de ter vivido momentos dramáticos quando esteve preso no Mundo Invertido, começa a ter visões que envolvem a dimensão paralela e uma criatura gigantesca e assustadora, que posteriormente fica conhecida como Devorador de Mentes (Mind Flayer que, assim como o Demogorgon, também é uma criatura do universo de Dungeons & Dragons). Mike (Finn Wolfhard), Dustin (Gaten Matarazzo)) e Lucas (Caleb McLaughlin) tentam levar suas vidas ao normal, indo ao fliperama jogar games como Dragon’s Lair (1983). Também somos apresentados aos novos personagens Max (Sadie Sink) e Billy (Dacre Montgomery), meio-irmãos e novos alunos da escola, e Bob (Sean Astin), o namorado “normal” de Joyce (Winona Ryder), a mãe do Will. Enquanto isso, vemos Onze (Millie Bobby Brown), que foi adotada e é mantida escondida de todas pelo Xerife Hopper (David Harbour). Foi interessante que as tretas da Onze ficaram a maior parte do tempo separadas das dos meninos dessa vez, inclusive o que foi o 7º episódio, intitulado “The Lost Sister” (“A Irmã Perdida”), que estava totalmente demais e diferentão, parecendo outra série?

Os caça-gostosuras.

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Acontecem várias merdas em Hawkins – como era de se esperar – envolvendo abóboras pobres, girinos do mal, Billy tretando com Steve (Joe Keery) o tempo todo (aliás, quem diria que eu iria achar o Steve legal, pois o personagem encontrou sua redenção nesta temporada), cipós vivos e os “demodogs“. Max, a ruivinha skatista e gamer (tem como não amar?), acaba entrando na equipe. Quase na reta final da temporada, TODOS os personagens se unem contra a ameaça maior (aliás, achei deveras interessantes as novas ameaças dessa temporada, que não se resumiram em apenas um monstro). E finalmente tivemos justiça para Barb (Shannon Purser)!

Resumindo, o 2º ano de Stranger Things é bem divertido e ainda mais assustador, e faz referências a vários filmes, séries, como Poltergeist, E.T., Punky, a Levada da Breca, Halloween e He-Man.
Ah, e terceira temporada somente em 2019, infelizmente.

Título original: “Stranger Things”.
Ano de estreia: 2017.
Criado e produzido por: Irmãos Duffer.
Elenco: Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono e Noah Schnapp.
Duração: 9 episódios de +/- 55 minutos cada.
Nota: 8,5.

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[Resenha] Thor: Ragnarok

O Marvel Studios conseguiu de novo e emplacou mais um sucesso com Thor: Ragnarok, o terceiro filme com o Deus do Trovão. Vamos ver como vai ser a bilheteria mundial, mas como o filme estreou ontem apenas no Brasil, ainda é cedo pra saber, mas parece que os números serão bons. Não dá pra levar muito em conta notas de sites (A Academia do Oscar não leva, então…), mas o filme acaba de ganhar o estimado selo Fresh no Rotten Tomatoes e, como diria minha amiga @asgardiana, os humilhados foram exaltados rs

Justamente por isso, pelo fato do Marvel Studios não ter acertado muito a mão nos dois primeiros filmes solo do Trovejante (Chris Hemsworth), eles deram carta branca para um diretor de comédias, Taika Waititi, fazer o que ele bem entendesse, e saiu um filme descomplicado, divertido e que não se leva muito a sério. Particularmente eu achei o filme bobo demais, acho que roteiristas mais o diretor exageraram na comédia. Não que eu não goste dos filmes do Taika. Morri de rir com O que Fazemos nas Sombras (2014) e Uma Fuga para a Liberdade (2016), mas com Thor: Ragnarok, muitas piadas ficaram fora de tom. Sem querer dar muito spoiler, mas numa cena, um dos personagens principais arremessa uma bola de ferro contra um vidro, na tentativa de quebrá-la para fugir, e a bola volta e bate na cara desse personagem. Acho que esse tipo de humor pastelão não casa com a afamada “fórmula Marvel”, eu esperava ver um humor mais inteligente, e confesso que saí um pouco ofendido do cinema.

