[Resenha] Game of Thrones – 6ª temporada

DANY

Já na reta final de Game of Thrones, a 6ª temporada da série nos entregou a melhor até então, com algumas tramas sendo resolvidas, e conflitos tão esperados finalmente aconteceram ou estão prestes a acontecer.

O “núcleo” de Bram Stark (Isaac Hempstead-Wright), depois de 100% sumido na temporada anterior, voltou e grandes acontecimentos de lá além da Muralha vimos, como Bram se tornando o novo Corvo de Três Olhos, a triste origem e morte de Hodor (Kristian Nairn) e parte da revelação da filiação de Jon Snow (Kit Harrington) e da origem dos Outros. Aliás, só com um vidente que pode visitar o passado é que tivemos bons e decentes flashbacks em GoT.

“Pinte-me como uma de suas francesas” projeto @liviaalima

 

Em Porto Real, os Lannisters e relativos, que passaram por poucas e boas nas mãos do Alto-Pardal (Jonathan Pryce) e sua Fé Militante, tiveram uma grande reviravolta na season finale, com a Cersei (Lena Headey), dando seus primeiros passos a caminho da insanidade, tocou o terror e explodiu a “bancada evangélica” de Westeros (projeto @Greggui_) e muita gente importante da alta sociedade da capital do continente.

O morto e ressuscitado Jon Snow, agora finalmente ao lado de sua irmã adotiva Sansa Stark (Sophie Turner), finalmente enfrentou o terrível Ramsay Bolton (Iwan Rheon) na famigerada “Batalha dos Bastardos” pelo controle do Norte. Depois de perder seu irmão Rickon (Art Parkinson) e boa parte de seu exército, venceu a batalha, com uma mãozinha do Mindinho (Aidan Gillen) – desculpem pelo trocadilho rs -, e novamente fincou as bandeirolas dos Starks em Winterfell e foi aclamado como o novo rei do Norte.

 

Daenerys Targaryen, Filha da Tormenta, a Não Queimada, Mãe de Dragões, Rainha de Mereen, Rainha dos Ândalos e dos Primeiros Homens, Quebradora de Correntes, Senhora dos Sete Reinos, (vocês ainda estão aí? rs) Khaleesi dos Dothraki, a Primeira de Seu Nome, ou carinhosamente chamada de Dany (Emilia Clarke), deu uma voltinha em Essos nessa temporada e foi parar em Vaes Dothrak, lar dos Dothraki, e quase foi escravizada, mas, com a ajuda de seus “crushadores” Jorah (Iain Glen) e Dario (Michiel Huisman), e a sua invejável imunidade ao fogo, conseguiu se safar dos vilões que queriam fazer mal a ela, reuniu o exército dos cavaleiros bárbaros e, montada no Drogon, rumou de volta a Mereen, onde Tyrion Lannister (Peter Dinklage), o mesmo que tentou ao máximo segurar as pontas na cidade das pirâmides na ausência de sua rainha, é nomeado o Mão da Rainha e, agora com alguns navios das Ilhas de Ferro (trazidos por seus novos aliados, os irmãos Yara (Gemma Whelan) e Theon Greyjoy (Alfie Allen)), Dany faz o que deveria ter feito desde a 1ª temporada, que é partir para Westeros para enfim tomar o Trono de Ferro que é seu por direito.

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Aliás, essa temporada foi totalmente girl power, né, com Cersei rainha de Porto Real, Daenerys conquistadora, a Arya Stark (Maisie Williams) aprontando altas confusões em Bravos e voltando para Westeros se vingar daqueles que destruíram sua família, Sansa finalmente deixando de ser sonsa e mostrando que tem fibra, a fodástica e encantadora Lyanna Mormont (Bella Ramsey) com apenas 10 anos (sei lá) e já botando banca e fazendo altos discursos etc. Uma pena que Margaery Tyrell (Natalie Dormer) morreu, pois ela mal teve chance de mostrar seu valor.

Gostei de muita coisa que aconteceu, até da volta-dos-que-não-foram como Sandor “Cão de Caça” Clegane (Rory McCann), que pensávamos que tava morto, bem como UNCLE BENJEN (Joseph Mawle), que tá meio morto-vivo e que apareceu bem a tempo para salvar Bram, o desfecho (pelo menos nessa temporada) de Sam (John Bradley-West) e Goiva (Hannah Murray). O que eu achei zuado só foi os teleportes de Varys (Conleth Hill) de Mereen para Dorne e de Dorne para Mereen em um pouco mais de uma episódio hahah mas enfim…

A 6ª temporada de Game of Thrones, como disse @matehswho, foi uma grande fanfic de tanto FAN SERVICE que teve. Claro que a galera curtiu em peso, até muitos fãs mais xiitas dos livros deram o braço a torcer, e a expectativa para a próxima – que, segundo consta, terá 7 episódios ao invés dos costumazes 10 – está lá em cima, onde veremos acontecimentos ainda mais importantes, e talvez até o aparecimento de certos personagens dos livros (não falei quais) que ainda não deram as caras, mas bem que poderiam.

Nota do Gilga: 9,5.

 

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Spider-Man: Homecoming – Primeiras imagens dos sets

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Tom Holland, o novo Peter Parker, foi clicado em imagens nos sets de gravação de “Spider-Man: Homecoming”, com e sem uniforme, além dos atores Zendaya, Tony Revolori Abraham Attah.
Clique na galeria abaixo para ampliar as fotos:

Confesso que dei uma gargalhada bem alta quando vi a foto a seguir:

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HAHAHAHAHAHA ♥

O novo filme do Aranha, fruto da cooperação da Sony com a Marvel, estreará em 6 de julho de 2017.

Fonte: Omelete.

Trailer de Westworld, nova série de J. J. Abrams

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Divulgado nessa semana o 1º trailer da nova série da HBO, “Westworld, criada por Jonathan Nolan (co-roteirista de “Interestelar”) e produzida por J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), inspirada no filme “Westworld – Onde Ninguém Tem Alma” (1973). Assista:

Westworld será “uma odisseia sombria a respeito do surgimento da consciência artificial e o futuro do pecado” e apresenta um parque temático futurista no qual robôs saem do controle e começam a atacar seus frequentadores.

O elenco é ESTELAR, e tem figurinhas bem conhecidas como Anthony Hopkins, Ed Harris, Evan Rachel Wood e Rodrigo Santoro, e estreia em outubro.

Fonte: Boca do Inferno.

Novidades sobre o filme da Liga da Justiça

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Revelados a logo do filme “Liga da Justiça” e personagem que será interpretado por Willian Dafoe.

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Dafoe será Nuidis Vulko, o conselheiro científico chefe da realeza de Atlântida, figura política e acadêmica do universo do Aquaman (Jason Momoa).

Também temos a primeira imagem oficial do Batmóvel para o filme.

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“Liga da Justiça” tem ainda no elenco Ben Affleck (Batman), Gal Gadot (Mulher-Maravilha), Henry Cavill (Superman), Ray Fisher (Ciborgue), Ezra Miller (Flash), Amber Heard (Mera), J.K. Simmons (Comissário Gordon) e Jesse Eisenberg (Lex Luthor), será dirigido por Zack Snyder e tem estreia prevista para 16 de novembro de 2017.

Fonte: Omelete.

[Indicações de HQs #10] Crise nas infinitas terras:

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Crise nas Infinitas Terras:

A grande catalisadora das crises dentro do universo DC.  O grande marco da editora. A grande mudança. Muitos reclamam hoje das reviravoltas a fim de recontar e “consertar” os erros editorias através de crises e mais crises que dão um nó na cabeça de qualquer fã de quadrinhos. Mas isso não é nada novo, já que a Crise nas Infinitas Terras, com roteiro de Marv Wolfman e arte de George Pérez, foi pensada para isso e lá os fãs mais xiitas já chiavam por causa disso assim como hoje. A diferença é que era por carta e não via redes sociais.