Bom, vamos lá ao que eu gostei e não gostei no filme:

O que gostei:
– Os efeitos especiais e as cenas de luta estão fodas!
– Gostei do visual colorido do filme e da homenagem do diretor ao desenhista Jack Kirby (que, ao lado do roteirista Stan Lee, criou não apenas o Thor como uma caralhada de outros personagens clássicos da Casa das Ideias) no visual do Planeta Sakaar. Aliás, a direção de arte desse filme tá inteira de parabéns;
– Foda também o visual da Valquíria (Tessa Thompson) e das outras Valquírias. A personagem roubou a cena, e é, oficialmente, a primeira personagem LGBT do Universo Cinematográfico Marvel e que, apesar de não ter ficado explícito, teve um caso com outra valquíria;
– Outros que roubaram a cena foram Grão-Mestre (Jeff Goldblum engraçadíssimo e maravilhoso!), Loki (Tom Hiddleston) como sempre (apesar de ser meio deixado de lado) e, da primeira vilã do UCM, Hela (Cate Blanchet lindíssima e nitidamente se divertindo ao dar vida à Deusa da Morte), poderosíssima.

Nessa cena eu arrepiei até os cabelos do cy.

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O que não gostei:
– Conforme já adiantei, o humor pastelão e forçado do roteiro (excetuando algumas piadas que foram verdadeiramente engraçadas e bem encaixadas). O Chris Hemsworth não é um ator de comédia, plmdds desistam disso;
– O destino rápido e vazio para alguns personagens do núcleo de Asgard. E a coitada da Sif, que nem apareceu?
“Planeta Hulk”, uma das melhores sagas dos quadrinhos Marvel da última década até que foi bem encaixada aqui, mas acho um desperdício, viu. E também pelo fato do coitado do Mark Ruffalo ainda não ter ganhado um filme solo para seu personagem;
– Senti falta de algumas cenas mostradas nos trailers, e meu estranhamento principal foi com a cena da Hela destruindo o martelo do Thor ter sido refeita toda em outro cenário?? Qual será que era o contexto anterior no roteiro? Mas enfim…
– A peruca do Loki tava meio medonha em algumas cenas, hein. Me incomodou muito em vários momentos.

É nessa hora que você tem que correr.

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Então, resumindo, como fã dos quadrinhos e dos filmes Marvel, confesso que me diverti sim com Thor: Ragnarok, mas fiquei decepcionado em alguns pontos importantes, mas obviamente o filme não foi feito apenas para os fãs xiitas (afinal, tem alguns fan services e easter eggs de montão) e sim, para o público médio que, com certeza vai adorá-lo e aclamá-lo como um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos.

Título original: “Thor: Ragnarok”.
Ano: 2017.
Diretor: Taika Waititi.
Elenco: Chris Hemsworth, Tom Hiddleston, Cate Blanchett, Idris Elba, Tessa Thompson, Jeff Goldblum, Karl Urban, Mark Ruffalo e Anthony Hopkins..
Duração: 130 minutos.
Nota do Gilgamesh: 7,5.

Novo trailer de Pantera Negra

Com vocês, novo trailer eletrizante de Pantera Negra! Abaixo, legendado:

Esse vídeo tem MUITAS cenas eletrizantes de ação, e algumas boas revelações, como a arma sônica do Ulysses Klaw (Andy Serkis), parece que o personagem do Michael B. Jordan também vai usar uma armadura de Pantera (!?), e fiquei satisfeito que vão mostrar o lado espiritual dos Panteras, numa cena com T’Challa (Chadwick Boseman) num cenário onírico encontrando uma pantera numa árvore.

Chega logo, Pantera Negra!

Dirigido por Ryan Coogler, o filme ainda conta no elenco com Lupita Nyong’o (Nakia), Danai Gurira (Okoye), Daniel Kaluuya (W’Kabi), Angela Bassett (Ramonda), Forest Whitaker (Zuri), Florence Kasumba (Ayo), John Kani (Rei T’Chaka), Letitia Wright (Shuri), Winston Duke (M’Baku/Homem-Gorila), Sterling K. Brown (N’Jobu) e Martin Freeman (Everett Ross), e estreia no Brasil em 15 de fevereiro de 2018.