Mas por que ler uma aventura que nem sequer tem a ver com mais nada da editora? Por que é um dos crossovers mais épicos do mercado de super-heróis. Marv e Pérez realmente impressionaram a todos com o número de personagens de todos os recantos do multiverso DC. Entre versões alternativas, futuristas, linhas do tempo e por aí vai. Marv Wolfman já trabalhava com Pérez em “Novos Titãs” e este é especialista em quadrinhos com muitos personagens, logo o projeto estava em ótimas mãos.

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Tudo começa com a destruição da Terra 3 e mandando seu único sobrevivente, Alexandre Luthor, para o misterioso Monitor, que através de sua pupila, a Precursora, reúne um grupo de superseres (entre heróis e vilões) para tentar conter uma onda de anti-matéria que está destruindo o multiverso como um todo. Quando o Monitor acaba sendo morto, todos os superseres dos universos sobreviventes se unem contra a criatura conhecida como Anti-Monitor do universo negativo de antimatéria. Ao final de toda a saga, apenas uma única Terra passou a existir no universo DC iniciando uma nova fase da editora.

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A saga se dividiu em 12 partes e objetivo era terminar com o multiverso da DC, já que causava uma grande confusão para os leitores que se perdiam em quais versão estava lendo no momento. Como mencionei nos outros textos, muito heróis precisavam de uma modernização ou ainda de um reboot total. Como o Superman, que até então era praticamente invulnerável, e algumas continuidades que precisavam de ajustes. Da mesma maneira que hoje faz a editora com Flashpoint ou DC: Rebirth.

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Mas engana-se quem acha que a história é confusa por abranger tantos personagens. O roteiro de Wolfman consegue amarrar todas as pontas do universo DC e deixar ele coeso o suficiente para se reiniciar todos seus personagens em uma nova numeração, e Pérez da um show de cenas de batalhas com os maiores personagens que a DC tinha até 1986.

 

Essa aventura já foi publicada e republicada várias vezes, portanto não é tão difícil de encontrar. Desde formatinho antigos da Editora Abril, encadernados capa cartonada da Panini, e mais recentemente, uma encadernação em capa dura também da Panini.

 

Apanhadão E3

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A E3 (sigla para Electronic Entertainment Expo), começou domingo (12) e encerrou-se hoje, e deixo aqui um “apanhadão” das novidades da maior feira de games do mundo. Vou listar os jogos que mais me chamaram a atenção.

Mass Effect: Andromeda

Uma nova galáxia para explorar, novas raças. Lançamento: março de 2017.

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Novo jogo original da EA. Data de lançamento ainda não divulgada.

Dishonored 2

Você pode jogar com Corvo ou Emily. Com novos poderes (incluindo viagens no tempo), o jogo sai no dia 11 de Novembro para PS4, XONE e PC.

Final Fantasy XV

Novo gameplay mostra uma batalha contra um chefe absurdamente imenso chamado Titan. Lançamento: 30 de setembro.
E tem novo trailer também, incluindo gameplay com o VR. Assista:

We Happy Few

Ainda não se sabe muito desse jogo, mas o trailer me deixou bastante intrigado. Disponível no dia 26 de julho no Xbox Preview.

Gwent

Um joguinho de cards de Witcher? Sim, isso mesmo. Lançamento em setembro para Xbox.

Tekken 7

Um novo Tekken vem aí, e não vem sozinho, vem na base do Akuma. Previsto para o início de 2017.

Scalebound

Novo game multiplayer cooperativo de Hideki Kamiya (Davil May Cray, Bayonetta). Gameplay impressionante! Lançamento: em 2017 também para Windows 10, além do Xbox One.

Star Trek: Bridge Crew

Simulador de nave de Star Trek. Previsto para o terceiro trimestre de 2016.

Vampyr

Novo jogo da DONTNOD (dos ótimos Life is Strange e Remember Me), com vampiros. Expectativas! Para PC.

LawBreakers

Um FPS de arena sem gravidade. O trailer é bem divertido. Para PC.

God of War

Kratos barbudão e com filho contra a mitologia nórdica. Sem data prevista de lançamento.

The Last Guardian

Um dos jogos mais adiados de todos os tempos finalmente tem data de lançamento: 26 de Outubro de 2016.

Resident Evil 7

Do nada, um novo Resident Evil foi anunciado. O jogo sai no dia 24 de Janeiro e terá suporte a VR. A demo já está disponível (também vai sair pra PC e XONE).

Crash Bandicoot

Não foi desta vez que a Sony anunciou um jogo para seu mascote, mas os 3 jogos do Crash receberão uma versão remasterizada para PS4, e o mascote ainda terá uma participação especial no novo Skylanders.

Death Stranding

Eis que temos notícia do primeiro jogo do estúdio independente de Hideo Kojima (Metal Gear Solid) desde que ele saiu da Sony. Protagonizado por Norman Reedus (The Walking Dead), o trailer é mó feião e não mostra muito. Sem data de lançamento.

Spider-Man

Uma das maiores surpresas da E3, temos este fantástico trailer do novo jogo do Homem-Aranha, pela Insomniac (Ratchet & Clank, Sunset Overdrive), para PS4. Ainda em desenvolvimento.

The Legend of Zelda: Breath of the Wild

Primeiro trailer do novo Zelda. Achei o gráfico de character design meio feião, mas o game tem várias novidades na jogabilidade. Lançamento: 2017 e para Wii U e NX.

Pokémon Sun/Pokémon Moon

Trailer com novos monstrinhos: Pikipek (Normal/Voador), Yungoos (Normal), Grubbin (Inseto) e Magearna (Fada/Aço), além do novo modo de batalha Battle Royal, entre 4 jogadores.

Fonte: Gamesfoda.

[Indicação de HQ #9] Superman – Homem de Aço:

SUPERMAN

A Era de Prata da DC Comics estava chegando ao fim. Os motivos vinham desde baixas vendas, bagunças cronológicas e personagens pouco aceitáveis pelo novo público que chegava ao mercado. O Superman era um bom exemplo disso. O Kryptoniano do pré-Crise era virtualmente um personagem  invencível. Por mais que se colocasse a kryptonita nas histórias, era um Superman que arrastava o planeta Terra, que se movia rápido demais para o olho humano perceber. Em suma, um personagem imbatível. A saga “Crise nas Infinitas Terras” veio com a ideia de ajeitar a casa. E John Byrne fica responsável pela reformulação do Superman.

O Homem de Aço No 01

A partir daí, Byrne repensa um Homem de Aço desde suas origens em Krypton com mudanças drásticas. O planeta natal do Superman é uma civilização avançada que tinha pleno controle sobre todos os elementos de seu planeta, que acreditavam na ciência acima de tudo, ao ponto de eliminar da sua cultura interações sociais de todo o tipo, se tornando uma sociedade fria regida apenas pela ciência. Um exemplo disso é o fato dos pais não terem qualquer contato com o feto do próprio filho que é gerado em laboratório.

Nisso o cientista  Jor-El requisita a criança das câmaras de gestação, a fim de preparar ele para deixar o planeta que agora comprovadamente estava a beira da extinção. Apesar dos protestos da mãe Lara, o pequeno Kal-El deixa Krypton rumo à Terra para ser achado pelo casal Kent. O planeta Krypton de Byrne tem uma estética toda a nova onde todos usam roupas que não permitem nenhum contato físico, servos droides por todo o lado e uma arquitetura com uma tecnologia quase orgânica. Esse inicio da história é uma das bases para o filme “O Homem de Aço” de Zack Snyder.