P.S.: Tem pôster novo (e lindão!) também:

Trailer final da 2ª temporada de Stranger Things

Por falar em terror e em Charlie Heaton, a Netflix liberou hoje, propriamente numa sexta-feira 13, o trailer final da 2ª temporada de Stranger Things. Assista legendado:

O trailer tá foda e rendeu vários arrepios, com destaque para o monstro gigante, o retorno da Onze (Millie Bobby Brown) e os novos personagens Billy (Dacre Montgomery), Max (Sadie Sink) e Bob Newby (Sean Astin), que aparecem rapidamente.

A 2ª temporada de Stranger Things estreia daqui há duas semanas, no dia 27.

Teaser trailer do filme Novos Mutantes

A Fox lançou um teaser trailer do filme Novos Mutantes (The New Mutants). Assista legendado:

Conforme prometido, o vídeo mostra, ao som da clássica “Another Brick in the Wall”, que será sim um filme de terror, com os mutantes Magia (Anya Taylor-Joy), Lupina (Maisie Williams), Míssil (Charlie Heaton), Miragem (Blu Hunt) e Mancha Solar (Henry Zaga) presos numa espécie de hospício que é aparentemente chefiado pela Dra. Cecilia Reyes (Alice Braga).

Uma pena que rolaram DOIS whitewashings com os personagens Cecilia Reyes e o brasileiro Mancha Solar, que nos quadrinhos são negros.

Dirigido por Josh Boone, o filme chega aos cinemas em abril de 2018.

[Primeiras Impressões] The Gifted

Gente, sério, que HINO de série! The Gifted (Fox), baseada em personagens do núcleo mutante da Marvel, apenas com apenas 2 episódios (a estreia foi no último dia 2), já mostrou a que veio e consegue ser uma das séries de super-heróis mais empolgantes da atualidade.
Em The Gifted temos a Resistência Mutante, uma rede de mutantes fugitivos num mundo onde os mutantes são tratados como terroristas e que X-Men e Irmandade dos Mutantes desapareceram, tem como líder Marcos Diaz (interpretado pelo gatíssimo Sean Teale), o mutante conhecido como Eclipse (inédito nos quadrinhos) com seus poderes de luz; além de Eclipse, temos Lorna Dane (Emma Dumont), a mutante com poderes magnéticos como os de Magneto (a atriz disse num painel na NYCC que em breve será revelado que ela é filha mesmo do Mestre do Magnetismo) mais conhecida como Polaris, que é sua namorada; John Proudstar (Blair Redford), o Pássaro Trovejante, que tem superforça e supersentidos (ele consegue ver quem está chegando só tocando o chão); e no primeiro episódio, é introduzida na rede secreta de mutantes, a teleportadora Blink (que já apareceu nos filmes dos X-Men), interpretada aqui por Jamie Chung. Ainda há outros mutantes na resistência, como Sonhadora e Sábia, mas ainda não tiveram tempo de tela.

E do lados dos humanos (nem todos), temos o personagem do Stephen Moyer (o vampiro Bill de True Blood, lembram? que coincidentemente é esposo da Anna Paquin, a Vampira dos filmes), o pai de família Reed Strucker, que também é um procurador, que caça e interroga mutantes pro governo. Ele é casado com Caitlyn (Amy Acker) e pai de Lauren (Natalie Alyn Lind) e Andy (Percy Hynes White). Porém a vida dessa família muda para sempre quando, acossado por bullies no colégio, Andy descobre ser mutante com poderes telecinéticos que quase destroem o lugar (gif acima). Quem o ajuda a se controlar é sua irmã Lauren, que revela aos telespectadores, neste momento, que também tem poderes: ela controla as moléculas do ar e da água (palavras dela), capaz de mover objetos e criar campos de força. Agora eles precisam fugir, com a ajuda os pais e da Resistência, pois passam a ser caçados também.

Adorei a alegoria, quase sempre recorrente nos quadrinhos, de que mutantes podem muito ser comparados com LGBTs, odiados apenas por serem diferentes, e aqui quase o mesmo: Reed, que sempre foi meio preconceituoso com mutantes, e ainda por cima, trabalhava caçando-os, aqui tem que se redimir e mudar de ideia para proteger seus filhos acima de tudo, bem como um pai homofóbico vê-se forçado a mudar de opinião quando descobre que um filho é gay. Exemplos por aí disso temos aos montes.