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Depois de se tornar adulto na Terra, o agora Clark Kent, ao se deparar com sua origem, decide usar seus poderes no anonimato pelos primeiros anos, contudo um acidente com um aviação espacial muda tudo. Além de seu primeiro encontro com Lois Lane (que nessa releitura, está bem longe de ser uma donzela em perigo), Clark percebe que será impossível manter o anonimato. Nisso, seus pais ajudam a construir o traje e a identidade de Superman.

O primeiro encontro com Lex Luthor também foi um momento bem significativo, pois mostra mesmo que o milionário brinca com a cidade e o poder a seu bel prazer até a chegada do Superman. Em sua primeira história, ele chega a ser fichado na policia e aí ele jura sua vingança, mas não por sua prisão e sim, pelo Homem de Aço ter lhe roubado o lugar de homem mais poderoso de Metrópolis.

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O primeiro arco foi republicado recentemente pela coleção da Editora Eaglemoss, foi publicada pela Editora Abril nos anos 80 (que cortou diversas páginas da história original, um péssimo hábito que a editora tinha). Embora nos Novos 52 não tenha deixado muitos destes elementos, a trabalho de John Byrne ainda impressiona e sua arte nessa fase, e está em um dos seus melhores momentos.

[Desenhos Antigos] Liga da Justiça

LIGA

O desenho antigo da semana também fez – e ainda faz – um grande sucesso: Liga da Justiça. A série foi originalmente ao ar entre 2001 a 2004 no Cartoon Network americano, possui 2 temporadas e um total de 52 episódios, e já foi exibida no Brasil tanto no Cartoon quanto no Bom Dia & Cia, no SBT. Criada por Bruce Timm e Paul Dini – pais de outras séries de sucesso com personagens da DC Comics, Batman (1992-1995) e Superman (1996-2000) -, Liga da Justiça conta as aventuras dos maiores heróis DC reunidos, que já haviam dado as caras nas séries anteriores. São eles:

Superman/Clark Kent: Kal-El, o último (há controvérsias) filho de Krypton que foi enviado à Terra e criado pelos fazendeiros Jonathan e Martha. Seu alter ego é repórter no Clarim Diário e, para salvar o dia, veste capa vermelha e uniforme azul e possui uma gama de poderes, como voo, hiperforça, indestrutibilidade virtual, visão de raio-x, visão de calor etc;
Batman/Bruce Wayne: O multimilionário de Gotham City que, após perder seus pais que foram assassinados durante um assalto quando ele tinha oito anos, prometeu varrer a cidade dos criminosos, e portando um arsenal com alta tecnologia e se vestindo como um morcego, se tornou no vigilante Batman;
Mulher-Maravilha/Diana Prince: Filha da Rainha Hipólita e membro das Amazonas, que vivem na Ilha Paraíso, Diana é um defensora da justiça e que prova que os valores estão acima do gênero. Ela possui hiperforça que quase se equipara com a do Superman, pode voar e ainda possui o Laço da Verdade, com o qual, aprisionando uma pessoa, pode forçá-la a sempre a dizer-lhe a verdade;
Lanterna Verde/John Stewart: John Stewart era um militar que foi escolhido pelos Guardiões do Universo do planeta Oa para portar o anel e ser o novo Lanterna Verde da Terra. Com esse anel é possível fazer virtualmente qualquer coisa, limitado apenas pela imaginação de seu usuário, e necessita de recarga a cada 24 horas.
Flash/Wally West: O fanfarrão da equipe. Tem a capacidade de correr em velocidades superiores da luz e pode ainda vibrar e atravessar objetos, e também viajar no tempo;
J’onn J’onnz: O único que não tem um codinome, apesar de, nos quadrinhos, ser conhecido como Caçador de Marte e Ajax. Outro alienígena que também é o último de sua espécie, neste caso, um marciano. J’onn J’onnz tem telepatia e pode voar e se tornar intangível;
Mulher-Gavião/Shayera Hall: Mais uma alienígena, vinda de Thanagar, possui asas, superforça e é uma exímia lutadora que usa uma maça.
A equipe ainda obteve ajudas esporádicas de outros heróis, como Aquaman, Arqueiro Verde, Supergirl e Sr. Destino.

Baseados na Torre da Vigilância (invenção do Batman), depois de reunidos para ajudar J’onn J’onnz a deter os Marcianos Brancos, eles se unem criando a Liga da Justiça com o intuito manjado de combater o mal que separados não poderiam deter etc, e enfrentam os mais variados vilões, tais como Lex Luthor, Coringa, Pistoleiro, Felix Fausto, Mongul, Grodd, Morgana Le Fay, Darkseid, Amazo, Vandal Savage, Despero e a Liga da Injustiça.

Os meus episódios (a maioria se divide em duas partes) favoritos são “Injustiça para Todos”, quando eles combatem a Liga da Injustiça; “Paraíso Perdido”, no qual a Mulher-Maravilha é chantageada pelo feiticeiro Felix Fausto; “Nos Tempos de Savage”, a season finale da 1ª temporada com um episódio triplo, onde a equipe enfrenta o imortal Savage; “Crepúsculo”, em Apokolips contra Darkseid e Brainiac; “Tabula Rasa”, contra o superpoderoso androide Amazo, que pode copiar e absorver qualquer outro superpoder; dentre outros.

Curiosidade: os episódios 41 e 42, “O Terror do Além”, com Sr. Destino, Aquaman e Solomon Grundy, além de homenagear os contos de Chtulhu, do escritor H. P. Lovecraft, também homenagem Os Defensores, equipe da Marvel (Sr. Destino é o Doutor Estranho, Aquaman é o Namor e Grundy é o Hulk).

A série foi tão bem recebida que recebeu uma continuação, a “Liga da Justiça Sem Limites”, exibida entre 2004 e 2006, também com 2 temporadas e com 39 episódios, onde a equipe contava com inúmeros membros que incluía Supergirl, Aquaman, Canário Negro, Capitão Marvel, Vixen, Caçadora, Questão, Zatanna, Tornado Vermelho etc.

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[Atualizado] Novo trailer de Kingdom Hearts 2.8

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A E3 – a maior feira de games do mundo – ainda nem começou (o evento vai de 12 a 14 de junho) e a Square-Enix já nos deu um gostinho com esse novo trailer do próximo capítulo da saga Kingdom Hearts. Assista:

No vídeo vemos que será possível jogar com Aqua, e teremos uma nova organização de mascarados.

A data de lançamento de Kingdom Hearts HD 2.8 Final Chapter Prologue não foi divulgado, mas será em dezembro deste ano para PS4.

[Atualizado às 10h05] Algumas screenshots do trailer:

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Fonte: Square Portal.

[Resenha] Aranhaverso

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Chegou há poucos dias nas bancas por aqui a última parte da saga “Aranhaverso”, e com isso deixo aqui a resenha sobre essa sensacional epopeia do Homem-Aranha. A saga consistiu em reunir TODAS AS VERSÕES que já existiram do herói aracnídeo, contando com versões do futuro, realidades alternativas e inclusive seriados, games e filmes. Legal foi que também foram apresentadas novas e diferentes versões do Homem-Aranha (e inclusive da Mulher-Aranha).