Gostei também de como são os robôs Sentinelas aqui, aranhas robóticas, mais assustadores que aqueles espantalhos de metal dos quadrinhos. Os efeitos especiais são ótimos (não como c e r t a s séries da ABC rs) – com destaque para os poderes da Blink e da Lauren – bem como as cenas de ação. Todos os dois episódios tiveram cenas eletrizantes de perseguição ou de grandiosidade dos mutantes.

Sai pra lá, bichos fdp!

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Espero que a série mantenha a qualidade e que ela mostre que vai ser excelente sem precisar dos X-Men ou outros personagens mais conhecidos dos quadrinhos para se tornar um sucesso!

Novo trailer de Star Wars VIII

Liberado hoje o trailer final de Star Wars VIII: Os Últimos Jedi. Assista legendado abaixo:

No vídeo, vemos mais do treinamento de Rey (Daisy Ridley) com Luke (Mark Hamill), Kylo Ren (Adam Driver) “virado no Jiraya”, Finn (John Boyega) enfrentando a Capitã Phasma (Gwendoline Christie)(!!!), o Líder Supremo Snoke (Andy Serkis) em pessoa parecendo atacar Rey com a Força (!!!), e rapidamente os outros personagens.

Também hoje foi divulgado novo pôster do filme:

Star Wars VIII, dirigido por Rian Johnson, estreia nos cinemas brasileiros em 14 de dezembro.

Trailer final de Liga da Justiça

Habemus o trailer final de Liga da Jusitiça, legendado, abaixo!

Tivemos a primeira aparição do Superman (Henry Cavill) – mas não do jeito que gostaríamos -, mais alívio cômico com o Flash (Ezra Miller) e muitas cenas de ação.

O elenco ainda conta com Ben Affleck (Batman), Gal Gadot (Mulher-Maravilha), Jason Momoa (Aquaman), Ray Fisher (Ciborgue), Amy Adams (Lois Lane), J. K. Simmons (Comissário Gordon), Billy Crudup (Henry Allen) e Amber Heard (Mera).

Liga da Justiça, dirigido por Joss Whedon, estreia em 15 de novembro nos cinemas brasileiros.

Novo trailer da série Fugitivos

A Hulu liberou hoje novo trailer de sua série baseada em personagens Marvel, Fugitivos (Runaways). Assista abaixo (quando tivermos um trailer legendado, atualizo aqui):

O vídeo dá maior ênfase ao grupo de vilões Orgulho, que são os pais dos protagonistas, e vimos de relance o poder de energia multicolorida da Karolina Dean (Virigina Gardner), o Cetro do Absoluto de Niko Minoru (Lyricia Okano) e a Alfazema, a velociraptor da Gert (Ariela Barer).

O elenco de Runaways ainda conta com Rhenzy Feliz como Alex WilderGregg Sulkin como Chase Stein e Allegra Acosta como Molly Hernandez. Falei um pouco sobre cada personagem aqui.

Produzida por Josh Schwartz e Stephanie Savage, a série estreia no canal de streaming em 21 de novembro.

Fonte: Entertaiment Weekly.

Nesta semana, foi revelado um pôster especial da série, exclusivo para a New York Comic Con que está acontecendo até o final de semana.

 

Panteão | Estamos desenvolvendo um game

Olá, meninas!
Além de estar escrevendo um livro, também estou desenvolvendo um game junto ao meu amigo Vágner Lenon. Se chama Panteão e é um RPG de turnos construido com a engine Unreal 4. Abaixo, segue vídeo de teste da seleção e criação de personagens, e um rápido giro pela fase da Babilônia:

Abaixo, duas telas, uma do level design da Babilônia e a outra, experimentação de iluminação durante a noite:

Ainda falta muita coisa, como character design, level design (mal começamos a primeira de no mínimo dez) e também mais mecânicas do sistema, e vai demorar muito para este game ver a luz do dia, pois somos apenas duas pessoas fazendo, mas pretendemos lançá-lo ~em breve~ para PC e, posteriormente, mobile também.

Panteão também é outro projeto baseado em campanhas de RPG de mesa criados por mim e contará com mitologias, viagens no tempo, História e fantasia.