Tudo começou quando um poderoso ser chamado Karn assassinou algumas versões do Aranha em diferentes Terras alternativas, e foi descoberto pelo Homem-Aranha Superior (a mente do Dr. Octopus no corpo de Peter Parker). Otto Octavius reúne alguns Homens-Aranha e enfrenta o vilão, mas eles não obtêm sucesso, e ele acaba descobrindo que Karn faz parte de uma família chamada Os Herdeiros que são igualmente (e até mais) poderosos do que ele, e que caçam e se alimentam da energia vital dos Totens-Aranha (como eles chamam as versões do Aranha). Os caras são tão porradeiros que um só deles dá conta de um grupo de Homens/Mulheres/Animais-Aranha, imagina eles juntos. Eles moravam na Terra 001, de onde têm acesso, com a ajuda do Mestre Tecelão, a todas as Terras do Multiverso. Os Herdeiros ainda estão atrás de três Totens-Aranha que fazem parte de uma profecia, que nela são conhecidos como O Outro, A Noiva e O Herdeiro, e acreditam que, se eles forem sacrificados num ritual, todos os Aranhas deixarão de existir para sempre em todo o Multiverso.
A coisa só mudou de figura quando o Homem-Aranha da Terra 616 (da nossa realidade) ficou sabendo sobre os Herdeiros e decidiu liderar e reunir novos Totens-Aranha em seu exército, mesmo com o Aranha Superior sendo opositor de sua liderança.

Se em “Aranhaverso” o alto da diversão é ver diferentes versões do Homem-Aranha, o triste nisso tudo é ver vários Peters Parkers sendo cruelmente mortos pelos Herdeiros. E ainda me arrepio com o “Monstro-Aranha” mostrado em Aranhaverso nº 1, e que era uma aranha humanoide que comia carne humana.

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Dos heróis que participaram, os que mais me cativaram foram:
Garota-Aranha (que ficou conhecida como Gwen-Aranha): na Terra 65, Gwen Stacy foi picada pela aranha irradiada, e quem foi morto pelo Duende Verde foi Peter Parker. Gwen ainda é baterista na banda The Mary Janes (sim, a banda da MJ). Um dos momentos mais emocionantes de Aranhaverso foi quando ela e o Homem-Aranha 616 descobrem quem eles são por baixo da máscara, já que as contrapartes um do outro em seus respectivos universos morreram;
Capitão Universo: o mais poderoso dos Homens-Aranha, detentor de poderes cósmicos. O Exército-Aranha usou sua Terra (a 13) como uma “Zona de Segurança”, onde os Herdeiros, a princípio, não ousavam ir por medo de enfrentá-lo;
Homem-Aranha Assassino: treinado pelo Wolverine de sua Terra, este Aranha dá tiros no lugar de lançar teias. Achei isso sensacional;
Homem-Aranha Indiano (!!): o indiano Pavitr Prabhakar é o Homem-Aranha de sua dimensão, usando calças a la Aladdin e tudo rs;
Porco-Aranha: não, não é o porco do Homer Simpson. Ele é Peter Porker, e a tradução de seu nome original deveria ser “Presunto-Aranha” hehe;
Lady Aranha: A Mulher-Aranha steampunk, saída de uma dimensão vitoriana.
Além destes, temos outros personagens já consagrados, como Homem-Aranha 2099 (Miguel O’Hara), Homem-Aranha e Viúva-Negra do Universo Ultimate (Miles Morales e Jessica Drew, respectivamente), Mulher-Aranha original, Homem-Aranha Noir, Garota-Aranha (Anya Corazón), Homem-Aranha do Mangaverso, Homem-Aranha Tokusatsu e seu Leopardon (!!!) etc.

A trama é muito mais do que um exército de Aranhas contra os Herdeiros, saltando de Terra em Terra alternativa. Acontecem várias coisas que prefiro não detalhar aqui para não estragar a surpresa, mas é bem divertida em vários aspectos, além de algumas edições serem desenhadas por um dos meus desenhistas Marvel favorito, Olivier Coipel.

Título original: “Spider-Verse”.
Ano: 2014-2015.
Autores: Dan Slott, Olivier Coipel e diversos artistas.
Editora: Panini Comics.
Lançamento: Dezembro/2015 a Maio/2016.
Aranhaverso nºs 1-3, O Espetacular Homem-Aranha nºs 6-10 (várias páginas)
Nota do Gilga: 9.